ele Bateu-me com a miúda ao colo | De Mãe para Mãe

ele Bateu-me com a miúda ao colo

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55 mensagens
JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Boa tarde, sou nova aqui e vim desabafar e pedir ajuda.
Nenhuma amiga minha sabe disto, ninguém sabe aliás.
Vivo com o meu namorado há dois anos, há um mês a nossa filha nasceu. Quando descobri a gravidez já estava de 3 meses e não poderia abortar, segui em frente com a gravidez e sou completamente apaixonada por esta miúda que não tem culpa do pai que tem.
Quando estávamos no hospital e durante a gravidez ele era super atencioso e preocupado, mas quando viemos para casa mudou.(devo dizer que a miúda só chora para tomar banho, dormimos a noite toda e ela não causa stress a ninguém)
Começou a chamar-me nomes horríveis em discussão, discutíamos por coisas ridículas, manda-me para todo o lado, começou a ameaçar-me de porrada, como a casa é dele está sempre a dizer para me ir embora. Bateu-me, já me bateu tendo eu a miúda no colo.
Estou de licença e desempregada, não tenho família nem amigos que me possam dar casa nem dinheiro para sustentar uma casa, mas quando voltar a trabalhar e tiver essa hipótese, ele não me vai deixar levar a minha filha comigo.
Por mais mau marido que ele fosse nunca iria afastá-lo da minha filha se ele for bom pai para ela, mas ele não sabe separar. Tenho medo, receio pela minha vida. Não quero fazer queixa pois tenho medo que me tirem a minha filha e os processos demoram tanto que ele matava-me antes de fazerem alguma coisa.
Quero conselhos, quero ajuda, como vou embora e levo a minha filha? Como faço para não me tirarem a minha filha? Eu recebo da segurança social e o abono agora.
Não me julguem.

amadalena -
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Desde 13 Maio 2009

Aperta-me o coração só em imaginar essa situação… o bater-lhe, o ter medo dele, o ter medo de a separarem da sua filha…
Se tivesse alguém conhecido que a ajudasse era o ideal, mas como diz que não tem ninguém… Sei que há instituições que podem ajudar, não sei o nome nem como funcionam, mas de certeza que vai aparecer alguém aqui que a vai aconselhar.
No entanto passo só para lhe mandar um abraço...

Sobre amadalena

♥ Deixei de tomar a pílula a 01/06/2015 - Início dos treinos: 12/07/2015 - Que Deus nos ajude <3
♥ Positivo: 01/09/2015 - meu Deus muito obrigado - Agarra-te meu amor
♥ Meu blog: http://umsonhoatres29.blogspot.pt/

sharum -
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Desde 21 Maio 2018

Olá Joana, bem vinda. Digo te já que podes contar comigo para desabafares sempre que precisares! Infelizmente também não tenho espaço em casa nem conheço quem tenha, se não ajudava-te nesse sentido.
Já passei pelo mesmo, mas antes de ter a minha bebe.
Alguma coisa mudou na vida dele? Achas que aconteceu alguma coisa com ele para andar stressado ou se o facto de ser pai é demasiado para ele?
Todavia nada justifica ele bater-te nem faltar te ao respeito constantemente, e digo te já que bom pai ele não é de certeza, pois se discute contigo e até te bate tendo tu a miúda ao colo ou perto de vocês...
Não te sei dizer nada acerca de leis e direitos, mas sei que existe a linha de apoio a vítimas de violência doméstica, creio que podes ligar para lá mantendo o anonimato e fazer as questões que tens e obténs resposta na mesma chamada. Acho que é gratuito.
Até conseguires orientação, afasta-te ao máximo dele. Cuida de ti e da tua filha e evita que ela esteja perto de vocês durante uma discussão ou que oiça, e sei que deve ser difícil mas não chores perto dela. Explode longe enquanto ela dorme e conforta-te nela.
Parabéns pelo anjinho. Força! Se não és ma mãe de certeza que haverá forma de saíres dai e com a tua filha

Maria2506 -
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Desde 08 Jun 2017

Aconselho-a a ligar para o numero 144, é o numero de emergência social que a podem encaminhar de imediato a si e a sua filha para uma casa abrigo. Sei que não é a solução ideal, mas será sem duvida muito melhor e mais seguro para si e para a sua filha e a partir daí criar um projecto de vida novo.
A GNR e a PSP também lhe podem dar o apoio que necessita.

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Obrigada as duas pelas palavras.
Sharum, como saíste da situação?

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Maria2506 escreveu:
Aconselho-a a ligar para o numero 144, é o numero de emergência social que a podem encaminhar de imediato a si e a sua filha para uma casa abrigo. Sei que não é a solução ideal, mas será sem duvida muito melhor e mais seguro para si e para a sua filha e a partir daí criar um projecto de vida novo.
A GNR e a PSP também lhe podem dar o apoio que necessita.

Será imediato? O meu medo é pedir ajuda e como sempre os processos demorarem imenso, acharem que não tenho condições para ter a miúda e tirarem-ma. Ele ir atrás de mim e tirar me a miúda e fazer me mal, ele é capaz disso. Não é o típico receio, sei que é capaZ

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

Contacte a APAV, saberão orientá - la. Não espere pelo final dda licença para sair daí.

sharum -
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Desde 21 Maio 2018

Olha, “engraçado” que eu também não tinha sítio para onde ir nem quem me desse abrigo. Trabalhava mas para sustentar uma casa e futuramente criar a minha filha sozinha precisava de juntar algum então mantive-me aqui.
Com a morte do pai dele as coisas mudaram, imenso! Transformou-se noutra pessoa, para melhor.
Sei que muita gente ao ler isto aponta-me o dedo por continuar aqui, mas muitas delas se calhar passaram pelo mesmo mas num infeliz silêncio.
Honestamente não posso dizer que gosto dele como antes e que as coisas para mim são iguais. Não são, hoje somos um casal normal mas a mágoa fica. E provavelmente um dia essa mágoa vai me fazer acabar com a relação é cada um seguir a sua vida. Sinceramente? Se calhar no dia que isso acontecer ele faz o mesmo que o teu namorado e tenta usar a minha filha.
Um dia de cada vez

sharum -
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Desde 21 Maio 2018

Mas Joana não basta pedir ajuda tu tens de ter CORAGEM! tens de pensar em ti e na tua filha que por mais bom pai que ele fosse ele precisa da mãe e se tiveres mal psicologicamente e constantemente com medo ela vai sentir isso e nunca vais conseguir ser genuinamente feliz com ela!
Eu sei o que é ter a vontade mas não ter a coragem porque o medo e as dúvidas são maiores mas por favor TEM FORÇA! informa te ao máximo aconselha te ao máximo cria bases e sai daí

FilipaMac -
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Desde 06 Fev 2018

JoanaFitas escreveu:
Obrigada as duas pelas palavras.
Sharum, como saíste da situação?

De onde é?

Sobre FilipaMac

Filipa Macedo

SK. -
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Desde 14 Ago 2012

JoanaFitas escreveu:

Maria2506 escreveu:Aconselho-a a ligar para o numero 144, é o numero de emergência social que a podem encaminhar de imediato a si e a sua filha para uma casa abrigo. Sei que não é a solução ideal, mas será sem duvida muito melhor e mais seguro para si e para a sua filha e a partir daí criar um projecto de vida novo.
A GNR e a PSP também lhe podem dar o apoio que necessita.

Será imediato? O meu medo é pedir ajuda e como sempre os processos demorarem imenso, acharem que não tenho condições para ter a miúda e tirarem-ma. Ele ir atrás de mim e tirar me a miúda e fazer me mal, ele é capaz disso. Não é o típico receio, sei que é capaZ

A acção desta linha é imediata se afirmar que está em risco. Ao entrar ao abrigo de programas de protecção ninguém lhe tira a bebé, muito menos o pai agressor. Irão dar-lhe o apoio de que necessita e ajudar a reencaminhar a sua vida. Faça o contacto o mais rápido possível, não fique à espera. Coragem e que corra tudo bem!

titazinha -
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Desde 19 Nov 2009

Informe-se na linha da APAV. todos os dias se ouvem tragedias na Tv...se calhar fruto de leis que nao protegem como deveriam as vitimas e toleram todos os comportamentos do agressor. O ideal era ficar numa casa de acolhimento bem longe dele... Se bem que ele tb terá direitos como pai. Nao imagino tamanha angustia mas tente ter calma e ir tentando "leva-lo a bem" pois esses covardes nao podem sentir-se contrariados e ter quem lhes faça frente. Um beijinho de força e proteja-se a si e à sua filha! Peça ajuda e informe-se às escondidas dele.

Sobre titazinha

"Quando se quer muito uma coisa todo o universo conspira para que a possas realizar"

RoxyGirl -
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Desde 27 Jan 2016

Aqui não há tentar levá-lo a bem.

Para bem da sua segurança e da sua filha SAIA JÁ DAÍ!

A Apav dá apoio e abrigo imediato

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Vou-me informar sim.
Obrigada a todas.
Pois, direitos de pai... não devia ter nenhum! Desde que nasceu a miúda que ficou assim, faz a miúda ouvir e sentir tudo o que diz. Tento sempre acalmar-me antes de ficar ao pe dela mas sei que ela sente o meu nervosismo.
Que merda. Imaginem que com guarda partilhada e fins de semana com ele , ele tenta alguma coisa? E se ele pensa em fazer me algo para ter a miúda só para ele?
A minha filha não tem culpa disto, ela não merece nada disto! Porra, se eu adivinhasse...
obrigada a todas, vou tentar manter a força

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

FilipaMac escreveu:

JoanaFitas escreveu:Obrigada as duas pelas palavras.
Sharum, como saíste da situação?

De onde é?

Setúbal

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

Pense primeiro em sair daí o mais rapidamente possível e pôr-se em segurança e não nos direitos dele como pai. Já foram assassinadas 8 mulheres este ano, não queira ser a próxima! Como lhe disseram contacte a APAV.

KellyPT -
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Desde 05 Abr 2011

Peça ajuda imediatamente. Contacte a APAV (116006) ou à Associação de Mulheres contra a Violência ( 21 3802160). Vá preparando discretamente um plano para conseguir sair de casa com a sua filha de urgência, sem que ele se aperceba. Tenha cuidado com os telefones que usa e limpe o histórico do computador para ele não ver estas mensagens, por exemplo. Peça ajuda, ainda que não material, a familiares e amigos, mas não deixem que ele se aperceba. Se puder, recolha provas da violência (mensagens, testemunhos, fotografias - se conseguisse passar pelo hospital sem ele dar por isso, era perfeito). Ninguém lhe vai tirar a sua filha, os programas de ajuda estão previstos para mulheres com filhos e contemplam apoio habitacional, profissional e educativo. Mas é preciso deixar tudo para trás (menos a criança, claro). Não devia ser assim, mas é. LEVE AS AMEAÇAS A SÉRIO e saia daí (com um plano e depois de ter obtido apoio), por si e pela sua filha

KellyPT -
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Desde 05 Abr 2011

E, por favor, dê notícias

Marina4 -
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Desde 15 Maio 2016

ó pá, siga os conselhos da Kelly.
Como pode estar preocupada com os direitos do pai? quando a criança for maior, logo vê, mas agora a prioridade é a SEGURANÇA FÍSICA!
força

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Boa noite, não tenho boas notícias e ao mesmo tempo tenho.
Hoje aconteceu algo grave, cheguei a temer pela minha vida, felizmente apareceram pessoas no sítio onde estava e fiquei salva. Prefiro não contar.
Pedi ajuda a uma senhora nossa amiga que tem muita influência sob ele, ela veio logo aqui a casa falou com ele e comigo, ele prometeu que não me ia fazer nada pela miúda, e ela vai me arranjar casa e trabalho perto da casa dela, moram longe daqui, uma hora de carro.
Tenho pena porque vou para um sítio onde só conheço aquela senhora, sei que o dia de hoje não me vai sair da cabeça, neste momento tenho medo até de fechar os olhos para dormir, pois mesmo ele tendo prometido demora uma semana até eu ir embora.
Não vou fazer queixa de nada, vou estabilizar a minha vida e depois avançar com o que tiver de ser para ninguém me dizer que não tenho condições para a ter.
Estou com muito medo, mas vou manter a fé e ficar calada e quieta.
Obrigada a todas

Desde 13 Set 2012

Olá!

Joana, o medo só te vai fazer prolongar essa situação e, talvez, chegarem a um ponto em que seja demasiado tarde para ti. o ano passado dezenas de mulheres foram assassinadas às mãos dos companheiros. Não é para te assustar, mas é a realidade. Todas elas tinham um longo historial que as conduziu ao final trágico. Não foram assassinadas num momento isolado. toma coragem, e toma uma atitude. os processos de violência doméstica, quando comprovados, são imediatos. A ama do meu filho tinha lá um menino cujos pais eram desajustados e andava ao estalo. Do meu ponto de vista nenhum dos dois tinha condições para cuidarem do menino, mas ela foi várias vezes colocada em casa-abrigo e levou sempre o filho com ela. Nunca ninguém lhe tirou a criança. ela não o tratava mal, bem longe disso, mas não tinham, pai e mãe, estabilidade a nível nenhum para serem pais. A verdade é que ninguém retirou o menino à mãe e sempre que havia violência, ela foi conduzida a uma casa-abrigo e levou sempre o pequeno.

Podes também contactar a apav.

Joana, não tenhas medo nem ilusões. Esse comportamento nunca melhora, tende sempre a piorar e a evoluir para atos mais perversos.

Vai desabafando aqui porque nós vamos acompanhando.

beijinhos e tudo de bom

SMSantos

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Olá Sónia, antes de comentar eu fiz um comentário a atualizar a situação.
A situação piorou e a minha vida esteve em risco, mas felizmente apareceram pessoas que evitaram a situação e uma senhora nossa amiga veio aqui a casa ajudar-me a estabilizar a situação, essa mesma senhora em uma semana vai arranjar-me casa e trabalho longe daqui. Perto dela.
Obrigada pelas palavras

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

Joana,não é nada, nada seguro ficar uma semana a coabitar com essa pessoa. Não fique aí, se tem amor à sua vida e à sua filha. Saia daí JÁ! Ainda bem que essa senhora a quer ajudar, não duvido das suas boas intenções, mas o caminho certo era ter chamado logo a PSP (ou GNR, dependendo de onde vive) e ter feito queixa imediata do seu companheiro, para mais havendo testemunhas. Neste momento, está totalmente desprotegida e pior, ele sabe que você não apresentou queixa e que continua sob o poder dele, mas (eventualmente) por pouco tempo. Ou seja, é uma situação de altíssimo risco.
Telefone JÁ à APAV e peça ajuda imediata para sair daí. Se puder, se tiver alguns euros consigo, vá com a sua filha para uma pensão JÁ. Viu a notícia da mulher de 25 anos que foi assassinada pelo namorado na sexta feira? Não quer ser a próxima, pois não? (desculpe ser bruta, mas pelo seu relato pode muito bem vir a ser a 10ª mulher morta desde o início do ano...)

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

E Joana, meta na cabeça que não é por não apresentar queixa dele que está a proteger a sua filha. É exatamente o contrário. Está a aumentar dramaticamente a hipótese de a sua filha crescer sem mãe.

amadalena -
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Desde 13 Maio 2009

Olá Joana,
Ainda bem que alguém a vai ajudar, mas….. até lá vai dormir de baixo do mesmo teto que essa pessoa? Eu não conseguiria.. teria medo, muito medo, por mim e pela minha filha.
Acho que noto aí que sente que "ele arrependeu-se e não volta a acontecer". Na minha opinião, o mal é bater uma vez. Pode-se arrepender, mas quando surgir alguma situação de desagrado, voltam ao mesmo.
Ainda por cima ele sabe que não apresentou queixa, que não tem ideias de apresentar, e que vai sair de casa…
E ainda mais pela situação que disse que passou desta última vez, vai estar dentro do mesmo espaço que ele?

Sobre amadalena

♥ Deixei de tomar a pílula a 01/06/2015 - Início dos treinos: 12/07/2015 - Que Deus nos ajude <3
♥ Positivo: 01/09/2015 - meu Deus muito obrigado - Agarra-te meu amor
♥ Meu blog: http://umsonhoatres29.blogspot.pt/

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

Só acrescentar que deve fazer tudo para que ele não saiba para onde vai, e sim deve apresentar queixa e o quanto antes, até porque não o fazer pode não abonar a seu favor mais tarde em tribunal. Mas agora a prioridade é manter-se viva e a sua filha em segurança.

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

E essa senhora não tem um quarto em casa dela? Caramba tudo há-de ser melhor do que estar em risco de vida!

JoanaFitas -
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Desde 01 Fev 2019

Se eu fizer queixa à polícia vai demorar imenso tempo até que algo seja feito e antes de ser feito ele descobre e aí é que a minha filha cresce sem mãe.
A mãe dele está connosco aqui em casa apesar de não nos darmos muito bem sei que se algo acontecer ela ajuda-me, ando também com uma faca e coloquei uma debaixo do colchão em caso de emergencia.
E não estou com ideias nenhumas de ele se ter arrependido e que vai mudar, de todo! Nao mostra arrependimento nenhum e sei que não o sente, e ainda melhor sei que se mudar é para pior.
Ele só está em casa a noite, mete-se na tv a jogar com os amigos online e fica lá até a hora de ir dormir.
Compreendo as vossas palavras e acreditem que estou cheia de medo de estar aqui, mas estou a fazer tudo como foi acordado para que esta semana se passe que foi ninguém dirige a palavra a ninguém
Infelizmente a senhora que me está a ajudar não tem mesmo local para eu ficar até me arranjar casa, e eu também não tenho mais sítio para onde ir.
Não pensem que sou mais uma com medo estupido de fazer queixa, acreditem que sei do que falo...

Mama_Xana -
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Desde 15 Maio 2012

Joana, lamento muito a sua situação.
Concordo que não é de todo seguro ficar aí, apesar de ele ter prometido não lhe fazer nada, não acredito que se sinta segura.
Deve sim apresentar queixa e até registar que vai sair de casa e a morada para onde vai, deste modo mais tarde não a pode acusar de rapto da vossa filha ou de alienação.
Pense bem na sua vida e na da sua filha a vossa segurança é mais importante que tudo o mais, de qualquer forma deve-se acautelar para mais tarde, quando tratarem do poder paternal ele não a poder acusar de nada.
Desejo-lhe tudo de bom e que seja forte, por si e pela sua filha!
Vá dando noticias.

guialmi -
Offline
Desde 13 Jul 2013

Joana, por favor, faça um telefonema para uma das entidades que já lhe dissemos. Só isso. Ouça o que lhe têm a dizer pessoas que já lidaram com dezenas de casos idênticos ao seu.

Sansa -
Offline
Desde 18 Jan 2018

Concordo com a Guialmi, não perde nada em fazer o telefonema. Ninguém a vai obrigar a nada.

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