Regulação do poder paternal | De Mãe para Mãe

Regulação do poder paternal

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7 mensagens
Boxexitas -
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Desde 18 Fev 2012

Preciso de ajuda!
Decidi terminar com esta pseudo relação, não vale a pena, já tentei de tudo e só me desgasto a mim própria.
Ele continua a insistir, ignora-me sempre que tento falar e não quer assumir o término da relação e todas as decisões que daí advém, não sei mais o que fazer.. não quero chegar a extremos de trocar fechaduras ou chamar a polícia, e apesar de ter vontade de largar tudo e voltar para a minha terra, não queria abdicar do meu emprego e da minha estabilidade financeira.. e não tenho qualquer vontade de privar a minha filha do pai, eu é que já não o quero na minha vida.
Posso pedir a regulação paternal sozinha, mesmo que ele não esteja de acordo e fuja a esta situação? Nesta situação posso apresentar uma sugestão ou o tribunal é que decide?
O que aconselham para um bebe de 6 meses?
Ela já não mama e já iniciou a alimentação de sólidos.

A mentalidade dele e da família dele é que como fui eu que a quis agora tenho que me aguentar, isto foi-me dito na cara tanto pelo pai como pela avó recentemente (agora é a fofinha da avó e princesa do pai, mas na altura todos queriam que eu abortasse, aceitei a opinião deles mas sempre lhes disse que não iria abortar e que se eles não quisessem fazer parte da vida dela a decisão era deles e eu não iria pedir nada).
Eu não aguento mais.

Lucicris -
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Desde 12 Jul 2016

Olá mamã,

Lamento imenso a situação.
No meu caso, já lá vão caso 10anos, o pai é que fez o pedido da regulação, eu como não aceitei as condições dele, o caso foi pra tribunal. A minha advogada já tinha apresentado as minhas condições ao advogado do pai e ele aceitou. O tribunal só validou.
Na altura da ida a tribunal o meu filho tinha ano e meio e passou logo a ir pro pai de 15 em 15 dias ao fim de semana, e estar com ele uma a duas vezes por semana

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Olá,
eu acho que a princípio pode tentar definir as condições através de um mediador, se não entrarem em acordo aí sim segue para tribunal.

Anete Silva -
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Desde 06 Fev 2019

Olá! Sinto muito que ele não tenha estado à altura e tenha mudado... mas acredito que estás a saber fazer o melhor para ti.
Por experiência é sempre bom um acordo decidido entre os dois... mas deves arranjar um advogado, pode redigir um acordo e mostras as pai a ver se ele concorda e depois vão ajustando até estarem os dois de acordo... penso que no dia que lhe mostrares um acordo parental ele começa a levar a coisa mais a sério, depois é assinarem, terem tudo definido e logo se vão ajustando... mas conselho que te dou vai tentando fazer tudo pela forma cordial e amigável, é sempre o melhor para todos.
Quanto ao resto que mencionas sinceramente não revivas essas coisas, não tenhas esse rancor, nem tenhas isso em conta no futuro, ninguém ganha com isso... o que importa é o presente e o futuro, o que importa é a tua filha que esteja feliz e bem, que tenha contacto com todos e cresça em harmonia...
Já disse aqui várias vezes e repito sempre, rancor é tomar veneno e esperar que os outros morram... temos que seguir a nossa vida, ir ser felizes, se não dá não dá... não conseguimos nada com briga e rancor... as pessoas são como são e temos que arranjar uma maneira de conviver com elas da melhor maneira possível porque existe uma criança pelo meio, de resto, faz a tua vida e vai ser feliz.

Boxexitas -
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Desde 18 Fev 2012

Eu quero levar tudo tranquilamente, aliás o que eu mais desejo é paz e que fique tudo definido.. estou mesmo cansada de ser sempre tudo eu.. só quero é paz, saber que em tal dias e a tal horas está com o lado paterno e fora disso deixarem-me a cabeça e a minha vida em paz.
Mas para 6 meses o que é razoável?

guialmi -
Online
Desde 13 Jul 2013

Lamento mesmo muito...mas infelizmente o desfecho já se afigurava inevitável há muito tempo. Tenho a certeza que ainda vai ser muito feliz e não demorará muito.
Com 6 meses, a meu ver, seria razoável o pai poder ver o bebé em sua casa em dias e horas definidos (2 ou 3 vezes por semana) e poder levar a bebé uma tarde por semana, por exemplo . Mas fale com ele e tentem chegar a acordo, será sempre melhor. A questão da pernoita é sempre complexa, mas se houver um bom e assíduo relacionamento pai-filha, penso que a partir de um ano já seria desejável.

Boxexitas -
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Desde 18 Fev 2012

Pois.. 🥺 eu tentei.. mas sozinha não faço milagres e sinceramente não tenho mais paciência!
Está-me a fazer extremamente bem ter voltado a trabalhar, e até pensei que acalmava as coisas.. mas continuam a cobrar-me.. e eu já não aguento mais!
Ele com ela é excelente.. preguiçoso qdo estou presente mas tem sido exemplar e a miúda adora mesmo o pai, não quero por nada quebrar essa ligação porque até acredito que a ele faz-lhe bem! Pela primeira vez tem uma responsabilidade a sério na vida..
Ele é pai dela, e ele e eu somos outra coisa, digo-lhe todos os dias que se nós não estivermos “juntos” ele não vai deixar nunca de ser pai dela.. já cheguei ao extremo de lhe dizer que até pode dormir na minha casa (no sofá-cama) sempre que quiser mas para separar as águas.. eu não lhe devo nada e ele não me deve nada!
Mas não consigo mesmo chegar a lado nenhum... não aceita e faz de conta, age mesmo como se estivesse tudo bem..
Eu pensei mais ou menos nesse arranjo e sinceramente se pernoitasse uma vez (ele vive com a mãe) também não me faria confusão.. tenho mais receio é na adaptação dela.
Obrigada 🙏🏼

guialmi escreveu:
Lamento mesmo muito...mas infelizmente o desfecho já se afigurava inevitável há muito tempo. Tenho a certeza que ainda vai ser muito feliz e não demorará muito.
Com 6 meses, a meu ver, seria razoável o pai poder ver o bebé em sua casa em dias e horas definidos (2 ou 3 vezes por semana) e poder levar a bebé uma tarde por semana, por exemplo . Mas fale com ele e tentem chegar a acordo, será sempre melhor. A questão da pernoita é sempre complexa, mas se houver um bom e assíduo relacionamento pai-filha, penso que a partir de um ano já seria desejável.

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