Recomeçar | De Mãe para Mãe

Recomeçar

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m-martins -
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Desde 30 Jan 2013

Tenho uma filha de quase 14 anos, e estou separada do pai dela ha quase 5 anos.
Voltei a apaixonar me.
A minha filha gosta muito de e a relação deles é 5 estrelas.
Estamos a ponderar em ele vir viver connosco, no entanto embora a minha filha adore que ele esteja connosco, brinque com ele, etc etc, quando falamos desse assunto ela diz que nao quer que ele venha viver connosco.
Ja alguém viveu esta situação?
Ajudas aceitam se.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Olá,
falo apenas de expectadora, mas a filha está numa idade delicada, eu não forçaria… Deixe passar mais um tempo, quando ela amadurecer e começar a sair com aligas por exemplo, talvez crie uma empatia maior em ver que a mãe não precisa ficar sozinha…
Na minha opinião seria duro morar com alguém contra a vontade. Além de que, aproveite o namoro, sabemos todas bem que viver com as pessoas torna tudo menos "romântico"...

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

*sair com amigas

Andreissse -
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Desde 13 Nov 2015

Eu também não forçaria. A sua filha está numa idade delicada e logo cresce e começa a ter cada vez mais a vida dela e depois será mais fácil. Aproveite e namore e passe bons tempos juntos e seja feliz. Viver junto às vezes é receita para um fim, n é necessariamente obrigatório numa relação

m-martins -
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Desde 30 Jan 2013

Andreissse escreveu:
Eu também não forçaria. A sua filha está numa idade delicada e logo cresce e começa a ter cada vez mais a vida dela e depois será mais fácil. Aproveite e namore e passe bons tempos juntos e seja feliz. Viver junto às vezes é receita para um fim, n é necessariamente obrigatório numa relação

ela tem a liberdade QB.
Alem disso ele até é bem mais tolerante que eu e faz me ver as coisas por outra expectativa, em relação a minha filha. existe coisas que ela até pede a ele e não a mim....
Confesso que sou muito mãe galinha.

alem disso, já não sou muito nova 38 anos e faz parte dos nossos plano eu voltar a ser mãe, porque ele não tem filhos e porque eu também gostava de ter mais um.
já falamos com a minha filha acerca disso e ela não opinião acerca disso

Leticia _29 -
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Desde 12 Set 2019

Olá. Já estive na situação da sua filha.
A minha mãe separou se muito cedo. Era ainda eu uma criança e entretanto mais tarde conheceu outra pessoa.
Tiveram um relacionamento que durou anos e nunca viveram juntos. Sempre e cada um na sua casa.
Claro que a minha mãe passava alguns fins de semana com ele e ele jantava na nossa casa mas a minha mãe nunca quis que ele morasse connosco, principalmente porque estivemos muitos anos só os três eu a minha mãe e o meu irmão e ela não queria que a nossa rotina fosse alterada ainda mais na adolescência que é uma fase tão complicada.
No seu caso pretendia morar juntos e ter um bebé.
São muitas mudanças para uma jovem de 14 anos.
Eu acho que faz bem em falar com a filha e mostrar lhe que queria seguir com a sua vida mas sem pressões.
Deixe a pensar e amadurecer a ideia.
Está numa idade muito complicada e se a pressionar demasiado pode não correr bem.
E não force, dê lhe tempo.

Teresa.A -
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Desde 28 Nov 2019

Olá,
Eu cá acho que não pode deixar a sua vida em espera porque a sua filha não quer.
Talvez antes de ele ir viver consigo possam os 3 ir fazer uns fim-de-semanas ou umas férias em família para ela se ir habituando a uma convivência mais próxima, mas não deixava a sua filha decidir quando é que ele vai viver consigo.
Não sei bem o que já conversou com a sua filha, mas deve ter uma conversa com ela em que deixa claro que a relação com o pai terminou e não tem volta a trás. Agora está com este novo namorado e isso é para durar. Digo isto, pois do que vi dos meus amigos com pais divorciados, o maior entave à entrada da nova namorada/namorado em casa era mesmo um subconsciente desejo de voltar a ver os pais juntos. Acho que é uma reação normal quando as separações são amigáveis.
Também pode haver um medo de ficar para 2° plano com a entrada do namorado e dum eventual bebé.
Acho que deve conversar com a sua filha esclarecer os receios dela, mas não lhe dar o poder de decisão.
Mas isto sou eu...

Mama_Xana -
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Desde 15 Maio 2012

Qual a razão dela não querer que o seu namorado viva convosco?
Creio que o saber o porquê é essencial para poder resolver a situação. É claro que esta conversa tem de ocorrer só com vocês duas.

MisaL -
Online
Desde 17 Abr 2019

Não sei se ajuda a minha opinião, mas eu passei isso como filha.
Sinceramente, não me pareceria normal que a sua filha dissesse "óptimo, deixa-o vir, era mesmo isso que eu queria". Eu nunca jamais em tempo algum desejei ou achei que os meus se voltavam a juntar, mas isso também não significa que quisesse outro.
Acho que deve tomar a sua decisão , saber o que quer, o que pretende, talvez estabelecer uma data, projetar a decisão a uns meses. Depois sim, conversar com ela, explicar-lhe o que pretende, explicar o papel dela, que ele não vai substituir o pai, e ir fazendo as coisas com calma, deixando-o entrar aos poucos.
Não me parece justo que passe essa decisão para cima dela, deve tomá-la como seu companheiro e depois fazer o processo para que ela não "sinta uma invasão". Eu detestava essas perguntas, sentia sempre que a responsabilidade seria minha, coisa que não é. É como perguntar aos miúdos se querem irmãos, ok tudo bem, mas e depois? Se dizem que sim, têm e se dizem que não, não têm?
A decisão da sua vida, em primeiro lugar tem de ser tomada por si. Depois de decidir, acho que até já decidiu, fazer o processo para que a sua filha aceite.

m-martins -
Offline
Desde 30 Jan 2013

Teresa.A escreveu:
Olá,
Eu cá acho que não pode deixar a sua vida em espera porque a sua filha não quer.
Talvez antes de ele ir viver consigo possam os 3 ir fazer uns fim-de-semanas ou umas férias em família para ela se ir habituando a uma convivência mais próxima, mas não deixava a sua filha decidir quando é que ele vai viver consigo.
Não sei bem o que já conversou com a sua filha, mas deve ter uma conversa com ela em que deixa claro que a relação com o pai terminou e não tem volta a trás. Agora está com este novo namorado e isso é para durar. Digo isto, pois do que vi dos meus amigos com pais divorciados, o maior entave à entrada da nova namorada/namorado em casa era mesmo um subconsciente desejo de voltar a ver os pais juntos. Acho que é uma reação normal quando as separações são amigáveis.
Também pode haver um medo de ficar para 2° plano com a entrada do namorado e dum eventual bebé.
Acho que deve conversar com a sua filha esclarecer os receios dela, mas não lhe dar o poder de decisão.
Mas isto sou eu...

penso extactamente o mesmo...... acho que a minha vida não deve para por ela. ela é minha perioridade, isso é ponto acente, mas bolas.... também quero ser feliz,
ele passa os fds connosco embora ela ao sabado vá para o pai e regresse no domingo, ela gosta de estar connosco.
até costumamos estar os 3 na mesma cama na conversa ou ver um filme.
o verão passado foi passado no algarve com ela.
ja passamos fins de semana junto da familia dele e sempre com ela.
ele ao domingo quandos e vai embora ela pede para não ir, ou pergunta porque tem de ir.
dai não sabermos bem o porque de ela não querer.
eu e o pai da minha filha somos amigos. ele até já conheceu o meu namorado. e já refez a vida dele.

DianaES -
Offline
Desde 08 Out 2013

Pois se querem ter mais filhos a história muda… Se calhar pode tentar algo gradual, como ele dormir em sua casa aos fins de semana por exemplo… A ver como corre… Não me parece que haja grande truque para lidar com isso, mas li na diagonal acima que não deve deixar a sua vida em suspenso por causa da sua filha, não concordo, a sua filha faz parte da sua vida e tem que ser tida em consideração, eu sou a favor da democracia familiar e não da ditadura.

smca1977 -
Offline
Desde 26 Fev 2010

Revejo.me um bocadinho aqui, apesar da minha filha ter apenas 8 anos.
A minha filha tinha medo que a mãe passasse a gostar mais dele, companheiro, do que dela, filha, como se isso fosse comparável e possível. Tinha medo de perder a minha disponibilidade total para com ela.
Devagar ensinei.a, que isso não ia acontecer. Posso gostar muito dele, mas o amor que se sente por um filho é incomparável. Se algum dia tiver de escolher um dos dois, sem dúvida que a escolho a ela.
Tento fazer programas só com ela especialmente quando ela vem com o "no tempo em que éramos só as duas" 😉 , à escolha dela, mesmo que isso gere ciúmes em quem fica de fora, que também os tem.
Se calhar poderá ser uma mudança gradual para vossa casa, sem ter de pedir autorização, assim descontraído e meio inesperado. Um fim de semana, duas noites, um programa só as duas, um programa dela só com ele.
Devagarinho, com altos e baixos.
Mas abdicar da minha felicidade e planos futuros de ter uma família e outro filho, porque a minha filha, que até gosta dele e tem boa relação com ele, não quer... Era.me difícil de aceitar!

MisaL -
Online
Desde 17 Abr 2019

A mim o que me parece é que ela quer ou não se importa, mas não lhe vai dizer isso Sorriso Faz parte, até porque a pergunta leva mais rápido a dizer não do que a dizer que sim.

m-martins escreveu:

Teresa.A escreveu:Olá,
Eu cá acho que não pode deixar a sua vida em espera porque a sua filha não quer.
Talvez antes de ele ir viver consigo possam os 3 ir fazer uns fim-de-semanas ou umas férias em família para ela se ir habituando a uma convivência mais próxima, mas não deixava a sua filha decidir quando é que ele vai viver consigo.
Não sei bem o que já conversou com a sua filha, mas deve ter uma conversa com ela em que deixa claro que a relação com o pai terminou e não tem volta a trás. Agora está com este novo namorado e isso é para durar. Digo isto, pois do que vi dos meus amigos com pais divorciados, o maior entave à entrada da nova namorada/namorado em casa era mesmo um subconsciente desejo de voltar a ver os pais juntos. Acho que é uma reação normal quando as separações são amigáveis.
Também pode haver um medo de ficar para 2° plano com a entrada do namorado e dum eventual bebé.
Acho que deve conversar com a sua filha esclarecer os receios dela, mas não lhe dar o poder de decisão.
Mas isto sou eu...

penso extactamente o mesmo...... acho que a minha vida não deve para por ela. ela é minha perioridade, isso é ponto acente, mas bolas.... também quero ser feliz,
ele passa os fds connosco embora ela ao sabado vá para o pai e regresse no domingo, ela gosta de estar connosco.
até costumamos estar os 3 na mesma cama na conversa ou ver um filme.
o verão passado foi passado no algarve com ela.
ja passamos fins de semana junto da familia dele e sempre com ela.
ele ao domingo quandos e vai embora ela pede para não ir, ou pergunta porque tem de ir.
dai não sabermos bem o porque de ela não querer.
eu e o pai da minha filha somos amigos. ele até já conheceu o meu namorado. e já refez a vida dele.

MisaL -
Online
Desde 17 Abr 2019

Na verdade para a mulher/homem faz falta um companheiro/a, alguém para partilhar a vida, reconstruir de novo a família, mas para a criança/adolescente não. Eles não sentem essa mudança como um ganho, para eles é só uma pessoa "a meter-se na família" mas não tem se ser mau, é assim a vida, é cheia de mudanças e depois voltam a ver que se é feliz na mesma e tudo passa. Estranho, estranho é os filhos desejarem muito que novas pessoas entrem em casa.

smca1977 escreveu:
Revejo.me um bocadinho aqui, apesar da minha filha ter apenas 8 anos.
A minha filha tinha medo que a mãe passasse a gostar mais dele, companheiro, do que dela, filha, como se isso fosse comparável e possível. Tinha medo de perder a minha disponibilidade total para com ela.
Devagar ensinei.a, que isso não ia acontecer. Posso gostar muito dele, mas o amor que se sente por um filho é incomparável. Se algum dia tiver de escolher um dos dois, sem dúvida que a escolho a ela.
Tento fazer programas só com ela especialmente quando ela vem com o "no tempo em que éramos só as duas" 😉 , à escolha dela, mesmo que isso gere ciúmes em quem fica de fora, que também os tem.
Se calhar poderá ser uma mudança gradual para vossa casa, sem ter de pedir autorização, assim descontraído e meio inesperado. Um fim de semana, duas noites, um programa só as duas, um programa dela só com ele.
Devagarinho, com altos e baixos.
Mas abdicar da minha felicidade e planos futuros de ter uma família e outro filho, porque a minha filha, que até gosta dele e tem boa relação com ele, não quer... Era.me difícil de aceitar!

Anete Silva -
Offline
Desde 06 Fev 2019

Olá! Vou te contar a minha experiência...
Tenho um enteado com essa idade, quando eu engravidei o pai falou com ele sobre a hipótese de ter um mano/a e ele mostrou interesse mas não um grande entusiasmo, é do feitio dele também e na pré-adolescência então não falam muito mesmo...
Quando engravidei não morava com o meu namorado, tomámos essa opção, pelos filhos dele também... aos poucos fomos criando laços, passo férias com ele e isso mas sempre a dar um certo espaço, porque é uma idade que faz um pouco confusão passar a ter alguém a vir viver conosco ainda mais do sexo oposto... tentava lhe dar sempre muito espaço e privacidade mas notei que algumas coisas era sempre um pouco constrangedor, saídas do banho, andar à vontade pela casa, etc... mas vamos gerindo.
Acho que é importante é muita conversa, com muita calma, sem pressionar e saber ouvir, tenta entender o que a tua filha realmente sente em relação a ter o padrasto a morar com ela e até de ter um irmão/irmã... acha que perde privacidade em casa? gosta que sejam só vocês as duas? Tem receio que ele se meta na vida dela? é uma questão de espaço da casa? Quer um irmão/irmã? Não sei importa, etc...
Fala bastante, com muita calma e explica também a tua posição com muita sinceridade, diz que gostavas de refazer a tua vida, que gostas muito desse homem, que gostavas de partilhar uma vida com ele mais completa, que gostavas de ser mãe, etc... a falar e com tempo todos se entendem...

Teresa.A -
Offline
Desde 28 Nov 2019

m-martins escreveu:


penso extactamente o mesmo...... acho que a minha vida não deve para por ela. ela é minha perioridade, isso é ponto acente, mas bolas.... também quero ser feliz,
ele passa os fds connosco embora ela ao sabado vá para o pai e regresse no domingo, ela gosta de estar connosco.
até costumamos estar os 3 na mesma cama na conversa ou ver um filme.
o verão passado foi passado no algarve com ela.
ja passamos fins de semana junto da familia dele e sempre com ela.
ele ao domingo quandos e vai embora ela pede para não ir, ou pergunta porque tem de ir.
dai não sabermos bem o porque de ela não querer.
eu e o pai da minha filha somos amigos. ele até já conheceu o meu namorado. e já refez a vida dele.

Claro que a sua filha e o seu bem estar é a prioridade, nem outra coisa faria sentido. Mas não é por isso que deixa de precisar de um companheiro e a sua filha já tem idade suficiente para perceber isso.
Do que conta, acho que a MisaL tem razão: ela quer ou não se importa, mas não lhe vai dizer isso. Pô-la em cheque com a pergunta é mais propicio a ouvir um não do que um sim.
Acho que podia ir tentando uma mudança gradual de casa e ir informando a sua filha de quando o seu namorado ai fica. Defina com o seu namorado um plano de mudança e levem as coisas com calma e naturalidade. Vai falando com a sua filha para saber como se sente e o que a perturba.
Em relação às questões de privacidade… acho que isso é sempre um problema na adolescência… seja pai ou padrasto… eu pelo menos lembro-me de passar uma fase bem parva em que tinha vergonha de sair da casa de banho em toalha se o meu pai estivesse em casa… mas são coisas que se vão gerindo no dia-a-dia.
Em relação a ter um irmão, também acho normal que a resposta seja evasiva. Mais uma vez acho que é uma decisão que tem que ser tomada por si e pelo seu namorado. Não é propriamente uma questão de “ditadura” ou “democracia”. São decisões que me parecem da exclusiva responsabilidade dos adultos envolvidos. Isto não quer disser que não deva falar com a sua filha e inclui-la no processo. É apenas fazer com que ela não se sinta responsável pela decisão.
Teresa.A -
Offline
Desde 28 Nov 2019

Claro que a sua filha e o seu bem estar é a prioridade, nem outra coisa faria sentido. Mas não é por isso que deixa de precisar de um companheiro e a sua filha já tem idade suficiente para perceber isso.
Do que conta, acho que a MisaL tem razão: ela quer ou não se importa, mas não lhe vai dizer isso. Pô-la em cheque com a pergunta é mais propicio a ouvir um não do que um sim.
Acho que podia ir tentando uma mudança gradual de casa e ir informando a sua filha de quando o seu namorado ai fica. Defina com o seu namorado um plano de mudança e levem as coisas com calma e naturalidade. Vai falando com a sua filha para saber como se sente e o que a perturba.
Em relação às questões de privacidade… acho que isso é sempre um problema na adolescência… seja pai ou padrasto… eu pelo menos lembro-me de passar uma fase bem parva em que tinha vergonha de sair da casa de banho em toalha se o meu pai estivesse em casa… mas são coisas que se vão gerindo no dia-a-dia.
Em relação a ter um irmão, também acho normal que a resposta seja evasiva. Mais uma vez acho que é uma decisão que tem que ser tomada por si e pelo seu namorado. Não é propriamente uma questão de “ditadura” ou “democracia”. São decisões que me parecem da exclusiva responsabilidade dos adultos envolvidos. Isto não quer disser que não deva falar com a sua filha e inclui-la no processo. É apenas fazer com que ela não se sinta responsável pela decisão.

guialmi -
Offline
Desde 13 Jul 2013

Não me parece que deva colocar nas mãos da sua filha a decisão de viver com o seu namorado, considerando que já não é uma relação recente, há conhecimento mútuo, afinidades, bom ambiente. A decisão é vossa, dos adultos. Assim como a decisão de ter outro filho, é é legítimo que não queira esperar muito mais tempo (infelizmente, a idade ainda pesa muito na fertilidade feminina).
Independentemente das conversas que deve ter com ela sobre o assunto, penso que deve tomar uma decisão com o seu namorado e dizer lhe de forma simples, como facto consumado. Quando ela perceber que a vida familiar não fica pior, apenas diferente, vai aceitar a mudança com tranquilidade.
Já agora, um à parte, o meu pai morreu quando eu tinha 10 anos e durante muito tempo tive esperança que a minha mãe voltasse a casar (nunca aconteceu). Em cima disseram que isso é muito estranho e será verdade, mas a razão é simples, queria que a minha mãe voltasse a ser feliz.

MisaL -
Online
Desde 17 Abr 2019

Normalmente as crianças não perspectivam a felicidade a passar por um casamento, não vêm as situações como os adultos, que necessitam da partilhada diária, do viver junto. Daí não ser comum que entendam a entrada em casa de outra pessoa.

guialmi escreveu:
Não me parece que deva colocar nas mãos da sua filha a decisão de viver com o seu namorado, considerando que já não é uma relação recente, há conhecimento mútuo, afinidades, bom ambiente. A decisão é vossa, dos adultos. Assim como a decisão de ter outro filho, é é legítimo que não queira esperar muito mais tempo (infelizmente, a idade ainda pesa muito na fertilidade feminina).
Independentemente das conversas que deve ter com ela sobre o assunto, penso que deve tomar uma decisão com o seu namorado e dizer lhe de forma simples, como facto consumado. Quando ela perceber que a vida familiar não fica pior, apenas diferente, vai aceitar a mudança com tranquilidade.
Já agora, um à parte, o meu pai morreu quando eu tinha 10 anos e durante muito tempo tive esperança que a minha mãe voltasse a casar (nunca aconteceu). Em cima disseram que isso é muito estranho e será verdade, mas a razão é simples, queria que a minha mãe voltasse a ser feliz.

Susye -
Offline
Desde 08 Fev 2015

tem 38 anos... Se pretendem tentar um filho, não há muito tempo a perder.
A sua filha ainda nem tem 14 anos, ora a adolescência está para durar ainda uns anos...
Parece-me que o melhor é mesmo o seu namorado ir ficando alguns dias, de forma natural, como uma noite de filme que acaba tarde, etc...
Ela pode sentir como que seja uma espécie de traição ao seu anterior companheiro e pai dela. Mas com o tempo, se até se dão bem, ela vai aceitar.

Sobre Susye

1ª FIV (HUC 2017-2018): 5 blastos | TEF (-), TEC (-), TEC (-)
2ª FIV (IVI 2018): 3 blastos | TEC (-), TEC (-)
3ª FIV DO (IVI 2019): 3 blastos | TEC (+)

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