Problema ocorrido na escola | De Mãe para Mãe

Problema ocorrido na escola

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8 mensagens
AdelaideMineiro -
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Desde 08 Fev 2019

Boa noite a todas as mães, venho relatar convosco um problema que aconteceu na escola e para o qual estou indignada.
O meu filho é epiléptico com convulsões controladas e devido às convulsões tem atraso cognitivo e educação com necessidades especiais.
O meu filho teve sempre dificuldade em fazer amigos mas após uma mudança de escola ficou muito amigo de um outro aluno também do ensino especial (que também necessitava muito de um amigo).
Após reflexão decidimos retirar o nosso filho da escola para fazer uma formação técnico profissional visto que na escola a vertente técnica é muito reduzida e é o mais adequado ao seu perfil.
Este ano aconteceram muitos problemas com professoras e alunos e já notava o meu filho mais inquieto, stressado, a dormir mal ... e isto também pesou um pouco na nossa decisão de avançar para a formação ...
Recentemente fomos chamados à escola pela psicóloga da escola onde nos foi comunicado que o meu filho e o amigo tinham sido apanhados em actividades menos próprias numa sala de aulas e que por pedido do meu filho alegando a que não iria ser compreendido a psicóloga não nos contou e que achou que só agora que ele ia sair é que sentiu necessidade de nos informar ...
Estou absolutamente indignada!!! A escola tinha o dever de me ter informado para assim poder ter conversado com o meu filho e o ajudar ... ao invés teceu juízos de valor sobre mim ao não me comunicar ...
Isto aconteceu no final do ano lectivo passado. O assunto foi abafado completamente na escola (pela psicóloga, professora responsável, funcionários, etc ...) e durante este ano nem foi acompanhado pela psicóloga ... simplesmente ficou à sua mercê ...
Este assunto juntamente com mudanças na escola, professores, etc ... está a dar cabo do meu filho ...
Se em condições normais não é fácil para um adolescente lidar com esta situação imaginem uma criança epiléptica ... com um cérebro extremamente sensível em que basta a acumulação de stress para desencadear novas convulsões ...
Alguém me pode dizer o que fazer nesta situação?
Quais são os deveres da escola nesta situação?
Que responsabilidades posso pedir à escola?
A quem me devo dirigir?

ClaraMiguel -
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Desde 03 Nov 2013

Eu talvez falasse com a direcção da escola para pedir mais esclarecimentos. Tentar perceber porque razão não comunicaram o que se passou, porque acharam melhor esconder, se foi apenas decisão da psicóloga ou também da direcção, porque razão já nem foi acompanhado pela psicóloga este ano se tinha ocorrido isso e se notoriamente não achavam os pais capazes de lidar com alguns assuntos.
Depois, consoante as respostas, logo pensava no que fazia. Ou passa uma borracha no assunto ou se achar um comportamento grave por parte da escola, pode comunicar o sucedido à inspecção-geral da educação e ciência.

Videl86 -
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Desde 18 Jul 2014

ClaraMiguel escreveu:
Eu talvez falasse com a direcção da escola para pedir mais esclarecimentos. Tentar perceber porque razão não comunicaram o que se passou, porque acharam melhor esconder, se foi apenas decisão da psicóloga ou também da direcção, porque razão já nem foi acompanhado pela psicóloga este ano se tinha ocorrido isso e se notoriamente não achavam os pais capazes de lidar com alguns assuntos.
Depois, consoante as respostas, logo pensava no que fazia. Ou passa uma borracha no assunto ou se achar um comportamento grave por parte da escola, pode comunicar o sucedido à inspecção-geral da educação e ciência.

Eu posso não ter entendido bem, mas pelo que percebi falamos de um adolescente que se envolveu com um amigo (rapaz) e pediu à psicóloga para não contar à mãe por medo da reação da mesma. Pelo que vejo com motivos para ter medo. Não percebo que bases teria a mãe para alegar que o que a psicóloga (não) fez foi grave ou fazer queixa. Aliás grave foi entretanto ter contado já que claramente isto foi confidenciado e deveria estar protegido pelo sigilo profissional...

Sobre Videl86

08 de dezembro de 2014 <3 49,5 cm e 2,920 de amor e doçura <3
13 de dezembro de 2017 <3 47 cm e 2,815 de fofurice e amor <3

Sansa -
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Desde 18 Jan 2018

Videl86 escreveu:

ClaraMiguel escreveu:Eu talvez falasse com a direcção da escola para pedir mais esclarecimentos. Tentar perceber porque razão não comunicaram o que se passou, porque acharam melhor esconder, se foi apenas decisão da psicóloga ou também da direcção, porque razão já nem foi acompanhado pela psicóloga este ano se tinha ocorrido isso e se notoriamente não achavam os pais capazes de lidar com alguns assuntos.
Depois, consoante as respostas, logo pensava no que fazia. Ou passa uma borracha no assunto ou se achar um comportamento grave por parte da escola, pode comunicar o sucedido à inspecção-geral da educação e ciência.

Eu posso não ter entendido bem, mas pelo que percebi falamos de um adolescente que se envolveu com um amigo (rapaz) e pediu à psicóloga para não contar à mãe por medo da reação da mesma. Pelo que vejo com motivos para ter medo. Não percebo que bases teria a mãe para alegar que o que a psicóloga (não) fez foi grave ou fazer queixa. Aliás grave foi entretanto ter contado já que claramente isto foi confidenciado e deveria estar protegido pelo sigilo profissional...


Plenamente de acordo!

ClaraMiguel -
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Desde 03 Nov 2013

Não interpretei dessa forma, achei que estavam realmente a fazer algo de errado, a estragar alguma coisa ou assim. E nesse caso, fosse este ou outro adolescente os pais deveriam ser avisados para no mínimo falarem com o filho.
Falando de uma relação entre os dois, ainda assim depende do que estavam a fazer. Eu teria odiado (e acho mal) se algum dia a escola avisasse os meus pais que eu andava aos beijos a um rapaz. Por outro lado, tenho uma adolescente na família que foi apanhada na escola em situações delicadas ligadas a sexo e os pais foram imediatamente informados (até porque ela foi suspensa uns dias), pois eram comportamentos inaceitáveis dentro de um recinto escolar. Se foram apenas um beijos, também não acho que a mãe devesse ter sido informada nem acho verdadeiramente causa para alarido

Múrias -
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Desde 22 Set 2017

Eu concordo com a clara. Eu acho que tudo depende do tipo de situação. Se foi uma cena de sexo acho que os pais deveriam de ser avisados.
Se foram uns beijinhos não vejo razão para comunicar.
No entanto a mãe sabendo a situação específica deve retirar as suas próprias conclusões e averiguar.

Anete Silva -
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Desde 06 Fev 2019

Olá!Não consigo opinar porque não sei o que são "actividades menos próprias"... pode ser imensa coisa o que altera todo o cenário consoante o que foi. Depois também não sei a idade dos rapazes o que também acho que faz diferença para analisar.
Seja como for não vejo que seja a psicóloga que tenha que comunicar aos pais, conversas com psicólogos são confidenciais...
Mais depressa a direcção da escola comunicar mas isso depende muito do que foi...

RoxyGirl -
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Desde 27 Jan 2016

Duas questões:

1 - Que idade têm os rapazes?
2 - O que foram as actividades menos próprias? Uns beijos ou actos sexuais?

É que, para mim, consoante a idade e o que estavam a fazer, a psicóloga pode ter agido muito bem ou muito mal ao contar-lhe

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