Perciso de ajuda | De Mãe para Mãe

Perciso de ajuda

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Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

Boa noite a todos, estou numa situacao complicada e ja nao sei que fazer. Tenho um filho com 8 anos que esta com guarda partilhada, quinze dias em cada lado. Acontece que nos 15 dias do pai esta maioritariamente na avo. O pai nao premite que eu fale ou veja o meu filho nesses dias e faz me a vida negra. Nao pensa sequer no mal que fazem ao meu filho ao estarem sempre a falar mal de mim. Nao sei para onde me virar, ele recebe muito mais do que eu nao posso pagar advogado e os do estado nunca fazem nada para que eu consiga ter a guarda. Ele nunca foi um pai presente, inclusive as despesas do menino sou eu que pago o mes inteiro. Ajudem me. Doi me muito estar sem o meu filho 15 dias por mes.

carlabrito -
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Desde 30 Maio 2017

O que é que foi acordado pelo tribunal?
- as depesas devem ser divididas pelos dois? Reclame na segurança social, ou no tribunal. Nao sei bem onde!
- Nos 15 dias que ele esta no pai/avo, voce nao fala com ele nenhuma vez???
Isso nao pode acontecer.
Faça queixa na policia, peça para ter alguem consigo quando tenta contactar o seu filho para verificarem que nao consegue falar com ele.
- se nao tem dinheiro para pagar um advogado, peça um advogado gratuito. Ha essa possibiidade.
Nao sei qual a designacao correta. Pode ser que alguma mamã mais habilitada nesta area que eu consiga ajudar.
Mas peça ajuda a alguma associacao, segurança social, faça queixa, nao deixe que isso aconteça.
Respire fundo e va à luta!!!
Tente provar que o menino esta com a avo e nao com o pai. Pode ser que assim consiga a guarda total.

AneteS -
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Desde 13 Abr 2016

Olá! Tens que consultar um advogado.
Quando acertaram as coisas do regime parental como foi? Em tribunal? Com advogados?
Parece-me a mim que precisavas que no acordo parental tivesse uma cláusula que dissesse que nos 15 dias que está com um dos progenitores deverá manter contacto com o outro.
Se isso não estiver bem definido no acordo a única hipótese que me parece teres é apelar ao bom senso, que uma criança estar 15 dias sem contacto nenhum com a mãe é crueldade.
Como é quando o teu filho está contigo? O pai liga, fala com o filho? Dás sempre essa abertura? Se sim mais uma razão tanto para apelar ao bom senso do pai assim como em tribunal para reivindicares o direito de falar com o teu filho quando está com o pai.
Mais acrescento que devemos lutar muito para que o ambiente que envolve os nossos filhos seja de bom senso e respeito por todos, mas infelizmente não controlamos o comportamento, neste caso mau comportamento dos outros, o que família dele faz ou diz mal de ti não consegues controlar mas também é um comportamento deles, não teu, um dia o teu filho não vai gostar do que dizem e vai reagir mal e talvez aí percebam... entretanto fazes tu o bem, tratas tu o pai com respeito, tratas tu toda a família com respeito e não falas mal de ninguém. Não podes fazer muito mais...
Pela descrição precisas de um advogado, de uma orientação, de tudo muito bem assente no papel para não deixar espaço a falhas tanto a nível financeiro como de regras...
Entretanto se fosse eu tentaria uma abordagem de bom senso com o pai, assertiva, séria mas sem brigas e insultos. Apelar ao bom senso e o bem estar do vosso filho, sempre e acima de tudo.

Sobre AneteS

Anete

Marina4 -
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Desde 15 Maio 2016

conselho prático, oferecer um telemóvel à criança.

Outra coisa, eu conheço um caso de casal separado , e quando é o fim de semana do pai, o puto fica com a avó, e adora. A avó até trata melhor do que o pai...portanto isso de ficar com a avó pode não ser mau.

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

Ficou estipulado que cada um seria responsável pelas despesas dos seus respetivos 15 dias, mas isso nunca aconteceu. Quando esta comigo o pai nunca liga para ele, nao tem interesse nisso. Falar com o pai calmante é impossível porque ele tem me bloqueada no telemóvel nao consigo falar com ele. Em relação a avó, é uma pessoa muito conflituosa, e sim é verdade o meu filho gosta de estar na avo porque la nao tem regras, mas n gosta de estar privado de mim e de estar sempre a ouvir mal da mãe.
Em relação ao telemóvel ele tem um mas o pai nao deixa que ele utilize, esta sempre desligado. Ja fui a tribunal 2 vezes, ando nisto a 4 anos. O pai tem como morada fiscal a dos avos paternos, por isso diz sempre que o menino esta la porque ele mora la, mas na verdade nao mora la a 11 anos, atualmente mora em Lisboa, mas ñ tenho como provar.

Alexandra_V -
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Desde 03 Dez 2018

Ola a morada é a dos pais ok e emprego é onde? Ou seja esta a quantos km da falsa morada? Com advogad pode dar certas voltas por ex se esta a trabalhar a 200km da falsa morada ele tem de ter em sua posse comprovativo do muito conbustivel gasto e ou recibo de passe de transporte publico.. Para refutar o que vice diz... Testemunhas servem como ajuda.. Sitios que ele va de rotina um ginasio em lisboa por ex.. secalhar ate tem picagem o ginasio. .. Isso bem estudado consegue provar nao precisa focar se so na morada fiscal... Em relação a nao falar com o filho nos 15 dias tem que pedir tambem que fique escrito senão .. Arranje lhe um relogio daqueles que agora ha que sao 35euros e os miudos podem ligar para dois numeros e receber sms tem gps tem botão sos ha uns baratinhos são 35euros não podem apanhar agua.. As contas divididas tanto almoços na escola AtL etc tudo a metade ou tem que fazer chegar os recibos tambem a tribunal na audiência porque nao cumpre com essa parte do acordo logo tem varios promenores a seu favor. O nao pagamento d despesas, não olhar pelo bem da criança que nao pode falar com a mãe e o facto de em 15 dias secalhar está 5 com o pai.. Preparar bem as coisas com um advogad só assim mesmo.. Boa sorte

soniamst -
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Desde 22 Dez 2016

Está aí uma situação complicada. Não me parece que vá conseguir que ele a deixe falar com o menino quando ele estiver com ele/avó. Exponha o caso no tribunal de menores a ver o que a aconselham fazer.
O pai entende que como ele não liga ao filho quando está com a mãe ela deve fazer o mesmo.
Comece desde já a exigir que ele pague metade de todas as despesas do vosso filho(Escola, ATL, transportes, medicação, material escolar, etc), guarde comprovativos de tudo.
Converse com o seu filho e explique que tenta falar com ele mas o pai não deixa e que o que o que o pai e avó dizem de si é mentira e que só lhe dizem isso a ele porque eles não gostam de si, não o coloque contra eles, ele vai crescer e começar a enteder melhor como as coisas funcionam... Boa sorte...

AneteS -
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Desde 13 Abr 2016

Se o pai a tem bloqueada no telemóvel isso fica complicado. Não sei o que levou as coisas a chegarem a esse ponto mas não ajuda em nada depois na gestão das coisas em relação ao vosso filho.
Se não comunica com o pai e com a avó como sabe que o seu filho em casa deles não tem regras? Isso também é um assumir de coisas e de certa maneira também falar mal do outro lado, o que deve ser evitado para não aumentar os conflitos.
Parece-me que dado a falta de comunicação é necessário um mediador e tudo ficar bem assente e escrito.
Se o pai também não fala com o filho nesses 15 dias, o que também acho mal isso não ajuda, percebo que é ele que não liga mas sempre foi assim? O filho tem telemóvel, nunca liga para ao pai? o pai nunca liga para o telemóvel do filho? Manda mensagem?
Acho que deveria lutar por um entendimento cordial e maduro com a família do pai, parece ser complicado e parecem ser conflituosos mas como dizem é preciso 2 para dançar o tango, comece também a tentar a paz e o entendimento, guarde contas, faça tudo certo, se forem para tribunal vai abonar muito a teu favor tu teres tentado o entendimento para bem da criança.

Sobre AneteS

Anete

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

O miúdo tem 8 anos, facilmente se percebe que ele não tem regras com a avó conversando com ele.
Se a Mónica já falou de forma cordial e não teve sucesso não lhe dê o gostinho de ele perceber que a magoa, por que isso só lhe dá força para que ele continue com isso. Ignore e concentre-se no seu menino. Ele não pode levar outro telemóvel (sem que a avó e pai percebam) e liga-lo só na escola para lhe telefonar na hora do intervalo ou almoço?

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

Alexandra_V escreveu:
Ola a morada é a dos pais ok e emprego é onde? Ou seja esta a quantos km da falsa morada? Com advogad pode dar certas voltas por ex se esta a trabalhar a 200km da falsa morada ele tem de ter em sua posse comprovativo do muito conbustivel gasto e ou recibo de passe de transporte publico.. Para refutar o que vice diz... Testemunhas servem como ajuda.. Sitios que ele va de rotina um ginasio em lisboa por ex.. secalhar ate tem picagem o ginasio. .. Isso bem estudado consegue provar nao precisa focar se so na morada fiscal... Em relação a nao falar com o filho nos 15 dias tem que pedir tambem que fique escrito senão .. Arranje lhe um relogio daqueles que agora ha que sao 35euros e os miudos podem ligar para dois numeros e receber sms tem gps tem botão sos ha uns baratinhos são 35euros não podem apanhar agua.. As contas divididas tanto almoços na escola AtL etc tudo a metade ou tem que fazer chegar os recibos tambem a tribunal na audiência porque nao cumpre com essa parte do acordo logo tem varios promenores a seu favor. O nao pagamento d despesas, não olhar pelo bem da criança que nao pode falar com a mãe e o facto de em 15 dias secalhar está 5 com o pai.. Preparar bem as coisas com um advogad só assim mesmo.. Boa sorte

Sei que ele trabalha na costa da Caparica e mora em Lisboa, não sei mais pormenores porque como disse eu não consigo mesmo ter contacto com ele. Mas provavelmente um advogado terá acesso a informações que eu não consigo. Obrigado pela ideia.

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

soniamst escreveu:
Está aí uma situação complicada. Não me parece que vá conseguir que ele a deixe falar com o menino quando ele estiver com ele/avó. Exponha o caso no tribunal de menores a ver o que a aconselham fazer.
O pai entende que como ele não liga ao filho quando está com a mãe ela deve fazer o mesmo.
Comece desde já a exigir que ele pague metade de todas as despesas do vosso filho(Escola, ATL, transportes, medicação, material escolar, etc), guarde comprovativos de tudo.
Converse com o seu filho e explique que tenta falar com ele mas o pai não deixa e que o que o que o pai e avó dizem de si é mentira e que só lhe dizem isso a ele porque eles não gostam de si, não o coloque contra eles, ele vai crescer e começar a enteder melhor como as coisas funcionam... Boa sorte...

Olá. Nunca coloquei o meu filho contra eles, pelo contrário tenho desculpado sempre tudo na presença do meu filho.alias. ele chegou a andar em psicologia infantil pk começou a ter medo do pai depois de ter assistido a agressão a mim, se hoje ele gosta do pai a mim o deve que fiz de tudo para que isso fosse possível. O Rodrigo sabe que eu nao falo com ele pk o pai nao deixa, mas não entende pk o pai e a avo fazem coisas más a mae se a mae nao faz nada. E isso mexe com ele.
Dai o meu desespero, ja nao sei k fazer.

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

AneteS escreveu:
Se o pai a tem bloqueada no telemóvel isso fica complicado. Não sei o que levou as coisas a chegarem a esse ponto mas não ajuda em nada depois na gestão das coisas em relação ao vosso filho.
Se não comunica com o pai e com a avó como sabe que o seu filho em casa deles não tem regras? Isso também é um assumir de coisas e de certa maneira também falar mal do outro lado, o que deve ser evitado para não aumentar os conflitos.
Parece-me que dado a falta de comunicação é necessário um mediador e tudo ficar bem assente e escrito.
Se o pai também não fala com o filho nesses 15 dias, o que também acho mal isso não ajuda, percebo que é ele que não liga mas sempre foi assim? O filho tem telemóvel, nunca liga para ao pai? o pai nunca liga para o telemóvel do filho? Manda mensagem?
Acho que deveria lutar por um entendimento cordial e maduro com a família do pai, parece ser complicado e parecem ser conflituosos mas como dizem é preciso 2 para dançar o tango, comece também a tentar a paz e o entendimento, guarde contas, faça tudo certo, se forem para tribunal vai abonar muito a teu favor tu teres tentado o entendimento para bem da criança.

Houve uma altura que o pai do Rodrigo nao falava aos pais e eu dava me bem com eles e por isso sei como sao as regras nos avós.depois o pai começou a falar novamente com os pais e a avo começou a afastar se de mim e a tratar mal.
Ele Nunca foi pai presente ate o Rodrigo ter 6 anos passava meses que nao dizia nada nem aparecia. O Rodrigo gosta do pai mas nao tem grande ligação com ele, é muito mais próximo do meu marido por exemplo. É próximo é dos avos paternos, com.esses sempre teve contato, com o pai nao.

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

Tyta.B escreveu:
O miúdo tem 8 anos, facilmente se percebe que ele não tem regras com a avó conversando com ele.
Se a Mónica já falou de forma cordial e não teve sucesso não lhe dê o gostinho de ele perceber que a magoa, por que isso só lhe dá força para que ele continue com isso. Ignore e concentre-se no seu menino. Ele não pode levar outro telemóvel (sem que a avó e pai percebam) e liga-lo só na escola para lhe telefonar na hora do intervalo ou almoço?

Nunca quis incutir ao Rodrigo o ter que esconder coisas do pai ou da avó, nao acho correto fazer aos outros aquilo que eles me fazem. O prejudicado é sempre o meu filho, e não quero isso. A avo está sempre presente nos intervalos na escola, o mês todo. Aliás a proteção de menores foi ativada agora precisamente porque ela nem o deixa brincar esta sempre ao portão a falar de mim ou a compra lo com coisas.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

Monica Camacho escreveu:

Tyta.B escreveu:O miúdo tem 8 anos, facilmente se percebe que ele não tem regras com a avó conversando com ele.
Se a Mónica já falou de forma cordial e não teve sucesso não lhe dê o gostinho de ele perceber que a magoa, por que isso só lhe dá força para que ele continue com isso. Ignore e concentre-se no seu menino. Ele não pode levar outro telemóvel (sem que a avó e pai percebam) e liga-lo só na escola para lhe telefonar na hora do intervalo ou almoço?

Nunca quis incutir ao Rodrigo o ter que esconder coisas do pai ou da avó, nao acho correto fazer aos outros aquilo que eles me fazem. O prejudicado é sempre o meu filho, e não quero isso. A avo está sempre presente nos intervalos na escola, o mês todo. Aliás a proteção de menores foi ativada agora precisamente porque ela nem o deixa brincar esta sempre ao portão a falar de mim ou a compra lo com coisas.

É daquelas situações em que os fins justificam os meios... eu até sou bastante "desapegada", mas ficar 15 dias sem falar com o miúdo estava fora de questão, nem que tivesse de o ensinar a omitir à avó.
Mas essa situação dela estar presente em todos os intervalos é completamente doentia!

Monica Camacho -
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Desde 18 Dez 2018

Tyta.B escreveu:

Monica Camacho escreveu:
Tyta.B escreveu:O miúdo tem 8 anos, facilmente se percebe que ele não tem regras com a avó conversando com ele.
Se a Mónica já falou de forma cordial e não teve sucesso não lhe dê o gostinho de ele perceber que a magoa, por que isso só lhe dá força para que ele continue com isso. Ignore e concentre-se no seu menino. Ele não pode levar outro telemóvel (sem que a avó e pai percebam) e liga-lo só na escola para lhe telefonar na hora do intervalo ou almoço?

Nunca quis incutir ao Rodrigo o ter que esconder coisas do pai ou da avó, nao acho correto fazer aos outros aquilo que eles me fazem. O prejudicado é sempre o meu filho, e não quero isso. A avo está sempre presente nos intervalos na escola, o mês todo. Aliás a proteção de menores foi ativada agora precisamente porque ela nem o deixa brincar esta sempre ao portão a falar de mim ou a compra lo com coisas.

É daquelas situações em que os fins justificam os meios... eu até sou bastante "desapegada", mas ficar 15 dias sem falar com o miúdo estava fora de questão, nem que tivesse de o ensinar a omitir à avó.
Mas essa situação dela estar presente em todos os intervalos é completamente doentia!


Exato, dai a proteção de menores ter sido ativada , ja perceberam que nao sou eu que sou complicada eles é que sao doentios e gostam de confusão. A mim o que me preocupa é o menino no meio disto. Agora esta de ferias e na altura do pai, so o volto a ver dia 25, ontem finalmente consegui falar com ele dois minutos pelo telefone da avó. Mas agora ja sei que nao falo mais ate ao Natal Triste

AneteS -
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Desde 13 Abr 2016

Compreendo Mónica, tens aí um caso muito complicado de gerir realmente.
Se o pai nunca foi presente até aos 6 anos porque acordaram esta modalidade de 15 dias seguidos com cada um. A guarda partilhada normalmente é uma semana em cada lado e assim o tempo longe de cada um é menor, não podes tentar propor isso, ser só uma semana, sempre é menos tempo seguido que ficas sem falar com o teu filho.
Dado todo o comportamento do pai e o claro domínio da avó nessa dinâmica familiar acho que tens é que tentar chegar à fala com a avó e explicar que precisas de falar com o teu filho com mais frequência, que é crueldade privar a criança de contacto com a mãe durante tanto tempo.
Apela ao bom senso em todo o discurso, pergunta se ela gostava de ter sido privada de contactar com os filhos durante tanto tempo, se como mãe não entende a tua dor, que mãe é mãe e assim como respeitas a posição dela de avó e do pai mereces respeito. Que sempre que ela quiser pode contactar o neto quando está contigo e que esperas o mesmo comportamento da parte dela.
Muita Força para ti!

Sobre AneteS

Anete

Monica Camacho -
Offline
Desde 18 Dez 2018

AneteS escreveu:
Compreendo Mónica, tens aí um caso muito complicado de gerir realmente.
Se o pai nunca foi presente até aos 6 anos porque acordaram esta modalidade de 15 dias seguidos com cada um. A guarda partilhada normalmente é uma semana em cada lado e assim o tempo longe de cada um é menor, não podes tentar propor isso, ser só uma semana, sempre é menos tempo seguido que ficas sem falar com o teu filho.
Dado todo o comportamento do pai e o claro domínio da avó nessa dinâmica familiar acho que tens é que tentar chegar à fala com a avó e explicar que precisas de falar com o teu filho com mais frequência, que é crueldade privar a criança de contacto com a mãe durante tanto tempo.
Apela ao bom senso em todo o discurso, pergunta se ela gostava de ter sido privada de contactar com os filhos durante tanto tempo, se como mãe não entende a tua dor, que mãe é mãe e assim como respeitas a posição dela de avó e do pai mereces respeito. Que sempre que ela quiser pode contactar o neto quando está contigo e que esperas o mesmo comportamento da parte dela.
Muita Força para ti!

Ambos trabalhavamos por turnos por isso deram essa guarda, nunca me foi dado hipótese de mudar a guarda, mm quando mudei de emprego para o poder pedir.
Obrigado pela força, tem sido realmente difícil

RoxyGirl -
Offline
Desde 27 Jan 2016

Ninguém lhe vai dar a hipótese de mudar a guarda , a Monica é que tem de fazer um novo pedido de regulamentação, pode e deve, se for possível pedir um parecer à cpcj.
Espero que tudo se resolva da melhor forma 😃

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