Olá mamas, tenho um bebé de um mes e gostava de saber quem não vacinou os filhos, estou na dúvida se vacinar, tenho mais medo da vacina que dá doença em si. E o porque não poder vacinar quando maior, 2 anos pra cima, porque tão frágeis. Acredito que o protocolo é sempre das mesmas doenças que praticamente não vejo aparecer na escola. Na Califórnia foi feito um estudo alargado sobre as vacinas. Deixei de acreditar nas vacinas depois que tomei do Covid e me senti enganada, enfim, minha opinião pessoal, e não estou aqui para discutir com quem ama vacinas, e tá tudo bem vacinem seus filhos, mas eu queria me sentir segura com alguma mãe que também está convicta que os riscos da vacina são os mesmos de quem não toma. Não consigo achar normal tomar vacina onde temos de tomar todo o cuidado de higiene com o bebe, enfim. Só a tétano é obrigatória em Portugal, o resto são recomendadas. Nem as escolas podem negar entrada da criança, mas todos fazem muita pressão quando se trata de vacinas. Obrigada e espero compreensão de pensamentos diferentes
Pense só nisto, apenas pondera não vacinar o seu bebé porque a esmagadora maioria dos outros pais vacina os seus filhos e por isso (ainda) existe imunidade de grupo. É só por isso que não tem medo das doenças contra as quais existe vacina. Se não, se tivesse vivido antes da generalização das vacinas, garanto-lhe que teria medo, muito medo. Imagina o seu filho cego por causa do sarampo? Infértil por causa da papeira? Em cadeira de rodas por causa da poliomielite? A ter uma morte atroz por causa do tétano? Com lesões cerebrais por causa da meningite? Então imagine...porque rapidamente lá chegaremos se este disparate de não vacinar se propagar como começa a acontecer em algumas regiões dos EUA.
Percebo a sua reticência, porque, FELIZMENTE, vivemos num país em que (ainda) há imunidade de grupo, pq a maioria das pessoas são vacinadas.
Mas fale com as pessoas mais idosas. Provavelmente conheceram alguém que sofreu na pele as consequências de não haver vacinas. Ou então viaje para países onde não há PLV. E a imigração desses países? Cada vez há mais.
A imunidade existe porque vacinamos, se muitos pais deixarem de vacinar lá se vai a imunidade de grupo.
Sim, é uma merda ver os nossos filhos febris por causa das vacinas, mas seria bem pior por causa da doença. Tenho uma prima (+50 anos) em cadeira de rodas por causa de uma meningite em bebé. E tive tios que morreram em bebés por doenças curáveis hoje em dia.
Tomei as vacinas do covid, tive os efeitos secundários e fiquei com covid um mês após o reforço (eu NUNCA ficava doente). Não tomei na gravidez e fiquei uma semana de cama com gripe. Mas nem por um segundo pensei em deixar de vacinar os meus filhos (a do covid não levam). Agora as que são dadas há décadas e de doenças graves, nem penso duas vezes.
Peço desculpa se não foi a resposta que queria.
Saúde para si e para os seus.
Nao tem de se sentir segura com o que pensam os outros, tem de avaliar, tomar as suas decisões e ser capaz de lidar com elas.
Tenho mesmo muita compreensão por pessoas que pensam diferente, que conseguem defender e levar em frente o que pensam e o que decidem. É uma questão de saber o que pretende para o vosso futuro.
Muito dificilmente não terá problemas em inscrever na escola, porque podem ter de aceitar, mas têm obrigatoriamente de reportar o caso. Nunca irá lidar com uma situação de compreensão, terá sempre "tudo à perna".
Olá mamã.
Acho que as outras mamãs já disseram tudo. Não se esqueça que a decisão vai afectar o seu bebé para a vida, isto se não for exposto antes a alguma dessas doenças. Se está assim tão "informada" deve saber que essa renitência às vacinas está a fazer regressar doenças que se encontravam praticamente erradicadas nos países desenvolvidos, as sequelas e mortes infantis que está a causar. Talvez devesse pesquisar a origem das vacinas, como evoluiram, a época pré vacinal e os dados do pós vacinal.
Desculpe mas como mãe não consigo ter simpatia pela sua decisão, está a colocar em risco não só o seu filho como os outros que com ele se relacionam.
Fiquei na dúvida se vacinava a minha filha com a vacina da Hepatite A até haver um surto numa escola perto, fui vacina-lá à pressa cheia de receio e peso na consciência por não o ter feito antes. E não o fiz porque lá está, "os casos eram poucos.."
Se não confia na vacina Covid está no seu direito, não o vacine, agora as outras?! Que estão no mercado há anos e anos?! Desculpe mas não consigo perceber quem como a Luisa pensa.
Tudo a correr bem.
Parece-me que a Luísa procura opiniões de mães que não vacinaram. Não é o meu caso, aqui não só estão todos vacinados como têm vacinas extra-plano. O meu filho mais velho esteve internado e bem grave com... Uma varicela, uma doença super benigna (a do meio vacinei, o mais novo vai fazer). Vai sempre sentir-se em dúvida com qualquer opção que tome, a maternidade é assim mesmo, medimos os riscos (efeitos secundários das vacinas) com os benefícios (não terem doenças graves) e confiamos (na medicina ou noutra coisa).
Dito isto, conheço várias crianças não vacinadas. Quase todas estão em casa (não vão à escola, estão no ensino doméstico, precisamente porque depois estavam sempre doentes ou internadas ou a serem olhadas de lado) e eu própria não estou com estas famílias nem deixo os meus filhos brincar com estas crianças desde que engravidei do mais novo (para protecção delas e do meu bebé, que tal como todos só cumpriu a primovacinação aos doze meses). Mesmo colocando de lado a questão do seu bebé (porque acredito que sente que está a fazer a melhor opção para ele, sentimos todos isso em relação aos nossos filhos), acho uma negligência para os outros não avisar que as crianças não fizeram vacinas, até porque há inúmeras situações de crianças imunocomprometidas que não podem de forma nenhuma ter esse tipo de contactos, e por isso vai andar toda a vida 'a levar' com este filme e com os julgamentos por algo que, vamos lá a ver, não é assim tão importante nem tão marcante na vida deles.
Sentiu-se enganada com a vacina do covid - E? Morreu? Ficou gravemente doente? Conhece alguém que ficou gravemente doente? Eu cá conheço pessoas que ficaram foi gravemente doentes e morreram com covid (crianças incluídas). Preferiria arrepender-me de ter dado a vacina (que dei) do que o oposto.
Eu faria a pergunta e refletia, se o meu filho apanhar uma meningite uma hepatite uma pneumonia , vai se sentir confortável e sem arrependimento de não ter dado a vacina ?
A minha levou as do SNS e extra plano, se fiquei com o coração nas mãos a ver a chorar e com febre ? Sim, mas se ela apanhasse qql doença e ficasse no hospital eu ia ficar desesperada e super arrependida de não ter vacinado quando teve chance
2020 Inicio dos treinos
2021 Diagnostico SOP e 𝐨𝐥𝐢𝐠𝐨𝐳𝐨𝐨𝐬𝐩𝐞𝐫𝐦𝐢𝐚
2023 1º Consulta e inscrição FIV, hipoteriodismo subclinico e diagnostico de adenomiose difusa, trombofilias
2024 FIV| Julho TEC (-)| Outubro TEC(+)
Tem todo o direito à sua opinião e fazer o que quiser com os seus filhos. Afinal de contas, será você que irá viver com a consequência dos seus actos.
Você sente-se segura em não vacinar o seu filho porque vive em Portugal, onde a maioria das pessoas são vacinadas e por isso, usufrui da imunidade de grupo. Ou seja, as suas dúvidas são o chamado "first world problem".
Sugiro que faça a seguinte reflexão: levaria o seu filho não vacinado a viajar por um país onde as pessoas não sejam vacinadas? Estaria à vontade a comer a comida, a beber a água, a brincar com animais sem que ele tenha sido vacinado? Se a sua resposta é sim, então força, não vacine. Se a resposta é não, então agora percebe para que servem as vacinas.
Comparar as vacinas do plano nacional com a do covid é ridículo. Estamos a falar de vacinas que já têm mais do que provas dadas da sua eficácia. Aliás, volto a reforçar.. o simples facto de certas doenças estarem erradicadas ou darem sintomas leves são a prova da sua eficácia. A do covid foi uma tentativa rápida de reabrir o mundo. Está comparar coisas que não são comparáveis.
Por último, se está a usar os USA para basear a sua decisão, penso que deve investigar bem quem financia certos estudos. A partir do momento que se vê uma das pessoas mais importantes a dizer que o autismo é devido ao uso do tylenol por parte das mães, é anedótico e diz-me tudo o que tenho de saber como certos "estudos" são conduzidos.
https://www.instagram.com/reel/DRAEpeTDOug/?igsh=MTQ2cG8zczdkNHdrMA==
Surto de hepatite A
https://www.google.com/amp/s/amp.sicnoticias.pt/pais/2025-10-07-detetado...
Tuberculose em lisboa
A imunitário de grupo só vai continuar a existir se todas as crianças que podem ser vacinadas o façam de outra forma as doenças vão reaparecer rapidamente, vão ter mutações e 60 anos de um plano de vacinação vai por água abaixo. As vacinas (como qualquer medicamento) são estudadas durante 10, 20 anos ou mais antes de sairem para o mercado. Não vacinar destrói anos de investigação que tem que voltar a ser feita e entre arranjar novas vacinas e tratamentos mais eficazes para essas mutações, muitas pessoas ficam com sequelas e outras morrem por desinformação, capricho, moda ou o que queiram chamar.
A vacina do covid não pode ser comparada. Foi investigada, testada e lançada em menos de 1 ano e teve muitas reacções e consequências que não se esperava mas a verdade morreu mais gente de covid doque pela vacina. Trabalho em laboratório farmaceutico e posso dizer que fiz muitas horas extras para não faltar medicamentos nos hospitais até começar a vacinação.
Estamos a receber pessoas de países de 3° mundo, se água potável, saneamento ou qualquer cuidado basico de higiene. Chegam sem vacinação, com doenças facilmente transmissíveis. Brevemente vamos ter problemas de saúde pública tão ou mais graves do que o covid.
O que é preferível, vacinar um bebé que vai chorar um bocadinho, 48 horas de febres baixas e irritadinho ou tratamentos de tempo indeterminado, problemas irreversiveis ou até a morte?
Olá Luisa!
Sou mãe de uma princesa de 4 meses e revejo-me a tua posição. Tenho feito horas de pesquisa e é muito dificil chegar a uma conclusão, a informação é muito pouco transparente ou escassa. Nomeadamente não existem números que mostrem taxas de mortalidade das doenças antes e depois da introdução das vacinas correspondentes no PNV... Entre outras imensas questões. Muitas mães não sabem (e/ou não querem saber) sobre tópicos como o aumento do autismo nos ultimos 30 anos, aumento de doenças autoimunes, leucemia, alergias graves, etc... Não digo que se deva exclusivamente à vacinação, o estilo de vida também impacta a saúde. Mas que há relações estranhas, há. Muitas das doenças para as quais há vacinação, decairam mesmo antes da introdução das vacinas, com o acesso a saneamento básico e melhor higiene (falamos de algumas doenças bacterianas de transmição feco-oral como a polio, por exemplo). Mesmo sem vacinação, essas doenças estariam "sob controlo", pelo simples facto de haver melhor higiene e saneamento. Nem vou tocar no COVID, nem acredito que há pessoas que apesar de saberem que as vacinas foram uma fraude, vivem bem com isso... mas não olham ao aumento exponencial de doenças inflamatorias e autoimunes e nem compreendem que têm uma proteina que se reproduz dentro delas que cria estimulo imunitário e uma resposta inflamatória constante... daqui a uns anos vai haver muita gente arrependida ou então esquecida... Estas pessoas não entendem que a industria farmaceutica é... isso mesmo... uma industria. Vacinas salvam vidas? Salvam, sim senhor. Mas também podem complicar a vida a muita gente. Quando há reações adversas graves, ninguém se responsabiliza. Se têm crianças vacinadas, porque têm medo de crianças não vacinadas? As vacinas não são eficazes?... Mas... imunidade de grupo? Acredito sim. Mas também acredito que temos um sistema imunitário para algo... Portanto, vacinar ou não vacinar? Depende do país, das circusntancias financeiras da familia, se vai para a escola ou não, estilo de vida, dos valores em que se acredita. Estou também num impasse: a minha menina levou as vacinas do pnv aos dois meses e esta semana terá a consulta para as próximas, mas não sei o que faça... Conheço todos os riscos associados às vacinas mas também sei que se não vacinar, na infima probabilidade de apanhar alguma doença com desfecho grave, não me iria perdoar... sublinho ínfima possibilidade, dado que é uma bébe saudável e amamentada.
Eu amo mais as minhas crianças do que qualquer outra, mas ainda assim faço sempre o raciocínio de desejar para os meus filhos o que desejo para os outro meninos.
Eles não têm qualquer problema de saúde, mas se eu achar que os meus não devem tomar vacinas, acho que os filhos dos outros também não devem.
Se eu achar que os meus não devem tomar, porque sei que os outros tomam e assim estou descansada ... é só querer viver em sociedade, mas não querer pagar a fatura para cá andar.
É preciso contribuir para se viver em sociedade, não podemos só estar cá a usufruir dos recursos. Os profissionais de saúde ainda se lembram dos sacrifícios que fizeram na pandemia, da forma como sacrificarem as suas vidas e os seus filhos. Se eu não tomasse a vacina, acharia que ninguém deveria tomar e era esperar que a doença selecionasse os que cá ficavam e os que iam conhecer o outro mundo.
Se pode acontecer alguma coisa? Pode, com qualquer vacina. Da mesma forma que pode acontecer outro infortúnio qualquer por ter decidido ter filhos no mesmo mundo por onde se passeia tanta gente louca.
Não e coincidência o numero das taxas de mortalidade infantil ter vindo a baixar com a vacinação. Será difcil obter dados, durante decadas havia crianças que nasciam e morriam e nem eram registadas, a maior parte dos registados obtinham uma certidão de obito com a informação:"doença natural"
Não ouve aumento do autismo nos ultimos 30 anos... comecou a haver diagnósticos e terapias. Durante décadas as crianças autistas eram deixadas pelas famílias em hospitais psiquiátricos e sanatórios e eram simplesmente rotuladas de "atrasadas mentais, retardados, deficientes" e por ai adiante. Com a extinção destas instituições de saúde mental as famílias passaram a ter outro tipo de apoio que permite maior dignidade.
Hoje em dia há diagnósticos e tratamentos para doenças que não havia à 50 ou 60 anos.
Se a farmaceuticas é uma indústria? Sim é. Ganha milhões mas gasta milhões em investigação e desenvolvimento...
A indústria alimentar o que faz? Alimentos com falsos benefícios, agricultura biológica regadas com águas de nascentes contaminadas. Alimentos adulterados e sem informação dos riscos associados.
A medicina e a farmaceuticas felizmente evoluiu e continua a evoluir. As pessoas tem diagnósticos, tratamentos, medicação várias terapêuticas. Hoje ninguém morre de "repente" as "causas naturais" tem patologias.
Vacinação é medicina preventiva
Não e coincidência o numero das taxas de mortalidade infantil ter vindo a baixar com a vacinação. Será difcil obter dados, durante decadas havia crianças que nasciam e morriam e nem eram registadas, a maior parte dos registados obtinham uma certidão de obito com a informação:"doença natural"
Não ouve aumento do autismo nos ultimos 30 anos... comecou a haver diagnósticos e terapias. Durante décadas as crianças autistas eram deixadas pelas famílias em hospitais psiquiátricos e sanatórios e eram simplesmente rotuladas de "atrasadas mentais, retardados, deficientes" e por ai adiante. Com a extinção destas instituições de saúde mental as famílias passaram a ter outro tipo de apoio que permite maior dignidade.
Hoje em dia há diagnósticos e tratamentos para doenças que não havia à 50 ou 60 anos.
Se a farmaceuticas é uma indústria? Sim é. Ganha milhões mas gasta milhões em investigação e desenvolvimento...
A indústria alimentar o que faz? Alimentos com falsos benefícios, agricultura biológica regadas com águas de nascentes contaminadas. Alimentos adulterados e sem informação dos riscos associados.
A medicina e a farmaceuticas felizmente evoluiu e continua a evoluir. As pessoas tem diagnósticos, tratamentos, medicação várias terapêuticas. Hoje ninguém morre de "repente" as "causas naturais" tem patologias.
Vacinação é medicina preventiva
O mesmo com o cancro, doença que antigamente não era falada e agora cada vez mais existe , e ainda bem pois é uma forma de prevenção. Sempre existiu infelizmente, não era diagnosticado, muitos morriam por "causas naturais" quando na verdade podia ser já cancro etc pois não éramos uma população muito litorizada (começamos a ser já nesta geração dos 60 anos que muitas pessoas saíram das aldeias para encontrar melhores condições de vida e oportunidade de emprego), os recursos médicos nessas aldeias era escasso, muitas delas isoladas, normal na altura não haver diagnóstico. Agora com tecnologias e acesso a informação é possível fazer diagnósticos até mais precoces
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A informação e acesso a ela pode ser uma vantagem mas tbm é uma via onde todos dão opiniões e as suas teorias (espalhando por vezes informação errada) , tanto que atualmente ainda há uma comunidade enorme que ainda acredita que a terra é plana!! Apesar de provas científicas há quem ainda acredite. Cabe a cada um de nós fazer essa filtragem, nos como mães temos a responsabilidade acrescida de tomar decisões por um ser que ainda não consegue tomar as dele e é um grande fardo que nos traz imensas dúvidas se estamos a fazer bem ou mal, fazer o melhor para o seu bebê no futuro (pode não o vacinar, mas será que ele no futuro já adulto vai perceber o porquê ? Quando vir os seus amigos a serem vacinados e ele não. Não irá se sentir marginalizado? Colocado a parte? Não conseguir ir algum sítio PQ lhe falta vacinas e não é seguro? Claro que agora está no seu conforto a probabilidade de apanhar algo pode ser quase nula, mas quando ele quiser ir viajar para outro país? Será tão seguro? Pense tbm no futuro da criança e como poderá ser sem vacinas. Se decidir não vacinar é sua escolha como mãe tbm , mas garanta que para si, se o bebê apanhar alguma doença evitável pela vacina se vai continuar firme na sua decisão de não ter vacinado, tudo a correr bem, ser mae é difícil e quando nos damos com este tipo de situação , pior, como mães só queremos o melhor para os nossos filhos e seja qual for a sua decisão é o que acha que foi a melhor ☺️ mas coragem e resiliência pois vai ouvir sempre muitos comentários e palpites
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Se acha que as vacinas é que são o problema, então também não tenha wifi em sua casa, nem use telemóvel. Daqui a uns anos vamos ter os resultados dessas radiações.
Também não pode comer nada que seja industrializado, nem peixe que não seja apanhado em alto mar, nem carne de talho. Não pode usar nenhum produto de higiene que se vende no supermercado.
Basicamente, deve viver numa bolha, tudo orgânico e feito em casa, e com ingredientes plantados na horta e regados com água da nascente.
Porque caso contrário, TUDO o que consumimos tem algum tipo de químico. Ou pensa que é só as vacinas?
Enfim.... volto a dizer: first world problems.. Tomara aos pais de crianças no países de 3º mundo terem acesso grátis às vacinas que nós temos.
Ia mesmo responder à Mãealgures, mas a Adelia disse tudo o que eu queria e ia dizer.
Pode nem ser o caso, mas colocam duvidas nas vacinas mas vão ao supermercado comprar legumes cheios de químicos para fazer a sopa para os filhos porque preferem químicos e minhocas nos legumes... vêm as doenças e colocam culpas nas vacinas? vacinas que estão testadas há imensos anos. Não falo nas do covid porque nem eu as tomei e fui criticada por isso, mas essas não tinham testes nem estava comprovada eficácia, aliás para mim aquilo era "agua de lavar tachos" não tinha nada.
Mas não sejamos tão extremistas a ponto de não vacinar porque aumentou o caso de autismo em 30anos... é a mesma coisa que dizer que aumentou o numero de bissexuais nos últimos 30anos. Sempre houve, não era conhecido porque não havia tanta informação aberta (internet) como há hoje.
Mãe de Algures, o que vejo e compreendo é a disseminação do medo, isso ano após ano, e após décadas, está intríseco na sociedade, que as vacinas são a salvação do mundo. Quem ve tv todos os dias, pra mim nunca vai ser uma pessoa que realmente estuda ou é bem informada, se pegarmos os dados estatísticos de doenças antes do covid, tipo gripe , pneumonia... era superior ao do covid, mas isso é conversa para quem se aprofunda nos estudos.Quando leio que mães com medo de por os filhos junto aos não vacinados me diz mais sobre ela, e da sociedade em geral, pois mostra a intolerancia e ignorancia que vivemos, foi assim na época do covid, as pessoas não chegavam perto de não vacinados, e muito morreram e ainda morrem da vacina, eu também tinha medo, depois a decepção foi tanta com essa fraude, e quem acha que vacina do Covid é excelente, espero que vacinem mesmo os vossos filhos dezenas de vezes com ela, e daqui 15 anos falamos quais são as crianças doentes aqui, com problemas cardiacos, mentais e outros a fora...Eu tenho medo de não vacinar, tenho, porque também fui criada nesse sistema, vou vacinar não. Já levou duas vacinas quando nasceu e me arrependi. Os hospitais em greve, um mais decadente que o outro, mas vacina da gripe tem todos os anos, e do covid, são de graça, ou são milhoes que saem do nosso bolso, todo ano. A gripe é diferente todo ano, mas na vacina vai a estirpe antiga ou a que eles acham que calham no próximo ano, quer dizer, será que tem realmente funcionalidade, é um assunto complexo, enfim. E se fosse assim a India não tinha bilhoes de pessoas, todos já tinham morrido, e olha que lá contem pouca higiene, e problemas inumeros. Tudo pode ter quimicos, mas injetar mais desneçariamente, pra uns valem o risco. Medicina preventiva é o que não temos nos nossos hospitais, tudo começa na alimentação, e os mesmo nos dão sumo de caixinha...enfim é complicado e agradeço a opnião de todos.
Uma altura assisti a uma tese de doutoramento sobre um "destes problemas" que a sociedade às vezes se lembra de discutir e há um professor que a determinada altura diz: problemas de quem não sabe o que é viver problemas, de quem se acha tão mais alto na vida, só porque nasceu do lado certo do mundo, e nem isso sabe valorizar.
Eu lido com pessoas, trabalho com e para pessoas e tantas vezes é só o que acho que nos falta, levantar a cabeça do nosso umbigo e ver a sociedade.
Só quem tem a vida do seu lado e um filho saudável pode achar que o PNV devia deixar de existir ou não faz sentido para crianças pequenas. Que possamos "criar problemas", é sinal que a vida não nos deu um filho imunodeprimido e não temos de lidar com essa angústia dia a dia.
Se for por uma "questão de egoísmo", um "eu não quero", que seja assumido, às vezes também faz parte, se for um "a sociedade não se devia vacinar"... é só o início do fim do conceito social. Que seja uma selva o país e que cada um se amanhe!
Sobre a vacina do Covid, as únicas pessoas que me eram próximas e morreram de Covid não eram vacinadas (uma porque ainda não existia e a outra porque recusou). Eu fui vacinada várias vezes, marido e filhas adolescentes também e temos a mesma saúde de antes. Agora já não me vacino porque o vírus perdeu a agressividade inicial e não me parece necessário. Não foi uma vacina feita à pressa. A tecnologia já existia e foi desenvolvida durante décadas. Mas no caso de vacinas tomadas em adulto, aceito que cada um assuma os riscos que bem entende. Também há muita gente que recusa protetores solares, por exemplo, é oleozinho de coco para tudo...força. Deviam era ser coerentes e assumir que caso a coisa corra mal não vão nunca recorrer a médicos e hospitais, esses malandros.
Decidir não vacinar bebés e crianças já não merece nenhuma compreensão, lamento. É o resultado de duas coisas: vivermos num país de primeiro mundo, como já disseram, e ter a arrogância da juventude. Não ter memória histórica dos tempos em que morrer um bebé ou criança era algo banal, nasciam 8 e morriam 2 ou 3. É por isso que se romantiza um estilo de vida "ligado às origens", sem químicos (sabem que a vida sem químicos é o vazio, certo? :).
Tenho pena que pessoas com muito pouca literacia, que ouviram uns influencers e papam tudo o que ouvem nas redes sociais coloquem em risco a saúde presente e futura não apenas dos seus filhos mas de todas as pessoas vulneráveis (sim, um adulto imunodeprimido facilmente morre de sarampo, por exemplo...). Já não falamos de escolhas individuais - essas, à vontadinha - de uma negligência que, como sempre, vai afetar os de sempre: os pobres, os doentes, os deficientes.
Se as vacinas têm químicos, não se esqueça que os medicamentos também são químicos. Por isso, quando tiver doente, então também não vale a pena ir ao médico porque ele também irá receitar químicos.. Ou como é que acha que é o feito o "inofensivo" ben-u-ron?
E se a pessoa ficar mesmo doente e for para os cuidados intensivos.. ui... até injectam químicos (antibióticos) directamente na veia.
Ou acha que nos hospitais salvam vidas com cházinhos e incensos?
Enfim.. santa ignorância.














