Mudanças da maternidade | De Mãe para Mãe

Mudanças da maternidade

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26 mensagens
DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Mamãs,
gostava de saber coisas que mudaram em vocês depois da maternidade.
Claro que há a situação comum do corpo, que demora a voltar ao de antes (quando volta); o centro do nosso mundo que muda, as preocupações, as prioridades… Mas queria saber de coisas em relação ao vosso "eu". Por exemplo eu passei a ser 1000 vezes mais emotiva, agora qualquer coisa me emociona e me põe os olhos rasos de água… Coisas relacionadas com mães e bebés então… Detesto esta nova faceta minha de me emocionar facilmente, porque não era assim dantes, não era mesmo… Rezo para voltar ao meu normal, mas começo a achar que se calhar é mudança permanente.
Contem-me de vossa justiça!

Ansha -
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Desde 13 Abr 2016

Eu tb estou mt mais sensível a problemas que relacionem mães, bébés e crianças
De resto, relativizo mt mais os problemas, que é uma coisa boa 😊
E notei tb na minha profissão, ficar mais sensível à dor e incômodo das pessoas. Procuro sempre me lembrar de como gostei de ser bem tratada qd estava a “ sofrer”

Deia21 -
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Desde 27 Ago 2016

Olá, olha por aqui também andamos assim. Muito mais emotiva. Desde que ele nasceu que tenho um.medo enorme da morte, de me acontecer alguma coisa é nao acompanhar o crescimento do meu bebé. Em relação a bebés ando péssima, houve uma rapariga de ca que teve o bebe em casa na banheira sem qualquer auxilio pois diz que não sabia estar gravida. Entretanto ela nao amamentou o bebé e parece nao se preocupar muito, eu mesmo sem conhecer chorei que me fartei, so falava em querer amamentar aquele bebé, em querer acarinhar o bebê porque a mãe nao o fazia.... Houve outra situação de uma prima que esta fora e teve uma menina e fez vídeo chamada comigo, ouvir o choro da bebé deixou me tão mal mas tão mal que nao parei de pensar nela toda a noite, fiquei com aquela vontade de querer estar la para conseguir socorrer a bebé, pois ela nao a estava a conseguir acalmar nem estava com muita paciência... Enfim, entre tantas outras coisas que me deixam super emotiva e frágil... O que mudou também que nao tem a ver com a parte emotiva e aquela sensação que deixei de ser eu, deixei de ser a Andreia e agora sou apenas a mãe de um bebe e dona de casa.. Esta é a pior parte, pois deixa de haver tempo para pensarmos um pouco mais em nós, um dia em casa de pijama que como eu chamo é a roupa de mãe 😅 pois é a forma mais prática que tenho para estar em casa com ele e poder amamentar e estar confortável. Apesar de amar ser mãe e adorar estar com ele 24 sobre 24h acabo por me sentir um pouco mal comigo mesma porque nao tenho tempo para mim, parece que nao tenho 24 e sim quase 50 anos.mas acredito que é so uma fase... Sem relação ao corpo também foi ddifícil, foram 21kg a mais mas ja foram todos embora, esta semana pesei me e ate ja foram mais 2... Mas Não fiquei com o corpo de antes. Fiquei com umas pequenas estrias na barriga, a barriga um pouco mais mole, e as curvas nao são as mesmas. Mas também nasceu a 4 meses ainda tenho um caminho a percorrer para tentar fazer o melhor , porque podemos nao voltar ao de antes mas podemos procurar nos fazer sentir bem e aceitarmos o.novo corpo que na verdade trouxe nos o melhor das nossas vidas.

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Tenho muito medo de morrer, tudo o que sejam histórias tristes de mães e filhos fico comovida. Fiquei mais desconfiada, se a minha filha estiver doente vou confirmar se tomou a medicação certa durante o dia e todos os dias quando lhe vou dar banho faço uma pequena "vistoria".

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

Eu noto que ando sem paciência, principalmente no trabalho. Parece que ainda estou muito focada no bebé.

Sobre CatiaS_S

Agosto 2016: Vamos tentar ter um filhote!
Set-Out 2016: Consultas, exames, análises; Folicil e Yodafar
Novembro 2016: Começam os treinos
10 Maio 2017: Positivo ao 5º ciclo Espertalhão
DPP: 11 Janeiro.....e se não quiser nascer, indução marcada para dia 17...
http://outroblogsobrematernidade.blogspot.pt/

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

Eu noto que ando sem paciência, principalmente no trabalho. Parece que ainda estou muito focada no bebé..
.
Ah, e aqui além do medo da minha morte, também tenho medo do marido morrer.

Sobre CatiaS_S

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CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

Eu noto que ando sem paciência, principalmente no trabalho. Parece que ainda estou muito focada no bebé..
.
Ah, e aqui além do medo da minha morte, também tenho medo do marido morrer.

Sobre CatiaS_S

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fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

CatiaS_S escreveu:
Eu noto que ando sem paciência, principalmente no trabalho. Parece que ainda estou muito focada no bebé.

Sem dúvida, por aqui igual. Antes de ser mãe às vezes vinha para casa a pensar em assuntos de trabalho, agora assim que saio a porta desligo logo o botão 😀

micaela lourenco -
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Desde 31 Dez 2015

Dormir uma noite seguida! Dormir até as 10h da manhã e a noite toda😜sem acordar todos os dias às 5h da manhã como um relógio suíço . Sentar no sofá e ver um filme do princípio ao fim.. Ui ui era uma lista enorme..
Ter mais no trabalho.. Sinceramente não tenho grande paciência ultimamente.. Só tenho férias em Agosto pk a Ama não está já não sei o que descansar à 16 meses e 13dias.. Tadoro ser mãe é gosto muito de ter a minha filhota mas à dias que precisava descansar um pouquinho mais
👀😝😁
O meu corpo está igual.. Só a minha vagina é que ficou um pouco diferente de resto o corpo está igual.. Beijinhos

1°iiu 8/3/2017
20/3/2017 POSITIVO
1º eco+consulta 13 Abril
próxima eco 19/8/2017

micaela lourenco -
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Desde 31 Dez 2015

*ter mais paciência no trabalho

1°iiu 8/3/2017
20/3/2017 POSITIVO
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próxima eco 19/8/2017

carlabrito -
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Desde 30 Maio 2017

Estou muito mais calma na vida. Nao tenho pressa de nada. Passei a saber esperar.
Canalizo muito as minhas energias e forças. Apenas para o que é realmente importante e para quem é realmente importante.
De resto, estou nem ai.
O facto de nunca ter dormido mais depois das 8h da manha custa. Muito sono!
Mas ainda assim nao me posso queixar porque ele dorme a noite toda sem pestanejar.
Tb estou muito mais sensivel para os problemas das pessoas, sejam bebes, crianças, adultos ou idosos. Mais sensivel as crises sociais.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Agora ao ler os vossos relatos constato que de facto também só tenho paciência para a bebé, o resto não ligo mesmo. Ainda recentemente houve uma crise no trabalho, o possível despedimento de uma pessoa que imagino se sair possa criar grande mossa na empresa, noutros tempos acho que teria ido para a cama moer isso, desta vez só pensei para mim que ninguém é insubstituível e tudo se resolve… E também estou muito mais desatenta com tudo, menos com a bebé em que estou sempre com as antenas naquela frequência…
As noites… Apesar de a minha bebé dormir bem, tem um sono agitado e se perde a chupeta chora… Então há muitos meses que não sei o que é dormir toda a noite, mesmo que seja acordar ao de leve.. E mesmo ao fim de semana o mais tardar às 07:30 acorda para beber leite, mesmo que uma horita depois já esteja de novo a dormir, não é a mesma coisa. Noto que envelheci também… O cabelo que me caiu nasceu todo branco!!! O peso como foi pouco recuperei bem mas a barriga continua mole e descaída, mas nisso mea culpa, tenho feito zero para reverter… E de tudo tudo tudo, o que mais me incomoda é mesmo a emotividade… Gostava de me conseguir controlar mais e simplesmente não consigo.

Anete Silva -
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Desde 06 Fev 2019

Oh Diana estou como tu, passei a ser muito mais emotiva e não gosto disso também, tudo me impressiona e passei a ter muito medo de coisas que antes não tinha, por exemplo ganhei medo a andar de carro, tenho medo de um acidente, seja eu sozinha ou com a minha bebé, tenho mais medo de doenças, eu que me considerava tão destemida e forte agora acho que sou fraca...
Sinto muita falta de tempo sozinha, acho que tenho muito menos tempo e espaço para mim, agora parece que sou mãe e para além da minha filha que adoro ter a tempo inteiro na minha vida parece que tenho a família inteira sempre à perna...
Acho que estou mais irritadiça, menos paciência para tontices, para futilidades, para complicações... paciência só tenho para a minha filha...

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

O pior é que achava, na minha ignorância que ia ser uma mãe muito cool e despreocupada… Que os filhos são para o mundo e mimimimimi e depois tornei-me uma mãe galinha que quer estar sempre de olho na cria e não lhe pode pousar uma mosca. Paga-se tudo, e tornei-me naquilo que criticava. Agora penso 457481657 vezes antes de julgar o que quer que seja, porque uma pessoa não sabe mesmo ao que chega À espera

Anete Silva -
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Desde 06 Fev 2019

É mesmo isso!! Também achava que ia ser uma mãe super cool! Nada disso, no primeiro ano então era super galinha, depois lá melhorei um pouco e acho que vou melhorando conforme vai crescendo mas nada descontraída como pensava! Às vezes acho que aproveitei pouco estes primeiros 2 anos, passei mais tempo stressada e a complicar do que propriamente a aproveitar...

Ansha -
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Desde 13 Abr 2016

Tb noto que envelheci e a ver fotos, fico com essa certeza 🤣
Da falta de dormir nem falo pq é mt mau e já levo 3 anos de privação de sono. Mesmo este novo bébé não sei pq acorda de 2 em 2h para mamar. Não se percebe pq de dia mama de 3 em 3h 😥
E ao contrário da maioria de vocês às vezes falta-me a paciência para as crias, infelizmente!

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Eu sou um poço de paciência mas há dias que me sinto esgotada e aí também me falta a paciência. Quando era mais bebé nem tanto mas agora com as birras e sempre a complicar tudo confesso que me apetece ir à rua mandar dois gritos.
Também envelheci, estou a ficar cheia de cabelos brancos, apareceram-me varizes, antes tinha a barriga lisa e agora é flácida, o umbigo saiu para fora e assim ficou Preocupado

AndreiaSPA -
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Desde 28 Maio 2012

Olá mamãs!
Bom eu também não sou exceção. Mudei...mudei bastante!
Tenho medo de morrer, e ele ficar sem mãe que precisa muito… Aliás vou dar um exemplo, quando ele tinha 4 meses (tinha começado a comer a papa há 2 dias), tive de ser internada, com uma apendicite aguda, com peritonite, e no meio daquela loucura de dores que tinha (estava meio alucinada), só dizia: "ai o meu filho", e depois de me darem um "sussega leão", lá me vieram dizer que tinha de ser operada, então comecei a chorar compulsivamente, e a Doutora dizia, mas é uma cirurgia simples, e eu dizia, não tenho medo da cirurgia, estou com medo que me aconteça alguma coisa, tenho um bebé de 4 meses em casa, e ela responde: "EU sei"! lololo! Parece que era só o que eu gritava!
Bom aparte disto, passei para enésimo plano, primeiro vem ele, depois ele, depois ele, depois o marido, e só lá mesmo no fim venho eu!
Fico completamente transtornada com ele tem alguma coisa, tenho pavor que tenha alguma doença má!
E sim ando no limiar do cansaço extremo, é muito trabalho no trabalho, e depois em casa, o marido ajuda, mas faz turnos, e o pequeno é mãe, mãe e mãe para tudo… Ainda ontem estive a passar a ferro até há 00:15, a hora que consegui me sentar no sofá desde que saí do trabalho às 18:00! Tratar da casa...Enfim…E depois os stresses de fazer xixi e cócó no bacio, as birras quando não quer comer, quando só faz fitas (quase todos os dias!).
Sinto que a relação´"física" com o marido também está um pouco mais calma, também não há tempo. E o facto de ser mãe, "estragou-me" o colo do útero fiquei com uma lesão e estou em tratamento. Enfim é o melhor do mundo, mas esgota-nos a energia toda! Mas se tiver que ser assim para que ele seja saudável e feliz, que assim seja!
Desculpem o testamento!

2 IIU no HSM; A caminho da FIV-IVI(exatamente 5 anos depois, será agora?- SIM FOI AGORA!!!!!! )
Porque o que não nos destrói, torna-nos mais FORTES!

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

Eu nem é tanto o sair do trabalho e já não pensar nisso, é mesmo o ainda estar no trabalho e não ver a hora de sair 😅. Estou com medo de voltar aos horários completos e ao turnos e às horas extra (vá, horas extra nocturnas que infelizmente horas extra é o que eu tenho feito mais). Dou muito mais valor ao tempo para nós fora do trabalho. Sempre pensei que era sortuda por sair às 19 e agora vejo que para quem tem bebés continua a ser um horário terrível. E o meu nem se deita muito cedo!
Mas mesmo assim não era capaz de ser mãe a tempo inteiro. Lá está, também não tenho paciência para aturar birras o dia todo, nem energia para o acompanhar, nem lhe sabia providenciar momentos didáticos.
Dormir a noite e toda, isso é o quê? Vá lá, tenho conseguido alguns dias dormir até às 9h, estou a ver que já é muito bom

Sobre CatiaS_S

Agosto 2016: Vamos tentar ter um filhote!
Set-Out 2016: Consultas, exames, análises; Folicil e Yodafar
Novembro 2016: Começam os treinos
10 Maio 2017: Positivo ao 5º ciclo Espertalhão
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Ifam -
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Desde 04 Set 2015

Também fiquei muito mais emotiva, o corpo mudou muito e os quilos a mais ainda cá estão, cabelos brancos muitos e estou numa fase em que a paciência ao final do dia não abunda... O mais velho é mamã para tudo, pode ser o papá a fazer as coisas mas a primeira palavra que lhe sai é sempre mamã... Tenho comentado com o meu marido que estou mesmo a precisar de umas horas de adulto, desligar um bocadinho da mãe e ser só eu.. Quase nem na casa de banho consigo ter uns minutinhos sem o mais novo chorar ou o mais velho vir ter comigo! Ansha, como te entendo, a privação do sono é terrível, o meu mais velho até aos 2 anos acordava de hora em hora, foi terrível! E mesmo quando começou a dormir, eu acordava, o chip já estava de tal forma formatado.. Agora o pequenino não acorda tanto, dorme um primeiro soninho bom, depois de acordar a primeira vez é que já só faz as 3h... Mas muda tudo, as prioridades, as rotinas, sou um pouco stressada com isso mas o meu filho mais velho quando saímos um pouco da rotina principalmente da hora de dormir fica logo desnorteado... A relação com o marido ressentiu-se muito em determinada altura, eu estava sempre hiper cansada, quando o filhote dormia eu só queria paz e sossego, esqueci-me muito dele, e ele tinha muitos stresses no trabalho e quando chegava e eu precisava que ele estivesse com paciência para me libertar um pouco a mim,acabava por ter de gerir as birras dos dois! Mas sentámos, falámos, ele procurou ajuda médica por início de depressão, eu comprometi-me a mudar e cá estamos, bem melhores mas levando um dia de cada vez! Na minha experiência, o mais velho foi um bébé relativamente fácil, o mais novo também é, desafiante é agora esta fase do mais velho, depois dos 3 anos tem sido um desafio constante e um desgaste muito maior!

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Está a ser fantástico ler os vossos testemunhos! Porque uma pessoa acha sempre que está muito mal, mas depois dá valor porque afinal há quem esteja pior. Eu confesso que tenho imenso medo de ficar doente e não poder cuidar dela, a paranoia é assim ao nível de eu ter decidido que não tenho outro filho enquanto esta não tiver entendimento porque não quero ter que a "abandonar" para ficar nos hospital… Quanto ao medo que ela tenha algo grave, tenho pavor mesmo, mas procuro não pensar nisso. No início ficava logo em pânico com qualquer coisa, agora tento ser mais relaxada. Mas tenho imeeeeeeeenso medo que agora que começo a introduzir os sólidos se engasgue, a nóia é tanta que ainda há dias estive para me inscrever num curso de primeiros socorros pediátricos, porque na teoria sei fazer a manobra mas assim podia treinar na prática… Enfim, absolutamente sem noção.

Por sorte chego a casa pouco depois das 17h, consigo ter tempo para ela, jantar cedo, ver tv… As arrumações negligencio muito mais, agora numa semana dedicamo-nos às limpezas, ne seguinte só limpamos onde passa a procissão… Se tiver mais filhos acredito que terei que contratar alguém, o que depois me condiciona outros gastos, como as férias, e por falar em férias, olhem bem outro histerismo de mãe de primeira viagem:
Tinhamos ideia de fazer uma viagem de verão das boas, com voo transatlântico porque a bebé não tendo 1 ano disponibilizam berço a bordo, não paga nada, faz grandes sestas, tudo auspicioso nessa altura, como a ideia era praia ficamos confinados a dois destinos: Brasil e Cuba que são os que têm cuidados de saúde privados muito bons, e sabemos que em caso de necessidade tínhamos bons hospitais e cuidados para recorrer… Cuba está inflacionadíssimo e então marcamos para salvador da Baia… entretanto li que a OMS aconselhava a vacina da febre amarela por causa de um surto, e li que não se deviam vacinar crianças com essa vacina até aos 9 meses… Embora na altura a minha filha tenha 10, cancelei logo tudo, porque sei lá, se é perigoso tomar com 9, quem me garante que os 10 fazem assim tanta diferença?! Conclusão, alto prejuízo porque estava mais de metade paga… Fomos ao pediatra, expus a situação e ele disse que tinha sido desnecessário… Primeiro porque não íamos para a zona endémica, segundo porque aos 10 meses a vacina é segura como outras que ela já tomou… Agora ativei um seguro de cancelamento com a justificação da vacinação mas sem grandes esperanças de ser ressarcida… Isto para terem noção de como parece que emburreço e me precipito em tudo o que o meu radar de mãe ative como possível ameaça. A sorte é que o meu marido não se passa muito com estas coisas e consigo argumentar mas no fundo sei que exagero.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Ah, e a parte da relação com o marido… Tem sido um pouco negligenciada é verdade… Tem fases melhores, outras piores, mas tento sempre nem que seja um bocado em esforço não deixar que as coisas tornem proporções difíceis de contornar… Tenho amigas que chegaram a estar mais de meio ano sem terem relações… Acho que às vezes esses afastamentos criam mossas difíceis de reparar e tenho em mente que é importante mantermos uma vida sexual ativa, mesmo que muitas vezes a líbido esteja lá longe… Mas sim, não é fácil Ups!

Anete Silva -
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Desde 06 Fev 2019

Se me permites acrescentar Diana quanto à relação com o marido não é só a parte sexual acho que é preciso manter a relação, os momentos a dois, momentos de adultos, conversas de crescidos e assuntos em comum, é preciso conviver muito, carinho, afecto, programas divertidos... faz-me confusão quando oiço casais que desde que tiveram filhos fazem tudo, absolutamente tudo com os filhos presentes, acho essencial um jantar a dois, uma ida ao café com amigos, conversar os dois, estar agarrados, passear, ir à praia os dois se não trabalhamos essa parte passamos a ser parceiros somente em tarefas relacionadas com filhos e com a casa.
Conheço casais que falam um com o outro só sobre logística dos filhos, conheço muitos casais que se separaram com o argumento que a chama acabou mas o que descrevia era isso mesmo tudo passou a ser filhos e casa, nada mais... é preciso mandar mensagens românticas, picantes, cartas de amor, dar prendas, passear de mão dada, cinema, rir juntos, ter amigos em comum, dançar, divertir-se e para isso depois de ter filhos é preciso um esforço, é preciso arranjar logística e é preciso muitas vezes encontrar disposição mas é essencial.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Anete Silva escreveu:
Se me permites acrescentar Diana quanto à relação com o marido não é só a parte sexual acho que é preciso manter a relação, os momentos a dois, momentos de adultos, conversas de crescidos e assuntos em comum, é preciso conviver muito, carinho, afecto, programas divertidos... faz-me confusão quando oiço casais que desde que tiveram filhos fazem tudo, absolutamente tudo com os filhos presentes, acho essencial um jantar a dois, uma ida ao café com amigos, conversar os dois, estar agarrados, passear, ir à praia os dois se não trabalhamos essa parte passamos a ser parceiros somente em tarefas relacionadas com filhos e com a casa.
Conheço casais que falam um com o outro só sobre logística dos filhos, conheço muitos casais que se separaram com o argumento que a chama acabou mas o que descrevia era isso mesmo tudo passou a ser filhos e casa, nada mais... é preciso mandar mensagens românticas, picantes, cartas de amor, dar prendas, passear de mão dada, cinema, rir juntos, ter amigos em comum, dançar, divertir-se e para isso depois de ter filhos é preciso um esforço, é preciso arranjar logística e é preciso muitas vezes encontrar disposição mas é essencial.

Estou de acordo, peco um bocado porque (também a minha filha ainda é bem pequena) mas ainda não a deixamos com ninguém para ir fazer nada… Só trabalhar mesmo. Mas a verdade é que ela é tranquila e muitas vezes consigo jantar nas calmas com o meu marido enquanto ela dorme no quarto… Continuamos a ir imenso jantar fora, mas com ela também. Os amigos vêm cá a casa, mantemos a rotina dela e adormece, coloco na cama e continuamos nós com as visitas… Também conversamos sempre muito, assistimos a séries juntos na mesma… Ainda domingo ela dormiu uma sesta grande e vimos um filme os dois… Trocamos sempre mensagens na hora de almoço. Ainda não sinto que por aí estejamos muito lesados, na verdade gostamos imenso de passear com ela, pomos de parte a hipótese de viajar sem ela porque queremos que se habitue e queremos criar memórias com ela… Por exemplo, vamos celebrar o nosso aniversário de casamento com uma viagem com ela… Porque sinto que agora a família é assim a 3... Se calhar passando mais 1 ou 2 anos vou precisar de mais momentos a 2, mas por agora ainda não… Lá está acho que na nossa relação saiu mais afetada a parte sexual, mas mesmo assim tento não passar certos limites. Sinto que é uma fase em que devemos viver a 3... Mais tarde os filhos crescem, deixam de querer andar atrás dos pais e voltamos à convivência mais a 2, mas por agora estou a gostar de aproveitar a nossa nova pequena família.

Ansha -
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Desde 13 Abr 2016

Anete Silva escreveu:
Se me permites acrescentar Diana quanto à relação com o marido não é só a parte sexual acho que é preciso manter a relação, os momentos a dois, momentos de adultos, conversas de crescidos e assuntos em comum, é preciso conviver muito, carinho, afecto, programas divertidos... faz-me confusão quando oiço casais que desde que tiveram filhos fazem tudo, absolutamente tudo com os filhos presentes, acho essencial um jantar a dois, uma ida ao café com amigos, conversar os dois, estar agarrados, passear, ir à praia os dois se não trabalhamos essa parte passamos a ser parceiros somente em tarefas relacionadas com filhos e com a casa.
Conheço casais que falam um com o outro só sobre logística dos filhos, conheço muitos casais que se separaram com o argumento que a chama acabou mas o que descrevia era isso mesmo tudo passou a ser filhos e casa, nada mais... é preciso mandar mensagens românticas, picantes, cartas de amor, dar prendas, passear de mão dada, cinema, rir juntos, ter amigos em comum, dançar, divertir-se e para isso depois de ter filhos é preciso um esforço, é preciso arranjar logística e é preciso muitas vezes encontrar disposição mas é essencial.

Concordo , e consegui fazer isso com o primeiro filho. Mas ag com dois, está difícil de os deixar pq simplesmente não há ninguém que se atreva a ficar com os dois 🙊
Qd forem maiores irei ter q os dividir com certeza para tirar um fim de semana ou uma semana a dois. Fizemos isso qd o mais velho tinha 20 meses e foi ótimo

Videl86 -
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Desde 18 Jul 2014

Eu mudei muito. Tanto com o 1º como com o 2º. Muito mais emotiva, não consigo agora ver certos filmes7séries se envolver sofrimento de crianças. Logo eu que via os "piores" filmes/séries. Penso que tudo o resto que toda a gente comentou. Quando surge algum problema que ocupa a minha mente, eu acabo sempre por pensar "se não tem como consequência a morte ou o sofrimento dos meus filhos, não é um problema, apenas um contratempo".
Com o crescimento do 1º e o nascimento da 2ª fiquei mais tolerante com certas coisas (não conseguia ouvir bebés a chorar, agora consigo que a minha filha deu-me um treino intensivo lol), era super perfecionista com o meu filho, pensava em tudo ao detalhe e não me desvia, agora não sou tanto assim e aceito que tenho falhas e há dias em que tenho menos paciência para eles e estou bem com isso. Ah também julgo muito menos o próximo, mesmo muito menos. Eu sei que é cliché mas eu acho que ser mãe fez de mim uma pessoa melhor. Mas neste momento já não tenho toda aquela exigência comigo própria, há dias em que penso "pronto, chegamos ao final do dia e estão os dois felizes, de barriga cheia e a dormir numa cama lavada" e pronto isso é suficiente para aquele dia.
Agora claro também me sinto muito mais vulnerável. Muito mais forte também, enfrento qualquer coisa, mas tenho dois grandes "pontos fracos" - sinto que se os perdesse nunca mais teria qualquer força fosse para o que fosse. Mas não os perdendo, tenho força para TUDO.
Diana também cancelei umas férias na véspera e perdi uma parte do dinheiro porque meti na cabeça que não era seguro (íamos ter de passar naquela estrada perto daquela catástrofe dos incêndios de 2017 mesmo no dia desses incêndios).

Sobre Videl86

08 de dezembro de 2014 <3 49,5 cm e 2,920 de amor e doçura <3
13 de dezembro de 2017 <3 47 cm e 2,815 de fofurice e amor <3

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