Madrasta da minha filha esconde-se de mim o q fazer??? | De Mãe para Mãe

Madrasta da minha filha esconde-se de mim o q fazer???

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32 mensagens
DianaPLG -
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Desde 29 Jun 2019

Mamãs e madrastas eu preciso da vossa ajuda e opinião neste tópico, por favor leiam até ao fim. Então eu e o pai dela temos guarda partilhada (daqui a um mês ela passará a ter fins de semana alternados com o pai e a quarta feira smp) mas eu deixo-o levar a menina noutros dias também. Acontece que ele tem uma namorada há pouquíssimo tempo com quem ele está a viver agora, e eu disse-lhe que gostava de conhecê-la, e ele disse-me que ela ainda não estava pronta para tal. E eu fiquei tipo "e então quando é que vai estar????". Mandei-lhe uma mensagem bastante amigável e tentei adicioná-la nas redes sociais e o pai da minha filha veio todo chateado dizer-me para eu parar de adicioná-la e tentar falar com ela que eu vou conhecê-la quando a ele lhe apetecer. Enfim, deixei passar, até que comecei a notar coisas estranhas. Por exemplo, muitas vezes quando ele vem de carro trazer a menina estaciona o carro super longe da porta, e eu sei porque é: porque ela vem no carro e não quer olhar para a minha cara. O ódio dela é assim tanto que uma vez a minha filha até apanhou CHUVA porque ele teve de estacionar o carro sabe-se lá onde para ela não olhar para mim! E eu tenho estado a aguentar e a engolir sapos destes mas qualquer dia eu explodo! Se ela não me quer ver, porque é que ela vem????? ela que tivesse ficado em casa! e ainda há mais. Ontem ele veio buscar a menina de tarde, às 16:30h quando tínhamos combinado às 10h mas ele foi smp mudando a hora pq isto e aquilo, e a minha mãe não sei porquê pôs-se a espreitá-lo pela janela e disse "Ele foi para cima e depois para baixo, o q é q ele está a fazer?" , e eu a rir-me disse "ai mãe sei lá, deixa o homem deve-se ter enganado no caminho" e ela virou-se "ele vem com uma mulher muito jovem, parece menor de idade!!!" e eu fui lá ver e não podia acreditar no que eu via. A miúda (digo miúda porque ela parece uma criança tanto de atitudes como de aparencia pelo menos ao longe) tava escondida á porta de outro prédio à espera dele!!!!! Que ridícula!! Ou seja, eu calculo que ela faça isto todos os dias cada vez que vem passear com o pai dela, ela esconde-se sabe-se lá onde, sabe a minha morada, o meu nome completo de certeza, outras coisas sobre mim, e eu não sei nada sobre a mulher com quem a minha filha vai viver muito em breve!! Acho isso super injusto e uma falta de respeito!!!!
Isto preocupa-me principalmente pq esta mulher não me conhece de lado nenhum e já tem um ódio/ciúmes tremendos de mim, o que pode afetar bastante a minha relação com a minha filha no futuro!
O que acham sobre isto?? como é que vocês iriam reagir na minha situação??

Marina4 -
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Desde 15 Maio 2016

Acho que está obcecada com a rapariga.. ignore, não precisa de a conhecer, imagine que ele arranja outra daqui a seis meses, vai desgastar- se de cada vez?

MC- Açores 2 -
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Desde 22 Ago 2019

Olá Diana...
De onde tirou a conclusão que a rapariga sente " ódio" por si?
O fato de ela não querer contacto consigo não significa que tenha ódio ou ciúme doentio de si...
Ela não quer relacionar- se consigo não force! Simplesmente respeite o espaço da outra pessoa!
Você tem que confiar plenamente é no pai da menina não na namorada! Ele é que é o progenitor e a guarda é dele, ponto.
Essa relação pode até nem dar em nada, pode nem sequer ser nada sério... O que é que lhe acrescenta na sua vida ter a namorada do seu "ex" adicionada às suas redes sociais?? Vai contribuir alguma coisa para o seu progresso e crescimento pessoal?!
Sinceramente não creio!
Separe as águas, respeite a bolha do próximo. No entanto, não invalida que fale com o pai da menina e que exponha os seus receios. Acho que deve partilhar com ele o que sente face á relação da menina com a namorada do pai. Ele não tem sido bom pai? Dá-lhe motivos para andar ansiosa? Não confia nele? A criança não fica feliz por estar com ele? Não ama o pai?
Foque-se no que é realmente importante, o resto vem a seu tempo se assim tiver de ser!
Deixe fluir.
🤗

MisaL -
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Desde 17 Abr 2019

Acho que está a ver coisas que não existem. Como disse, não a conhece e se não a conhece não faz ideia do que ela sente por si.
Deixe-os andar, quando ela se sentir à vontade logo falam.

chiclete -
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Desde 23 Jan 2016

Parece-me que se sabe número para mandar mensagem e nome para adicionar nas redes sociais até sabe muita coisa...

Não sei a idade da filha, mas numa relação recente dúvido que a namorada vá passar muito tempo na casa nos dias em que ele tem a guarda. Mesmo que passe, se o pai lá está e é responsável não vejo o problema.

Basicamente, relaxe e parem de espiar o ex (a sua mãe incluída). A menos que a rapariga seja literalmente menor de idade, não tem nenhum direito nem dever sobre a vida privada de quem frequenta a casa do seu ex.

Ana1416 -
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Desde 29 Mar 2019

Parece me que está um bocado obcecada...
Onde foi buscar a ideia que a atual namorada tem um ódio e ciúmes seus??
Se é uma relação recente parece me normal que não a queira conhecer se calhar nem sabem onde a relação vai dar.
Preocupa me mais a sua obsessão e da sua mãe já agora do que a namorada do ex.
Relaxe..

Mama do Martim -
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Desde 29 Mar 2010

Já é complicado iniciar uma relação,conhecer pais,filhos e ainda ter de conhecer a ex??? Dê tempo à rapariga e mesmo que ela nunca a queira conhecer é um direito dela.
O meu ex quando arranjou uma namorada a rapariga comecou logo a mandar me mensagens e tentar adicionar nas redes sociais... wtf 🙄 os meus filhos nem iam para o pai e mesmo que fossem o pai que tratasse de os apresentar e de tratar das coisas.

Quando eu comecei a namorar o meu namorado não me pediu para conhecer o pai dos meus filhos,conheceu o passado 6 meses por acaso porque nos cruzamos na praia,mas pronto no meu caso tenho a guarda total e o pai só procura os filhos de ano a ano(e devido a isso só ficou com visitas autorizadas por mim e na minha presença)mas mesmo que ele fosse um pai normal não iria forçar qualquer tipo de "conhecimentos".

Sinceramente não a entendo,nem sei onde foi buscar essa do ódio ou ciúmes... ela é que é a namorada,vai ter ciúmes de quê??? De uma relação que já acabou??

* Martim * 11-11-2008* 3190g e 49,5cm *
* Valentim * 01-12-2013 * 2160g e 43cm *
* Francisca * 15-07-2016 * 2760g e 46,5cm *

Desde 26 Out 2019

Acho , que tem que saber saber separar as coisas... porque uma coisa é saber como ele tratar a filha , outra coisa é querer saber coisas da vida pessoal dele . Não é , por o seu ex , ir buscar a menina ,que você tem que saber da vida dele ou da namorada dele, ou dá-lhe o direito de fazer algum tipo de pressão para conhecer a actual namorada dele ...uma vez, que estão separados e ele vai buscar a vossa filha ...então, você só terá que saber se a menina é bem tratada em todos os sentidos.
Se a namorada do pai da sua filha , não quer conhecê-la (pelo menos , por agora) não vejo mal nisso...está no direito dela ! Acho, que você deve é parar de insistir em conhecê-la e de tentar adiciona-la nas redes sociais... Às vezes quanto mais pressão faz-se às pessoas, pior... E se não conhece a nova namorada do ex , como sabe que ela tem ciúmes/ódio? Não pode apenas ,não sentir-se preparada para a conhecer?
E diz que isso ,pode afectar a sua relação com a sua filha ... Não entendo, onde isso pode afectar a sua relação com a sua filha ... Se souberem, separar as coisas, já é meio caminho, para as coisas correrem bem,para todos... se tem receio que a sua filha fique a gostar mais da namorada do pai do que de si, posso dizer-lhe ,que mãe é mãe e ninguém ,substitui esse amor. Você, tem é que ,continuar a ser uma boa mãe e confiar no seu ex , enquanto pai e tentar que haja diálogo sobre a vossa filha,quando é necessário! Se o seu ex , é um bom pai... Então, relaxe e confie nele.

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Como mãe é do meu interesse perceber o tipo de pessoa com quem a minha filha está a viver e se a trata bem, obviamente. Ponto.
Essas questões das redes sociais é que acho dispensável e o mandar mensagens à mulher mas também não entendo essa atitude de se esconder uma vez que vai levar a criança. Se não quer esse confronto, não vá, simples.
O que eu acho precipitado é você achar que a mulher a odeia e tem ciúmes.

Tita_andrade -
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Desde 17 Abr 2019

Acho que precisam todas de ter um bocadinho mais de calma e empatia.
Se fosse comigo eu também gostaria de saber com quem é que o meu filho iria viver, é uma preocupação natural.
Quanto ao resto, redes sociais e etc, realmente não é a melhor abordagem, as pessoas têm direito à sua privacidade mas Isto não invalida que se apresentem de forma civilizada ambas as partes e que pelo menos saibam quem são.
Caso não seja possível infelizmente não é algo que esteja ao seu alcance resolver.
Esta é apenas uma questão de bom senso.

Mag_M -
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Desde 13 Jul 2018

Bem, eu como mãe penso que teria necessidade de tentar perceber com que tipo de pessoa o meu filho iria morar, sim. Muita necessidade mesmo.
Não a adicionaria nas redes sociais, mas com algum tempo da relação tentaria algum momento de conversa, não sei.
A coisa dos ciúmes deduzo que tenha fundamento em algo que o ex terá dito?!?

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

O meu filho tem uma madrasta há uns 10 anos ou mais e eu nem o nome dela sei.
Por acaso neste caso confiei no meu ex e no seu discernimento de que se ia colocar o nosso filho em contacto próximo com uma namorada é porque ela é confiável. Eu também não lhe admitiria a ele vir tentar meter se no meu relacionamento e tentar conhecer o meu actual namorado.
As crianças conseguem mostrar se gostam ou não de alguém, e a menos que ele mostrasse ter algum problema com ela eu nunca teria o menor interesse na rapariga.
Se ela tem ou teve algum interesse em mim nao quero saber.
Nas redes sociais nem do meu ex sou amiga, quanto mais dela... não tenho mesmo interesse na vida deles.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

Publiquei antes de acabar.
Com isto nao quero dizer que o meu total desinteresse é que é correcto, mas também não acho muito normal querer conhecer, mandar mensagens, ou ligar-se nas redes sociais à nova namorada do seu ex. Já a atitude da madrasta em se esconder e obrigar o pai da menina a estacionar longe também não é muito normal.
A separação é recente?
Parece que estão todos com pezinhos de la uns com os outros!

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Em tempos eu e meu marido já tivemos esta conversa (estamos bem e sem intenção de nos separarmos). Foi "engraçado" porque o receio é recíproco e no entanto ele é um ótimo pai.

DianaPLG -
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Desde 29 Jun 2019

@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

DianaPLG -
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Desde 29 Jun 2019

@Tyta.B é sim, separámo-nos há 2 anos, antes da bb nascer.

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

DianaPLG escreveu:
@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

fmmartins escreveu:

DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.


Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Tyta.B escreveu:

fmmartins escreveu:
DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

fmmartins escreveu:

Tyta.B escreveu:
fmmartins escreveu:
DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.


Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Tyta.B escreveu:

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DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
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2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

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DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.


A criança queixava-se e uma máscara dessas é difícil de manter.
Quem é que consegue andar 7 dias seguidos a fingir ser o que não é? A coisa revela-se facilmente.
E mais uma vez um bom pai consegue definir prioridades.
De qualquer forma de que serveria conhecer a namorada num caso desses? Nao era nesse encontro que ela se ia revelar. Nem ia colocar uma foto nas redes sociais a maltratar o enteado. Portanto eu continuo sem entender bem para quê querer conhecer, mandar sms, ou ser amiga nas redes sociais. É mesmo algo que me ultrapassa.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

Quando escrevi a criança queixava-se queria dizer que daria sinais de que algo não estava bem. Mesmo que não fosse abertamente, iria dar sinais que uma mãe atenta perceberia. Era nesse sentido.
Nós percebemos se o miúdo vai/vem alegre ou triste da casa do pai

Andreissse -
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Desde 13 Nov 2015

Eu teria interesse em saber se a madrasta cuidava e tratava bem da minha filha junto dela e do pai dela. Absolutamente mais nada. Pedidos de amizade, mensagens, apresentações, eu própria iria rejeitar tudo porque não teria o mínimo de interesse em conversar ou conhecer a namorada do meu ex. Ele é que tinha de lidar com ela, não eu!

chiclete -
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Desde 23 Jan 2016

Tyta.B escreveu:

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DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.

A criança queixava-se e uma máscara dessas é difícil de manter.
Quem é que consegue andar 7 dias seguidos a fingir ser o que não é? A coisa revela-se facilmente.
E mais uma vez um bom pai consegue definir prioridades.
De qualquer forma de que serveria conhecer a namorada num caso desses? Nao era nesse encontro que ela se ia revelar. Nem ia colocar uma foto nas redes sociais a maltratar o enteado. Portanto eu continuo sem entender bem para quê querer conhecer, mandar sms, ou ser amiga nas redes sociais. É mesmo algo que me ultrapassa.

Também é o que eu acho. Sinceramente associei o esconder-se ao saber que a ex queria conhecê-la e não estar às vontade com isso. Mas conhecer a namorada não deve alterar nada. A menos que o pai tenha problemas muito graves de discernimento a escolher companhias, mas não parece ser o caso se acordaram partilhar a guarda.

fmmartins -
Offline
Desde 14 Dez 2016

Tyta.B escreveu:

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DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.

A criança queixava-se e uma máscara dessas é difícil de manter.
Quem é que consegue andar 7 dias seguidos a fingir ser o que não é? A coisa revela-se facilmente.
E mais uma vez um bom pai consegue definir prioridades.
De qualquer forma de que serveria conhecer a namorada num caso desses? Nao era nesse encontro que ela se ia revelar. Nem ia colocar uma foto nas redes sociais a maltratar o enteado. Portanto eu continuo sem entender bem para quê querer conhecer, mandar sms, ou ser amiga nas redes sociais. É mesmo algo que me ultrapassa.

Eu admito que me falte experiência numa situação dessas e possa estar a ver mal as coisas mas sendo eu mãe e tentando-me colocar no lugar da madrasta, possivelmente não iamos ser as melhores amigas, tomar café, almoçar juntas e ser amigas nas redes sociais. Agora não me iria esconder e não vejo mal em trocarem algumas informações sobre a criança, uma vez que criança estaria comigo 7 dias. Isso depois também dependerá das pessoas e do civismo das mesmas, certamente, se ambas se respeitarem e não forem intrusivas. É como te digo, só passando por uma situação dessas... eu tenho uma amiga que tem guarda partilhada do filho desde os 2 anos, o miúdo já é adolescente e tem uma relação muito cordial com a madrasta do filho, sempre tiveram.

PatL -
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Desde 18 Mar 2015

Sou madrasta e a minha experiência é verdadeiramente positiva. Não sonhei ter uma relação com alguém que tivesse filhos, no entanto quando isso aconteceu, nunca pensei no meu companheiro (que se tornou marido) dissociado da filha. É complicado entrar numa equação como uma nova variável, porque acabamos inevitavelmente por nos sentirmos um peixe fora de água durante algum tempo. Pensei muitas vezes se estava realmente disposta a avançar, porque receava magoá-los por, de alguma forma, ser uma espécie de intrusa. Os primeiros anos não foram fáceis, dei sempre o espaço que entendemos que era necessário. A dada altura, creio que motivado pelo facto da mãe iniciar uma relação em que, também ela, passou a ter o papel de madrasta, houve uma viragem. Desde aí, posso dizer que eu e a minha enteada (filhota do coração) começámos a criar uma relação de cumplicidade que vai muito além do que alguma vez pude imaginar. A minha relação com a mãe dela é extremamente cordial, não de melhores amigas (não se proporcionou), mas de enorme respeito. Remámos ao longo de todos estes anos com o objetivo comum de fazer o melhor pela filha. Não consigo conceber estar com o meu marido, estando também a delinear um plano maquiavélico para tramar a vida da filha dele.
Neste assunto, como em tantos outros, há que dar tempo.

Sobre PatL

Início-11/11 inexpl. 6 IO 2013/14 cancel
IIU-05/15 cancel; 08/15 cancel
FIV-02/16(SHO) 12 embr; 04/18(SHO) 4 embr
PGT-A-09/19(SHO) 3 eupl
TEC-05/16(-); 09/16(+) grav BQ; 01/17(-); 05/17(+) AE; 10/17(+) AE; 06/18(-); 11/18(+) grav BQ; 02/20(-); 07/20(-) Basta!
http://seiquechegaras.blogspot.com

Mag_M -
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Desde 13 Jul 2018

fmmartins escreveu:

Tyta.B escreveu:
fmmartins escreveu:
Tyta.B escreveu:
fmmartins escreveu:
Tyta.B escreveu:
fmmartins escreveu:
DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
.
2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.

A criança queixava-se e uma máscara dessas é difícil de manter.
Quem é que consegue andar 7 dias seguidos a fingir ser o que não é? A coisa revela-se facilmente.
E mais uma vez um bom pai consegue definir prioridades.
De qualquer forma de que serveria conhecer a namorada num caso desses? Nao era nesse encontro que ela se ia revelar. Nem ia colocar uma foto nas redes sociais a maltratar o enteado. Portanto eu continuo sem entender bem para quê querer conhecer, mandar sms, ou ser amiga nas redes sociais. É mesmo algo que me ultrapassa.

Eu admito que me falte experiência numa situação dessas e possa estar a ver mal as coisas mas sendo eu mãe e tentando-me colocar no lugar da madrasta, possivelmente não iamos ser as melhores amigas, tomar café, almoçar juntas e ser amigas nas redes sociais. Agora não me iria esconder e não vejo mal em trocarem algumas informações sobre a criança, uma vez que criança estaria comigo 7 dias. Isso depois também dependerá das pessoas e do civismo das mesmas, certamente, se ambas se respeitarem e não forem intrusivas. É como te digo, só passando por uma situação dessas... eu tenho uma amiga que tem guarda partilhada do filho desde os 2 anos, o miúdo já é adolescente e tem uma relação muito cordial com a madrasta do filho, sempre tiveram.

Também não tenho experiência no assunto, mas penso igual.

Tyta.B -
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Desde 31 Jul 2015

Mag_M escreveu:

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DianaPLG escreveu:@fmmartins A sério? como assim? Eu nunca tive essa conversa com o pai da bb antes de me separar dele. Só se a guarda seria partilhada e concordámos que sim, mais nada.

Essa conversa surgiu ocasionalmente e sem maldade ou intenção. Acho que é um receio normal nos pais, seja pai ou mãe.

Mas conversaram o quê? Que se acontecesse iriam conhecer os novos companheiros e poder ter uma palavra a dizer?
A mim parece me pouco lógico. Só conhecemos uma pessoa com o tempo, logo estar com alguém 1 ou 2 horas de nada vale. Não o ficamos a conhecer.
A menos que a criança se queixe de alguma coisa não me parece que se deva meter o nariz em algo assim. Isto falando de pais que se interessam pelo bem estar dos miúdos como é óbvio. O meu ex é muita coisa menos boa mas nunca faria o meu filho conviver com uma lunatica ou violenta ou algo assim preocupante. Portanto eu nunca vi necessidade de dizer nada.
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2 anos não é recente. 2 anos foi o tempo que o meu ex demorou a ir viver com a actual companheira. Mas ok. Eu estava tão farta dele que ele até poderia ter ido viver no dia a seguir à nossa separação que me era completamente indiferente.
A mim parece-me que há qualquer coisa mal resolvida de ambas as partes.

Conversamos sobre a hipótese de existir uma separação e na possibilidade de algum de nós encontrar outra pessoa e essa pessoa não ser boa para a nossa filha.

Eu acredito que um pai/mãe que seja realmente interessado no bem estar do filho não consegue ficar apaixonado por quem o trata mal.
Eu não me estou a imaginar a olhar para um homem a ser horrível para o meu miúdo e ter vontade de lhe dar beijinhos...
Se isso acontecer, o pai/mãe também não é bom para a criança.
Foi com esta certeza que nao me preocupei. O pai do meu filho nao está para ter trabalho com o filho mas também não permitiria que alguém fosse mau, perigoso, etc, para ele.

Eu entendo Tyta mas imagina que à frente do teu ex ela era um amor para o miúdo e nas costas um cabra? Do que me lembro vocês não tinham guarda partilhada, certo? Haviam menos hipóteses de estarem a sós. Atenção que eu não estou contra as madrastras/padrastos do mundo, há mães e pais às vezes piores, como há madrastras e padastros bons. E todos sabemos que há crianças que se calam perante as situações por medo/ameaça, etc.

A criança queixava-se e uma máscara dessas é difícil de manter.
Quem é que consegue andar 7 dias seguidos a fingir ser o que não é? A coisa revela-se facilmente.
E mais uma vez um bom pai consegue definir prioridades.
De qualquer forma de que serveria conhecer a namorada num caso desses? Nao era nesse encontro que ela se ia revelar. Nem ia colocar uma foto nas redes sociais a maltratar o enteado. Portanto eu continuo sem entender bem para quê querer conhecer, mandar sms, ou ser amiga nas redes sociais. É mesmo algo que me ultrapassa.

Eu admito que me falte experiência numa situação dessas e possa estar a ver mal as coisas mas sendo eu mãe e tentando-me colocar no lugar da madrasta, possivelmente não iamos ser as melhores amigas, tomar café, almoçar juntas e ser amigas nas redes sociais. Agora não me iria esconder e não vejo mal em trocarem algumas informações sobre a criança, uma vez que criança estaria comigo 7 dias. Isso depois também dependerá das pessoas e do civismo das mesmas, certamente, se ambas se respeitarem e não forem intrusivas. É como te digo, só passando por uma situação dessas... eu tenho uma amiga que tem guarda partilhada do filho desde os 2 anos, o miúdo já é adolescente e tem uma relação muito cordial com a madrasta do filho, sempre tiveram.

Também não tenho experiência no assunto, mas penso igual.


Mas eu tenho uma relação cordial com a madrasta do meu filho. Ela ligou me uma vez para tirar as duvidas com uma medicação que ele estava a tomar. Também chegou a vir busca-lo, sozinha, 2 vezes. Mas eu nunca passei do boa tarde tudo bem aí está o miúdo. Para quê passar disto? Ela nao é minha amiga. A relação que eu tenho com ela é a mesma que tenho neste momento com as irmãs do meu ex. Cordial, sem intimidades. Vejo-a quando calha. E nao ando a enviar sms ou a segui-la nas redes sociais.
Nem o nome dela sei para a procurar sequer, porque realmente não tenho interesse na vida dela. O rapaz gosta dela. É tudo o que eu preciso de saber dela.

XanaCD -
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Desde 13 Jan 2013

Tenho estado a acompanhar este tópico e resolvi tb responder. Tenho lido várias boas respostas e com as quais concordo.
Coloquei-me no lugar da "madrasta" e pensei que se a mãe da criança me tentasse adicionar nas redes socias que me iria passar vários pensamentos pela cabeça e não muito favoráveis. Ia achar estranho no mínimo. Acho que se me fizessem tal coisa até quereria um pouco de distância durante um tempo.
O resto não vou comentar pois não tenho experiência.

Margarida D. -
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Desde 12 Mar 2020

Olá Diana,

Eu como BOAdrasta (carinhosamente tratada como mãe de coração pela minha enteada), ficaria a achar que a mãe dela tinha alguns problemas se me tentasse abordar dessa forma.
Não temos de ser contactos nas redes sociais, até porque só adiciono amigos, coisa que eu e a mãe da menina nunca fomos ou seremos.
Somos sim, cordiais uma com a outra, temos os contactos telefónicos caso aconteça algo e pronto.
A minha enteada é uma criança espectacular, bem resolvida, boa aluna e extremamente feliz. Isto porque ambos os pais, e companheiros se dão bem. Quando há a festa de aniversário, vamos lá a casa da mãe, quando é cá em casa, eles vêm cá, quando fazemos um doce qualquer, enviamos, eles enviam...há normalidade!

Conheci a mãe da menina e o padrasto só passados quase dois anos de relação, num evento escolar e foi tranquilo, sem pressas.

O importante, acima de um padrasto ou madrasta, é o pai ou mãe terem a primeira responsabilidade de escolher alguém que trata os filhos como se fossem seus. E se isso não acontecer, adeus.

Portanto, o melhor é confiar mais, especular menos, e deixar que seja o seu ex companheiro e a rapariga a deciderem a melhor altura para travar conhecimento.
Ninguém odeia quem não conhece, mas é extremamente difícil conhecer a ex mulher ou marido da pessoa com quem estamos, o maior medo está na rapariga...não em si. Pense nisso.

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