Guarda de recem nascido | De Mãe para Mãe

Guarda de recem nascido

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amulherdolaço -
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Desde 09 Out 2015

Bom dia mamãs. Preciso das vossas opiniões e caso tenham um caso similar que possam elucidar.

De um breve namoro de meses, fiquei gravida. Quando descobri a gravidez, já tinha terminado o namoro. Desde o inicio da gravidez, o meu ex-namorado pressionou-me para vivermos juntos, mas face a ele não reunir condições financeiras e querer viver na minha casa, não aceitei. Neste momento, estou a poucas semanas do bebe nascer e ele disse que não vai registar o bebe, nem visita-lo e nem contribuir com um centimo, até irmos a tribunal.

Também referiu que quer ficar com a bebe na minha ausencia, mesmo esta estando a ser amamentada em exclusivo e eu disse que não podia. Ele respondeu-me que eu enchesse biberões de leite e lhe desse. Também disse que vai pedir a tribunal ficar com guarda partilhada, isto é, o bebe viver uma semana comigo e outra com ela.
Alguem pode esclarecer se isto é possivel, ou se alguem conhece algum juiz que tenha aceite um bebe de poucos meses, estar ausente da mae e esta ser obrigada a tirar o leite para biberões para dar ao pai, só porque este não quer estar com o bebe na presença da mãe? E um juiz pode conceder guarda partilhada, mesmo que a mãe recuse, e mesmo que o pai, nem quis registar o bebe nem ve-lo mesmo por insistencia da mãe? Desde já agradeço as vossas opiniões.

Danb -
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Desde 11 Nov 2015

Pelo que sei enquanto a bebé estiver a amamentar ninguém lhe pode tirar de ao pé da mãe... ele, sendo pai, tem o direito de a visitar num dia estipulado pelo tribunal nesse tempo... só depois da bebé não amamentar em exclusivo é que poderá haver a guarda partilhada.. mas é assim, é melhor procurar um advogado para a representar para que tenha direito a todos os seus direitos e da sua filha.. melhor que ninguém saberá ajudá-la..

Terão de ir a tribunal para regular o poder paternal, onde vão estabelecer as visitas, com quem a bebé passa as férias, etc.. e se o pai estiver a trabalhar (legalmente) ficará, também estipulado o valor da pensão de alimentos, e penso que há outras despesas que o pai tem de pagar a meias com a mãe (mas não tenho a certeza)... Não deixe as coisas andarem, procure já resolver essa situação e contacte um advogado..

amulherdolaço -
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Desde 09 Out 2015

Obrigada Danb pela opinião. eu já tenho advogado e segundo ele, o bebe enquanto amamentar em exclusivo tem que ficar comigo e as visitas tem que ser na minha presença, e dificilmente será concedida a guarda partilhada.

No entanto, gostaria de saber outras opiniões. A ver se algum juiz concedeu guarda partilhada quando um dos progenitores não esta de acordo e o progenitor que solicitou a guarda partilhada, não querer registar o bebé, apenas com ordem de tribunal e recusar visitar o bebe na maternidade/ casa por insistencia da mãe.

Isinha87 -
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Desde 06 Fev 2016

Aconselho-te a falares com um advogado e entrares logo com o processo para ficares com a guarda da tua filha antes que ele o faça.

Em relação às tuas duvidas, não te sei responder pois cada caso é um caso e nada melhor que um advogado para te esclarecer, mas posso-te dar o meu testemunho.

Eu tenho a guarda integral da minha filha, o pai dela sempre me ameaçou de que me retirava a menina se eu o deixa-se e por medo fiquei com ele por 7 anos, até não aguentar mais e entrar numa depressão profunda.

Separei-me do pai dela (não éramos casados) e entrei com o processo para regular o poder paternal sobre ela, nessa altura eu não tinha trabalho, vivia do rendimento mínimo e da bolsa de estudos, mas não pagava casa nem despesas de agua e luz pois vivia na casa que pertencia ao meu avô. No tribunal ele acusou-me de ser maluca pois eu tomava medicação e era seguida por um psiquiatra e uma psicóloga , disse que eu não tinha capacidades psicológicas para cuidar da menina e que ela estava em perigo comigo (ela tinha 7 anos), etc... Eu nada falei, nada desmenti a mando do meu advogado, conclusão, tenho a guarda total da minha filha desde 2012, mudei de cidade, hoje não sofro mais de depressão, tenho um bom trabalho e boas condições para cuidar dela, vivo com ela e com o meu companheiro,um homem 5 estrelas que a trata como uma filha, melhor que o pai dela alguma vez fez.

Deixo-te o meu testemunho muito, mas muito resumido, para que compreendes que mesmo que a mãe não tenha as melhores condições, desde que a criança não passe mal, não seja negligenciada nem sofra maus tratos a mãe e tem sempre prioridade.

Se precisares de falar melhor comigo contacta-me por mensagem privada que tentarei te ajudar da melhor forma possível

Não cruzes os braços nem deixes o medo te dominar e impedir de lutar pelos teus direitos.

Beijinhos

Sobre Isinha87

Blog: https://palavras-ao-anoitecer.blogspot.com/

* Positivo: 16/06/2003 (às 12 sem.) ♥ Nasceu a 30/12/2003 Apaixonado .
* Inicio dos treinos: 19/07/2015 (2 anos de treinos sem sucesso e encaminhada para as consultas de apoio à fertilidade que nunca frequentei)
* Positivo Milagre: 18/10/2019 ♥

Benimamy -
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Desde 21 Mar 2016

Olá mamã
Tenha calma e não se enerve.
O pai é obrigado a dar o nome e pensão de alimentos à bebé.
O que vai acontecer é que quando registar a bebé, se o pai não estiver presente e concordar não lhe vai poder colocar o nome do pai e como em Portugal é proibido por lei haver filhos de pai incógnito, a conservatória do registo civil é obrigada a comunicar essa situação e envia o processo para a o ministério público. Depois disso a mãe vai ser chamada para indicar o nome do pai e o pai é chamado depois para dizer se perfilha ou não a bebé. Se ele disser que sim, o tribunal ordena que seja colocado o nome do pai no registo de nascimento, se o pai disser que não o tribunal ordena que seja feito o teste de paternidade e depois disso sendo positivo o pai é obrigado a dar o nome à bebé.
Depois desta fase tem que dar entrada do processo de regulação das responsabilidades parentais em tribunal e aí se vai decidir a guarda e a pensão de alimentos.
Não conheço nenhum caso em que o juiz tenha ordenado guarda partilhada para um recém nascido. Um recém nascido que se alimente exclusivamente de leite materno precisa da mãe por perto e por isso fins de semana com o pai nessa fase são complicados. No entanto se não tiver alimentação exclusivamente a leite materno, logo desde meses é possível passar fins de semana com o pai.
Quanto à guarda partilhada sei que nem todos os juízes concordam com ela, mas aí vai depender do juiz que lhe calhe e da forma como o processo correr, sendo que o pai se não assumir já tem um ponto contra, porque não se mostra interessado logo desde início.
Sei de juízes que estimularam fins de semana com o pai logo aos 6 meses do bebé, porque aí já não se alimentam exclusivamente de leite materno, mas pode pedir para que seja só a partir de um ano de idade da bebé.
Se tiver que chegar ao ponto de ir a tribunal e não haja acordo entre vocês, prepare um acordo que você ache justo para ambos e proponha esse acordo ao juiz.
Mas lembre-se que o juiz deve decidir sempre a pensar no superior interesse da bebé, que inclui passar tempo e conhecer o pai e a família paterna. Mas o pai também tem obrigações que incluem dar o nome e prover o sustento da filha

Sobre Benimamy

A minha princesa chegará em breve .... Sorriso Sorriso Sorriso
Já és tão amada meu amor
Sorriso Sorriso Sorriso Sorriso

amulherdolaço -
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Desde 09 Out 2015

Obrigada mamãs pela opinião. Eu já tenho advogado e segundo ele, o bebe enquanto amamentar em exclusivo tem que ficar comigo e as visitas tem que ser na minha presença, e dificilmente será concedida a guarda partilhada, pelo menos em tenra idade.

No entanto, gostaria de saber outras opiniões. A ver se algum juiz concedeu guarda partilhada quando um dos progenitores não esta de acordo e o progenitor que solicitou a guarda partilhada, recusou registar o bebé, apenas com ordem de tribunal e recusa visitar o bebe na maternidade/ casa por insistencia da mãe. Sei que ele não quer é ter custas com o bebe, e a questão de não querer perfilhar a filha apenas com ordem de tribunal é para não assumir as responsabilidades monetárias. Aliás ele ja mo disse por telefone, que não regista o bebé para me castigar. Mas infelizmente, não tenho provas, é a minha palavra contra a dele.

Benimamy -
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Desde 21 Mar 2016

Mamã,
Não conheço nenhum caso em que um juiz tenha estipulado guarda partilhada em tão tenra idade, para além disso, a guarda partilhada normalmente só é atribuída quando ambos os progenitores estão de acordo, que não me parece ser o caso.
Além disso, o pai com essas atitudes só se está a prejudicar a ele próprio num futuro processo de regulação das responsabilidades parentais.
Siga os conselhos do seu advogado, e entre você logo com o processo de regulação, pedindo visitas acompanhadas pela mãe até 1 ano e a partir daí fins de semana de 15 em 15 dias com o pai e um dia por semana jantar com o pai.
Tenha atenção aos períodos de férias, natal, pascoa, ano novo, dia do pai, dia da mãe, dia de aniversário da bebe, etc... mas como lhe disse o seu advogado deve orientá-la nesse sentido e siga os seus conselhos.
Tenha calma e não se enerve, não me parece que juiz algum estipule guarda partilhada de um recém nascido, ou de uma criança com pouco idade

Sobre Benimamy

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Desde 13 Set 2012

Olá querida...

Não conheço o pai do seu filho e, por isso, vou excusar-me a fazer-lhe quaisquer críticas ou julgamentos. Vou no entanto basear-me no que escreve, partindo do princípio que é tudo absolutamente verdade.

Nenhum homem pode recusar-se a registar um filho, sem que tal atitude tenha consequências; Ou seja, ele recusa e você, no ato do registo, apenas se limita a dizer que o filho é seu e daquela pessoa. A seguir o ministério público ou outra entidade competente, instaura um processo de averigoação de paternidade e aí já não é consigo, mas sim com o pai, que terá que responder por isso.

De qualquer modo, ele já começa mal. como é que alguém que afirma querer ficar com o filho, se recusa a registá-lo? Em fim...

Por outro lado, o pai, e você também, têm muita falta de informação e por isso aconselho-a vivamente a munir-se de toda a informação que puder. Nenhuma criança com menos de 2 anos é forçada a passar noites fora de casa sem a presença da mãe, a menos que esta, comprovadamente, mal-trate a criança, de forma negligente ou de qualquer outra forma. Portanto, e mesmo que tudo corra pelo melhor, o máximo que será concedido ao pai do seu bebé, é o direito de visita numa parte do dia. Um bebé é um bebé, e os tribunais costumam - e é bom que assim seja, - ter em conta o superior interesse da criança.

Por outro lado, há uma coisa que também a aconselho: não ceda à tentação de usar o facto do seu bebé ser bebé para dificultar o acesso do pai à criança. Isto não tem nada a ver com o pai ou com a necessidade de lhe proteger os direitos, mas sim com o facto dos tribunais não gostarem muito de perceber que as mães se servem dos bebés para aborrecer os ex-companheiros.

tenho uma amiga que é mãe solteira de 2 filhos do mesmo pai. Pelos motivos que você apresenta, ela nunca quis viver com o pai dos filhos, por achar que ele não tinha condições para isso e nem muita vontade de as conquistar. Ele registou os filhos e teria que obviamente lhes dar pensão de alimentos. Ele nunca deu e ela nunca exigiu, pois assim ele também não teve coragem para exigir regulação de poder paternal nenhum. No início ainda visitava com frequência, mas depois do nascimento do 2º bebé, as visitas eram cada vez menos e agora quase são nulas. A minha amiga agradece por isso. Não vê um tostão, mas também não tem chatisse alguma. Nunca o impediu de ver os filhos, mas tambe´m não o chama para que ele os visite. é uma forma de estar na vida, tão boa ou tão má como outra qualquer.

Faça o que fizer, coloque sempre o seu filho em 1º lugar.

Que tudo corra muito bem

Beijinhos e tudo de bom

SMSantos

amulherdolaço -
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Desde 09 Out 2015

Muito obrigada pelo testemunho. Eu ja tenho uma filha de 9 anos do meu ex-marido, e apesar de ele trabalhar no estrangeiro, eu propria estipulo que à semana, a avó paterna vá buscar a menina à escola de modo a estar com a familia paterna. Aliás, nunca tive quaisquer problemas com o pai da minha filha mais velha, sempre correu tudo bem. Sou a primeira a querer convivio entre a criança e o pai/ familia paterna.

Mas neste caso, é distinto, pois por retaliação de não querer viver com ele na minha casa face a não ter uma situação financeira auto sustentavel quanto mais para partilha de casa e respetivas despesas inerentes, ele não quer registar o bebé, quando nascer nem o quer visitar.

Que só o faz o que o tribunal mandar, e ele em tribunal quer exigir estar sozinho com o bebe, mesmo nos 6 meses de amamentação exclusiva e que tire o leite para lhe dar em biberões e ficar com o bebe em residencia alternada. Sei que esta situação é antagónica. Pois se não quer registar nem ver o bebe após o nascimento, mas depois quer residencia alternada?? apenas estou a escrever o que ele me disse.

Eu própria disse-lhe para estar com a bebe diariamente, apesar do advogado ter me dito que o usual são 2 horas/semana.

NowAndForever -
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Desde 09 Mar 2011

Mamã, eu passei por uma situação muito semelhante: também terminei a relação com o pai do meu filho a meio da gravidez e, mesmo que não tivesse terminado, nem eu nem ele tínhamos condições financeiras para viver por nossa conta com o bebé - o que fez com que eu, que vivia sozinha, viesse viver com a minha mãe, e ele continuasse em casa dos pais dele como sempre esteve. Também fui vítima de ameaças dessas, do tipo ele dizer que, como os pais dele são ricos, ia pedir a guarda total logo que o menino nascesse alegando que eu estava desempregada, que o meu apartamento t1 era pequeno, que o bebé estaria melhor em casa dos pais dele...bom, mas para não me alongar, vamos aos factos actuais:

o meu filho está agora com 4 meses e é totalmente desprezado pela família paterna. Os avós só foram vê-lo à maternidade, a tia que tem um bebé apenas um mês mais velho, nem sequer conhece o sobrinho. O pai começou a dizer que não podia contribuir financeiramente por estar desempregado, e que os pais dele só ajudariam se fizesse os testes de paternidade (isto apesar de ele já ter registado o bebé logo que nasceu), e eu vi-me forçada a meter o processo de regulação do poder paternal. Devido às constantes agressões psicológicas que sofri na gravidez e logo a seguir ao parto, quando ainda estava na maternidade, também apresentei queixa por violência doméstica logo que viemos para casa, tinha o meu filho 5 dias de vida.

Continuamos sem acordo porque os avós paternos( que são obrigados a pagar a pensão enquanto o pai estiver desempregado) dizem que só pagam depois de fazer o teste, mas querem fazer no privado. Eu não autorizo os testes no privado, apenas deixo com ordem do tribunal.

Mas pronto...com tudo isto, o que quero dizer é que aquilo que a mamã está a passar, e que eu também passei e passo, é violência doméstica e é particularmente grave por ser exercida sobre uma mulher grávida. Aconselho-a a falar com o seu advogado para denunciarem a situação, e fazerem referência à queixa logo que metam o processo das resp. parentais. Para não ser a sua palavra contra a dele, tente sempre comunicar por sms, email, facebook...ou seja, por escrito, de forma a que fique registado quem disse o quê.

De resto, quer o bebé seja amamentado ou não, duvido muito que vá passar dias com o pai, pois a figura de referência dele é a mãe - até porque nunca viveu com o pai - , e é a mãe a principal cuidadora, que conhece as rotinas, os choros, as necessidades do bebé.
Esteja descansada quanto a isso, mas vá tratando já de tudo com o seu advogado.

O homem da minha vida nasceu às 41 semanas, no dia 15/12/2015 às 23h07m.

A menina dos meus olhos chegou às 38semanas+3 dias, no dia 19/12/17 às 04h58m.

Anatp -
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Desde 19 Maio 2016

Olá mãe! Now and forever

Tentei enviar mensagem privada mas não consegui...
O meu caso é praticamente igual ao seu e tem sido Mt dificil p mim gerir isto tudo. Gostava de falar consigo e partilhar algumas coisas... E de certa forma aconselhar me...
Aguardo uma resposta
Mt obrigada
Beijinhos

dfol -
Offline
Desde 23 Jan 2011

Mama ha coisas distintas...
Uma coisa é o pai n querer registar e n querer dar sustento...n pode fazer isso e sera obrigado por lei.
Outra coisa é ter guarda partilhada enquanto amamamenta...tb n pode.

Agora outra coisa distinta é mais tarde querer guarda partilhada. N é por numa dada altura (em que ainda nem conhece a crianca) ter sido uma besta e dizer k n registava...que ira ser cadtigado o resto da vida e n podera ter guarda partilhada.
So n tera guarda partilhada se se provar que n tem condicoes para ser bom pai. Mesmo que se recusassse a pagar o sustento n podia usar isso para que a crianca n estivesse com ele. Sao duas coisas diferentes. Ha muito a ideia que se n pagou, n leva a crianca. Mas na verdade so n leva se for um perigo para a crianca. Se ele n pagar deve exigir em tribunal mas n pode usar isso para que n veja a crianca.
O contacto pai e filho nao é um direito do pai, é um direito da crianca. Por isso, nunca tente usar isso em tribunal. Diga sim que é amamentado e por isso tem de estar com a mãe.
Mais tarde e a menos que ele n seja bom pai, podera pedir guarda partilhada. Ha alguns homens que rejeitam a gravidez mas n a crianca.
E é do interesse da mae que haja um pai que gosta do filho.

Aconselho acima de tudo a que ponham as emoções de lado e resolvam entre voces algumas coisas sem ataques. Lembre o que um filho n é arma de arremesso. É um ser que merece ser amado pelos dois progenitores que deven antes de mais pensar n no que querem mas no que é melhor para a crianca!

Caracolinhos87 -
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Desde 15 Jul 2019

Por aqui,o meu namorado tbm me está a ameaçar que mal o bebê nasça o vai me tirar... O que posso fazer?

Joana Pereira5 -
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Desde 21 Out 2019

Caracolinhos87 escreveu:
Por aqui,o meu namorado tbm me está a ameaçar que mal o bebê nasça o vai me tirar... O que posso fazer?

Custa-me que no ano de 2020 ainda haja guerras com bebés e crianças como arma de arremesso.
Vocês deixam de ter uma relação amorosa mas não deixam de ser mães e pais de alguém e há que manter a cordialidade e o civismo, mantendo sempre o bem-estar da criança acima de qualquer outra coisa.
No seu caso, o que pode fazer é iniciar logo processo de regulação de poder parental, aliás vai precisar do acórdão para o pedido do abono também visto que não estão juntos.

S, meu mundo azul. 2012

RLL78 -
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Desde 18 Ago 2019

Olá mamã

Estou a passar por um caso muito semelhante em que o pai do meu filho usou de coação enquanto pode para nos ter nas suas mãos.

Um dia, pus um ponto final. Arranjei outra casa e fui para lá viver com o menino.

Também tinha e confesso ter muitos dos teus medos, tantas foram as ameaças em tirar o miúdo de mim. Foi um inferno de tal maneira que cheguei a ponderar raptar o menino para outro país.

Ao fim e ao cabo as coisas foram assentando por si próprias.

Criar um filho dá MUUUUITO trabalho e requer abdicar de muita coisa. E não são poucas as vezes que estes "pais" desistem da valentia que nos aprontaram, porque sejamos claras, muitas vezes não querem perder a vidinha deles, ou sacrificar as saídas com os amigos, etc. Etc.... mas como estes gajos want to have their cake and eat them, too... arman-se em parvos, com intensas ameaças, etc.
No fim, hade ver, isto muitas vezes não passa dd bluff.

RLL78 -
Offline
Desde 18 Ago 2019

Olá mamã

Estou a passar por um caso muito semelhante em que o pai do meu filho usou de coação enquanto pode para nos ter nas suas mãos.

Um dia, pus um ponto final. Arranjei outra casa e fui para lá viver com o menino.

Também tinha e confesso ter muitos dos teus medos, tantas foram as ameaças em tirar o miúdo de mim. Foi um inferno de tal maneira que cheguei a ponderar raptar o menino para outro país.

Ao fim e ao cabo as coisas foram assentando por si próprias.

Criar um filho dá MUUUUITO trabalho e requer abdicar de muita coisa. E não são poucas as vezes que estes "pais" desistem da valentia que nos aprontaram, porque sejamos claras, muitas vezes não querem perder a vidinha deles, ou sacrificar as saídas com os amigos, etc. Etc.... mas como estes gajos want to have their cake and eat them, too... arman-se em parvos, com intensas ameaças, etc.
No fim, hade ver, isto muitas vezes não passa dd bluff.

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