dar para adoção | De Mãe para Mãe

dar para adoção

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diogo simoes -
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Desde 16 Jun 2020

ha depoimentos de maes que tenham dado a nascença recem nascidos <à adoção? sem julgamentos

Gabri -
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Desde 24 Abr 2010

Faria julgamento se ficasse com o filho sem ter condições e sem lhe dar o amor e carinho que merece... Se não se sente preparada para ser mãe ou se a gravidez aconteceu por acidente mais vale dar para adoção. Uma criança merece todo o carinho, amor e condições de vida (económica, saúde, alimentação...) e não tem culpa do motivo pelo qual veio ao mundo. Se acha que não lhe vai conseguir dar todas as condições, sim deve dar para adoção e assim dar-lhe uma boa oportunidade de vida com alguém que realmente queira um filho na sua vida.

Isabelamartinho -
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Desde 17 Jan 2018

Não julgo mas, o meu filho minutos antes de ter nascido, ouvi um bebe da sala ao lado a nascer, depois do meu filho nascer, descobri que esse recem nascido, tinha sido deixado, vivo com aquele primeiro choro desde aí, todos os aniversários do meu filho relembro daquele menino... sou mãe solteira, e não trocava por nada desde que exista amor e carinho, o restante vai se construindo mas, lá está não a estou a julgar estou a deixar o meu depoimento

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

Sem julgamentos mas que a criança não tenha que passar por instituições e anos à espera que a situação se resolva, agora isto não se justifica,para isso há métodos contraceptivos e o aborto é legal! Que seja para o melhor da criança!

Gabri -
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Desde 24 Abr 2010

Ana Maria Costa1 escreveu:
Sem julgamentos mas que a criança não tenha que passar por instituições e anos à espera que a situação se resolva, agora isto não se justifica,para isso há métodos contraceptivos e o aborto é legal! Que seja para o melhor da criança!

Concordo plenamente consigo mas isso é culpa do sistema que em vez de agilizar as coisas faz com que estas se arrastem durante anos e com que as crianças fiquem demasiado tempo em instituições. Lembro-me da minha médica de família que adotou 2 crianças quando o meu filho era pequeno e me disse que andou nesta brincadeira 5 anos. Depois temos pessoas que têm um desejo tão grande de ser pais e que acabam por adotar no estrangeiro por ser mais rápido e os nossos meninos e meninas por cá vão ficando... Uma tristeza é o que é.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Não será a primeira mãe a fazer isso. Acho que deve contactar os serviços sociais para lhe darem todo o apoio nesse sentido. Ninguém tem que julgar, quantas situações tristes se teriam evitado se algumas mães tivessem tido a consciência e a nobreza de fazer isso? Um bebé assim pequeno será adotado muito rapidamente, antes isso que protelar e depois acabarem por ir para adoção com idades que já ninguém se candidata. Tem que ter plena noção de que é o que realmente quer fazer, e nesse sentido acho que os serviços sociais lhe prestarão todo o apoio... às vezes o amor está em saber o que é melhor para a criança, independente do nosso egoísmo de "propriedade" sobre os filhos. Desejo o melhor!

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

Se houvesse um estigma tão grande sobre a entrega para a adoção, muitas situações de abandono e negligência podiam ser evitadas. Acho que pode ser um grande gesto de amor se sente que, por razões económicas, emocionais ou outras, não tem condições nem deseja ficar com o bebé. Se mesmo antes do nascimento expressar esse desejo e quer o pai quer a mãe renunciarem legalmente aos direitos parentais, o bebé será adotado em pouquíssimo tempo. Procure uma assistente social ou fale com o médico que a acompanha.

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

*Se não houvesse

diogo simoes -
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Desde 16 Jun 2020

Para quem falou em aborto e meios contraceptivos, ninguém parvo, toda a gente sabe que existem mas também existem prazos, no caso da ivg que quando acabam pronto. Uma mulher pode não descobrir ate as 10 semanas que engravidou e pode engravidar tomando todos os cuidados. Não se toma uma decisão destas de animo facil, mas pior que ter um filho sem o desejar é não querer que ele cresça num lar sem amor e sem condições. Eu sei que 6 semanas depois tem de se ir a audiencia efectivar o desejo de não ficar com o bebé mas gostava de saber o processo depois disso. Até porque o pai não está metido na equação por motivos paralelos e precisamente por haver tanto estigma e tanto julgamento em quem opta por viver ate ao fim da vida a questionar-se sabendo que o bebe que colocou no mundo poderá estar melhor ou não, não o merece. Depois dessa audiencia o caso ficará encerrado e o bebé pronto para ser adotado por quem o queira?

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

Penso que o melhor será desde já ir falar com uma assistente social que pode tirar todas essas dúvidas sobre o processo. Refere que o pai não está na equação, mas eu não sei se não é na mesma obrigatório fazer um processo de averiguação da paternidade (caso não dê o nome do pai). Se ele também renunciar aos seus direitos, aí sim, é simples. Penso que depois de confirmar que entrega o bebé está o processo concluído.
Espero que as coisas corram pelo melhor, conheço casais que dariam tudo por ter um bebé por isso sim, o seu gesto é de uma grande generosidade.

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

Que corra tudo bem, para a criança e para os pais!

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

diogo simoes escreveu:
Para quem falou em aborto e meios contraceptivos, ninguém parvo, toda a gente sabe que existem mas também existem prazos, no caso da ivg que quando acabam pronto. Uma mulher pode não descobrir ate as 10 semanas que engravidou e pode engravidar tomando todos os cuidados. Não se toma uma decisão destas de animo facil, mas pior que ter um filho sem o desejar é não querer que ele cresça num lar sem amor e sem condições. Eu sei que 6 semanas depois tem de se ir a audiencia efectivar o desejo de não ficar com o bebé mas gostava de saber o processo depois disso. Até porque o pai não está metido na equação por motivos paralelos e precisamente por haver tanto estigma e tanto julgamento em quem opta por viver ate ao fim da vida a questionar-se sabendo que o bebe que colocou no mundo poderá estar melhor ou não, não o merece. Depois dessa audiencia o caso ficará encerrado e o bebé pronto para ser adotado por quem o queira?

Fiz agora uma pesquisa rápida e do que vi, sim, depois dessa audiência fica definitivamente à guarda do estado e segue imediatamente para adoção, sendo que desde uma revisão da lei em 2013 nem sequer há uma espécie de período de "carência" por arrependimento... Ou seja, vão logo selecionar pais na lista de adoção e portanto será um processo relativamente rápido...

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Ahhhh, vai ter que ter consentimento do pai, isso é certo. Hoje não podem haver filhos de pais incógnitos, e se ainda não tiver pai no registo, tudo isto só seguirá depois de identificado o pai.

Videl86 -
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Desde 18 Jul 2014

DianaES escreveu:
Ahhhh, vai ter que ter consentimento do pai, isso é certo. Hoje não podem haver filhos de pais incógnitos, e se ainda não tiver pai no registo, tudo isto só seguirá depois de identificado o pai.

argh este tem de ser o maior mito que acompanhou e acompanha a nossa geração. Claro que pode haver filhos de pai incógnito! Os meus filhos são filhos de pai incógnito e até a minha esposa os adotar não havia qualquer nome do pai nos documentos de identificação deles. E noutros casos se a pessoa não souber quem é o pai e não tiver qualquer forma de descobrir, a criança fica registada apenas com mãe e acabou. O que não pode acontecer é estar lá escrito "pai incógnito" e todos os casos em que não se sabe quem é o pai vão para o tribunal de menores, que depois chama as mães e as questiona. Mas se a mãe não fizer ideia de quem seja o pai o tribunal não a prende nem vai em busca do pai perdido!

Sobre Videl86

08 de dezembro de 2014 <3 49,5 cm e 2,920 de amor e doçura <3
13 de dezembro de 2017 <3 47 cm e 2,815 de fofurice e amor <3

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Videl86 escreveu:

DianaES escreveu:Ahhhh, vai ter que ter consentimento do pai, isso é certo. Hoje não podem haver filhos de pais incógnitos, e se ainda não tiver pai no registo, tudo isto só seguirá depois de identificado o pai.

argh este tem de ser o maior mito que acompanhou e acompanha a nossa geração. Claro que pode haver filhos de pai incógnito! Os meus filhos são filhos de pai incógnito e até a minha esposa os adotar não havia qualquer nome do pai nos documentos de identificação deles. E noutros casos se a pessoa não souber quem é o pai e não tiver qualquer forma de descobrir, a criança fica registada apenas com mãe e acabou. O que não pode acontecer é estar lá escrito "pai incógnito" e todos os casos em que não se sabe quem é o pai vão para o tribunal de menores, que depois chama as mães e as questiona. Mas se a mãe não fizer ideia de quem seja o pai o tribunal não a prende nem vai em busca do pai perdido!


Exaaato! Com registo de pai incógnito não fica, é chamada a saber quem é o pai e de facto se alegar que não sabe ou que se trata de um dador assumem que não tem mas ficar lá "pendente" não fica... Eu devia ter concluído que pode ser considerado sem pai mas não com pai "fora da equação." E é bom que a mãe seja veemente em dizer que não faz mesmo ideia de quem é, porque dependendo do juíz já vi serem chamados vários possíveis pais a fazerem testes de ADN quando a mãe por ela não fazia questão.

Ana Maria Costa1 -
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Desde 01 Fev 2019

E havendo a possibilidade do pai querer ficar com a criança?

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Ana Maria Costa1 escreveu:
E havendo a possibilidade do pai querer ficar com a criança?

É sempre a primeira opção, a mãe não querendo vão querer identificar o pai para isso. Portanto antevejo que esta história não se resolva apenas com aquela sessão do juíz às 6 semanas... A ideia de dar primazia à família é a que Portugal se rege, daí conventos e afins terem acabado com a roda dos enjeitados, já não é chegar ali e largar, ok, pode sair do hospital nem levando a criança mas será chamada depois para "formalizar" e se ocorrerem situações como não aparecer a tribunal e afins pode fazer com que demore mais a resolver e a seguir para adoção... Por isso às vezes vemos abandonos em lixeiras e coisas que valha. Nunca me vou esquecer de um comentário num programa da RTP a esse respeito que dizia que vertente certa era muito burocrática... Houve uma do norte que foi ao algarve, tocou a uma campainha e deixou nos braços de uma velhota... e mesmo assim conseguiram identifica-la.

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

guialmi -
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Desde 13 Jul 2013

CatiaS_S escreveu:
Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

Havia no passado, agora são ilegais. Não te lembras do célebre caso "Esmeralda"?

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

guialmi escreveu:

CatiaS_S escreveu:Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

Havia no passado, agora são ilegais. Não te lembras do célebre caso "Esmeralda"?

Sinceramente não. Tenho uma amiga que infância que foi adoptada assim e achei estranho não se ouvir falar mais de tal coisa. Mas percebo a parte dos perigos inerentes a tal situação.

diogo simoes -
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Desde 16 Jun 2020

não se sabe quem é o pai neste caso, daí não entrar na equação, o que eu concluo é que se uma mulher quiser entregar o seu filho conscientemente a adoção, mesmo indo logo a tribunal declarar isso o mais rapido possivel é que ha sempre presão para que ela fique com o bebé ou alguem da familia quando ela tem direito a que ninguem da familia saiba e quando neste caso nao se sabe quem é o pai nem tem forma de se saber devido ao contexto em que se deu a concepção. Há inumeras familias a querer um bebé, só queria agilizar o caso o mais rapido possivel para que ele fosse dado a uma que lhe dê o amor que merece mas estou a ver que nao será simples, de qualquer das formas obrigada a quem teve a simpatia e empatia de responder e nao ser cruel

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

diogo simoes escreveu:
não se sabe quem é o pai neste caso, daí não entrar na equação, o que eu concluo é que se uma mulher quiser entregar o seu filho conscientemente a adoção, mesmo indo logo a tribunal declarar isso o mais rapido possivel é que ha sempre presão para que ela fique com o bebé ou alguem da familia quando ela tem direito a que ninguem da familia saiba e quando neste caso nao se sabe quem é o pai nem tem forma de se saber devido ao contexto em que se deu a concepção. Há inumeras familias a querer um bebé, só queria agilizar o caso o mais rapido possivel para que ele fosse dado a uma que lhe dê o amor que merece mas estou a ver que nao será simples, de qualquer das formas obrigada a quem teve a simpatia e empatia de responder e nao ser cruel

Se se mantiver firme na ideia não há quem a demova... Tem direito à sua privacidade e pode alegar não querer fazer saber. Este caminho também serve para a pessoa ter mesmo noção de que é o que quer. Se for mesmo acaba por conseguir e pode ser que seja célere.

DianaES -
Offline
Desde 08 Out 2013

Vitoto escreveu:

guialmi escreveu:
CatiaS_S escreveu:Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

Havia no passado, agora são ilegais. Não te lembras do célebre caso "Esmeralda"?

Creio que seria possível criar leis que poderiam ajudar evitar tais histórias estúpidas sem proibir a adoção direita em geral. Mas é isso por que proibiram? Por causa daquela história absurda?


É muito difícil controlar situações de tráfico humano se se permitir adoção direta... Não foi devido a esse caso, esse caso apenas mostrou que não era possível se não o casal teria legalizado a adoção dela.

CatiaS_S -
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Desde 30 Set 2016

DianaES escreveu:

Vitoto escreveu:
guialmi escreveu:
CatiaS_S escreveu:Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

Havia no passado, agora são ilegais. Não te lembras do célebre caso "Esmeralda"?

Creio que seria possível criar leis que poderiam ajudar evitar tais histórias estúpidas sem proibir a adoção direita em geral. Mas é isso por que proibiram? Por causa daquela história absurda?

É muito difícil controlar situações de tráfico humano se se permitir adoção direta... Não foi devido a esse caso, esse caso apenas mostrou que não era possível se não o casal teria legalizado a adoção dela.

Mas mesmo que o casal adoptante passasse por todo o processo de investigação e certificação que os casais que querem adoptar passam? 🤔

DianaES -
Offline
Desde 08 Out 2013

CatiaS_S escreveu:

DianaES escreveu:
Vitoto escreveu:
guialmi escreveu:
CatiaS_S escreveu:Já agora uma coisa: existem adopções diretas? Do género, eu não quero este filho mas quero que fique com este casal/esta pessoa? 🤔

Havia no passado, agora são ilegais. Não te lembras do célebre caso "Esmeralda"?

Creio que seria possível criar leis que poderiam ajudar evitar tais histórias estúpidas sem proibir a adoção direita em geral. Mas é isso por que proibiram? Por causa daquela história absurda?

É muito difícil controlar situações de tráfico humano se se permitir adoção direta... Não foi devido a esse caso, esse caso apenas mostrou que não era possível se não o casal teria legalizado a adoção dela.

Mas mesmo que o casal adoptante passasse por todo o processo de investigação e certificação que os casais que querem adoptar passam? 🤔


Mesmo assim seria difícil controlar por exemplo em pagamento em cash... Os países como os EUA investem muito em programas desses e mesmo assim há estados que não permitem e outros que somam queixas em relação a casos de adolescentes que escolhem x ou y casal para adotar o seu bebé a troca de pagamentos universitários e tal... Nós, um país com tantas limitações financeiras acredito que não teria arcaboiço...

Miiaa -
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Desde 23 Jul 2020

Gabri escreveu:

Ana Maria Costa1 escreveu:Sem julgamentos mas que a criança não tenha que passar por instituições e anos à espera que a situação se resolva, agora isto não se justifica,para isso há métodos contraceptivos e o aborto é legal! Que seja para o melhor da criança!

Concordo plenamente consigo mas isso é culpa do sistema que em vez de agilizar as coisas faz com que estas se arrastem durante anos e com que as crianças fiquem demasiado tempo em instituições. Lembro-me da minha médica de família que adotou 2 crianças quando o meu filho era pequeno e me disse que andou nesta brincadeira 5 anos. Depois temos pessoas que têm um desejo tão grande de ser pais e que acabam por adotar no estrangeiro por ser mais rápido e os nossos meninos e meninas por cá vão ficando... Uma tristeza é o que é.

Isto está incorreto. A esmagadora maioria dos candidatos só quer crianças até aos 6 anos, enquanto que a esmagadora maioria das crianças que precisam de ser adotadas têm mais de 6 anos. E ainda por cima os candidatos costumam querer só crianças saudáveis e sem deficiencias. Estes bebés e criancinhas pequeninas saudáveis e sem deficiências existem em número muito reduzido, pelo que há muitos, muitos mais candidatos na fila para as tentar adotar do que crianças nessas características que precisam de ser adotadas. Imagine que por ano, para cada bebé saudável há 200 candidatos que o querem adotar. Claro que esses candidatos gão esperar muuuitos anos. Quanto mais gelha é a criança, mais rápido é o peocesso porque com cada ano de vida da criança há menos candidatos que a querem adotar. A maior parte quer bebés e criancinhas pequeninas, não crianças mais velhas (com mais de 7 anos) e pré-adolescentes. Enquanto a maior parte espera anos e anos para adotar uma criancinha pequenina, as crianças mais velhas / com problemas de saúde / deficinecias / em grupos de irmãos esperam anos e anos para serem adotadas porque ninguém as quer, muitas vezes nunca sequer sendi adotadas pois o limite é os 14 anos.

Esta é a realidade e é assim que funciona.

Ana Maria Costa1 -
Offline
Desde 01 Fev 2019

E acrescento a escolha que recai sobretudo nas caucasianas...

Gabri -
Offline
Desde 24 Abr 2010

Ana Maria Costa1 escreveu:
E acrescento a escolha que recai sobretudo nas caucasianas...

Sim infelizmente também tem razão mas no caso que eu falei a adoção já foi de duas crianças com 4 e 6 anos, irmãos, até porque a pessoa já tinha filhos crescidos com 10 ou 12 anos e mesmo assim esteve anos à espera...

Diri_1979 -
Online
Desde 18 Set 2016

A minha filha tinha 6 anos, não é caucasiana e esperei 6 anos.

soniamst -
Offline
Desde 22 Dez 2016

Infelizmente em Portugal existem outros interesses/negócios relativos com a adoção. Existem muitas crianças institucionalizadas retiradas aos pais que o estado não coloca para adopção por burocracias, sendo que as instituições também não tem interesse nas adopções porque perdem a sua fonte de rendimento uma vez que o estado lhes paga para terem as crianças a seu cargo. Não se entende porque crianças retiradas aos pais (com motivos fortes e comprovados) ficam em instituições durante anos e anos. Concordo que não existam bebés para adoptar em grande número, mas tenho a certeza que muitos casais não se importariam de adoptar crianças até aos 6 anos em conjunto com 1 irmão.

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