Birras terrible two! | De Mãe para Mãe

Birras terrible two!

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aries23 -
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Desde 18 Jul 2016

Olá mamãs,

Ultimamente o meu filho tem andado nas birras mais difíceis. Antes eu conseguia acalmá-lo facilmente, agora tem sido mais difícil.

Sei que faz parte e que é porque a parte do cérebro que controla as emções ainda está a desenvolver, embora por vezes é difícil de lidar.

Geralmente o que faço é não ceder, mas tentar ajudar a acalmar e a distrair. Evito situações que facilitam o “gatilho”, como por exemplo deixar visível algo que ele quer muito mas que não pode ter.

Embora às vezes só me apetece desaparacer! Especialmente quando estou nos transportes públicos! Como não tenho carro, tenho que andar de transportes e às vezes o meu filho faz muito barulho e embirra.

Por exemplo hoje o meu filho estava elétrico. Ele tem estado assim há dias, provavelmente por causa dos dentes pois baba muito, e durante a viagem toda de transportes falava e fazia barulho, mexia e até embirrava. Muitas pessoas olharam para nós, como se tivesse que fazer algo.

Como é que fazem? Têm muitas birras também? Como é aue lidam com elas? E com as pessoas à volta se alguma vez tivessem stressado?

Antes de ser mãe nunca demonstrei nem olhei para as crianças que faziam barulho porque acahava que isso era normal. Mas agora às vezes tenho dúvidas, pois parece que muitas pessoas olham e penso o que é que devo fazer.

A razão das minhas inseguranças também é porque cresci num ambiente onde as coisas se resolviam às chapadas e tareias. Não quero ser uma mãe assim, mas como não conheço outras formas preciso de aprender e a perceber se o que faço em alternativa é correto ou eficiente.

Alguma dica ou partilha de experiência? Obrigada!

Sansa -
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Desde 18 Jan 2018

A minha filha faz pouquíssimas birras, e quando faz eu não tento distrair porque estaria a ignorar o que ela sente. Pensa que chegas a casa fula por causa de alguma situação e tentas desabafar com o teu marido, e este em vez de ouvir como te sentes, começa a tentar distrair-te com outra coisa qualquer.
Eu comprei este livro https://www.amazon.com/Happiest-Toddler-Block-Cooperative-Four-Year-Old/... do Harvey Karp, e recomendo vivamente. A técnica dele - the fast food rule - é mesmo eficaz para acalmar uma birra muito rapidamente.
Outro fator muito importante é assegurar que a criança não tem fome nem sono. Na grande maioria das vezes, uma criança que está a fazer birra é uma criança com fome e/ou com sono.
E por último dar algum poder de decisão à criança, que normalmente passa o dia a ser “empurrada” de um lado para o outro.

BagaLaranja -
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Desde 02 Abr 2014

A minha filha quando faz birras é de partir os vidros com os berros. Normalmente é quando anda com sono. Acho que a maior parte das birras é mesmo pelo sono. Já tive de sair de restaurantes porque se nao ninguém tinha sossego com os berros. Agora também andamos muito de transportes públicos e ela por vezes dá-lhe para falar muito alto, canta, e quando está sono até parece bebada (faz muito barulho mas nao grita). Às vezes fico com um bocadinho de vergonha, mas vou fazer o que? Às vezes olho para as outras pessoas e muitas estao é com cara de riso. Até estao é a achar piada á miúda. Quando nao há nada a fazer, mais vale ignorar os outros, que ás vezes nem estao assim tao incomodados quanto isso.

Videl86 -
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Desde 18 Jul 2014

Aries primeiro tens de te capacitar que as pessoas de uma forma geral são umas imbecis e vão mesmo olhar e fazer-te sentir que devias fazer alguma coisa. Algumas até te vão dizer o que fariam no teu lugar. Mas isso é porque as pessoas são frustradas e não sabem lidar com as próprias emoções e portanto esperam que as crianças recebam o mesmo tratamento que elas receberam. Quanto às birras, não há muito a fazer, eu nunca liguei muito, tentei sempre "passar à frente" da birra. Com essa idade tentava distrair e chamar a atenção dele para outra coisa. Mas não me livrava de algumas birras intensas. Houve situações em que fiquei no meio da rua de joelhos abraçada ao meu filho a chorar copiosamente. E depois passou. E fui muito julgada mas sinceramente acho isto muito melhor do que lhe dar uma chapada como muita gente faz. O meu agora com 4 anos e meio já é mais fácil porque posso argumentar e portanto não é tudo tão irracional. E sinceramente o meu filho nunca foi particularmente difícil, fez das dele mas não era algo muito frequente e mesmo atualmente conto pelos dedos de uma mão as situações que se descontrolaram em público. Já em casa acontece com mais frequência, mas com esta idade...e lá está, com esta idade é diferente.
No entanto sei que não vou ter "essa sorte" com a minha filha porque ela é muito geniosa. Bem, tudo isto para te dizer que não estás sozinha Sorriso e para ignorares as outras pessoas.

Sobre Videl86

08 de dezembro de 2014 <3 49,5 cm e 2,920 de amor e doçura <3
13 de dezembro de 2017 <3 47 cm e 2,815 de fofurice e amor <3

BagaLaranja -
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Desde 02 Abr 2014

A minha já fez algumas belas birras na rua que eram de ouvir a quilómetros de distancia. E em alguns casos tive pessoas a aproximarem-se e a tentarem distrair a miúda. A cantarem ou a fazer palhacadas. Acho que nunca funcionou, mas eu senti-me melhor pela simpatia. Mas naqueles momentos eu estou tao stressada que se alguém me fizesse um comentário negativo eu mandava-o a um certo sítio.

aries23 -
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Desde 18 Jul 2016

Obrigada mamãs! Já me sinto melhor, e menos sozinha. Sorriso

Sansa obrigada pelo livro, vou tentar encontrar em formato audiobook para ler! Tenho o livro do Bésame Mucho do Carlos Gonzalez mas ainda não consegui ter tempo para ler. Um audiobook é muito mais prático já que posso ouvir durante os transportes. Sorriso

Houve uma ou outra vez que o meu filho fez uma birra grande que tive que ficar com ele na rua e ao frio. E algumas vezes nos transportes que nem podia sair, então era praticamente como se estivesse a agarrar num barco à espera que a tempestade passa. Preocupado
Agora tenho andado com umas bolachas para ele acalmar, mas sim quando ele está cansado é mesmo complicado.

Acho que as pessoas podem ser apáticas e faltam-lhes empatia. Triste Por vezes penso se é porque muitos cresceram sem empatia por parte dos pais e cuidadores. Eu própria cresci num ambiente nada ideal e foi quando comecei a ganhar mais empatia e consciência disso que comecei a notar que o mundo à volta pode ser tão frio porque muitas pessoas não têm essa capacidade. Se formos a ver, muitas vezes a primeira reação das pessoas é julgar e criticar, tal como muitos pais fazem com os seus filhos. Com esse tipo de educação crescemos a reagir negativamente, tanto na "agressividade" por críticas e julgamentos, punição, como no stress que sentimos quando coisas menos boas acontecem.

Pelo que também quero que o meu filho cresça com mais empatia e sensação de que quando as coisas não correm bem possamos resolver em conjunto e não stressar.
Mas nem sempre é fácil, muitas vezes sinto-me irritada e pronta a reagir como a minha mãe reagia. Mas acho que tenho sorte porque hoje em dia temos informação disponível prontamente e aprendi bastante. Agora é continuar a aprender e a arranjar ferramentas para saber lidar com as situações. Sorriso

fmmartins -
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Desde 14 Dez 2016

Eu quando vejo uma criança a fazer birra procuro não estar a olhar mas já me apercebi de outros olhares maldosos. Quanto a isso acho que não à muito a fazer, infelizmente existem pessoas assim e capazes de ainda dar palpites. Ainda ontem a minha saiu do parque a chorar e a espernear e senti-me observada (parecia que a estavam a matar, os berros ouviam-se a léguas), isto tudo apenas porque tínhamos de vir embora. Para mim bater não é de todo uma solução e ainda estou a aprender a lidar com a situação portanto quem não gostar que meta uns tampões nos ouvidos mas consigo perceber o constrangimento (também fico envergonhada).

Sansa -
Offline
Desde 18 Jan 2018

fmmartins escreveu:
Eu quando vejo uma criança a fazer birra procuro não estar a olhar mas já me apercebi de outros olhares maldosos. Quanto a isso acho que não à muito a fazer, infelizmente existem pessoas assim e capazes de ainda dar palpites. Ainda ontem a minha saiu do parque a chorar e a espernear e senti-me observada (parecia que a estavam a matar, os berros ouviam-se a léguas), isto tudo apenas porque tínhamos de vir embora. Para mim bater não é de todo uma solução e ainda estou a aprender a lidar com a situação portanto quem não gostar que meta uns tampões nos ouvidos mas consigo perceber o constrangimento (também fico envergonhada).

A ida ao parque faz praticamente parte do nosso dia a dia, e normalmente é para lá ficarmos no mínimo 1 hora. Talvez por Esta razão nunca fez birra para vir embora. Às vezes protesta um pouco, mas eu digo-lhe que vamos ao Jumbo comprar um pão, e ela assim já vai toda contente. Outras vezes dou-lhe um snack para a mão, caso não tenha lanchado durante o tempo que estivemos no parque.
.
Eu ando sempre com comida atrás, nem que seja um squeezy bag, uma barra de aveia, cereais, um saco de puffs de milho...

Sansa -
Offline
Desde 18 Jan 2018

Eu tenho a versão e-book. Dependendo do teu telemóvel penso que podes descarregar o Kindle, caso não encontres em audio-book.
A sério que é muito bom e vale a pena a leitura.
.
Relativamente a tentarmos, calmamente, argumentarmos com uma criança quando ela está a fazer birra:
.
“The Little Adult Assumption
.
To soothe a toddler who is having a blowup, many parents are taught to calmly acknowledge their child’s unhappy feelings and then gently correct them: “Jane, I know you want the ball, but it’s Billy’s turn. Remember we talked about sharing? So please give the ball back to Billy. You can have the next turn. Okay?” Sounds reasonable, but mature comments like those often backfire and can make livid toddlers shriek even louder! That’s because little children aren’t mini-adults. Their immature toddler brains struggle to understand long sentences and to control their bursts of powerful emotions.
.
Psychologist Thomas Phelan, author of 1-2-3 Magic, calls our attempt to use calm logic to soothe upset toddlers “the little adult assumption.” By that he means we are expecting stressed-out toddlers to settle down because of our explanations and our polite appeals to reason—which is simply unrealistic.
Too many parents believe their little ones should be able to turn off their emotions mid-tantrum and maturely reply, “Thank you for explaining that, Mother. I’ll happily do what you want.” Hmmm … I don’t think so!”
.
O segredo é mesmo mimicar o tom delas e usar frases curtas.
Por exemplo, usando uma entoação zangada, vamos falar com a criança
“A Matilde está zangada! Muito zangada! Matilde zangada! Zangada! A Matilde não queria vir embora! Não, não, não! Embora não, diz a Matilde. Ficou zangada! Muito zangada! A Matilde ficou zangada porque não queria vir embora.”
E com esta conversa, por mais ridícula que pareça, a criança sente-se ouvida e compreendida, e acalma. E depois então já se pode falar normalmente com ela.

DianaES -
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Desde 08 Out 2013

Tudo o que diz parece-me normal… As birras fazem parte, e às vezes lá calha alguém ao lado que não sabe disso e olha… Enfim, vale o que vale. Nada! Não ligue… Se lhe disserem alguma coisa é diferente, mas de estarem a olhar infelizmente só tem mesmo é que ignorar.
Eu quando noto que as pessoas estão às aranhas tento mesmo nem olhar… Lembro-me de uma senhora com um menino que encontrava sempre nas compras semanais no continente, no início o menino andava ali aos berros do início ao fim, com as birras dele… E ela nunca cedeu, ao fim de umas semanas ele já não faz isso… E lembro-me uma vez numa viagem de avião ter calhado um à minha frente que berrou toda a viagem e sinceramente estava-me a irritar mais a mulher que ia ao meu lado sempre a bufar e a espreitar a criança como se os pais já não estivessem atrapalhados o suficiente… Enfim, não se preocupe com pessoas que nem conhece e que são palermas a ponto de se porem a olhar para si.

fmmartins -
Offline
Desde 14 Dez 2016

Sansa escreveu:
Eu tenho a versão e-book. Dependendo do teu telemóvel penso que podes descarregar o Kindle, caso não encontres em audio-book.
A sério que é muito bom e vale a pena a leitura.
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Relativamente a tentarmos, calmamente, argumentarmos com uma criança quando ela está a fazer birra:
.
“The Little Adult Assumption
.
To soothe a toddler who is having a blowup, many parents are taught to calmly acknowledge their child’s unhappy feelings and then gently correct them: “Jane, I know you want the ball, but it’s Billy’s turn. Remember we talked about sharing? So please give the ball back to Billy. You can have the next turn. Okay?” Sounds reasonable, but mature comments like those often backfire and can make livid toddlers shriek even louder! That’s because little children aren’t mini-adults. Their immature toddler brains struggle to understand long sentences and to control their bursts of powerful emotions.
.
Psychologist Thomas Phelan, author of 1-2-3 Magic, calls our attempt to use calm logic to soothe upset toddlers “the little adult assumption.” By that he means we are expecting stressed-out toddlers to settle down because of our explanations and our polite appeals to reason—which is simply unrealistic.
Too many parents believe their little ones should be able to turn off their emotions mid-tantrum and maturely reply, “Thank you for explaining that, Mother. I’ll happily do what you want.” Hmmm … I don’t think so!”
.
O segredo é mesmo mimicar o tom delas e usar frases curtas.
Por exemplo, usando uma entoação zangada, vamos falar com a criança
“A Matilde está zangada! Muito zangada! Matilde zangada! Zangada! A Matilde não queria vir embora! Não, não, não! Embora não, diz a Matilde. Ficou zangada! Muito zangada! A Matilde ficou zangada porque não queria vir embora.”
E com esta conversa, por mais ridícula que pareça, a criança sente-se ouvida e compreendida, e acalma. E depois então já se pode falar normalmente com ela.

Obrigada Sansa, vou ler sim Sorriso Eu também ando sempre com comida atrás e ela vai várias vezes ao parque e está lá um bom bocado mas mesmo assim faz sempre estas fitas. Já era tarde e estava a ficar um vento frio, tínhamos mesmo que vir embora. Tenho que ir acampar para o parque! lol

Naygi -
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Desde 02 Fev 2019

Com dois anos o meu filho também fazia muitas birras, agora controla - se melhor. Ás vezes ainda faz birra e sim, muitas vezes é birra de cansaço. O que eu faço é simplesmente ficar perto dele e esperar que a birra passe. Quando está mais calmo falo com ele. O meu filho também me pregou algumas peças em publico e foi das fortes, para mim birras em publico é mesmo o mais dificil..

T zero -
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Desde 17 Jul 2009

A boa notícia é que os terrible two passam. A má notícia é que (cá em casa) foram substituídos pelos ainda-mais-terrible three. Penso que, no caso do meu rapaz, as monumentais (se bem que menos frequentes) birras dos três anos se deviam à frustração de não conseguir falar com a mesma velocidade com que pensava e/ou não ter vocabulário para expressar o que queria transmitir. Por volta dos 3 anos e meio, puff! tudo se compôs.

Estratégias? Acho que já deve fazer tudo o que eu fazia: evitar gatilhos: fome, sono, a tentação de ver coisas que queria mas em que não podia mexer. Se calhar sem estas, tudo teria sido pior, mas não evitei as cenas, embora maioritariamente em casa. E fazia questão de lhe dizer que ele era o melhor filho do mundo e que não o trocava por nada. Dizia-o durante a birra, depois da birra e várias vezes ao dia, desde que acordava até se deitar. Ainda hoje o digo. Sorriso

Estratégias para lidar o desalento que eu sentia com as birras: quando tudo o resto falhava, pensava que era só uma fase. que ele ia crescer, e começar a expressar-se melhor e aprender a gerir melhor as suas frustrações e que, nessa altura, as coisas se tornariam mais fáceis. E tornaram.

A minha dica quanto às "pessoas que olham":
- Se olham com simpatia, compreensão, sinta-se feliz por saber que há quem a compreenda, ainda que não o verbalizem. É bom sabermos que não estamos sozinhas nas nossas lutas.
- Se olham com uma crítica muda, agradeça aos Céus poder fazer aquela viagem de autocarro tão perto da perfeição. Sorriso
Sinto-me sempre comovida quando me deparo com alguém perfeito. E se são pessoas que decidem perder algum do seu precioso tempo a ensinarem-me a ser um bocadinho menos imperfeita. melhor ainda. Infelizmente devo ter alguma dificuldade em expressar a minha gratidão porque rapidamente decidem que eu sou um caso perdido e vão aperfeiçoar a vítima seguinte.

Sobre T zero

Madrinha surpreendida e orgulhosa da Igraine e sua Fadinha Sorriso

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