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ola! alguém conhece tratamentos naturais ou caseiros para engravidar?
beijinhos! 
Eu tomei oleo de germen de trigo (aumenta a fertilidade), oleo de onagra (regula os ciclos) e o meu marido tomou tribullus terrestres (aumenta o nº de espermatezoides e a sua qualidade).
este tribulius terrestris e um homeopatico tbm...akele o foliculinum e pra ajudar a ovulaçao...tenho a lista d mais cenas perai k vou copiar e colar aki ok
Aurum – quando a depressão está na origem da infertilidade
Follicolinum – para favorecer a fecundação
Ignatia – para lutar contra o stress e a ansiedade emocional
Lachaesis – para estimular os ovários e as suasfunções
Lycopodium – para melhorar a qualidade do muco cervical
Ovarinum – para regular a ovulação e os ciclos menstruais
Progesteronum – para regular ciclos mesntruais demasiado longos
Sabina – recomendado em casos de abortos repetidos
Sépia – ajuda em casos de ovulação irregular ou inexistente
Agnus castus – em casos de oligospermia e azoospermia
Medorrhinum – pode ajudar em certos casos de impotência
Tribulus terrestris – para aumentar a quantidade de espermatozóides e a taxa de progesterona
O que é Homeopatia
Você pode se imaginar como sendo uma coleção de partes que funcionam juntas como um relógio ?
Ou você é um ser com um corpo que possui partes que interagem entre elas e com o todo, funcionado harmonicamente, para ter o que se chama "vida" ?
Outra questão: você tem que pensar para seu fígado funcionar ou ele geralmente funciona harmonicamente junto com o resto de seu corpo ? E seu coração ? E seus rins ? e seus…
E o que você acha que seria mais eficiente :
bullet um medicamento que forçasse sua ação em em certos órgãos de seu corpo, porém tendo reflexos indesejados em outros locais,
bullet ou um medicamento que agisse em todos locais de seu corpo que estão precisando de ajuda, ao mesmo tempo ?
Para a Homeopatia, o corpo de um ser vivo é uma unidade a seu serviço.
Unidade esta que apesar de ser feita de partes, partes das partes, partes das partes das partes, e assim vai, deve ser tratada como unidade quando o ser adoece.
Ou seja, quando seu corpo adoece, é VOCÊ que adoece, e não seu fígado, seu coração, seu baço. E a Homeopatia se propõe a tratar você e não só suas partes. As somas das partes é muito mais do que as partes juntas.
E o que dizer então das interações entre elas ? Como se pode esquecê-las ?
Isso pode parecer pretensioso, mas é o sonho de muita gente desde que o mundo é mundo, tanto que de muitas plantas se diz que são "panacéias para todos os males", pois os homens sempre procuraram e procuram algo que os curasse de todas as doenças. Algo como a procura da "pedra filosofal" na idade média, que faria qualquer metal virar ouro.
Só que raciocine comigo : você não é igual a seu vizinho, ou a seu colega de trabalho, ou a seu irmão e nem sua doença é igual a deles. As vezes uma pessoa fica doente quando o tempo fica muito seco e outra quando o tempo fica muito úmido. Cada um tem a "sua" doença. Então como você poderia ser tratado "igual" quando adoece ? Um rim pode ser igual a outro. Um coração pode ser igual a outro. Somos agrupados em espécies por termos muita semelhança entre os indivíduos, mas não somos iguais.
Podemos dividir, a grosso modo, as terapias medicamentosas em dois grandes grupos:
A) As que corrigem "desvios de rota" do funcionamento padrão do corpo dos seres vivos (por corpo entenda-se o corpo todo - inclusive cérebro), fazendo parar as reações que estão lhe fazendo mal. Isso apesar de essas reações terem começado como algo fisiológico para tentar trazer o corpo para um estado de saúde. Ou para aqueles que estão sob o ataque de outros seres e que não estão conseguindo responder a contento, como por exemplo dar antibiótico em uma pneumonia bacteriana em que o corpo não consegue combatê-la por si só, por exemplo. Ou em uma alergia qualquer, em que o corpo reage exageradamente a algo e começa a se fazer mal e se toma um anti-inflamatório. Ou quando as veias/artérias do coração se bloqueiam com deposições de gorduras e cia e tem que se fazer uma operação de substituição para se voltar a ter uma irrigação sangüínea satisfatória.. Em todos estes casos houve uma intervenção para se deter o processo e dar fôlego para o organismo se recuperar e combater o que lhe está fazendo mal. Ou no caso da alergia, bloqueando a reação exagerada.
O bom ? Age quer o organismo queira ou não, e dá um fôlego para o organismo reagir e se fortalecer.
O ruim ? Não altera o que está causando estes distúrbios, só age nos distúrbios e/ou nos seus efeitos. Pode-se combater as bactérias que causam a pneumonia, mas não se consegue que o corpo fique mais forte para ele mesmo combatê-la ou mesmo para ficar mais resistente e não ter pneumonia. Não se consegue fazer o próprio corpo combater o excesso de sensibilidade aos alérgenos, só se suprime os sintomas. No caso do coração, não se consegue tirar a tendência ao "entupimento" de artérias, só com um regime alimentar e de vida rigorosos.
E as terapias que tentam intervir na causa mais profunda das doenças e corrigi-las. Ou o popular "cortar o mal pela raiz".
O bom ? São terapias com outro tipo de propostas e são, ou deveriam ser, o ideal de todos que almejam uma cura, qualquer que seja ela.
O ruim ? Não são todas as pessoas que são dispostas a este tipo de terapia, por se contentarem com "curas" mais superficiais. E também existem ocasiões, por limitação do ser humano que está aplicando a terapia, em que ela fica difícil de funcionar. Limitações de conhecimento, falta de medicamento, impossibilidade de reação do corpo, etc.
E voltemos por instantes ao século XVIII : como era a medicina da época ? Ela tinha como terapêutica sangrias feitas com sanguessugas, arsênico e outros venenos como febrífugos e outras coisas que horrorizariam hoje em dia até charlatões. As supostas causas das doenças eram fantasmagóricas e fantásticas, e nas faculdades de medicina aulas práticas não eram comuns. Apesar de desde o século XVII, principalmente na Inglaterra, a idéia que tudo deveria vir da experiência começasse a permear o mundo em geral, e a ciência em particular, a terapêutica e a visão do doente parece que ficaram no século XVI. Talvez por estarem muito ligadas a visão do homem sobre si e este parece que sempre foi um enorme problema para o ser humano.
Poderia - se dizer que todos que atuavam na área da saúde achavam este quadro normal, mais isto não era verdade. Haviam várias pessoas que se incomodavam mas não tinham uma opção terapêutica. Os alquimistas conseguiram outra abordagem, mas ainda não satisfatória. Quem usava plantas medicinais idem, mas e a sistematização, a metodologia, em épocas em que a ciência estava procurando método ? Nesta época, o conhecimento estava começando a ser algo ao alcance de outros que não nobres ou religiosos. Isto foi uma parte das conquistas das correntes de pensamento dos séculos XVII e XVIII, notadamente na Inglaterra ( XVII) e França de maneira mais acentuada ( XVIII). Mas, sair na rua, entrar em uma livraria e comprar um livro para adquirir conhecimento ? Na época, isto era ficção, e das mais absurdas possíveis. Aliás, ainda hoje é ficção em muitos lugares.
Em 1755 nasceu Samuel Hahnemann, em Meissen, Saxônia, atual Alemanha. Aos 20 anos entrou para a faculdade de medicina de Leipzig.
Ele se desapontou com essa faculdade, entre outros motivos, por lá não haver aulas praticas. Mas era uma faculdade onerosa e teve que interromper seus estudos por falta de dinheiro e dar aulas particulares.
Segue para Viena, Áustria, onde conseguiu ser aceito como discípulo do Dr. Quarin, diretor do Hospital dos irmãos da Misericórdia. Foi recomendado por ele para ser médico particular e bibliotecário de Samuel de Bruckenthal, governador da Transilvania, onde ficou por 21 meses e dele aproveitou enormemente a biblioteca.
Em 10 de agosto de 1781, Hahnemann defendeu sua tese de doutorado na faculdade de Erlangen, recebendo o grau de doutor. Sempre muito afeito a leitura, lia várias línguas e sobrevivia também com as traduções que fazia.Depois de formado, praticou a medicina possível na época, mas começou a achar pouco. Ele curava muito pouco para seu gosto, embora as pessoas o considerassem um sucesso. E estudava muito.
Em determinada época, se desgostou de vez e largou a clinica. Como ele era farmacêutico e químico
A idéia da semelhança ser também um dos caminhos para a terapêutica era algo que já vinha há muito tempo aparecendo no trabalho de vários pensadores .
E a idéia de semelhança parece permear a cultura humana, e mais que isso : trazer ou levar, de um objeto ou ser vivo a outro objeto ou ser vivo suas qualidades, ou a qualidade que interessa a quem faz esta transferência, seja um dos seres vivos envolvidos ou um outro externo.
Usar a pena da águia para ter suas características,
Ler a biografia de uma pessoa que se admira para saber como agir de maneira semelhante a ele,
Imitar o comportamento do pai,
Aprender a falar e a andar imitando os adultos,
Tomar infusão de uma planta em forma de rim para problemas renais,
Tomar pequenas doses de Digitalis purpurea para controlar o que ela causa em grandes doses ( insuficiência cardíaca)
Tomar o veneno continuamente em pequenas doses para tornar insensível a ele,
Até que um dia alguém percebeu que poderia ser feito com mais substâncias :
O que uma ( determinada) substância provoca em pessoas saudáveis pode ser usado como guia para ser dado a pessoas doentes, que apresentam estes mesmos sintomas.
E elas melhoravam.
Eureka ! E ele foi o criador ? Depende do que.
Da lei dos semelhantes ? Nunca. Isso foi só um exercício de observação de Hahnemann, apoiado por muita coisa que ele havia lido. Aliás, um exercício de observação muitíssimo bem feito.
Da Homeopatia ? Claro. Foi ele que operacionalizou, foi ele que desenvolveu o método e foi ele que estabeleceu regras
Mas e daí, como chegou a isso ? Dentre vários livros importantes que o influenciaram, um livro chamado " Matéria Medica " de Cullen, que ele estava traduzindo, chamou-lhe atenção pela parte em que falava da China officinalis e dizia que ela era muito boa para malária.
Ele começou a experimentar diversas substâncias nos familiares, em amigos, para ver o que provocaram em pessoas sãs. E tudo ia anotando.
Percebeu que se diluísse as doses, os sintomas ficavam menos violentos e mais diferenciados, eram diferentes de uma simples intoxicação.
E, não se sabe exatamente de onde tirou a idéia ( Alquimia ?), começou a dinamizar as substâncias e percebeu ou comprovou, não se sabe, que substâncias antes inertes despertavam sintomas nas pessoas que a experimentavam.
E conforme suas anotações foram aumentando, observava que várias pessoas apresentavam sintomas semelhantes quando experimentavam a mesma substância.
Epa!
Coincidência ou um grande achado ?
E que esta determinada substância curava pessoas que apresentavam estes grupo de sintomas em suas doenças.
Não era mais coincidência. Ele tinha achado algo grande.
Isto era uma terapêutica.
E quais suas bases ?
substâncias são classificadas como medicamentos de acordo com a capacidade de provocar sintomas significativos em pessoas sãs ( uso da lei dos semelhantes em medicamentos).
bullet o uso de pequenas doses ( não se queria matar por intoxicação nem o paciente e nem o experimentador).
bullet a dinamização ( "sacudidas") para fazer serem ativas substâncias inativas e/ou para homogeneizar substâncias insolúveis em água/álcool e "melhorá-las".
bullet experimentar as substâncias candidatas a medicamento em indivíduos sãos ( os experimentadores) seguindo regras pré-estabelecidas.
bullet E experimentar uma substância (mesmo que composta) de cada vez, para não atrapalhar e nem confundir os resultados e anotações de todos medicamentos experimentados com seus sintomas, para estes poderem ser usados quando fossem procurar sintomas relatados por doentes.
E como se usa esta terapia nos doentes ?
Escuta-se tudo o que o paciente diz, suas queixas, observa-se seu temperamento, seu modo de ser e viver quando são e quando doente, sua patologia. Anota-se, escolhe-se os sintomas mais significativos, os que chamam mais a atenção para a individualidade do doente.
Daí se escolhe o medicamento que mais se encaixe no quadro, medicando-o, e faz-se outras orientações que forem necessárias. E no caso de Hahnemann, os pacientes melhoravam.
E algumas coisas lhe chamaram atenção, uma já do tempo que ele tinha iniciado as experimentações :
- Quando se experimentava as substâncias apareciam sintomas aparentemente sem utilidade em seu total, do tipo - dor latejante, as 4 horas da tarde, no joelho esquerdo.
Está bem, foi anotado.
E qual não foi a grata surpresa quando este tipo de relato de sintomas também foram observados em relatos de doentes !
Então quer dizer que estas sensações, estes "sentir" aparentemente malucos e que tradicionalmente são só para escutar (e não lembrar mais) servem também para medicar ?
E não é que serviam !
E que interessante, individualizavam o ser, pois enquanto um poderia ter dor latejante as 4 horas da tarde, no joelho esquerdo, outro poderia ter dor latejante no joelho esquerdo quando levantasse pela manhã.
E um poderia ter a indicação de um medicamento; e ou outro, de outro, mesmo os dois tendo dor no joelho !
Então os modos que as queixas são feitas, as características destas queixas, o MODALIZAR, individualizam o ser tratado ? Sim.
bullet E usando-se substâncias diluídas e dinamizadas para a experimentação, mais sintomas individualizantes, diferentes, longe dos sintomas do tipo intoxicação apareciam. E diferenciava mais um medicamento de outro. E estes sintomas também apareciam em relatos de pacientes.
bullet Alguns sintomas que os experimentadores relatavam, quando estavam experimentando uma substância, apareciam com mais freqüência, eram relatados por vários experimentadores. Isto foi formando o que se chama o "núcleo" do medicamento, o que o caracteriza mais, inclusive com sintomas mentais, sonhos, sensações, etc.
E uma insatisfação : Hahnemann colhia com cuidado o relato de seus pacientes, elegia com cuidado o medicamento, os medicava e eles ficavam bons. Que ótimo ! Diriam todos. Mais ou menos, começou a pensar Hahnemann. Porque eles, depois de um certo tempo, adoeciam novamente, mesmo que fossem com doenças que nada tinham a ver com a doença que ele havia cuidado. Mas porque eles adoeciam novamente?
Deu um "nó em seu raciocínio", pois, se ele curou seu paciente, por que ele voltou a adoecer ? Será que seria seu tipo de vida ? Algo nele fazia-o adoecer ?
E ele começou a prestar atenção na vida toda de seus pacientes e a achar que eles já estavam doentes muito antes de se acharem doentes e irem até ele… e começou a cuidar deles desta maneira, e vê-los de um outro modo.
Mas isso é outra história, para ser contada em um outro momento.
E vamos continuar daqui dando nossa visão de Homeopatia.
A Homeopatia :
Diversas substâncias foram experimentadas separadamente em indivíduos sãos e, nestes indivíduos,
estas substâncias ocasionaram sintomas que não apresentavam normalmente em sua vida .
Estes sintomas que estas substâncias ( seguindo um protocolo de experimentação) despertaram nestes indivíduos foram anotados (de cada substância em separado) e colocados a disposição dos clínicos em livros chamados 'matérias médicas'.
Um doente que apresente sintomas, e uma dinâmica destes sintomas, que seja semelhante à de um medicamento, este medicamento lhe é dado para curar a sua doença. 03/08/08 •└► Rachel
"Tipos de Homeopatia"
Estas duas visões contemplam as duas principais linhas de Homeopatia, que caricaturalmente são resumidas como :
unicista é "aquele clinico que pede que você conte tudo que aconteceu e acontece na sua vida - 'até a cor das meias que uso' - , não faz exame físico, diz que exames complementares são desnecessários sempre, que não é preciso fazer diagnóstico nosológico, receita um medicamento, e acha sempre que você ter uma ferida de 10 centímetros de diâmetro e arder em febre por 10 dias é um ótimo sinal de agravação. E ainda diz que por isso deve ser deixado como está ". E que pluralista à francesa é "aquele que olha para você, conversa quinze minutos e lhe dá como receita um calhamaço com 30 medicamentos para tomar a cada 10 minutos" .
Essas definições poderiam ser usadas somente como esquetes de programa humorístico. São o exagero dos exageros e embora possam existir clínicos assim, não é o que se deseja formar nos cursos.
Os unicistas são aqueles que preferencialmente usam um só medicamento por vez para tratar de seu paciente, aliados ou não à outras estratégias terapêuticas.
Os hahnemannianos são aqueles que seguem a linha teórica de Hahnemann, assim como vários outros homeopatas seguem a linha de consulta de outros homeopatas clássicos.
E alguém que siga a Homeopatia tradicional francesa, conhecidos por pluralistas, trabalha mais com constituição e fisiopatologia do indivíduo ou de uma população.
Nos dias que correm, engravidar pode não ser, afinal, tão fácil quanto parece e são diversos os factores que podem conduzir à tão temida “infertilidade”.Na realidade, a infertilidade total, propriamente dita, é uma situação bastante rara e o que existe na realidade são problemas de fertilidade.Para a OMS – Organização Mundial de Saúde – um casal tem problemas de fertilidade, quando após 2 anos de actividade sexual sem utilização de métodos contraceptivos, não ocorre uma gravidez.Os tratamentos convencionais disponíveis passam pela medicação, a cirurgia, ou ainda por técnicas laboratoriais, como sejam a fertilização in vitro ou a inseminação intra-uterina, entre outras. As taxas de sucesso para estes tratamentos variam, por exemplo, consoante a técnica utilizada e a duração da infertilidade anterior ao início do tratamento.
Existem, no entanto, alternativas naturais a este tipo de tratamentos, que podem, inclusive, ser feitas em paralelo, e a Homeopatia é uma delas.
O ser humano nunca adoece exclusivamente numa parte isolada do seu corpo, e qualquer doença, quer se trate de infertilidade ou qualquer outra, é sempre reflexo de um desequilíbrio geral de todo o organismo.E é sob esta visão holística que a Homeopatia procura equilibrar cada indivíduo, tornando-o mais saudável, física e psicologicamente, tratando não só a infertilidade mas também os sintomas físicos e emocionais que dela decorrem, possibilitando inclusive reacções mais positivas aos tratamentos convencionais não homeopáticos. De grande eficácia nos casos de infertilidade funcional, a Homeopatia permite: 14/08/08 •└► Rachel
regularizar os ciclos menstruais (após ter deixado de tomar a pílula anticoncepcional, por exemplo)
melhorar o equilíbrio hormonal, nomeadamente quando não ocorre ovulação
melhorar a qualidade do muco cervical, facilitando assim o acesso dos espermatozóides ao útero
melhorar a qualidade da mucosa uterina, favorecendo a nidação do ovo ou zigoto
preparar o útero para o implante do ovo ou zigoto, no caso de fertilização in vitro
suportar mais facilmente o stress dos “ensaios” e da PMA
A título de exemplo, aqui deixo ficar a indicação de alguns remédios que podem ajudar na infertilidade feminina:
Aurum – quando a depressão está na origem da infertilidade
Follicolinum – para favorecer a fecundação
Ignatia – para lutar contra o stress e a ansiedade emocional
Lachaesis – para estimular os ovários e as suasfunções
Lycopodium – para melhorar a qualidade do muco cervical
Ovarinum – para regular a ovulação e os ciclos menstruais
Progesteronum – para regular ciclos mesntruais demasiado longos
Sabina – recomendado em casos de abortos repetidos
Sépia – ajuda em casos de ovulação irregular ou inexistente 14/08/08 •└► Rachel
Também na infertilidade masculina:
Agnus castus – em casos de oligospermia e azoospermia
Medorrhinum – pode ajudar em certos casos de impotência
Tribulus terrestris – para aumentar a quantidade de espermatozóides e a taxa de progesterona
A duração do tratamento varia entre três e seis meses consoante os casos, com tomas diárias de grânulos homeopáticos e, claro está, que um tratamento desta natureza requer o conselho de um profissional já que, para além de existirem diversas diluições, existem também diversas fórmulas e combinações homeopáticas que podem ser prescritas no sentido de obter melhores resultados.
Por outro lado, um tratamento de fundo é sempre recomendado em função das características e do estado de saúde gerais de cada um.
Aqui fica no entanto a ideia de que a Homeopatia pode efectivamente dar uma ajuda aos casais que sofrem de problemas de fertilidade. 31/08/08 •└► Rachel
Homeopatia: Como usar e obter benefícios
Este é um texto destinado a tirar algumas dúvidas sobre o uso dos medicamentos Homeopáticos. De início, é conveniente que se conheça o trabalho árduo do Farmacêutico Homeopático. Assim se terá uma idéia mais clara de como conservar e tomar corretamente os medicamentos Homeopáticos. Afinal é graças ao trabalho do Farmacêutico Homeopático competente que se pode ter garantia de que o medicamento terá o efeito já comprovado para que se realize o tratamento, como foi previsto pelo Médico Homeopata.
O que é um medicamento homeopático
Há medicamentos Homeopáticos de origem animal, vegetal e mineral. A matéria-prima utilizada varia de substâncias inertes (sem efeito terapêutico para a Alopatia, como o Lycopodium) a venenos (de animais peçonhentos), até mesmo outras substâncias de uso terapêutico bem conhecido por todos nós. Na Homeopatia, tudo é possível: por exemplo, a dor que é eventualmente produzida por uma substância, será curada por esta mesma substância em doses diminutas, segundo as Leis dos Semelhantes.
E a Bula ??
Alguns pacientes que se tratam com a Homeopatia esperam poder ler bulas de seus medicamentos. Seria praticamente impossível satisfazê-los. Afinal, a medicação homeopática é individual. Só serve para um determinado paciente aquele medicamento específico que o Médico Homeopata prescreveu. Então, a bula de um medicamento Homeopático de um paciente será diferente da de outro, mesmo quando a substância utilizada for a mesma. Uma bula única para uma substância poderia ficar do tamanho de um catalogo telefônico, pois existem medicamentos homeopáticos com mais de 4.000 sintomas. 31/08/08 •└► Rachel
As doses
Os medicamentos Homeopáticos para serem prescritos necessitam, além da semelhança com os sintomas do paciente, de uma potência adequada ao caso de cada paciente. Ou seja, precisam ser diluídos e agitados de acordo com a orientação do Médico, que avalia isto durante a consulta. Este processo de manipulação do medicamento se chama dinamização. Para obtenção da dinamização, normalmente os Farmacêuticos utilizam, entre outras, as técnicas chamadas de CH (Centesimal Hahnemanniana), de FC (Fluxo contínuo), que são as mais comuns. Estas técnicas de dinamização podem significar de alguns minutos a dias de trabalho ininterrupto, o que explica as eventuais demoras na feitura de medicamentos que não estejam em estoque.
Como pode ser administrado
Para que o medicamento homeopático possa ser tomado, é necessário que ele seja veiculado em substâncias inertes para sua absorção, após a obtenção do medicamento dinamizado. Normalmente usa-se como veículo a lactose, que é o açúcar de leite, nos medicamentos em forma de pós (embalados em papéis) ou em tabletes. Os medicamentos em forma de glóbulos já usam como veículo a sacarose, que é o açúcar de cana. Os de forma líquida utilizam na veiculação água alcoolizada e, por isto, têm gosto de álcool. Já as formas de pomadas, óvulos e supositórios são obtidos com as tinturas-mães misturadas em vaselina sólida, nas proporções adequadas. 31/08/08 •└► Rachel
Como tomá-lo
•Tome o medicamento da maneira indicada e na hora determinada por seu Médico Homeopata;
•Deixe que o medicamento entre em contato com a saliva;
• Se tiver de tomar o medicamento em jejum, não usar pasta de dente, nem antes ou depois. Café também, só depois de tomar o medicamento. Deixe para escovar os dentes 10 minutos depois. Lembre-se que o jejum é de hálito e não de estômago;
• Evite o contato com as mãos. Use as tampinhas dos frascos para tomar os glóbulos e tabletes;
• No caso de medicamento em solução alcóolica, bastam algumas gotas em dois dedos de água filtrada;
•Não ingerir bebidas alcóolicas junto com a medicação;
• Não reutilize o frasco após o término do medicamento. Escalde com água fervendo os utensílios que entrarem em contato com o medicamento homeopático ou use material descartável;
•Todo medicamento deve ficar fora do alcance das crianças;
•Em caso de ingestão acidental, comunicar imediatamente ao médico. Se não encontrá-lo, procure uma Farmácia Homeopática. 31/08/08 •└► Rachel
Sua conservação
•O medicamento Homeopático é sensível a cheiros fortes (“saches”, capim cheiroso, etc.), excesso de luz, umidade e calor;
•Deve ser guardado em uma caixa exclusiva para ele, em local seco e fresco;
• Evite guardá-lo no banheiro, devido à umidade e ao cheiro de perfumarias, sabonetes, cosméticos, e etc.
•Não deve ficar junto com produtos que contenham cânfora ou mentol (Vick®, pasta de dente, etc.), nem próximo de cheiro de cigarros;
•No carro, ele deve ser protegido do calor e da luz direta do sol;
•Ele é sensível ao Raio-X e outras radiações, o que significa dizer que não deve ficar próximo da tela de TV ligada ou de alto-falante sob pena de ser inativado;
•Caso vá viajar, peça à Farmácia um atestado para seu medicamento e não se esqueça de levar a receita de seu médico. Nos aeroportos, não deixe seu medicamento na mala ou bolsa de mão, pois elas sempre são radiografadas. Carregue-o em um bolso de sua roupa, pois detectores de metais não o afetam tanto quanto o Rx. 31/08/08 •└► Rachel
Importante !!
•Não se automedique.
• Não repita receitas por conta própria.
•Não aceite indicação de medicamento dada em balcão de farmácia.
•Não recomende a amigos ou parentes o seu medicamento.
•Não utilize por conta própria medicamento de amigos ou parentes.
•Não esqueça que um medicamento Homeopático pode ter tantos ou mais efeitos colaterais quanto um alopático.
E lembre-se ! !
A indicação do medicamento Homeopático depende de uma analise profunda da totalidade dos sintomas do paciente. Somente o Médico Homeopata está habilitado a fazer esta análise. É por isto que, no tratamento Homeopático, as consultas devem ser freqüentes.
A Homeopatia trata o doente e não a doença.
O medicamento de uma pessoa pode não ser de outra, mesmo que a doença seja a mesma.
Se quiser ajudar alguém, recomende um tratamento. Homeopático, não o seu próprio medicamento.
Florais e Fitoterapia (tratamentos com ervas) não são tratamentos homeopáticos.
fonte: http://visaoglobal.org/2007/11/07/homeopatia-como-... 04/11/08 •└► Rachel 05/12/08 •└► Rachel
Roubei de uma comu!....
Creditos a Josy!
Origem Dos Medicamentos Homeopáticos
Reino Vegetal:
Bryonia alba(cebola)
Allium sattivum(alho)
Lycopodium clavatum(musgo-Briófitas)
Reino Animal:
Apis mellifica(abelha)
Blatta orientallis (barata americana)
Imponderáveis:
radiações, magnetos Radium bromatum
(Brometo de rádio)
Pólo magneticus articus
Sol, Luar, etc.
Produtos sintéticos:
Cortisona
Medicamentos alopáticos dinamizados:
Haldol.
Preparados homeopáticos:
uso exclusivo na Homeopatia. Ex.:
Causticum Hahnemann (cal)
Bioterápicos
Conceito: medicamentos produzidos a partir de secreções, excreções, tecidos, órgãos de animais ou vegetais sãos ou patológicos, ou ainda de organismos portadores do princípio da doença, microorganismos.
Nosódios: são os medicamentos preparados com produtos de secreçâo ou excreçao patológica de animais ou vegetais.
Ex.:
Animais:
Luesinum - preparado por raspado do cancro sifilítico
Medorrhinum - preparado com o pus blenorrágico de gonococcus de Neisser.
Vegetais:
Secale cornutum - preparado à partir da secreçâo produzida pelo esporão do centeio.
Sarcódios: preparados à partir de secreções fisiológicas de animais ou vegetais.
Ex.: animal : Sepia succus - preparado à partir da tinta expelida pelo polvo quando agredido.
vegetal: Opium - suco leitoso da Papaveris somniferi(proscrito).
Auto - Nosódios: preparados de secreções, produtos patológicos ou partes de órgãos ou tecidos que devem conter o princípio patológico responsável pelo estado de doença de um ser vivo, para ser usado em sua própria cura.
Ex.: urina, fezes, catarro, raspados de tecidos, sangue, etc.
Organoterápicos: preparados à partir de órgãos.
Ex.: Glândula tireóide, pâncreas,etc.
A homeopatia é o bicho
Os resultados são comprovados através de estudos e dos próprios pacientes...
Por Moises Chencinski - Homeopatia
Sempre que alguém me diz que a homeopatia faz efeito pelo papo do médico que convence o paciente que ele não está doente, dando a ele gotinhas que têm mais uma ação emocional e psicológica do que propriamente clínica, eu tento imaginar como isso funcionaria com os animais?
Alguém consegue pensar em uma possibilidade de convencer o gado que ele não tem carrapatos?
Eu me lembro de uma matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo em novembro de 2.007, comentando sobre o uso de bioterápicos contra os carrapatos em bovinos da raça purunã, pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), comprovando a mesma eficácia, menor custo, maior facilidade na aplicação e um aumento do peso do gado durante o período do tratamento comparado com o tratamento químico habitual. Vou aproveitar dois textos do meu site.
O primeiro deles é do então presidente da Associação Medica Veterinária Homeopática do Brasil (AMVHB - 2005) - Dr. Elias Carlos Zoby: Cada vez mais se ouve falar em tratamentos naturais para homens, outros animais e plantas.
A sociedade está tomando consciência de que os resíduos químicos lançados no ambiente ou nos organismos causam outros efeitos além daqueles desejados e pelos quais foram usados, que vivemos num ecossistema e isto implica dizer que há constante interação entre todos os elementos envolvidos.
O vento que sopra no pólo norte se reflete no sul, o lixo lançado no rio que corta uma fazenda vai poluir a fonte de água de bebida de todos que estão mais abaixo em seu curso. Entre essas terapêuticas em ascensão a principal é a Homeopatia, medicina descoberta pelo médico alemão Samuel Hahnemann em fins do Século XVIII e que se baseia na semelhança de sintomas. Os medicamentos são experimentados em indivíduos sadios e causam alterações de ordem sensorial, funcional e, se levados mais adiante, lesional.
(Continua ...) 06/01/09 *-*Ana Paula*-*
Essas mesmas substâncias, preparadas por uma farmacotécnica especializada chamada dinamização, curam no enfermo as doenças caracterizadas por aqueles sintomas produzidos experimentalmente.
Homeopatia é especialidade reconhecida pelos Conselhos Federal de Medicina e de Medicina Veterinária.
O segundo foi escrito pelo Prof. Dr. Claudio Martins Real, primeiro médico veterinário homeopata do Brasil, agraciado pela AMVHB, em 2.000, com o título de "Precursor da Homeopatia Veterinária no Brasil" do site www.realh.com.br. A criação da Homeopatia, por Samuel Hahnemann, no fim do século XVIII e início do XIX, representou, além de uma nova terapêutica, nova concepção sobre a origem das doenças.
Os novos métodos e concepções, como vendaval renovador, abalaram o mundo cientifico da época, principalmente a classe médica ciosa de seu saber. Naquele tempo, inúmeras epidemias dizimavam o rebanho bovino, entre elas: a Peste Bovina e o Carbúnculo Hemático, e o Mormo entre os eqüinos.
Diante da pressão em que se encontravam os veterinários para solucionar os problemas existentes, é natural que a nova terapêutica, a Homeopatia, granjeasse adeptos. É importante destacar nesta época o veterinário alemão Willem Lux (1777-1849), professor na escola veterinária de Leipzig contemporâneo de Hahnemann, um dos primeiros veterinários a usar a Homeopatia. Lux adquiriu fama ao solucionar uma epidemia de Carbúnculo Hemático.
Como não dispunha de medicamentos homeopáticos que cobrissem o "retrato" clínico da doença, Lux teve a idéia de tratar a epidemia com sangue dinamizado de um bovino carbunculoso e os resultados foram surpreendentes. Posteriormente, solucionou uma epidemia de Mormo na Hungria, dinamizando o corrimento nasal de um cavalo com a doença.
(Continua ...) 06/01/09 *-*Ana Paula*-*
Com estas inovações, Lux estabeleceu as bases da Isopatia, procedimento terapêutico que usa os métodos homeopáticos no preparo de medicamentos que são extraídos do próprio doente. Como terapêutica individual, a Homeopatia vem sendo utilizada em clínicas veterinárias e no Brasil e em todos os países do mundo, já ultrapassou a clínica de pequenos animais e é usado com êxito em haras, granjas leiteiras e pocilgas.
Para exemplificar: na Inglaterra o médico oficial da família real é homeopata, assim como os cavalos e os animais da granja real são atendidos por veterinário também homeopata. O interesse dos médicos veterinários brasileiros pela Homeopatia é crescente e pode ser expresso na fundação da Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas do Brasil (AMVHB), em agosto de 1993 em São Paulo, com mais de uma centena de veterinários cadastrados e pela existência no País de diversos cursos de especialização em Homeopatia.
Para saber mais sobre Homeopatia na Medicina Veterinária, acesse os artigos Lei dos Semelhantes e Homeopatia Populacional do mesmo autor, no mesmo site.
21 de novembro é o dia nacional da homeopatia
Dr. Moises Chencinski é homeopata
Para saber mais, acesse: www.doutormoises.com.br
Links interessantes...
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/Nosodios_V... 09/12/08 •└► Rachel
http://www.artesanalfarmacia.com.br/noticia.asp?id... 09/12/08 •└► Rachel
http://www.homeoint.org/portugues/batello/alopatia...
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