Pai não quer assumir paternidade | De Mãe para Mãe

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34 mensagens
Última entrada
Retrato de kris1
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Desde:
14.09.2016

Pai não quer assumir paternidade

Boa noite

Decidi escrever este tópico porque quando estava gravida procurei a resposta por todo o lado e toda agente diz o que não sabe. Por isso decidi dizer como acontece.
Engravidei de um homem que me disse logo que não iria assumir a paternidade. è verdade em portugal não existe filhos sem nome do pai ou de pai incognito.
Passaram os nove meses de gravidez fui para o hospital tive a minha bebe. e no hospital a mae faz o registo sozinha. Sim o bebe não precisa de ser registado com o nome do pai para saires do hospital com ele.
O que acontece depois é que a conservatoria faz uma queixa ao tribunal a dizer que nasceu um bebe sem o registo do pai. passado 1 mes da data de nascimento do bebe és chamada ao tribunal para dizeres quem é o pai. tu dizes e das toda a informação que souberes. O tribunal abre um processo e vai averiguar tudo o que disseste. vai chamar o pai. se o pai disser que não é, fazem um teste de adn. se for positivo o tribunal nem ffala mais com o pai e faz logo o registo com o nome do pai.
Se tiverem duvidas perguntem me.
Passei por isto e disseram me tanta coisa errada.
Por isso aproveitem a gravidez e o parto tudo se resolve.

Retrato de kris1
Offline
Desde:
14.09.2016

ate sair a paternidade, o ponto positivo é que não precisas de pedir nada ao pai, até podes sair do país.

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Sim, de facto não é preciso o pai estar presente no registo para a criança sair da maternidade (há grávidas que não sabem sequer quem é o pai do bebé, logo para começar). Conheço um caso em que o pai por acaso estava no estrangeiro na altura. Regressou uma semana depois do parto e foi registar voluntariamente o bebé, já estando este e a mãe em casa.

Retrato de Lumena Vilarinho
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Desde:
27.02.2013

Boa noite
Eu nao percebo é pk fazes tanta questao de registar com o nome do pai, se decidiste assumir a gravidez sabendo que ele nao queria assumir o filho é teu, nao te esqueças que com o nome vem o direito dele de estar com a criança queres mesmo o teu filho a passar tempo com uma pessoa que nao o quis? Eu nem sequer confiava a criança a uma pessoa assim
Bjs

Lumena Vilarinho

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Lumena Vilarinho escreveu:
Boa noite
Eu nao percebo é pk fazes tanta questao de registar com o nome do pai, se decidiste assumir a gravidez sabendo que ele nao queria assumir o filho é teu, nao te esqueças que com o nome vem o direito dele de estar com a criança queres mesmo o teu filho a passar tempo com uma pessoa que nao o quis? Eu nem sequer confiava a criança a uma pessoa assim
Bjs

Porque por lei não é permitido que se seja filho de pai incógnito (sabendo quem é o pai, claro). Porque para além dos direitos (que o pai pode não querer usufruir), há também os deveres como a pensão de alimentos (que o pai é obrigado a cumprir, quer queira quer não). E sobretudo, porque mais do que mãe e mais do que o pai, a criança importa e tem todo o direito de ter o nome do pai no cartão de cidadão e não ser filho de pai incógnito. Há adultos que hoje em dia lutam para que lhes seja reconhecido o pai e poderem deixar de ter um espaço em branco no nome do pai, porque é uma coisa que marca.

Retrato de Saki
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Desde:
07.09.2016

Lumena Vilarinho escreveu:
Boa noite
se decidiste assumir a gravidez sabendo que ele nao queria assumir o filho é teu,

Pais são ambos. Não se mata um bebé só porque o pai não o que assumir! E não passa a ser só dela só porque ele não o quer e lhe disse.
A parte da prevenção acontece antes e é obrigação e responsabilidade dos dois. Se ele não queria ter filhos que se protegesse e não tivesse relações sexuais sem estar devidamente protegido.

Retrato de kris1
Offline
Desde:
14.09.2016

Gostei dos comentarios

Retrato de Lumena Vilarinho
Offline
Desde:
27.02.2013

Marca? A mim nao me marcou! Nunca senti falta sequer! A criança tem acima de td o direito de ser feliz! Eu compreendo que nao é facil ser mae solteira ja vi que a questao da pensao de alimentos é que foi a motivaçao mas a nao ser que seja mesmo necessario nao sou a favor dessa pancada dos direitos do nome do pai mais giro é que se calhar vais tu cria lo sozinha e poes o apelido do pai em ultimo em vez do teu e daqui a uns anos o teu filho em vez de passar o teu nome aos filhos dele nao, passa o de um inutil que nunca esteve la! Mas pronto o que importa é a imagem e é com este tipo de raciocinio que vivemos num país machista ja que as mulheres sao as primeiras a

Lumena Vilarinho

Retrato de Lumena Vilarinho
Offline
Desde:
27.02.2013

Ja que as mulheres sao as primeiras a porem se em segundo lugar.
Tanta independencia da mulher que se apregoa enfim ja nao ha maes como a minha infelizmente

Lumena Vilarinho

Retrato de Lumena Vilarinho
Offline
Desde:
27.02.2013

Nao sei o que se passou neste caso nao conheço os dois lados mas a minha mae ensinou me a precaver e nao deixar a minha reprodutividade nas maos de um homem e infelizmente hj em dia ainda ha mulheres que pensam que filho prende homem nao estou a dizer que seja o caso aqui mas ha muitas por aí infelizmente.
Triste que hj em dia as pessoas ainda acham que pai é aquele que da a queca. Pai e mae é quem cria td o resto sao dadores de esperma

Lumena Vilarinho

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

A si pode não a ter marcado mas a verdade é que há em tribunal adultos e adultas a lutar para ter o nome do pai no cartão do cidadão. E isso não tem nada a ver com ter ou não apelidos no próprio nome. O filho pode até não ter o apelido do pai no seu nome e ainda assim querer que o pai conste no cartão de cidadão em vez de ter um espaço em branco.

Não me parece que haja aqui alguma imagem a ser passada. Quanto muito há uma mãe que quer lutar para que o filho tenha os nomes de ambos os pais no cartão de cidadão. Uma mãe que quer lutar para que o homem que também fez este filho assuma as suas responsabilidades para com ele (no mínimo com pensão de alimentos, sim).

Até posso concordar consigo que pai e mãe é quem cria mas discordo em absoluto quando diz que as mulheres são as primeiras a pôr-se em segundo plano ao ter esta atitude. É muito fácil ser homem, engravidar uma mulher e pôr-se na boa vida, continuando com a sua vidinha sem responsabilidades e a mulher que engravidou que se amanhe em conseguir educar e sustentar a criança. Para mim, uma mulher que aceite isto é que está a aceitar ser inferior, reduzir-se à vontade daquele homem de o deixar em paz, mostrar ao filho que um homem pode fazer o que quer e a mulher tem de aceitar.

Retrato de guialmi
Offline
Desde:
13.07.2013

Concordo com a Clara Miguel. Pensamento machista é aquele que dominou a sociedade durante décadas, em que a mulher supostamente seria a única responsável por controlar a sua fertilidade. Se engravidava sem que o homem o quisesse, era porque tinha sido desleixada, mal intencionada, ou simplesmente...pu****, pois uma mulher de bem não se entregava fora do santo matrimónio. Foi assim que muitas mulheres e seus filhos sofreram o estigma do pai incógnito, porque sim, era um estigma, já que os filho sem nome de pai tinham necessariamente nascido fora do casamento e se isso aconteceu foi porque a mãe se portou mal.
Felizmente as coisas mudaram e agora os pais (que não o queriam ser) são forçados a assumir a paternidade, já que ninguém se torna pai por obra e graça do espírito santo - lá está, o controlo da função reprodutiva cabe aos dois. Mesmo sabendo que existem por vezes mentiras e esquemas...mas foi opção do homem não usar preservativo.
Sendo pai, tem direitos e deveres. Pode até abdicar dos direitos, mas dos deveres não. E não vejo como isto menoriza as mulheres e perpetua o machismo...pelo contrário.

Retrato de Saki
Offline
Desde:
07.09.2016

ClaraMiguel escreveu:
. É muito fácil ser homem, engravidar uma mulher e pôr-se na boa vida, continuando com a sua vidinha sem responsabilidades e a mulher que engravidou que se amanhe em conseguir educar e sustentar a criança. Para mim, uma mulher que aceite isto é que está a aceitar ser inferior, reduzir-se à vontade daquele homem de o deixar em paz, mostrar ao filho que um homem pode fazer o que quer e a mulher tem de aceitar.

Palmas! =D>
É isto mesmo. A meu ver as mulheres que se inferiorizam são precisamente aquelas que nunca lutam pelos seus direitos e pelos direitos dos seus filhos por entenderem que "não se deve preocupar/chatear/incomodar o homem".
No entanto no momento de os fazer eles não parecem muito ocupados...só mesmo quando é para assumir as responsabilidades.

Além do mais, as mães não deveriam ser egoístas ao ponto de não pensarem no bem-estar dos filhos. A meu ver só uma mãe que pensa no bem-estar dos filhos é que considera ser importante lutar pelos direitos todos deles. E um desses direitos é saber quem é o pai e ter a pensão de alimentos do mesmo.
Infelizmente depois há "pais" que não passam de seres mesquinhos que nunca dão aos filhos aquilo que eles mereciam: amor e presença. Mas não me parece que uma boa mãe menospreze a importância de garantir que fez tudo o que esteve ao seu alcance. E isto não é inferiorizar-se, é precisamente o oposto, demonstra o quão interessada no bem-estar dos filhos está.

Aliás a perpetuação do machismo é quando não se luta por estes direitos, pelo menos na minha opinião.

Em relação ao nome que perdura ou deixa de perdurar isso é uma escolha só dos filhos. Pode ter só o nome da mãe e optar por não o colocar nos netos da mesma por qualquer motivo. Aliás eles até podem nem querer ter filhos que é um direito deles.
Mas sinceramente a mim pessoalmente os nomes que podem vir a ser usados ou não no futuro não me interessam para nada.

Retrato de guialmi
Offline
Desde:
13.07.2013

Só completar, conheço um rapaz hoje com cerca de 30 anos que sofreu durante toda a infância e adolescência porque queria ter o nome do pai no bilhete de identidade. Ele sabia quem era (um ricaço que engravidou a empregada - pobre e desesperada - e a mandou embora...), sabia que não queria ter nada a ver com ele...mas queria ter o nome dele no bilhete de identidade. E já quase adulto, teve-o.

Retrato de Diana Mar
Offline
Desde:
16.04.2011

concordo a 100 % com esta mamã.
E dou o exemplo do meu: o pai não quis ir registá-lo comigo e, claro, ficou sem nome do pai. Depois o pai reconheceu-o mas, no nome do meu filho, já não pode meter o nome dele (soubesse eu que isto ia acontecer e tinha-lhe dado os meus 2 nomes). Agora quer pagar para alterar isso mas ele quer o nome dele no fim e eu não aceito, fui eu que carreguei e sustentei nos primeiros meses, sou eu que estou lá para tudo, sou filha única, o meu nome é que fica no meu filho.
Se o meu filho, quando for adulto, quiser alterar isto, está no seu direito e nem vou fazer qqr tipo de reparo ou chantagem mas, até lá, fica só o meu nome! E, no entanto, no cartão do cidadão, está lá o nome do pai, uma coisa não impede a outra!

ClaraMiguel escreveu:
A si pode não a ter marcado mas a verdade é que há em tribunal adultos e adultas a lutar para ter o nome do pai no cartão do cidadão. E isso não tem nada a ver com ter ou não apelidos no próprio nome. O filho pode até não ter o apelido do pai no seu nome e ainda assim querer que o pai conste no cartão de cidadão em vez de ter um espaço em branco.
Não me parece que haja aqui alguma imagem a ser passada. Quanto muito há uma mãe que quer lutar para que o filho tenha os nomes de ambos os pais no cartão de cidadão. Uma mãe que quer lutar para que o homem que também fez este filho assuma as suas responsabilidades para com ele (no mínimo com pensão de alimentos, sim).
Até posso concordar consigo que pai e mãe é quem cria mas discordo em absoluto quando diz que as mulheres são as primeiras a pôr-se em segundo plano ao ter esta atitude. É muito fácil ser homem, engravidar uma mulher e pôr-se na boa vida, continuando com a sua vidinha sem responsabilidades e a mulher que engravidou que se amanhe em conseguir educar e sustentar a criança. Para mim, uma mulher que aceite isto é que está a aceitar ser inferior, reduzir-se à vontade daquele homem de o deixar em paz, mostrar ao filho que um homem pode fazer o que quer e a mulher tem de aceitar.

David: Amor da mãe, Adoro-te!!!

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Mesmo a questão dos apelidos é de facto muito pouco importante. A família do meu marido é muito "tradicional", muito machista e foi uma bronca quando casei sem ficar com o apelido do meu marido. Já se passaram anos e eu ainda oiço falar disso. E de como a minha filha nem parece minha filha por não termos o último apelido igual...
O meu marido felizmente não é nada assim e por gosto dele, a nossa filha tem 2 apelidos meus e 1 dele (nova bronca na família quando se soube). Melhor: no país onde estou eles consideram que o primeiro apelido é o certo, portanto a nossa filha é tratada em todo o lado pelo seu primeiro apelido, ou seja, o meu, nunca se referindo ao apelido do pai. A mim não me incomoda e ao meu marido muito menos. São só apelidos, que interessa a imagem que se passa e os apelidos que os netos vão ter? Eu quero é que a minha filha pense que eu sou boa mãe e que os meus netos pensem que eu sou uma boa avó. É que eu tenho uns avós espectaculares e não faço a mínima ideia de todos os seus apelidos (para quê?). Sorriso

Retrato de kris1
Offline
Desde:
14.09.2016

Boa tarde

Sou uma mulher super independente. Não preciso de o pai da minha bebê para nada. Quando coloquei este assunto. Foi para ajudar outras mamãs que passam pela mesma situação e querem ter informações.e pensei muito no que fiz a minha bebê tem o direito de saber quem é o pai.
claro que o sentimento que eu tenho dentro de mim é que não quero que o pai a vê ja. Mas o que conta para mim é a felicidade da minha bebê e por ela faço tudo. Se ela quiser estar com o pai a ela cabe decidir não vou proibir.Não o posso fazer por ela...e pelo menos vai saber quem é o pai. Não quero que cresça com esta pressão.

Retrato de Vscsa
Offline
Desde:
03.10.2016

Boa tarde,

Estou grávida de 20 semanas e não estou com o pai, smp fomos amigos e nos demos mt bem. Acontece q agora tem outra pessoa (q tem um filho) e deu uma volta de 180 graus - "Q afinal n quer ser pai, q n admite q ponha nome no registo sem teste paternidade e q não quer mais conversas cmg"
Questão - sou mesmo forçada dar o nome dele q for chamada? Se ele não quer e eu não preciso nada dele, não poderei me recusar a dar o nome e ter assim a salvaguarda de ter guarda total? Sim, concordo qd todas dizem q a criança tem direito de saber etc etc, e dir-lho-ía mais tarde, mas em termos legais n fico mais "protegida"?

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Vera Aguincha escreveu:
Boa tarde,
Estou grávida de 20 semanas e não estou com o pai, smp fomos amigos e nos demos mt bem. Acontece q agora tem outra pessoa (q tem um filho) e deu uma volta de 180 graus - "Q afinal n quer ser pai, q n admite q ponha nome no registo sem teste paternidade e q não quer mais conversas cmg"
Questão - sou mesmo forçada dar o nome dele q for chamada? Se ele não quer e eu não preciso nada dele, não poderei me recusar a dar o nome e ter assim a salvaguarda de ter guarda total? Sim, concordo qd todas dizem q a criança tem direito de saber etc etc, e dir-lho-ía mais tarde, mas em termos legais n fico mais "protegida"?

Protegida de quê? Se ele mudar de ideias pode exigir fazer um teste de paternidade e exigir os seus direitos a qualquer momento, podendo até acusá-la de nunca lhe ter dito que ia ser pai e ao ponto de nem ao tribunal ter dito o nome dele. Mais vale fazer as coisas como manda a lei e mais tarde, se ele exigir algo e isso for parar a tribunal, poder dizer que fez tudo direitinho, que ele é que não mostrou interesse no filho, etc.

Retrato de Vscsa
Offline
Desde:
03.10.2016

Entendo o q diz mas obviamente q ele jamais poderia alegar isso - há imensas e diversas provas (até pq como disse até agora tinha intensão de fazer tudo bem) e testemunhas. Repito: alguém me sabe dizer quais as consequências legais q poderei sofrer se me negar a dar o nome do pai. Será a maior chapada de luva em como n quero nem nunca quis dinheiro dele ou algo mais do q viesse de coração e por bem. Se ele um dia mais tarde exigir teste (pq lhe apeteceu e mudou de ideia de novo), sabendo e havendo provas q soube dsd início e não quis, acho q em termos de guarda etc, já n será a mesma coisa. Só quero paz, amor e boa energia à volta do meu rebento, e se de coração um dia quiser fazer como deve de ser, q assim seja, e não forçado por tribunais e em processos morosos etc etc

Retrato de @n@g
Offline
Desde:
16.01.2016

O ministério público vai fazer uma averiguação oficiosa de paternidade, ou seja, vai fazer uma investigação para tentar encontrar possíveis "suspeitos" e ver se assumem paternidade ou se fazem o teste de ADN. Normalmente Isto é feito com a colaboração da mãe. Se a mãe não colabora suponho que vão fazer a investigação junto de terceiros. Em suma, podem ir falar com outros familiares, vizinhos, etc para tentar identificar o pai. A filiação é um direito do seu filho e o ministério público tem o dever de assegurar que ela fica estabelecida. Ao não colaborar vai ver a sua vida privada esmiuçada. Parece-me que o melhor é fazer um acordo com no pai, tipo, não te peço dinheiro e tu não me pedes visitas. Pode ser que ele não queira ser pai e aceite a proposta....

Retrato de Mama do Martim
Offline
Desde:
29.03.2010

Só quero acrescentar que não é sequer necessário registar o bebé para sair do hospital. Quando o meu do meio nasceu(prematuro) o pai estava no estrangeiro e só o registamos 13 dias depois.
Sai do hospital com o meu filho e sem o registar e não houve problema algum,temos por lei 20 ou 30 dias para registar o bebé

* Martim * 11-11-2008* 3190g e 49,5cm *
* Valentim * 01-12-2013 * 2160g e 43cm *
* Francisca * 15-07-2016 * 2760g e 46,5cm *

Retrato de Nayole cruz
Offline
Desde:
01.08.2014

Realmente estas situações são complicadas. há tres anos que vivo uma situação semelhante. engravidei de um homem com que me relacionei durante um tempo mas quando fiquei gravida ele virou-me as costas por razões que somente ele saberá argumentar. o meu filho nasceu e foi registado apenas com o meu nome. tem os meus dois sobrenomes. fui notificada para ir ao tribunal, tive de dar os dados do suposto pai. embora ele viva fora do pais ele foi tambem foi chamado e tivemos de ir fazer o exame de ADN. o resultado saiu mas pelo facto dele viver ser estrangeiro e viver fora e ate hoje as coisas estão do mesmo jeito. nunca precisei de ajuda dele para cuidar do meu filho. hj tenho uma nova relação e somos uma família normal e feliz. o meu marido é o único pai que o meu filho conhece e eles dão-se muito bem. o assunto no tribunal foi arquivado.mas de a uns meses para cá o pai biológico tem se manifestado dizendo que quer assumir a paternidade e ter direitos sobre a criança, que é uma copia integral dele mas que ele não conhece. a minha família não concorda com isso mas infelizmente a lei está do lado dele permitindo que a qualquer momento que ele pretenda pode fazer a perfilhação do meu menino. estou enfurecida!o que eu devo fazer?

Retrato de Lumena Vilarinho
Offline
Desde:
27.02.2013

Vscsa escreveu:
Entendo o q diz mas obviamente q ele jamais poderia alegar isso - há imensas e diversas provas (até pq como disse até agora tinha intensão de fazer tudo bem) e testemunhas. Repito: alguém me sabe dizer quais as consequências legais q poderei sofrer se me negar a dar o nome do pai. Será a maior chapada de luva em como n quero nem nunca quis dinheiro dele ou algo mais do q viesse de coração e por bem. Se ele um dia mais tarde exigir teste (pq lhe apeteceu e mudou de ideia de novo), sabendo e havendo provas q soube dsd início e não quis, acho q em termos de guarda etc, já n será a mesma coisa. Só quero paz, amor e boa energia à volta do meu rebento, e se de coração um dia quiser fazer como deve de ser, q assim seja, e não forçado por tribunais e em processos morosos etc etc

Tens que fazer um papel que seja autenticado por um notario e redigido por um advogado que o pai assine e que diga que tu assumes por inteiro todo o poder paternal e que ele prescinde de todos e quaisquer direitos sobre aquela criança.

Lumena Vilarinho

Retrato de Celia75
Offline
Desde:
24.11.2016

Obrigada Kris e Clara! Os vossos comentários foram muito positivos.
Estou grávida, tenho parto previsto para o dia 26/11 e estou numa situação idêntica...o pai não está presente nem quer assumir a paternidade.
A questão do registo tem criado muita ansiedade, porque o que menos quero é que a minha bebé nasça no seio de uma discussão. Não havendo alternativa,vamos deixar a lei cumprir o seu papel...

Retrato de kris1
Offline
Desde:
14.09.2016

Olá Célia
vive o momento com o teu filho....aproveita todos os momentos e não penses no pai do bebê. Foi o que diz e consegui criar a minha bebe sozinha até agora ela agora ja tem 6meses e continua com pai incógnito e nunca a viu. Queres saber doi mas não penso nisso prefiro pensar no meu anjo...Beijinhos qualquer coisa que precisas estou por aqui...Boa sorte

Retrato de Estrelastar
Offline
Desde:
30.05.2016

Kris1

O processo demorou muito a ser resolvido?..
O pai recebe uma carta quanto tempo de a mãe ser chamada ?
E, para o teste demor quanto tempo a sermos chamados ?

Retrato de Susye
Offline
Desde:
08.02.2015

existe também a questão que é sempre bom saber quem é o pai, para evitar futuros problemas de consanguinidade.

Retrato de Ana Lopes2
Offline
Desde:
10.04.2017

Estrelastar,
O pai é chamado até 30 dias depois da mãe. O resultado do teste demora 4 meses a sair. E se for como eu.. Fez este mês os 4 meses, o pai já foi notificado pelo tribunal e eu ainda nao.

Retrato de Estrelastar
Offline
Desde:
30.05.2016

Ana Lopes2 escreveu:
Estrelastar,
O pai é chamado até 30 dias depois da mãe. O resultado do teste demora 4 meses a sair. E se for como eu.. Fez este mês os 4 meses, o pai já foi notificado pelo tribunal e eu ainda nao.

Eu fui chamada em fevereiro até agora nao sei de nada não falo com o pai mas se é chamado apos 30 dias da mãe é pk já foi a tribunal ...mas já fez o teste? O resultado demora 4 meses? E tamos os 4
3 juntos ou o pai e mãe dão datas diferentes a fazer o teste ?

Retrato de Lia1988
Offline
Desde:
06.04.2017

Olá. O pai da criança não quer assumir o bebe.

Disseram me que não tenho direito a por na creche pública e que perco o abono enquanto não tiver o pai e fico sem sistema nacional de saúde para o bebe! É verdade?

Retrato de Lia1988
Offline
Desde:
06.04.2017

Boa tarde. Estou infelizmente a passar pelo mesmo. Ele quer usar o bebe para me atingir. N quer dar o nome que diz que não sabe que é dele. Estou grávida, ando sempre a chorar.

Li que um filho de pai incógnito enquanto não sair resultado não tem direito a abono, ao sistema de saúde e a entrar na creche. É verdade? Alguém que possa esclarecer pf.

Ando mesmo muito em baixo!

Retrato de Marlene Guedes
Offline
Desde:
03.05.2016

Lia1988 nao ha filhos de pais incognitos. Ele vai ter q dar o apelido. E se nao det voluntariamente o tribunal encarregar se há disso.. todos os ser humanos têm direito à saúde. Nao ira ter porque? Voce bao trabalha nao desconta ?? E em relação à creche é conforme o seu abono. Trate é de meter os papeis do pre natal e depois do nascimento o abono. Nao se preocupe e desfruta da gravidez. Beijinhos

Retrato de BagaLaranja
Offline
Desde:
02.04.2014

Lia1988, quando o bebé nascer regista-o em seu nome e põe-lhe os nomes e apelidos (dos seus) que entender. Tem direito a sistema de saúde, creche, abono e tudo o que os outros bebés também têm direito. Não se preocupe que não perde direito a nada só porque o pai está a complicar.
Depois vai ter de dar o nome do pai e o tribunal vai averiguar se ele é o pai. Com isso não tem se se preocupar, é problema dele e do tribunal. Se se confirmar que ele é o pai, o nome dele vai ser incluido no registo de nascimento e vai ter de pagar uma pensão. E vai ter direito a ver o filho.