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Retrato de Célia Nunes
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Desde:
06.02.2017

Não quero amamentar

Boa tarde a todas 😊 alguem que já teve bebe e decidiu nao amamentar? Se sim qual é o procedimento que os médicos seguem? Dao medicaçao para secar o leite?

Retrato de Ines S.P
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Desde:
04.03.2015

Boa tarde.. No meu caso fiquei sem o bebe as 24 semanas e no parto receitaram-me parlodel para secar o leite

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Positivo a 18/02/2015 <3
03/03/2015 Dois sacos <3
30/03/2015 Só estava um saco Triste Filho te amo muito <3
26/06/2015 IMG- o meu menino partiu para o céu ás 24 semanas :(
Kévin e bebé A meus grandes amor <3 Duas estrelinhas que nunca vão parar de brilhar Triste

Retrato de Célia Nunes
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Desde:
06.02.2017

😐😐😐😐 lamento a sua perda .. tenha muita força para seguir em frente. Deve ser uma dor horrivel. Coragem 😐 ok entao receitam esse medicamento. Obrigada

Retrato de jujunho
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Desde:
18.01.2011

Sim em principio dao lhe algo para secar o leite Sorriso mas pode ser que haja alguem aqui que saiba melhor Sorriso

Retrato de Cat-st
Offline
Desde:
31.07.2012

Acho que primeiro irão perguntar o porquê de nem sequer tentar. É tudo muito relativo. Contudo sinto-me na obrigação de lhe dizer que se é por razões estéticas a gravidez é que faz com que as mamas fiquem descaídas, etc e não o amamentar. Se for por uma razão de saúde certamente que os médicos a saberão informar melhor.

Uma hora pequenina.

- Última pílula em Março 2014, SOP, Clomid + IIU
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- De volta aos treinos Julho 2015
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- Nasceu o meu piolho em 2016

Retrato de Lili79
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Desde:
12.12.2016

A escolha é sua, o melhor é perguntar à equipa nos dias de internamento.

Retrato de Ana Duarte84
Offline
Desde:
04.04.2010

Durante a gravidez nunca consegui sequer imaginar amamentar... O meu bebe nasceu e só esse pensamento me deixava super ansiosa, nisto veio um enfermeiro me ajudar no que seria a primeira mamada, viu que tinha os bicos invertidos e explicou que seria difícil mas ajudaria. Então olhou para mim e questionou se era a minha vontade amamentar, enchi de coragem e disse que não... O enfermeiro foi um anjo, disse ser um direito meu e que era melhor dar um biberon cheio de amor do que amamentar contrariada levando a uma possível depressão... Se foi fácil? Não foi! Pois senti por parte de algumas enfermeiras na maternidade alguma discriminação... E depois família e ate pessoas que nem conhecia sempre que viam o bebê mamar no biberon, lá vinha a celebre pergunta "o bebe não mama?"... Baah, em alguns casos nem respondia e noutros fui direta e disse que essa decisão dizia-me respeito apenas a mim e marido... Posso dizer que o meu menino tem 3 anos e tem sido muito saudável Piscar o olho e bebeu muito biberon cheio de amor e é super ligado a mim!!!

Retrato de magcs
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Desde:
25.04.2017

Olá mamãs. Célia, ouça os dois lados da questão e decida por si. Identifico-me com o testemunho da Ana Duarte.
No meu caso o leite não chegava (gémeos) e sofri uma autêntica lavagem cerebral no hospital, tendo mesmo que me indispor com uma enfermeira e fazer queixa à direção clínica.
Queriam que tirasse leite não sei quantas vezes ao dia com a bomba e que estivesse horas a dar peito. Tudo infrutífero, pois as bebés só perdiam peso e é inviável porque 24 horas do dia não chegavam para tudo.
Acho uma falta de ética apropriarem-se de um momento em que estamos cansadas e confusas. Enfim... fundamentalismos!

Retrato de Susana leao
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Desde:
21.04.2017

Deixei de amamentar quando a meni a tinha 3 meses e o pouco leite que tinha secou. Apesar de ter ficado muito triste as primeiras semanas, foi a melhor coisa que fiz. Andava esgotada, a miúda fazia um berreiro na maminha, enfim....
Quanto à descriminação, por incrível que pareça conheço muito poucas mães que amamentaram e compreenderam sempre muito bem por não amamentar. Acho que é uma opção sua não querer e esta no seu direito. Felicidades Sorriso

Retrato de Catarina C.
Offline
Desde:
04.05.2014

Acho q é um tema controverso. O leite materno é muito importante para o bebé. Se nao tiver motivos de saude acho que pelo menos devia tentar.
A questão dos mamilos invertidos nao quer dizer que nao possa amamentar pois o bebe tem que abocanhar o máximo da aureola para fazer uma boa pega.
A nivel estético é a gravidez que estraga o corpo. Mas ha mulheres q amamentam que continuam com os peitos firmes.
Dê essa hipotese a si e ao seu bebé. É muito triste qdo nao podemos amamentar por razoes medicas do bebe, como aconteceu com o meu primeiro filho.

O meu Miguel, nasceu a 13 de Dezembro de 2014 e tornou-se um anjinho dia 03 de Janeiro de 2015. Nunca te esquecerei, o meu coração e alma ficaram mais vazios sem ti....

Retrato de Andro
Offline
Desde:
03.03.2016

Eu não amamentei o meu primeiro , nem vou amamentar este . O primeiro ainda tentei , sem sucesso . Dormi tão bem , depois de ele beber o tal biberon cheio de amor que me parece que este vai ser igual . Gargalhadas

Retrato de Andro
Offline
Desde:
03.03.2016

Dão um comprimido e pronto . Sorriso

Retrato de ALES88
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Desde:
14.11.2016

Eu acho que é um direito seu, e ao contrário do que algumas mamãs disseram, se não o quer fazer acho que não deve. Eu vou tentar, mas confesso que não me importava de não amamentar. Vou tentar pelo simples facto do leite materno ser bom para o bebé, mas se vir que a coisa se torna pouco suportável, não terei problema nenhum em desistir. Segundo sei dão um comprimido para secar o leite 😉 Provavelmente vai ter alguns profissionais que vão tentar convencê-la a amamentar, mas essa decisão só lhe cabe a si. A minha mãe nunca teve leite em condições, e comigo chegou a um ponto em que eu berrava tanto que o meu pai foi comprar leite de lata. Remédio santo, eu tinha era fome e dormi horas a fio depois daquele biberão. Cada caso é um caso, mas eu não vejo qualquer mal em dar LA aos bebés.

Retrato de KellyPT
Online
Desde:
05.04.2011

Eu acho que cada uma deve ser mãe da forma que deseja e, se a vontade for não dar mama, esta vontade tem de ser respeitada, em todos os contextos. Amamentei ambos os meus filhos, mas o mais velho bebia litros de suplemento desde a primeira semana de vida (duvido que, na verdade, bebesse grande coisa de LM). Neste caso, a amamentação foi para mim um tormento insuportável e acho que dar leite em pó quase desde o início foi das melhores decisões que tomei, da qual nunca me arrependi nem por um segundo e que me permitiu desfrutar da experiência da maternidade com calma, sem stress e com algum tempo para mim própria, o que acho fundamental. O meu filho magoava-me imenso e queria estar na mama o tempo todo, não permitindo fazer absolutamente mais nada, o que para mim era insuportável.

Curiosamente, tive com o mais novo uma experiência de amamentação completamente diferente: mamava lindamente, mamou em exclusivo quase até aos 6 meses e ainda hoje, com 13, o faz. Mas é um bebé completamente diferente e a experiência de amamentação foi, neste caso, muito agradável (não me magoava, dormia bem, não tinha nada a ver). Como diz a minha GO, a amamentação pode ser uma coisa ótima, se correr bem, ou péssima, se correr mal. Aliás, problemas relacionados com a amamentação estão na origem de inúmeros casos de depressão pós-parto. A mãe do meu enteado enlouqueceu, literalmente, por causa disso; acabou por provocar a hospitalização do filho e destruiu a vida dela para sempre.

Por isso, cada uma deve conhecer os seus limites e respeitá-los, porque os outros não estão no seu lugar e não os conhecem. Acho que a desmesurada pressão social sobre as mães para que amamentem a todo o custo é desumana para muitas mulheres e só serve para as estigmatizar e provocar enormes sentimentos de culpa.

Quanto à saúde, a verdade é que ela depende de inúmeros fatores e não vale a pena stressar demasiado só por um deles. O meu filho mais velho, por exemplo, foi sempre uma criança robusta e com muito poucas doenças. O mais novo, que nunca provou LA, já vai na 9.ª toma de antibiótico e é uma criança indesmentivelmente mais frágil de saúde. Por isso, se a solução para si for LA, força e agradeça aos céus estarmos no séc. XXI e existir essa opção ao nosso dispor

Retrato de jujunho
Offline
Desde:
18.01.2011

KellyPT escreveu:
Eu acho que cada uma deve ser mãe da forma que deseja e, se a vontade for não dar mama, esta vontade tem de ser respeitada, em todos os contextos. Amamentei ambos os meus filhos, mas o mais velho bebia litros de suplemento desde a primeira semana de vida (duvido que, na verdade, bebesse grande coisa de LM). Neste caso, a amamentação foi para mim um tormento insuportável e acho que dar leite em pó quase desde o início foi das melhores decisões que tomei, da qual nunca me arrependi nem por um segundo e que me permitiu desfrutar da experiência da maternidade com calma, sem stress e com algum tempo para mim própria, o que acho fundamental. O meu filho magoava-me imenso e queria estar na mama o tempo todo, não permitindo fazer absolutamente mais nada, o que para mim era insuportável.
Curiosamente, tive com o mais novo uma experiência de amamentação completamente diferente: mamava lindamente, mamou em exclusivo quase até aos 6 meses e ainda hoje, com 13, o faz. Mas é um bebé completamente diferente e a experiência de amamentação foi, neste caso, muito agradável (não me magoava, dormia bem, não tinha nada a ver). Como diz a minha GO, a amamentação pode ser uma coisa ótima, se correr bem, ou péssima, se correr mal. Aliás, problemas relacionados com a amamentação estão na origem de inúmeros casos de depressão pós-parto. A mãe do meu enteado enlouqueceu, literalmente, por causa disso; acabou por provocar a hospitalização do filho e destruiu a vida dela para sempre.
Por isso, cada uma deve conhecer os seus limites e respeitá-los, porque os outros não estão no seu lugar e não os conhecem. Acho que a desmesurada pressão social sobre as mães para que amamentem a todo o custo é desumana para muitas mulheres e só serve para as estigmatizar e provocar enormes sentimentos de culpa.
Quanto à saúde, a verdade é que ela depende de inúmeros fatores e não vale a pena stressar demasiado só por um deles. O meu filho mais velho, por exemplo, foi sempre uma criança robusta e com muito poucas doenças. O mais novo, que nunca provou LA, já vai na 9.ª toma de antibiótico e é uma criança indesmentivelmente mais frágil de saúde. Por isso, se a solução para si for LA, força e agradeça aos céus estarmos no séc. XXI e existir essa opção ao nosso dispor

Se aqui desse para por gosto Sorriso adorei, é exatamente o q eu penso, pois sei q tive ali no limbro de uma depressao pos parto devido a pressao q sofri para amamentar. Eu gostava, mas ele queria la estar dia e noite, e eu nao conseguia, sentia me presa, nem ao wc conseguia ir, nao consegui sentir o prazer da maternidade por causa disso e neste segundo tenciono fazer bem diferente. Se der bom resultado deu, senao nao insisto tanto.

Retrato de Cat-st
Offline
Desde:
31.07.2012

KellyPT escreveu:
Eu acho que cada uma deve ser mãe da forma que deseja e, se a vontade for não dar mama, esta vontade tem de ser respeitada, em todos os contextos. Amamentei ambos os meus filhos, mas o mais velho bebia litros de suplemento desde a primeira semana de vida (duvido que, na verdade, bebesse grande coisa de LM). Neste caso, a amamentação foi para mim um tormento insuportável e acho que dar leite em pó quase desde o início foi das melhores decisões que tomei, da qual nunca me arrependi nem por um segundo e que me permitiu desfrutar da experiência da maternidade com calma, sem stress e com algum tempo para mim própria, o que acho fundamental. O meu filho magoava-me imenso e queria estar na mama o tempo todo, não permitindo fazer absolutamente mais nada, o que para mim era insuportável.
Curiosamente, tive com o mais novo uma experiência de amamentação completamente diferente: mamava lindamente, mamou em exclusivo quase até aos 6 meses e ainda hoje, com 13, o faz. Mas é um bebé completamente diferente e a experiência de amamentação foi, neste caso, muito agradável (não me magoava, dormia bem, não tinha nada a ver). Como diz a minha GO, a amamentação pode ser uma coisa ótima, se correr bem, ou péssima, se correr mal. Aliás, problemas relacionados com a amamentação estão na origem de inúmeros casos de depressão pós-parto. A mãe do meu enteado enlouqueceu, literalmente, por causa disso; acabou por provocar a hospitalização do filho e destruiu a vida dela para sempre.
Por isso, cada uma deve conhecer os seus limites e respeitá-los, porque os outros não estão no seu lugar e não os conhecem. Acho que a desmesurada pressão social sobre as mães para que amamentem a todo o custo é desumana para muitas mulheres e só serve para as estigmatizar e provocar enormes sentimentos de culpa.
Quanto à saúde, a verdade é que ela depende de inúmeros fatores e não vale a pena stressar demasiado só por um deles. O meu filho mais velho, por exemplo, foi sempre uma criança robusta e com muito poucas doenças. O mais novo, que nunca provou LA, já vai na 9.ª toma de antibiótico e é uma criança indesmentivelmente mais frágil de saúde. Por isso, se a solução para si for LA, força e agradeça aos céus estarmos no séc. XXI e existir essa opção ao nosso dispor

Concordo especialmente com a parte das mães terem de perceber os seus limites de saúde mental e de procurarem sempre ajuda especializada.

Em relação ao que disseste no final o meu fez LM exclusivo durante 6 meses, hoje com 16m ainda mama e só teve de tomar antibiotico uma vez e ficar doente é raramente Sorriso

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Retrato de guialmi
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Desde:
13.07.2013

Por aqui, duas bebés alimentadas exclusivamente desde os 10 dias com LA e que até aos dois anos (altura em que entraram na creche) nunca adoeceram, a não ser umas constipações. Mesmo depois apanharam as viroses típicas de infantário mas a primeira e única gastroenterite foi aos 9 anos (e não apanharam a vacina, não havia).
Não foi opção não amamentar, tentei e até estava convencida que ia conseguir, mas perante a ausência de leite a decisão não foi difícil. Se tivesse metido na cabeça que não dava LA porque "todas as mulheres produzem LM" provavelmente as minhas filhas tinham tido a mesma sorte do enteado da KellyPT. Muitas crianças no passado eram criadas por amas de leite, muitas criaram-se à força de leite de vaca "cortado" (misturava-se água para ser tolerado) e muitas outras morreram de desnutrição. Sempre houve mulheres incapazes de produzir em quantidade e/ou qualidade suficiente. Só que no passado era mais um anjinho no céu, agora há alternativas, graças a deus. Como eu já disse aqui, sou uma fêmea muito incompetente: precisei da ciência da gerar, precisei da ciência para parir e precisei da ciência para alimentar as crias!

Retrato de KellyPT
Online
Desde:
05.04.2011

guialmi escreveu:
Por aqui, duas bebés alimentadas exclusivamente desde os 10 dias com LA e que até aos dois anos (altura em que entraram na creche) nunca adoeceram, a não ser umas constipações. Mesmo depois apanharam as viroses típicas de infantário mas a primeira e única gastroenterite foi aos 9 anos (e não apanharam a vacina, não havia).
Não foi opção não amamentar, tentei e até estava convencida que ia conseguir, mas perante a ausência de leite a decisão não foi difícil. Se tivesse metido na cabeça que não dava LA porque "todas as mulheres produzem LM" provavelmente as minhas filhas tinham tido a mesma sorte do enteado da KellyPT. Muitas crianças no passado eram criadas por amas de leite, muitas criaram-se à força de leite de vaca "cortado" (misturava-se água para ser tolerado) e muitas outras morreram de desnutrição. Sempre houve mulheres incapazes de produzir em quantidade e/ou qualidade suficiente. Só que no passado era mais um anjinho no céu, agora há alternativas, graças a deus. Como eu já disse aqui, sou uma fêmea muito incompetente: precisei da ciência da gerar, precisei da ciência para parir e precisei da ciência para alimentar as crias!

Qualquer um de nós é, potencialmente, um ser humano muito incompetente, porque muitos não estaríamos vivos se não fossem os avanços da medicina e tecnologia Piscar o olho O que é triste é que muita gente diz o que estás a dizer em relação às mães que não amamentam mas a sério e não a brincar e muitas mulheres interiorizam esses preconceitos e sentem-se mesmo menos mulheres e menos mães por isso. É sempre delas que me lembro quando se fala nestes assuntos

Retrato de KellyPT
Online
Desde:
05.04.2011

Cat-st escreveu:

KellyPT escreveu:Eu acho que cada uma deve ser mãe da forma que deseja e, se a vontade for não dar mama, esta vontade tem de ser respeitada, em todos os contextos. Amamentei ambos os meus filhos, mas o mais velho bebia litros de suplemento desde a primeira semana de vida (duvido que, na verdade, bebesse grande coisa de LM). Neste caso, a amamentação foi para mim um tormento insuportável e acho que dar leite em pó quase desde o início foi das melhores decisões que tomei, da qual nunca me arrependi nem por um segundo e que me permitiu desfrutar da experiência da maternidade com calma, sem stress e com algum tempo para mim própria, o que acho fundamental. O meu filho magoava-me imenso e queria estar na mama o tempo todo, não permitindo fazer absolutamente mais nada, o que para mim era insuportável.
Curiosamente, tive com o mais novo uma experiência de amamentação completamente diferente: mamava lindamente, mamou em exclusivo quase até aos 6 meses e ainda hoje, com 13, o faz. Mas é um bebé completamente diferente e a experiência de amamentação foi, neste caso, muito agradável (não me magoava, dormia bem, não tinha nada a ver). Como diz a minha GO, a amamentação pode ser uma coisa ótima, se correr bem, ou péssima, se correr mal. Aliás, problemas relacionados com a amamentação estão na origem de inúmeros casos de depressão pós-parto. A mãe do meu enteado enlouqueceu, literalmente, por causa disso; acabou por provocar a hospitalização do filho e destruiu a vida dela para sempre.
Por isso, cada uma deve conhecer os seus limites e respeitá-los, porque os outros não estão no seu lugar e não os conhecem. Acho que a desmesurada pressão social sobre as mães para que amamentem a todo o custo é desumana para muitas mulheres e só serve para as estigmatizar e provocar enormes sentimentos de culpa.
Quanto à saúde, a verdade é que ela depende de inúmeros fatores e não vale a pena stressar demasiado só por um deles. O meu filho mais velho, por exemplo, foi sempre uma criança robusta e com muito poucas doenças. O mais novo, que nunca provou LA, já vai na 9.ª toma de antibiótico e é uma criança indesmentivelmente mais frágil de saúde. Por isso, se a solução para si for LA, força e agradeça aos céus estarmos no séc. XXI e existir essa opção ao nosso dispor

Concordo especialmente com a parte das mães terem de perceber os seus limites de saúde mental e de procurarem sempre ajuda especializada.
Em relação ao que disseste no final o meu fez LM exclusivo durante 6 meses, hoje com 16m ainda mama e só teve de tomar antibiotico uma vez e ficar doente é raramente

O meu filho mais velho está quase com 5 anos, também só fez antibiótico uma vez e desconfio que, mesmo essa, não tinha sido absolutamente indispensável (mas prescreveram-lho numa urgência no centro de saúde quando a pediatra não estava e eu não tive coragem de contrariar a médica). O mais novo, que nunca experimentou LA, nem sequer um biberão que fosse, já tomou, como eu disse, 9 vezes, por causa de umas otites recorrentes que não têm mesmo solução de outra forma (em todo o lado leio que uma das vantagens da amamentação é a menor incidência de otites...).

Entre os meus filhos e os meus sobrinhos, 2 foram amamentados em exclusivo, 2 só com LA e um (o meu mais velho) com ambos os leites. Os mais robustos são o meu filho mais velho e um sobrinho que só bebeu LA. Os dois amamentados em exclusivo são umas flores de estufa...

Isto não põe em causa que o LM seja um fator positivo na saúde das crianças e que seja benéfico para eles. Os estudos (feitos necessariamente em populações alargadas) demonstram isso. Mas é só um fator, entre muitos outros (incluindo a sorte). A saúde de qualquer pessoa em concreto depende de inúmeros fatores, por isso não existe qualquer garantia de que uma criança amamentada vá ser mais saudável, pelo que a pressão social que muitas vezes se faz sobre as mães para que amamentem a todo o custo, mesmo dando cabo de si no processo, me parece desnecessária, desumana e sem sentido

Retrato de Cat-st
Offline
Desde:
31.07.2012

Era aí mesmo onde eu queria chegar...que é um mito que o LA ou que o LM os faça mais saudáveis...pois depende de inúmeros factores tal como disseste. Simplesmente eu não gosto que haja essa comparação pois para mim não é realista.

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Retrato de Cat-st
Offline
Desde:
31.07.2012

Já tivemos esta discussão Guialmi! Sinceramente não vale a pena continuar a dizer o mesmo que já disse pois iriamos voltar ao mesmo Piscar o olho Só quero é dizer que ainda bem que existem avanços médicos sim pois senão não estaria aqui (teria morrido quase à nascença) e não teria conseguido ter filhos. Contudo ao contrário do que se diz uma pessoa com SOP tem probabilidade de vir a não produzir leite (mas lá está isso tem a haver com os tais problemas que já lhe tinha dito noutro tópico) eu tive (e tenho) leite para dar e vender. Até ponderei mesmo fornecer a um banco para que prematuros pudessem ter acesso a mais LM (pois como se deve saber o stress e o facto de não poder fazer pele com pele com certos prematuros deixa uma mãe mesmo incapacitada de pensar sequer se o seu leite é ou não suficiente). Por isso lá está não é assim tão linear o que diz Sorriso

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Retrato de guialmi
Offline
Desde:
13.07.2013

O que eu ainda não percebi é qual é parte em que a Cat discorda de mim e o que é que não é assim tão linear. Que há mulheres que não produzem leite materno em quantidade e/ou qualidade suficiente?

Retrato de KellyPT
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Desde:
05.04.2011

Cat-st escreveu:
Era aí mesmo onde eu queria chegar...que é um mito que o LA ou que o LM os faça mais saudáveis...pois depende de inúmeros factores tal como disseste. Simplesmente eu não gosto que haja essa comparação pois para mim não é realista.

Mas a comparação não sou eu que faço. É toda a gente que pressiona explícita ou implicitamente as mães para que amamentem, dê lá por onde der, "para que os filhos sejam mais saudáveis". Serão mais saudáveis se tiverem de ser. Já o mal-estar psicológico das mães que, por fatores físicos, psíquicos ou sociais, não o conseguem fazer, é certo e muito agravado com esse tipo de pressão, que está em todo o lado

Retrato de Cat-st
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Desde:
31.07.2012

KellyPT escreveu:

Cat-st escreveu:Era aí mesmo onde eu queria chegar...que é um mito que o LA ou que o LM os faça mais saudáveis...pois depende de inúmeros factores tal como disseste. Simplesmente eu não gosto que haja essa comparação pois para mim não é realista.

Mas a comparação não sou eu que faço. É toda a gente que pressiona explícita ou implicitamente as mães para que amamentem, dê lá por onde der, "para que os filhos sejam mais saudáveis". Serão mais saudáveis se tiverem de ser. Já o mal-estar psicológico das mães que, por fatores físicos, psíquicos ou sociais, não o conseguem fazer, é certo e muito agravado com esse tipo de pressão, que está em todo o lado

Sim sim eu sei que não foste tu. Simplesmente dei a minha opinião Piscar o olho E concordo mais uma vez contigo relativamente ao agravarem o estado de saúde mental da mãe.

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Retrato de Cat-st
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Desde:
31.07.2012

guialmi escreveu:
O que eu ainda não percebi é qual é parte em que a Cat discorda de mim e o que é que não é assim tão linear. Que há mulheres que não produzem leite materno em quantidade e/ou qualidade suficiente?

Existem sim mulheres que não produzem leite materno mas são coisas muito especificas e a percentagem é pequenissima. O LM é sempre suficiente. Não existe leite fraco!

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Retrato de guialmi
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Desde:
13.07.2013

Cat-st escreveu:

guialmi escreveu:O que eu ainda não percebi é qual é parte em que a Cat discorda de mim e o que é que não é assim tão linear. Que há mulheres que não produzem leite materno em quantidade e/ou qualidade suficiente?

Existem sim mulheres que não produzem leite materno mas são coisas muito especificas e a percentagem é pequenissima. O LM é sempre suficiente. Não existe leite fraco!

Como é que prova cientificamente que o LM é sempre suficiente?
Se estivesse no meu lugar, tinha recusado dar LA às suas filhas recém-nascidas?

Retrato de guialmi
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Desde:
13.07.2013

repetido

Retrato de KellyPT
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05.04.2011

Cat-st escreveu:

guialmi escreveu:O que eu ainda não percebi é qual é parte em que a Cat discorda de mim e o que é que não é assim tão linear. Que há mulheres que não produzem leite materno em quantidade e/ou qualidade suficiente?

Existem sim mulheres que não produzem leite materno mas são coisas muito especificas e a percentagem é pequenissima. O LM é sempre suficiente. Não existe leite fraco!

É verdade que não existe leite fraco, no sentido em que todo o leite tem qualidade e é bom para os recém-nascidos, mas não é verdade que o leite seja sempre suficiente. Há e, como diz a Guialmi, sempre houve, mulheres que não produzem leite em quantidade suficiente para amamentar uma criança. Vários médicos e enfermeiros especialistas em saúde materna e infantil me disseram isto mesmo (tanto a parte de todo o leite ser bom como a parte de, por vezes, não ser suficiente). Aliás, essa confusão está na origem de muitos equívocos que, no caso do meu enteado, o iam matando. A mãe recusou-se a introduzir suplemento porque a tinham convencido de que o seu leite havia de ser suficiente e, se insistisse bastante, acabaria por produzir a quantidade necessária.

Ela insistiu e insistiu e o miúdo berrava com fome dias a fio. Não aumentava de peso mas, mais uma vez, LA nem pensar, o LM é que era bom. Um dia, o miúdo deixou de chorar. Foi internado de urgência com subnutrição e em risco de desidratação. A mãe enlouqueceu de dor e nunca se recompôs, até hoje. Até perdeu a guarda do filho, porque ficou num estado que a impedia de tomar conta dele.

Claro que isto é um caso limite e havia ali outros problemas associados, mas a verdade é que esse mito de que o LM é sempre suficiente (logo, o LA sempre desnecessário) é perigoso e eu não posso ouvi-lo sem o desmentir

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31.07.2012

Não digo que não desse. O meu também chegou a beber alguns biberões mas esquecem-se que é preciso haver o sinal para as mamas produzirem em quantidade suficiente para o bebé. Claro que quando existem picos de crescimento eles necessitam mais de leite e para tal é preciso o tal sinal para as mamas se aperceberem. Como é óbvio não é com um botão e puff na mamada seguinte já tem logo mais...mas demora um, dois dias no máximo.

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Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

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Daí a dizer que devemos sempre dar todas as informações. Eu sou completamente a favor da amamentação mas sei ver quando a saúde mental duma mãe está a ser posta em causa e nesse momento digo sim caga nisso e dá LA. Não sou fundamentalista como me estão a querer pintar, simplesmente devemos dar todos as informações. O LM é suficiente e produz na hora (não é armazém mas sim é uma fábrica). Demora até poder ter a quantidade suficiente para o bebé em pleno pico de crescimento mas chega lá. Existem sim mulheres com problemas a nível de produção (cuja hormona é prolactina e deverá ser vista), existem mulheres que em momentos de stress inibem a saída de leite (ocitocina), existem sim bebés com uma pega horrível capazes de causar gretas, fissuras e mastites que pode ou não ser derivado de freio curto mas o LM é o melhor que se pode dar aos RN, é suficiente e não é nada fraco.

No final o mais importante é Happy Mom, Happy Baby!

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Cat-st escreveu:
Não digo que não desse. O meu também chegou a beber alguns biberões mas esquecem-se que é preciso haver o sinal para as mamas produzirem em quantidade suficiente para o bebé. Claro que quando existem picos de crescimento eles necessitam mais de leite e para tal é preciso o tal sinal para as mamas se aperceberem. Como é óbvio não é com um botão e puff na mamada seguinte já tem logo mais...mas demora um, dois dias no máximo.

Eu tinha dois bebés, logo, em todas as mamadas ofereci sempre mama, não falhei uma vez que fosse durante 8 dias, por períodos mínimos de 20 -30 minutos. Uma delas agarrava bem a mama, mas nunca a ouvi engolir nem escorreu nada da boca. Ao 8º dia ainda não tinha leite, só o tal líquido aguado. E depois de parar não tiver qualquer ingurgitação. Uma mama com leite haveria de escorrer qualquer coisita, não?
(E a fundamentação científica de que todas as mulheres produzem leite suficiente?)
É que é exatamente o que a Kelly diz, se se repete à exaustão que o leite materno é sempre suficiente, como não culpabilizar as mães que dão LA?

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Cat-st escreveu:
Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

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Cat-st escreveu:
Daí a dizer que devemos sempre dar todas as informações. Eu sou completamente a favor da amamentação mas sei ver quando a saúde mental duma mãe está a ser posta em causa e nesse momento digo sim caga nisso e dá LA. Não sou fundamentalista como me estão a querer pintar, simplesmente devemos dar todos as informações. O LM é suficiente e produz na hora (não é armazém mas sim é uma fábrica). Demora até poder ter a quantidade suficiente para o bebé em pleno pico de crescimento mas chega lá. Existem sim mulheres com problemas a nível de produção (cuja hormona é prolactina e deverá ser vista), existem mulheres que em momentos de stress inibem a saída de leite (ocitocina), existem sim bebés com uma pega horrível capazes de causar gretas, fissuras e mastites que pode ou não ser derivado de freio curto mas o LM é o melhor que se pode dar aos RN, é suficiente e não é nada fraco.
No final o mais importante é Happy Mom, Happy Baby!

Ou seja, o único argumento para dar LA é a saúde mental da mãe, porque o bebé nunca corre riscos de ser insuficientemente alimentado.
Bem, eu não estava mal da cabeça, exausta, sim, mas perturbada mentalmente não. Mas está bem, eu sinto-me muito confortável com a minha decisão e sei que não fui egoísta nem preguiçosa. A vantagem de ter filhos já adolescentes é que já sei que os desafios mais complexos da maternidade nada têm que ver com a forma como são alimentados nos primeiros meses! Fosse tudo são simples como isso!

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13.07.2013

KellyPT escreveu:

Cat-st escreveu:Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

Era o tal pico de crescimento, a mãe havia de chegar lá...o bebé logo se via se chegava lá ou não!

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31.07.2012

Guialmi claramente que não entendeu o que lhe disse e agradecia (se não é esse o seu "tom") tentar também entender o que lhe quero dizer sem qualquer julgamento (o que me está a entender que o estará a fazer, especialmente pela porcaria do último comentário).

Depois em relação a ter duas bebés isso é igual a ter somente um excepto na parte do cansaço talvez (não sei, não "consegui" ser mãe de gémeos) mas conheço quem tenha amamentado sempre. Nunca disse que você estava perturbada mentalmente e para mim saúde mental não significa que exista uma perturbação (mas isso é a minha opinião). O "tal líquido aguado" é o que tem mais proteínas e gorduras (chama-se colostro) e em bebés tão pequenos é mais do que suficiente visto terem estômagos muito pequeninos...para verem o estômago é do tamanho de uma noz (nem 10mL) e no entanto quando se começa a oferecer LA a um RN de uma semana dão quanto? 20/30mL? E já lhe disse também que tenho uma amiga minha cujo leite só subiu aos 14 dias após parto e conseguiu amamentar durante largos meses. E não uma mama com leite se não conseguir produzir ocitocina não escorre nada (também já tivemos esta conversa). E eu disse que todas as mulheres têm leite ou referi que a grande maioria das mulheres têm leite salvo as excepções de problemas mesmo de saúde que não conseguem produzir (devido a algum factor que não ajuda na produção de prolactina)? Faça-me um favor e pare de deturpar as minhas palavras. Não gosta ou não tem razões válidas para discutir então não as discuta.

Por final: estão-me a ver a culpabilizar mães que dão LA? Não, nem nunca disse que são menos mães ou mães fracas que deram o braço a torcer por não quererem ou por não terem conseguido amamentar. Sou apologista da amamentação mas não sou fundamentalista e sei ajudar amigas minhas (como já o fiz) que tentaram tentaram tentaram e não conseguiram e eu propria sugeri dar LA por questões de saúde mental e não deixei de ser menos amiga e ela não deixou de ser menos mãe por isso por isso POR FAVOR PAREM DE ME PINTAR COM OUTRAS CORES!

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KellyPT escreveu:

Cat-st escreveu:Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

Tudo presencial? Sem mamilos de silicone, mastites, abcessos, nada? Estava tudo perfeito? O leite saía ou o stress inibiu a produção de ocitocina? Fizeram análises ao miúdo? Ao leite?

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guialmi escreveu:

KellyPT escreveu:
Cat-st escreveu:Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

Era o tal pico de crescimento, a mãe havia de chegar lá...o bebé logo se via se chegava lá ou não!

Este comentário é completamente desnecessário e idiota

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Cat-st escreveu:

KellyPT escreveu:
Cat-st escreveu:Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

Tudo presencial? Sem mamilos de silicone, mastites, abcessos, nada? Estava tudo perfeito? O leite saía ou o stress inibiu a produção de ocitocina? Fizeram análises ao miúdo? Ao leite?

Não sei, nem acho que interesse muito para o caso, porque a ideia - a menos que estejamos de facto a falar de gente fanática e fundamentalista - não é andar, nos primeiros dias em casa com um recém-nascido, num corropio de visitas em casa e aos centros de saúde, a fazer análises à criança e ao leite, como se a vida da criança dependesse disso. É essa "exigência" de que uma mãe esgote todas as possibilidades, por mais remotas e exigentes que sejam, que é altamente culpabilizadora para as mães e demolidora para algumas.

É exatamente como os "conselhos" que eu ouço (e leio) segundo os quais, se a criança chora com fome de meia em meia hora, durante dias e dias, a solução é dar mama sem parar. Para algumas, será. Para outras (como eu) isto seria destruir-me. A amamentação, neste caso, seria, para mim, impossível. Não é questão de ser biologicamente impossível, porque as mulheres não são só biologia. Seria impossível dada a minha maneira de ser e no meu contexto particular. E isto sucede muitas vezes. A amamentação, para muitas mulheres, é impossível, por muitos motivos diferentes e ainda bem que existe LA

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03.03.2016

Ainda bem que existe LA. Porque eu já sei , antes de ter esta criança que não quero amamentar . Sei bem o que passei .. depois é mastites , febres etc. Uma mãe tem de estar bem para cuidar do seu filho , isso sim , é essencial . O resto são "tretas" , desculpem o termo . Se uma mãe não sofrer com a amamentação , não andar de rastos e for prazeroso amamentar , muito bem . Poupa-se na mente e na carteira . Agora se for para uma mãe chorar a cada vez que amamenta , ou mesmo que sofre só por saber que vem ai a hora de amamentar , desculpem que vos diga , isso não é digno de nada . Para não falar que tenho outro filho , o mais velho que também precisa de mim . E acho muito parva a comparação que sempre fizeram , a sociedade fundamentalista em geral , do estado clinico das crianças LM vs LA .. porque um bebe LM tem menos doenças que os LA , idem . Depende de muitos fatores , imunidade , circunstância ... enfim , uma série de coisas.. sejam felizes , a amamentar ou não . Eu já decidi que não, não quero feridas nos mamilos , ao ponto de ver sangue por todo o peito .. idem as mastites..

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05.04.2011

Andro escreveu:
Ainda bem que existe LA. Porque eu já sei , antes de ter esta criança que não quero amamentar . Sei bem o que passei .. depois é mastites , febres etc. Uma mãe tem de estar bem para cuidar do seu filho , isso sim , é essencial . O resto são "tretas" , desculpem o termo . Se uma mãe não sofrer com a amamentação , não andar de rastos e for prazeroso amamentar , muito bem . Poupa-se na mente e na carteira . Agora se for para uma mãe chorar a cada vez que amamenta , ou mesmo que sofre só por saber que vem ai a hora de amamentar , desculpem que vos diga , isso não é digno de nada . Para não falar que tenho outro filho , o mais velho que também precisa de mim . E acho muito parva a comparação que sempre fizeram , a sociedade fundamentalista em geral , do estado clinico das crianças LM vs LA .. porque um bebe LM tem menos doenças que os LA , idem . Depende de muitos fatores , imunidade , circunstância ... enfim , uma série de coisas.. sejam felizes , a amamentar ou não . Eu já decidi que não, não quero feridas nos mamilos , ao ponto de ver sangue por todo o peito .. idem as mastites..

Não discordando de nada do que dizes, também não te precipites. Eu também achava óbvio que teria de dar suplemento a este segundo filho, dado o horror que passei com o primeiro e tenho lá em casa três biberões intactos que nunca cheguei a tirar da embalagem. O primeiro magoou-me horrivelmente desde o primeiro segundo que mo puseram no peito, ainda na sala de partos; o segundo nunca me magoou. O primeiro mamava de meia em meia hora; o segundo dormia três horas seguidas. Aa crianças são mesmo diferentes e as nossas circunstâncias também. Daí o disparate de quem propoe soluções universais e não percebe que cada caso é um caso

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03.03.2016

Foi horrivel mesmo . Só a tendencia que temos para nos culparmos que não estamos a conseguir dar leite aos nossos filhos por ser doloroso . Kelly , sejamos realistas .. não doeu nada nada ?? Nunca uma mastite ? Uma greta ?

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05.04.2011

Andro escreveu:
Foi horrivel mesmo . Só a tendencia que temos para nos culparmos que não estamos a conseguir dar leite aos nossos filhos por ser doloroso . Kelly , sejamos realistas .. não doeu nada nada ?? Nunca uma mastite ? Uma greta ?

Mastite, nunca (nem do primeiro tive). Gretas, com o segundo, também não. Tive algumas dores coincidentes com a subida do leite, mas até isso percebi que tinha sobretudo a ver com uns soutiens demasiado apertados que estava a usar. Quando os mudei, diminuíram logo em 70%. Qualquer semelhança com o irmão é pura coincidência

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13.07.2013

Cat-st escreveu:
Guialmi claramente que não entendeu o que lhe disse e agradecia (se não é esse o seu "tom") tentar também entender o que lhe quero dizer sem qualquer julgamento (o que me está a entender que o estará a fazer, especialmente pela porcaria do último comentário).
Depois em relação a ter duas bebés isso é igual a ter somente um excepto na parte do cansaço talvez (não sei, não "consegui" ser mãe de gémeos) mas conheço quem tenha amamentado sempre. Nunca disse que você estava perturbada mentalmente e para mim saúde mental não significa que exista uma perturbação (mas isso é a minha opinião). O "tal líquido aguado" é o que tem mais proteínas e gorduras (chama-se colostro) e em bebés tão pequenos é mais do que suficiente visto terem estômagos muito pequeninos...para verem o estômago é do tamanho de uma noz (nem 10mL) e no entanto quando se começa a oferecer LA a um RN de uma semana dão quanto? 20/30mL? E já lhe disse também que tenho uma amiga minha cujo leite só subiu aos 14 dias após parto e conseguiu amamentar durante largos meses. E não uma mama com leite se não conseguir produzir ocitocina não escorre nada (também já tivemos esta conversa). E eu disse que todas as mulheres têm leite ou referi que a grande maioria das mulheres têm leite salvo as excepções de problemas mesmo de saúde que não conseguem produzir (devido a algum factor que não ajuda na produção de prolactina)? Faça-me um favor e pare de deturpar as minhas palavras. Não gosta ou não tem razões válidas para discutir então não as discuta.
Por final: estão-me a ver a culpabilizar mães que dão LA? Não, nem nunca disse que são menos mães ou mães fracas que deram o braço a torcer por não quererem ou por não terem conseguido amamentar. Sou apologista da amamentação mas não sou fundamentalista e sei ajudar amigas minhas (como já o fiz) que tentaram tentaram tentaram e não conseguiram e eu propria sugeri dar LA por questões de saúde mental e não deixei de ser menos amiga e ela não deixou de ser menos mãe por isso por isso POR FAVOR PAREM DE ME PINTAR COM OUTRAS CORES!

Fico perplexa com a agressividade da sua resposta e com os ataques pessoais que me faz, uma vez que eu pensava que estávamos entre pessoas adultas, a discutir ideias, que não têm de ser convergentes. Eu não fiz nenhum julgamento da sua pessoa, procurei entender a sua posição e respeito-a, simplesmente não concordo com ela e mostrei outros argumentos.
Já a Cat parece ter muitas dificuldades em "ouvir" outras perspetivas, uma vez para si eu não tenho razões válidas e me limito a deturpar o que disse. da mesma forma, não se/me leve tão a sério. Mesmo quando o outro lhe parece um idiota. Não se irrite, não vale a pena.
Não entendo o que quer dizer com "não consegui ser mãe de gémeos", como sabe, ser mãe de gémeos não se escolhe, acontece. E se o referi foi para sublinhar que estimulação das mamas não faltou, pois eram duas em vez de uma. Apenas isso. Sei perfeitamente que há muitas mães que alimentam gémeos, aliás, eu estava convencida que ia ser capaz e mentalizei-me para isso. Tinha lido muito sobre amamentação de gémeos, tinha-me informado o mais que consegui.
Também em nenhum momento sugeri que me estava a acusar de ter uma perturbação mental. Não me sentiria insultada se o fizesse. Mas no seu comentário deixou muito claro que percebia que uma mãe desistisse da amamentação a bem da sua saúde mental. Ainda agora o disse: "eu propria sugeri dar LA por questões de saúde mental". E eu reforcei que não foi por causa da minha saúde mental que desisti. Apenas isso.
Eu também sei o que é colostro, agradeço a informação. Se uma quantidade ínfima de colostro chegaria para alimentar dois bebés de uma semana (não posso omitir o facto de serem dois bebés, o dobro de um), não creio. Posso estar errada, mas não quis arriscar uma hipoglicemia em bebés que saíram da maternidade com 2,250 e 2,400. Mesmo com o suplemento de LA na maternidade, perderam peso, dentro do normal mas o suficiente para ficarem abaixo dos 2,5kg. E foi esta a razão fundamental para dar LA, não a minha saúde mental. Aliás, eu não estava stressada, muito cansada, sim. Cuidar de dois recém-nascidos é o dobro do trabalho de cuidar de um.
E sim, eu registei que a sua amiga teve subida de leite aos 14 dias. Eu não. Não tomei nada para secar o leite, deixei de dar e as mamas continuaram como estavam, moles e com o tamanho pré-gravidez. Para mim isso prova que não estava a produzir leite, para uma forista especializada em amamentação a quem uma vez relatei o meu caso (penso que até é CAM), também, para si era só uma qyestão de tempo até ter leite abundante para duas bebés. Respeito a sua opinião. Mas discordo. Tenho esse direito. As minhas razões não são menos válidas por serem diferente das suas, certo?

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03.03.2016

KellyPT escreveu:

Andro escreveu:Foi horrivel mesmo . Só a tendencia que temos para nos culparmos que não estamos a conseguir dar leite aos nossos filhos por ser doloroso . Kelly , sejamos realistas .. não doeu nada nada ?? Nunca uma mastite ? Uma greta ?

Mastite, nunca (nem do primeiro tive). Gretas, com o segundo, também não. Tive algumas dores coincidentes com a subida do leite, mas até isso percebi que tinha sobretudo a ver com uns soutiens demasiado apertados que estava a usar. Quando os mudei, diminuíram logo em 70%. Qualquer semelhança com o irmão é pura coincidência

Então fico contente nesse caso . Eu acho que muitas vezes as defensoras da amamentação têm tendencia para esconder as dores . Dizem que é tudo tâo maravilhoso mas secalhar serrara m os dentes para conseguir amamentar de dor . Gosto quando os depoimentos são sinceros e realistas , não numa de equivocar as futuras mães , talvez seja por isso que muitas mães abandonam logo no inicio , afinal nem tudo é um mar de rosas .

Retrato de Cat-st
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31.07.2012

Guialmi como sabe eu tive de fazer tratamentos de fertilidade e "não consegui ter gémeos" porque não tive dois embriões no final...apenas um! E sim fiquei muito revoltada e triste com a sua resposta ao comentário da Kelly onde claramente não está a dar somente a sua opinião mas sim a gozar com o que eu disse (faça o favor de reler). Depois cansaço como é óbvio também resulta em stress mesmo uma pessoa pensando que não está. Eu acredito piamente que foi isso a não ser que tenha feito alguns testes que demonstrem realmente o contrário: que o leite era "fraco" ou que tinha efectivamente problemas na produção de prolactina. Mas pelo que percebi não sabe certo? E eu só faço ataques pessoais quando eu própria fui atacada (pelas razões que descrevi em cima).

Tenha um bom dia!

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31.07.2012

Andro escreveu:
Foi horrivel mesmo . Só a tendencia que temos para nos culparmos que não estamos a conseguir dar leite aos nossos filhos por ser doloroso . Kelly , sejamos realistas .. não doeu nada nada ?? Nunca uma mastite ? Uma greta ?

Eu não tive nem uma: nenhuma mastite, nenhuma fissura e nenhuma greta. Nunca sangrei dos mamilos e nunca doeu nada. Portanto é possível sim haver uma amamentação sem dor. Por norma ao se ter fissuras e gretas é indicativo de que o bebé tem uma má pega.

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31.07.2012

KellyPT escreveu:

Cat-st escreveu:
KellyPT escreveu:
Cat-st escreveu:Kelly no caso do seu sobrinho deviamos ver mais coisas...não basta dizer que sim ou que não...se a pega fosse má possívelmente sim não estaria a ser bem alimentado (isso é meio caminho andado) e daí a que se deva chamar especialistas e os pediatras muitos deles não o são no que toca na amamentação. Parteiras, enfermeiras parteiras e CAM's sim.

Não é meu sobrinho, é meu enteado e, se bem me lembro do que me contaram, ela não consultou uma CAM, consultou 2 ou 3, mais grupos de apoio à amamentação. Todas disseram a pega estava boa e que, insistindo o suficiente, a produção havia de aumentar. E ela insistiu, coitada. Com os resultados que se viram

Tudo presencial? Sem mamilos de silicone, mastites, abcessos, nada? Estava tudo perfeito? O leite saía ou o stress inibiu a produção de ocitocina? Fizeram análises ao miúdo? Ao leite?

Não sei, nem acho que interesse muito para o caso, porque a ideia - a menos que estejamos de facto a falar de gente fanática e fundamentalista - não é andar, nos primeiros dias em casa com um recém-nascido, num corropio de visitas em casa e aos centros de saúde, a fazer análises à criança e ao leite, como se a vida da criança dependesse disso. É essa "exigência" de que uma mãe esgote todas as possibilidades, por mais remotas e exigentes que sejam, que é altamente culpabilizadora para as mães e demolidora para algumas.
É exatamente como os "conselhos" que eu ouço (e leio) segundo os quais, se a criança chora com fome de meia em meia hora, durante dias e dias, a solução é dar mama sem parar. Para algumas, será. Para outras (como eu) isto seria destruir-me. A amamentação, neste caso, seria, para mim, impossível. Não é questão de ser biologicamente impossível, porque as mulheres não são só biologia. Seria impossível dada a minha maneira de ser e no meu contexto particular. E isto sucede muitas vezes. A amamentação, para muitas mulheres, é impossível, por muitos motivos diferentes e ainda bem que existe LA

Claro que não!!! E sim ainda bem que existe LA mas mama não é somente alimento! é muito mais! É carinho, é o porto seguro, é cheiro da mãe, etc.

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Cat-st escreveu:
Guialmi como sabe eu tive de fazer tratamentos de fertilidade e "não consegui ter gémeos" porque não tive dois embriões no final...apenas um! E sim fiquei muito revoltada e triste com a sua resposta ao comentário da Kelly onde claramente não está a dar somente a sua opinião mas sim a gozar com o que eu disse (faça o favor de reler). Depois cansaço como é óbvio também resulta em stress mesmo uma pessoa pensando que não está. Eu acredito piamente que foi isso a não ser que tenha feito alguns testes que demonstrem realmente o contrário: que o leite era "fraco" ou que tinha efectivamente problemas na produção de prolactina. Mas pelo que percebi não sabe certo? E eu só faço ataques pessoais quando eu própria fui atacada (pelas razões que descrevi em cima).
Tenha um bom dia!

Sim, já reli o dito comentário, que fiz em tom jocoso e sem qualquer intenção de gozar consigo. O propósito foi mesmo o de evidenciar que a crença cega na capacidade de ter leite suficiente para o bebé pode ter consequências trágicas, como ia tendo no caso do enteado da Kelly (e lembro-me de ler pelo menos um caso nos EUA em que o bebé morreu mesmo). Agora pergunto eu: como consegue desvalorizar o facto de um bebé ter chegado ao hospital gravemente doente devido à insistência teimosa no LM? Isso não a preocupa nem um bocadinho, que uma mãe acredite tanto que tem de ter leite que deixe o seu bebé passar fome a ponto de o deixar doente?
Porque a minha batalha é sempre esta: ajudem as mães que têm problemas na amamentação, exponham toda a informação, mas aceitem que as mães PODEM não ter leite suficiente e isso não é nenhum drama nem é culpa delas. Seja pelo stress, seja pela má pega, seja pela baixa prolatina, seja pelo raio que o parta, nem todas as mães têm leite em quantidade suficiente!
É claro que eu não fiz testes nenhuns e não sei porque não tive nunca subida de leite, só aquele bocadito de colostro. Nem digo que, se insistisse muito e por muitos dias, não pudesse ter tido algum resultado positivo. Admito com toda a sinceridade que ao fim de 8-9 dias, pensei "isto não vai lá" e desisti. Nesse momento senti um alívio, deixei de me sentir posta à prova a cada mamada mal sucedida. Ninguém gosta de falhar e eu falhei. Mas como o importante era ter bebés bem alimentadas e saudáveis, não pensei mais no assunto.
Já agora, por mera curiosidade: se fosse baixa prolatina, há medicação para a aumentar? E se fosse stress, tomava ansiolíticos? Há solução para tudo? E no entretanto o que se faz aos bebés - o LA é aceitável?
São estas questõezinhas práticas que falham na sua exposição: o que fazer? Porque em última análise é isso que interessa.

Retrato de guialmi
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13.07.2013

Claro que não!!! E sim ainda bem que existe LA mas mama não é somente alimento! é muito mais! É carinho, é o porto seguro, é cheiro da mãe, etc.[/quote]

Quando damos um biberão, também damos carinho, porto seguro e cheiro da mãe...aí é que não vejo mesmo diferença nenhuma.

Retrato de Andro
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03.03.2016

guialmi escreveu:
Claro que não!!! E sim ainda bem que existe LA mas mama não é somente alimento! é muito mais! É carinho, é o porto seguro, é cheiro da mãe, etc.

Quando damos um biberão, também damos carinho, porto seguro e cheiro da mãe...aí é que não vejo mesmo diferença nenhuma.[/quote]

Mesmo . Sedutor ;;) Palmas!

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