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Olá a todas,
Estou certa de que não serei a única aqui no fórum nesta situação. Separei-me do pai da minha filha (que vai nascer final de Agosto) e agora, da parte dele é só chatices...
Na verdade não nos damos bem e temos muitos (quase todos) pontos de vista contrários - nomeadamente quanto à educação da minha pipoca que vai nascer.
Ele é de um meio diferente do meu e é bastante parvo
mas enfim... a situação que se põe agora é que ele, das vezes que falamos ao telefone só me fala em "achas justo que o pai só possa estar 4 dias por mês com a filha?!". EU não acho nem deixo de achar justo... as coisas são como são! não resultou, ele na altura em que estávamos juntos não fez o mínimo esforço para que as coisas melhorassem e eu desisti de tudo aquilo.
Agora anda com a mania que quer lutar pela custódia partilhada - que nem sei se legalmente existe em Portugal ( que a filha venha a passar igual tempo com a mãe e com o pai - o que segundo o que tenho lido por parte de psicólogos e especialistas é DO PIOR para a formação de carácter de uma criança não ter um lar fixo. Nada que eu já não pensasse. Fora que ele nem tem condições de receber filha nenhuma a tempo inteiro! não entendo sinceramente... (desculpem o desabafo) mas nunca irei permitir que a minha filha viva naquelas condições mais tempo do que o estritamente necessário por lei.
Mas resumindo, o que gostaria de saber é se alguma de vocês já passou por isto e quais as vossas experiências quanto a este assunto da custódia. Como ficaram as visitas e muito importante, estando a mãe a amamentar depois de quanto tempo (desde o nascimento) é que o pai pode levar a criança de fim de semana ? e antes disso? como são feitas as visitas a casa da mãe?
Enfim...
De qualquer das formas irei procurar uma advogada... mas gostaria MESMO de saber um bocadinho das vossas experiências.
Obrigada desde já.
vais ao tribunal de familia e vais pedir um advogado ou colocar estas questões tenho advogados na familia e sei que se o pai nao esta casado com a mae ou nunca viveu nem sequer pode pedir custodia partilhada. o melhor é procurares ajuda no tribunal de familia porque podem esclarecer. Eras casada? se o pai nunca viveu com o filho acho que nap pode pedir custodia e essas coisas.
Ola
A minha filha mais velha esta em regime de guarda partilhada por mim e pelo pai dela! Nao vejo nem nunca senti qualquer falta no desenvolvimento do caracter da minha filha por causa dessa situação. O que faz DO PIOR às crianças é quando os pais as utilizam como arma de arremesso para se agredirem mutuamente.
É certo que quando me separei do meu ex marido a minha filha já tinha quase 4 anos. Não era um bebé recem nascido.
Neste caso, e até ela ser mais crescidinha acho que devia passar mais tempo com a mãe, sem no entanto ser privada do convivio diario com o pai. Antes de mais nada, pensem na criança!
Se precisares algum esclarecimento em q eu possa ajudar, estou disponivel.
Beijinhos e boa sorte!
Olá!
Eu também tenho custódia partilhada do meu filho mais velho com o pai, e isso não significa que esteja igual tempo com um e com outro, no meu caso, ficou escrito que fica 1 fim de semana com o pai de 15 em 15 dias, férias do pai, aniversário, natal, páscoa uma vez a cada um! Se bem que nós não seguimos à risca o que ficou lá escrito, pois quando o meu filho quer ficar com o pai e ele está disponível, fica, até porque é raro o pai estar disponível do trabalho ao fim de semana... Nós divorciámos-nos, mas a criança não tem de sofrer com isso, pelo que nunca impeço de estar com o pai quando ele quer, afinal é pai dele não é? É claro que no teu caso é diferente pois vai-se tratar de um recém nascido, de qualquer forma vai ao tribunal de família e informa-te!
Boa sorte!
Beijinhos
Olha linda, isso dos 4 dias por mês parece-me que já não é bem assim...e se vais para tribunal dizeres que "Não queres" que o teu filho esteja com o pai mais tempo do que o estritamente necessário, sai-te o tiro pela culatra...Os juízes não costumam achar piada às mães que tentam "alienar" os pais, e cada vez mais consideram que o pai e a mãe devem ter papeis iguais na educação da criança.
Atenção que não te estou a criticar, pois não conheço a tua realidade nem a do pai do teu filho...Mas sei por experiência própria, que agora esse tipo de situações são muito mais complicadas... Só para teres uma ideia, antes de ter saído a nova lei do divórcio, quando nascia uma criança de pais solteiro, presumia-se que a guarda era da mãe, enquanto não ficasse resolvido em tribunal, agora, presume-se que a guarda é dos 2 logo de início, até ser regulado em tribunal.
O ideal mesmo é tentares entrar num acordo justo com o pai da criança, porque é algo com que vais ter que lidar para o resto da vida, e a criança também...
O pai do meu filho abandonou-me quando eu estava grávida de 6 meses e até o miúdo nascer nem quis saber como estava a correr a gravidez, chegou mesmo a dizer que nem ía registar a criança, mas adivinha, apesar disso legalmente, tem os mesmos direitos que eu...Por acaso não tem porque entramos num acordo, mas olha que a juíza não queria aceitar o acordo porque achava que ele devia passar mais tempo com o filho do que o que nós acordamos! E todas as decisões relativas à educação, têm que ser tomadas a 2.
Acredita que me revolta imeno ter que deixá-lo ver o filho, até porque só vem quando lhe apetece, mas não há nada que eu possa fazer para o impedir... é a lei e pai é pai, por muito mau que seja...
Não.. não era casada... vivemos juntos durante 6 meses... Obrigada
vou fazer isso. vou procurar um advogado... mas já me tranquilizaste 
Bom...
Aquilo que ELE diz de passar 4 dias com a minha filha é relativo à tal história dos fins de semana. Ou seja, 2 fins de semana por mês e, ao que sei, 1 dia a meio da semana.
E para esclarecer qualquer dúvida eu não pretendo "alienar" (esta palavra agora está muito na moda) o pai... não por mim, mas pela minha filha. Acho SIM que ela tem o direito de privar com o pai... mas quanto a passar igual tempo com os dois acho perfeitamente irreal e mau para qualquer criança... uma criança tem de ter alguma estabilidade durante o seu crescimento e não andar tipo tartaruga de casa às costas de um lado para outro.
Ambos quisemos muito ser pais ( e queremos) mas ele não aceitou que eu quisesse acabar ( por mais que lhe tenha explicado que pra sermos pais não precisamos de viver juntos- seja isso o ideal ou não).
Enfim.. coisas...
Mas obrigada 
Bem... aí acho que não se chama custódia partilhada mas sim poder paternal partilhado... não é?
Pelo menos pelo que sei. E isso acho que sim, plenamente! embora duvide que alguma vez nós possamos concordar relativamente à educação da Matilde... mas vamos ver...
EGOISTA N FIZESTE A TUA FILHA SOZINHA TENS Q SER UMA ULHERZINHA E DEIXARES DE LADO OS PROBLEMAS Q VOCES TEEM ENQUANTO MULHER E HOMEM PENSA UM POUCO NA TUA BEBE.
E CLARO Q EM PORTUGAL EXISTE CUSTODIA PARTILHADA OU AXAS Q SO NOS AMES E Q TEMOS DIREITO AOS FILHOS E CLARO Q ENQUANTO MAMAR N FICA COM ELE E AS VISITAS OU SE FAZEM EM TUA CASA OU NA RUA E UMA COIS A Q TE IRAM PERGUNTAR E SE O PAI A PODE VER SM P Q QUISER SO AGORA Q TAS GRAVIDA E Q VISTE Q N TEEM NADA EM COMUM AXO UMA PIADA.
sou div tenho 2 filhos do ex marido smp mas smp o deixei ver os filhos quando ele quiz so n deixava mas tentava perceber os motivos quando eles diziam q n queriam ir com o pai
pk se queres q ele cumpra com a pensao de alimentos tbm tens q o deixar gosar dos direitos dele n queiras q ele so tenha deveres
Bem... mais uma vez... eu não pretendo proibir o pai da minha filha de a ver... Os 4 dias que falei referem-se aos 2 fins de semana por mês e ainda tem mais 1 dia a meio da semana.
Antes de mais gostaria de dizer que, antes do pai da minha filha, vivi com uma outra pessoa que já tinha uma filha (lindona) de outro casamento e portanto passei um bocado pela experiência dos tribunais como companheira dele.
Mas nunca concordei com a ideia de que a filha tivesse de estar igual tempo com quem quer que seja. Acho que existem mães e pais capazes... umas vezes é mais a mãe, outra o pai... e isso sim é que deve ser tido em conta. Em vez de se dividir tempos sem tentar perceber onde é que a criança tem mais condições (afectivas e materiais) com isto, mais uma vez, não quero dizer que se prive a criança do contacto com um dos progenitores, mas que não se caia no erro de vir proteger os "paisinhos" alegando que são as mães que são umas "cabras" ( desculpem a expressão mas é o habitual de fazerem crer, SEMPRE).
Eu não acho que sou dona de ninguém... mas desde os 3 meses que estou separada e sinto sim que esta filha é mt mais minha do que dele. (ora aqui está! disse!)
Até porque depois das barbaridades todas que tive de ouvir dele, sinceramente... só eu sei.
Linda eu nunca me separei mas os meus pais separaram-se quando eu tinha 12 anos e a minha irma tinha 3... Nunca chegou a ir a tribunal porque os meus pais chegaram a acordo com os advogados das duas partes... A mim foi-me dada a hipótese de escolher, visto ja ter 12 anos na altura,fiquei com o meu pai, mas a minha irma como era muito pequena ficou ao cargo da minha mãe. O regime que eles acordaram era: um fim-de-semana na casa de um e outro na casa do outro, de maneira que eu e a minha irma estivessemos as duas na mesma casa ao fim de semana... Ferias divididas, natal num lado ano novo no outro e vice-versa no ano a seguir e o outro progenitor podia ver a filha que estava a cargo do outro sempre que quisesse MENOS QUANDO ISSO INTERFERIA COM OS HORÁRIOS NORMAIS DE SONO, EDUCAÇÃO, etc..
Eu como filha de pais separados deixo aqui a minha experiencia: Para mim foi muito dificil, nao so por eles estarem separados mas também pelas guerrinhas entre eles que me metiam ao barulho : ia para casa da minha mae era um falatorio do meu pai que nem se fala, em casa do meu pai era um falatorio da minha mae e sempre assim... A minha irma, como era pequenina cresceu a maior parte da vida dela neste vai-vem e penso que o que lhe fez pior foi realmente as guerrinhas entre eles e nao o facto de ter que estar com os dois pais em separado.... Agora tenho uma meia-irmã, filha da minha mae e do meu padrasto que, com 7 anos, chama-me de irma mas faz-lhe confusao dizer que a mae dela tambem e minha mae mas que o pai nao e...
A minha experiencia como filha e que, cada separaçao e uma separaçao, os motivos sao diferentes, as situações sao diferentes, as pessoas sao diferentes e os filhos e as maneiras de reagir tambem sao diferentes...
E dificil dizer numa situação destas como e qe o bebe vai ser afectado mas na minha opiniao vai ser menos dificil para o bebe se ajustar visto que e uma situação que acontece logo desde que nasce do que se fosse uma mudança a meio da sua infancia, como os 3,4 ou 5 anos... Porem também pode vir a ter consequencias devido ao facto de que o vosso acordo vai marcar o modo como ela e o pai se relacionam... É claro que nao vai ser normal para ela, vai ser diferente do relacionamento criado quando o pai esta sempre por perto mas, pessoalmente, penso que o modo como ela vai passar por tudo isso depende muito do modo como voces resolvem os vossos problemas, as vossas diferenças, e mostrar-lhe que ela e amada pelos dois apesar de nao estarem os dois na mesma casa...
Queria só esclarecer que quando falei em "alienar" foi precisamente que isso é uma palavra que está na moda e muito usada em tribunal... Como te disse não coheço a vossa realidade, mas sei os horrores que ouvi do pai do meu filho e as atitudes de ***** que tem tido em relação ao filho. Ele NÃO merece ser chamado de pai! Mas quando fomos p tribunal, fui avisada para não dizer certas coisas. Por isso mesmo arranjei um advogado para falar por mim, para não correr o risco de dizer o que não devia, apesar de ser a verdade! Se dependesse de mim, o meu filho NÃO CONHECERIA o pai! Pois acho que por um sem número de razões, seria o melhor para ele, mas infelizmente não é como eu quero... E não, não estou a ser egoísta, estou apenas a pensar no bem estar do meu filho...
Beijinho e que tudo se resolva da melhor forma para a Matilde 
Obrigada pelo apoio de todas...
Eu tb sei o que ouvi... desde que " se já não estivesses de 3 meses eu dizia-te pra fazeres um aborto e tenho toda a autoridade pra isso" - isto de um homem que, supostamente, queria TANTO um filho (arrisco-me a dizer que quase mais do que eu, e acredita que eu queria demais
) isto pq a nossa relação não funcionou... e ele nunca se refez (já lá vão 4 meses que saí de casa) disso e anda literalmente ressaibiado.
Na altura que ele me disse isto tudo eu até lhe dei desconto por pensar exactamente que ele não estaria no seu juizo perfeito e que seria a "raivinha do dente" a falar mais alto.
Agora explica-me como é que um gaijo que me diz isto tudo agora vem dizer que "ama muito a filha" que ainda nem sequer nasceu, uma gravidez para a qual ele em nada tem contríbuido (nem financeira nem emocionalmente) e que qd ela nascer quer passar com ela igual tempo do que eu. Parece que estamos aqui a competir tempo físico e não qualidade de tempo passado com cada progenitor. É aí que reside a questão. Porque na verdade ele não tem tempo sequer para aquilo que está a "pedir". já não tinha quando vivíamos juntos e isso era sempre uma guerra. Saía de casa as 8 da manhã e chegava as 23.30h. Quando lhe perguntei como pretendia fazer quando a nossa filha nascesse ele simplesmente respondeu que não ía abdicar da vida dele nem mudar os seus horários. O)ra eu pergunto-me... o que é que ele vai querer fazer com a filha qd forem os fins de semana dele? deixa-la com os avós?! que tipo de relação é que ela vai sequer desenvolver com o pai?...
Mas enfim... Realmente não posso fazer nada a não ser deixar que a Matilde, com o passar do tempo, se aperceba das coisas por si e faça os seus próprios julgamentos.
Da minha parte nunca ouvirá uma palavra contra o pai. Só p0osso garantir isso... mesmo duvidando muito que o contrário tb seja verdade. Mas mais uma vez não tenho dúvidas que a minha pipoca vai ser inteligente como a mãe
e perceberá muito rapidamente as coisas...
Não... não sou egoísta de todo.
Não fiz a minha filha sozinha... e não pretendo cria-la sozinha. Quando à pensão de alimentos... cara amiga... LOL se eu fosse viver daquilo que ele está disposto a dar eu e a minha filha morreríamos a fome seguramente. Não quero nem nunca quis o dinheiro dele pra nada e não é tendo isso em conta que irei consultar uma advogada, mas sim, só e apenas o bem estar da minha filha.
Mas lá está... eu tenho nível... e não insulto as pessoas sem saber, de facto, qual a situação... Mas já agora... uma pergunta... a partir do momento em que se engravida não se pode largar uma relação??? Você pelos vistos também é divorciada... porque é que ainda não está com o pai dos seus filhos?? acha isso bem?! GANHE JUÍZO ANTES DE VIR INSULTAR AS PESSOAS!!!
Com mães assim... realmente se calhar os filhos estão melhor com os pais!
Exacto linda... é por aí que pretendo ir mesmo... faze-la ver que é muito amada independentemente dos pais estarem juntos ou não. E também concordo com o facto de os filhos que já nascem nesta situação de separação acabam por não sofrer tanto do que os que vivem a separação dos pais... Como é óbvio, até porque é a realidade que conhecem...
Não quero fazer guerras nenhumas nem que a minha filha alguma vez ouça falar mal do pai na minha casa. Ela viverá para tirar as suas próprias conclusões no seu devido tempo... 
Bjs
Sinceramente acho k foi declarada guerra aberta d ambas as partes, ñ há pais perfeitos todos erram e errar é humano a criança é k ñ tem culpa nenhuma d nd.
Kanto a ser melhor 1criança ficar com a mãe ou com o pai, tanto fica bem com 1 cm com o outro é exactamente igual, n meu caso poderia ter o meu filho hoje e morrer amanha k estaria completamente descansada pk conheço a pessoa k escolhi e s algum dia m separar sei k ele cuidara tão bem d nosso filho cm eu.
Ñ sinto k o meu filho seja +meu d k ele só pk o carrego e pk o vou parir e sim sou eu k vou ter k abdicar d certas coisas pk o pai ñ tem horarios cm eu tenho mas o meu marido trabalha tal cm eu pra vivermos melhor e a contribuição monetária dele é bem maior k a minha.
Jamais m separaria d meu marido e ficaria á espera d viver ás custas dele com o k daria ao nosso filho, pk afinal ele tem 1filho ñ 2 dá o k pd.
Ñ acho k 4dia por mês dê pra alguma coisa eu n lugar dele tb ficava chateada s são pais pra 1s coisas tb são pais pra outras, kanto ao pai ñ ter condições é mt relativo e kanto ao k vai acontecer n fim d semana em k a criança ficar com o pai, possivelmente ele tb ñ sabe o k acontece kando a criança tá com a mãe.
E sim há mães k são 1s cabras, como vimos até hj ñ é por 1mãe parir 1filho k o ama s ñ ñ apareciam mortos, da mesma forma k há pais d pior e seria impensavel tomarem conta d 1criança maa ñ m parece ser o caso d nenhum d voces, assim sendo no vosso caso PAI=MAE.
Teca30cascais,
Pelo que li, parece-me que não vais ter de te preocupar. Parece-me que ele só diz que quer a filha com ele para te magoar por teres acabado a relação.
Um pai gosta de um filho quando acompanha a gravidez e ganha-lhe amor com a convivência do dia a dia. E nós também, é um amor que cresce diariamente, não é puf e já está!
E um bebé dá muito trabalho, muito mesmo! E precisa de atenção 24h por dia... será que ele está disposto a abdicar de tanta coisa pela filha? Não me parece! Ou conhece outra moça... e deixa de ter motivo para andar "resabiado" contigo!
Sinceramente, acredito que o "interesse" dele não é na filha, mas sim chatear e destabilizar!
Pois... também já me disseram isso...
De qualquer das formas já fui à advogada e já estou bem mais calma...
ela tranquilizou-me bastante.
E quanto a ele nem lhe vou dar muita atenção até ter mesmo de ser.
Obrigada 
é natural que te sintas magoada com ele, mas dá graças a Deus por o tu bebe ter um pai que quer partilhar a custódia. Muitos dos pais só vêm o bebe de 15 em 15 dias porque o tribunal assim o impõe e mesmo assim ficam com eles com muito sarifício. Tenho uma colega que tem um filho que está separado desde que a menina tem 2 anos(hoje tem 9) e tÊm a custódia partilhada. Ambos dão uma educação diferente ele é mais cuidadoso com ela do que a mãe e a avó materna. Leva sempre a menina a horas ao colégio, têm cuidado com a alimentação. Até lhe faz penteados.
Na 2ª e 3ª a menina está com o pai. Quarta de manhã o pai vai leva-la ao colégio e a mãe vai buscá-la. 5ª e 6ª fica com a mãe. Quando passa o fim d semana com o pai, o pai vai busca-la à 6ª. É claro que enquanto o bebe mamar isso sclhar não será possivel, pelo menos até o bebe ter 6 meses
tecas se vires esta mensagem contacta me
estou numa situaçao semelhante e preciso de ajuda
Bem...
Boa noite a todas...
Já há algum tempo que não vinha cá... a cuidar da minha filhota mais lindaaaaaaaaa
portanto tem-me passado... mas vi agora aqui um pedido de ajuda... e cá estou...
Mas antes deixem-me por-vos todas a par que a situação mudou "ligeiramente". Quando a minha filhota nasceu, o dito pai da criança foi lá só para me dizer que não a registava... que não era filha dele - disse com a maior cara de pau... isto depois de me ter feito a vida negra durante toda a gravidez e a dizer que se sentia posto de parte e a fazer-se de vítima...
Pois bem... não registou e garanto-vos que não estou nem aí! Com gente estúpida não vale a pena perder muitas noites de sono... custou-me, sinceramente, pela minha filha... e de olhar para ela, naquele dia ( com 1 dia de vida) e pensar quem é que é o ANORMAL que se "escusa" de fazer parte da vida de um ser humano tão perfeitinho e lindo assim... Isto vindo de um "homem" que alegadamente queria (quase mais que eu) ter filhos - razão pela qual nos juntámos inicialmente - o sonho de sermos pais.
Enfim... Sei-vos dizer que, ainda debilitada das 48h de trabalho de parto e depois de uma cesariana, pus a minha melhor roupa e fui com o MAIOR orgulho, sozinha, registar a minha filha - só no meu nome.
E se acham que não custa.... custa sim! ver tantos casais felizes e juntos a decidir o nome dos filhos e a dar a cara e a vida por eles, e nós ali... sozinhas... Mas a vida é mesmo assim e não me arrependo de nenhum caminho que me trouxe até à Matilde... só mesmo por ma ter trazido... a MIM. 
Então o Ministério Público abriu uma acção de averiguação oficiosa da paternidade e é neste pé que estamos... Já fomos os dois chamados, e estou a espera de receber uma convocatória para ir ao Instituto de Medicina Legal fazer a recolha com a minha pipoca.... mais uma vez... custa... não queria ter de sujeitar a minha filha a isto... mas não viro as costas a uma luta!
Depois disto tudo, se querem saber, a vontade que eu tenho que a minha filha o conheça algum dia... é NULA! isto nem de homem se pode chamar quanto mais de pai... mas enfim... estou em luta pelos direitos da minha filha e apenas isso. Vou tentar por ressentimentos de parte, por ela.
PS - quando liga, o que é raro, nunca pergunta pela filha.
Em que te posso ajudar?... conta... 
Bemmm . Eu tambem passei por uma situação 'parecida'.
O pai do meu filho depois de eu o ter deixado com 6 meses de gravidez , dizia que o menino não era filho dele e isto e aquilo ...
Esses tempos se passaram ..
O meu filho nasceu , e ele nao excitou de ir regista-lo ..
~Mas mesmo assim tive de o por em tribunal para pedir a guarda para mim ( neste caso para a minha mãe que na altura era menor ) e a pensão de alimentos ..
Chegou o dia de irmos a tribunal foi tudo pacifico , chegamos a acordo , e ele ficou de ver o filho de quinze em quinze dias ( tudo isso pq eu concordei ) caso contrario só o iria ver aos sabados de tarde todas as semanas !!
Achei a juiza muito calma , e sempre a questiona-lo sobre os deveres de pai .. Tinha o meu receio , uma vez q era menor , e ele era maior de idade e trabalhava , me pudessem retirar o menino , e dar lhe a guarda a ele .
Como tudo isso não aconteceu , até porque ele concordou plenamente com a residência do filho !
Força Linda , Beijinhos Para as Duas , e Aguardo Noticias 
se puderes manda me o teu mail pode ser
o meu e portugalinha@hotmail.com
Olá, teca30cascais, agora tive oportunidade de ver o tópico e os posts, (e ri-me muito como de quem te chamou egoísta, pois a minha irmã gémea também passou e está a passar por processo de divórico e consequente gaurda da criança). Se já tens advogada, já sabes que agora é responsabilidade parental e n poder paternal, pois n há poder de ninguém e só a responsabilidade partilhada da guarda da criança. Mas isso n quer dizer que fique igual tempo com cada um, e sim que idealmente a criança possa ver o outro progenitor quando este quiser e puder, sem restrições, mas se n interferir com rotinas de sono, escola, refeições. Isto é muitíssimo importante. Mas podem sempre chegar a acordo base e depois, se achares bem e ele quiser, deixá-lo ir vê-la mais vezes que isso, claro. Depois, nem seria bom a criança andar sempre de um lado para o outro. Defendo completamente o direito dos pais estarem com os filhos tanto quanto puderem, mas se n contribuem em nada (e n é só dinheiro, mas afeto e atenção, carinho, etc) n devem ter esses direitos e ponto final. As crianças são sempre mais das mães, como é óbvio, senão seriam os pais a terem, ainda mais nesses casos. Mas como está agora o teu caso? Já tens desenvolvimentos? Boa sorte e força, que vais precisar.
De facto os filhos são mesmo muito mais das mães... é inquestionável... mas ainda há quem ache que não... enfim...
Especialmente no meu caso em que o pai nunca privou nem quis privar com a filha. Agora ainda me vão dizer que ele " a ama" ??? o caraças! ninguém ama com quem nunca conviveu!
O único desenvolvimento é mesmo que vamos este mês ao IML fazer a recolha pra o teste de paternidade. Mas tou tão revoltada que não te passa pela cabeça... ter de sujeitar a minha filhota a lá ir ser massacrada e picada por causa daquela BESTA! enfim... é preciso ter calma ( o que está difícil) e depois disto vem o tribunal para pensão de alimentos e tudo o resto... vai ser um lavar de roupa suja que era totalmente desnecessário...
Tenho advogada sim que vai lutar ao máximo para que (esta espécie) de pai não tenha acesso ou o mínimo possível à filha ( que renegou logo que nasceu)!
Obrigada pelo apoio.
Beijinhos
Porfavor alguem me pode ajudar. e que me encontro na mesma situaçao que a teca30cascais, .
quero saber como funciona as responsabilidades parentais e as visitas. se e igual para todos. pois o pai da minha filha nao kis saber enquanto tava gravida. ate chegou ao ponto de dizer que nao era pai, qual tevi subemeter a bebe a teste de dna.e agora com 15 meses lenbrou-se de ser pai. pois quer me tira.Eu nunca vivi com ele e nem fomos casados. e para mais estou a dar peito.
por favor ajudem-me
o meu mail e :pati_costa82@hotmail.com
Tambem estou na mesma situaçao. estou no final da gravidez e o pai do meu filho deixou-me logo no inicio. O meu receio, tal como a Teca é que ele queira que o filho fique 15 dias ou uma semana como cada um. Pois para alem de achar muito injusto, acho que isso cria muita instabilidade para uma criança. Ando super ansiosa para ver como tudo vai correr, mas com muito medo que os juizes agora optem por isso. Pois já ouvi varios casos em que isso acontece, apenas porque os juizes acham que os pais tem tantos direitos como as maes.
Nao se trata de direitos, mas sim da estabilidade emocional e das rotinas da criança. Peço-vos ajuda, para quem ja se informou e para quem esta a passar por isso recentemente dizer quais sao as opinioes de advogados e juizes que ja consultaram.
Quanto à Teca, realmente é muito complicado, como eu te entendo... é muito triste ir a todo o lado e ver os maridos atenciosos com as suas mulheres gravidas, preocupados, paaticipativos, e nos olharmos para o lado e nao termos ninguem. Acho que nenhuma mulher merece passar por isto. Mas acredito que um dia vamos ter a nossa paz com os nossos meninos e ainda nos vamos rir disto tudo.
Olá..
Olha estou numa situação parecida, também estou separada do pai da minha filha, e ela nasce em maio, ainda não falamos das visitas, porque infelizmente ele é um parvo, e não quer falar cmg ate minha bébé nascer.
Porem, acho que deves facilitar as visitas nem que sejam em tua casa, enquanto a tua bébé depender de ti, depois devem combinar as visitas, sem que haja conflitos, porque isso nunca é bom para a bébé.
Olá..
Olha estou numa situação parecida, também estou separada do pai da minha filha, e ela nasce em maio, ainda não falamos das visitas, porque infelizmente ele é um parvo, e não quer falar cmg ate minha bébé nascer.
Porem, acho que deves facilitar as visitas nem que sejam em tua casa, enquanto a tua bébé depender de ti, depois devem combinar as visitas, sem que haja conflitos, porque isso nunca é bom para a bébé.
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não sei quais sao as tais "condições dele", salvo situações mt pontuais, acho de um extremo egoísmo dizeres que ele só a pode ver 4x por mês, afinal qd a fizeram amavam-se certo????
uma criança é tanto do pai como da mãe ... as mães é q tem na cabeça q sao donas dela. Se ele n tem uma casa conveniente para a acolher, ao menos q lhe seja permitido vê-la qd quiser ...
sei que vão me "xingar", mas tb sou mãe ... e se algum dia me separar do pai da minha filha, mm discordando da maneira dev ser dele, jamais iria proibi-lo de vê-la qd quisesse, ele a ama tanto qt eu, e isso iria fazer sofrer a minha filha.
passei por isso qd criança ... por causa da minha mãe estive 10 anos sem ver o meu pai, e derivado a isso nunca consegui ter uma relação de afecto e amor com ele.
por isso pensa bem, e pensa nela ... n em ti!
NASCEU A NOSSA RITINHA 06-05-2010 10H41 3155KG E 47,5CM
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