Crianças com Tdah - Ajuda!!!! | De Mãe para Mãe

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Última entrada
Retrato de Rita_Corte
Offline
Desde:
27.03.2009

Crianças com Tdah - Ajuda!!!!

Olá a todas
vejo-me novamente na necessidade da v/ajuda. Já fui treinante, já tive no forum de infertilidade por ter SOP , mas acabei por ter 3 filhos lindos <3 Deixei de vir cá, mas em momentos de aperto vale-nos tudo, e "vocês" valeram-me bem em momentos de aperto do passado...<3
O meu menino mais velho tem 6 anos e ingressou no 1º ano em Setembro. Desde a creche que ele apresentava problemas comportamentais. Persistiram no jardim de infância e sobressaíram agora na escola. Ele esta nas consultas de desenvolvimento (1 até agora), e tinha sido seguido pelo psicólogo na pré. A psicóloga da escola onde esta foi "pouco profissional" e acabamos por desistir (1 sessão). Ele ainda não foi diagnosticado com o tdah (leva tanto tempo estou perdida), mas sabemos que tem, pois apresenta todos os sintomas, inclusive o de transtorno de oposição, e dislexia. Tem muitas dificuldades na escola mas nem é tanto isso qur me aflige- cada menino tem o seu ritmo. É em casa. Ele e muito impulsivo e muitas vezes e violento com os irmãos (irmã com 4 e irmão com 2). Eu, as vezes perco o controle e bato-lhe, quando ele já me levou ao extremo. Depois choro muito e sinto me uma fracassada enquanto mãe. Passo os dias a ralhar com ele. Só queria que ele soubesse o quanto o amo, e sinto que não chega até ele Triste

À porta do prédio depois de ter quase partido a cabeça ao irmão ele pergunta? " Mãe eu não presto?" Não lhe respondi naquele momento. estava furiosa, e depois senti-me horrenda por isso.

Ajudem-me pffffffff estou farta de chorar com isto

Retrato de NinaPQ
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I Love DMPM
Desde:
22.02.2010

Não tenho noção alguma do que é esse problema, mas queria responder-te na mesma...
Quando li a pergunta do teu filho, até me arrepiei...
Parece-me que o teu filho precisa mais de ti do que nunca... Precisa de sentir que o amas muito.
Bem sei que as crianças nos tiram do sério, mas tenta manter a calma, impõe-lhe limites, claro. Mas mostra-lhe que o amas, parece-me que o teu filho está meio perdido.
Beijinhos e tudo de bom para vocês

Mãe de dois filhos fantásticos!
22 de Dezembro de 2009 às 0h50, nasceu o meu pinguim com 3,360kg e 48,5cm! :)
20 de Abril de 2016 às 17h14, nasceu o meu pinipom com 3,015kg e 48cm! :)
Amo-vos com toda a minha alma...

Retrato de Bella_tété
Offline
Desde:
18.03.2013

Nunca tinha ouvido falar fui pesquisar e encontrei este artigo http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atenc...
Falar é fácil (e eu só tenho 1 filho) e todos os conselhos que lhe possa dar não passaram de clichés.... só lhe posso desejar boa sorte, muita calma e pensamentos positivos, cada criança tem a sua personalidade e temos que nos adaptar a ela para os ajudar mos.

Retrato de Bella_tété
Offline
Desde:
18.03.2013

Nunca tinha ouvido falar fui pesquisar e encontrei este artigo http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atenc...
Falar é fácil (e eu só tenho 1 filho) e todos os conselhos que lhe possa dar não passaram de clichés.... só lhe posso desejar boa sorte, muita calma e pensamentos positivos, cada criança tem a sua personalidade e temos que nos adaptar a ela para os ajudar mos.

Retrato de Jessramos
Offline
Desde:
09.03.2017

Ter um parente com um transtorno desse genero nao é nada facil para quem o acompanha nao se sinta culpada por perder a cabeça. Faça a terapia em conjunto com o menino fale lhe da importancia que ele e os irmãos tem para si ... Façam coisas juntos que ele goste .. O ciume numa criança também a torna insegura quanto as suas atitudes. Respire fundo e boa sorte Sorriso

~ Treinante de 1a Viagem ~
~ Fim da Pilula · 10/02/17 ~
~ Folicil · 20/03/17 ~

Retrato de guialmi
Offline
Desde:
13.07.2013

Antes de mais, não pense nunca que é uma má mãe. Os desafios que enfrenta, para mais com 3 filhos tão pequenos, são enormes e não se deve julgar tão severamente. Eu fui (sou) uma privilegiada em relação às minhas filhas e mesmo assim quantas vezes perdi a paciência...
Tão perigoso é o excesso de rótulos e a sobremedicação, como o oposto - achar que tudo se resolve com amor e carinho. Claramente, vocês precisam de ajuda profissional, tanto em termos de terapia comportamental (porque estas crianças precisam de uma rotina rígida e de regras muito claras) como eventualmente medicamentosa. O meu conselho sincero é que, se puder, recorra a consultas privadas. Onde vive? Esta é daquelas situações em que, infelizmente, o SNS é demasiado demorado e cada mês que passa é um mês perdido para ajudar o seu filho a sentir-se melhor consigo melhor e com os outros.
E não se culpe pelo desabafo pelo seu filho. Imagino a dor que deve ter sentido ao ouvi-lo, mas não é por causa dos seus ralhetes que ele se sente assim - como criança inteligente que é, percebe a frustração de não se conseguir controlar, de fazer o contrário do que quer, de desiludir as pessoas de quem mais gosta... mas as coisas vão melhorar, acredite.

Retrato de Borboleta34
Offline
Desde:
31.10.2014

Olá mamã!!! Antes de mais, quero que saiba que me revi em muitas coisas que disse.
Tenho 2 filhos. Um com 9 (quase 10) e outra com 4.
Ao meu filho mais velho foi diagnosticado TDHA aos 6 anos. Os "sintomas" começaram a ser mais visíveis ainda na Pré 8por volta dos 5 anos), mas eu desde os 3 anos dele, mais ou menos, que sentia que havia alguma coisa de "diferente".
Foi muito difícil aceitar!
Começou a ser seguido na Psicologia, depois nas consultas de Desenvolvimento e agora Pedo Psiquiatria.
É medicado! Consultei 3 especialistas diferentes, pois custa-me, ainda hoje, aceitar que o meu filho tenha de ser medicado. Mas a verdade é que é a única forma dele se controlar, se concentrar e ter aproveitamento escolar.
Não é fácil lidar com uma criança assim. Ainda para mais quando há outras crianças, como é o seu caso e o meu!
O meu filho também já me disse coisas que me fizeram sentir muito culpada e questionar se seria realmente uma boa mãe!
Mas sabe, sei que faço o melhor que posso e consigo. O cansaço é muito grande e ninguém tem noção (excepto quem tem 1 criança assim), nem sabem dar valor. Sabe quantas vezes ouvi que deveria ser mais rígida, dar umas palmadas, castigar???? Centenas de vezes.
O meu filho teve uma altura que estava castigado a tudo. Que até a minha relação com ele era de distância, porque eu me sentia cada vez mais afastada dele.
A parte boa Sorriso : Eles vão crescendo e começam a arranjar formas de auto controlo. Há dias melhores, outros menos bons.
O meu ás vezes desculpa-se: "sabes que sou hipercativo". A minha resposta é sempre a mesma: não é desculpa!!!!
Uma coisa que eu tento (TENTO) pensar é que ele sofre mais do que eu com isto! Já imaginou se fosse constantemente castigada?
Outra coisa, se é que posso dar algum conselho: sempre que ele faça uma coisa bem, valorize. Muito!
Eu fiz uma tabela com carinhas tristes e contentes: para ele e para a irmã. Tem funcionado!
Outra coisa muito importante: rotinas. Explicar o que vai acontecer, se fizerem alguma coisa de diferente. Isso acaba por tranquiliza-los.
Para ter uma noção, ainda hoje, eu tenho de confirmar se ele está totalmente vestido, calçado, penteado, por expl
Tenho de lhe pedir montes de vezes para ele fazer qualquer coisa....

Já chorei muitas vezes. Senti-me impotente, incapaz, culpada! Ás vezes ainda me sinto. Não é fácil, mas com o nosso amor de mãe conseguimos tudo! Ele precisa muito muito de si.
Muita força e coragem.
Um grande beijinho

Retrato de Borboleta34
Offline
Desde:
31.10.2014

Esqueci-me de dizer: regras são muito importantes também. E não, não são para negociar!
E quando disser que não, é não até ao fim!

Retrato de Tania Rocha
Offline
Desde:
12.10.2007

Olá Mamã,

Identifiquei-me tanto com a sua história... também tenho um filho com TDAH.

Na Creche, onde ele esteve desde bebé, até entrar para a escola, a psicóloga e a educadora, em todas as reuniões me alertavam que ele apresentava sinais de que poderia vir a desenvolver este transtorno. Antes de entrar para a escola, o ano passado, era notório que elas tinham razão, mas por ser o meu primeiro filho e não ter a mínima noção do que era este problema, achava que era mimo a mais e que a culpa era minha, achava que com o tempo e a imposição de regras ele fosse alterar o comportamento.

Quando entrou para a escola, logo no primeiro mês, já estava a ser chamada à escola pela professora, disse-me de caras que ele era hiperativo e que eu tinha de fazer alguma coisa, - fiquei furiosa, quem era ela para diagnosticar o meu filho (ok, era professora e com certeza já devia ter tido vários alunos com TDAH). Acabei por concordar com ela e levei-o ao médico de família, para lhe pedir que me encaminha-se para as consultas de desenvolvimento no hospital. Disse-me que o miúdo era mas é mal educado e inventaram um nome pomposo para justificar o mau comportamento dele, que precisava era de regras e chapadas de vez em quando, - depois dessa resposta, claro que não deu seguimento ao meu pedido.

No entanto na escola a professora continuava a mandar recados e a chamar-me à escola, e pressionava-me para o levar a uma pedopsiquiatra. Levei-o ao privado, gastei rios de dinheiro (que não tinha) em psicoterapia, que não adiantou de nada. Sempre recusei a medicação, todos me diziam que jamais o devia fazer, drogar uma criança tão pequena era um crime. A gota de água e talvez a nossa salvação, foi quando um dia a professora me ligou descontrolada e aos berros comigo, a culpar-me de ela não conseguir dar aulas por causa do meu filho e que a culpa era minha porque não fazia nada para o ajudar, nesse dia, desliguei a chamada e fui à escola, para falar pessoalmente com ela, foi quando descobri que o Gonçalo, passou todo o 1º período, a fazer os trabalhos no corredor da escola, só estava uns 30 minutos na sala, quando ela via que não o conseguia controlar, mandava-o para a rua, como se ele fosse um delinquente, foi uma auxiliar da escola que me alertou, quando lhe perguntei se era verdade, ela não desmentiu, diz que era a única forma de conseguir dar aulas. Fiz queixa da professora à diretora do agrupamento e pedi transferência para outra escola.

Rendi-me ás evidências, assim que tive a primeira reunião na nova escola, disse logo à professora que ele devia ter TDAH e que eu precisava de ajuda, porque não sabia o que fazer para ajudar o meu filho. A Professora tranquilizou-me e disse-me que haviam mais duas crianças na turma com o mesmo problema e ela sabia como era lidar com crianças hiperativas. Indicou-me uma clínica onde diagnosticavam com precisão qualquer tipo de problema que ele pudesse ter, pediu-me foi para não o levar logo, para ela poder estar com ele umas semanas e poder fazer um relatório para eu levar.

Marquei consulta para dali a um mês, e ele esteve a ser avaliado durante três horas por uma pediatra, uma psicóloga e uma pedopsiquiatra, eu fiquei em outra sala a preencher um questionário do comportamento dele em contexto familiar e outro foi para a professora preencher, do comportamento em contexto escolar. No fim da consulta o diagnóstico era mais que evidente, TDAH confirmado. Desta vez aceitei os conselhos médicos e ele saiu de lá medicado, começou com o Rubifen 10mg (de manhã e ao almoço) e Rubifen 5mg (meio da tarde) a mudança na escola foi incrível, nem queria acreditar, no entanto apenas tomava quando havia aulas, em casa o método era fazer atividades físicas com ele, futebol, bicicleta, etc.

Acabou a 1ª classe com ótimas notas, agora que vai para a 2ª classe, já fui à consulta e a pediatra alterou a medicação para Concerta, apenas um comprimido de manhã, até nos fins-de semana. As aulas ainda não começaram, mas ele anda tão bem. Consigo ver um filme com ele do início ao fim, conseguimos conversar e brincar, até no futebol o treinador diz que nota muita diferença.

À poucos dias o meu filho veio ter comigo e disse-me: - Mãe obrigada por me dares aquele comprimido mágico! perguntei-lhe pq me estava a agradecer, - respondeu, que agora já tem amigos e antes de tomar os comprimidos ninguém queria ser amigo dele ou brincar com ele.

Sinceramente, não sei se fico feliz ou triste, não deixo de me sentir mal por ter de lhe dar medicação para que o comportamento dele seja compreendido ou aceite pelos outros.

Desculpem o testamento, mas precisava desabafar. Não imaginam como eu e o meu marido somos criticados, pelos nossos pais, amigos e todos aqueles a quem dizemos que o Gonçalo tem TDAH e está medicado. Sinto que estou mesmo a cometer um crime de violência contra o meu filho.

Tânia Bento

Retrato de V.Teixeira
Offline
Desde:
18.02.2016

Olá Tânia,

Fiquei super sensibilizada com o seu testemunho.
Só queria mandar daqui um beijinho de força e dizer-lhe que é uma grande mãe pois procurou informar-se ,com quem realmente sabe, para ajudar o seu filho.
Se os seus pais e amigos não compreendem,não se sinta mal, sinta que está a colocar o seu filho em primeiro lugar e isso é o mais importante,vê-lo feliz.

Felicidades para si e para a sua família Sorriso