Ataques de fúria??? (Quase 3 anos) | De Mãe para Mãe

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Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

Ataques de fúria??? (Quase 3 anos)

Mães,
Preciso de algumas luzes e ajuda, a situação aqui está muito difícil.
A minha filha fará 3 anos em novembro, passamos um verão óptimo em que cheguei a comentar que ela estava na melhor fase de sempre, super comunicativa, activa, sociável,... Ela esteve comigo até começar a escola, em setembro. Apesar de nos primeiros dias tudo ser mais difícil, até se está a adaptar bem. Só que há o outro lado... Desde o início da escola que ela está irreconhecível, birrenta, está constantemente a gritar que quer coisas, reclama das coisas mais absurdas, basta alterar a ordem de alguma coisa ou dar leite duma marca diferente, tudo é argumento para iniciar o que às vezes parecem autênticos ataques de fúria. Mas o mais duro tem sido a reacção com o pai, porque comigo ainda é amorosa quase sempre, mas com o pai é o inverso. Às vezes basta que o pai chegue do trabalho para começar imediatamente a gritar para ele ir embora ou a gritar muito histericamente que quer que ele vá para um aposento em concreto ou que faça alguma coisa em específico de que se lembrou, mas sempre coisas sem grande lógica. Ela e o pai sempre foram super amigos, saiam juntos para andar de bicicleta ou ir ao parque ou às compras,... Sempre foram os melhores amigos. Agora nunca quer fazer absolutamente nada com o pai. Estou muito preocupada porque nestes ataques de fúria ultimamente bate nela própria, puxa o próprio cabelo, bate com a cabeça, atira tudo pelo ar, bate as portas,... E não sei o que fazer. Às vezes dou por mim super tensa a tentar seguir tudo direitinho a ver se não descamba, mas faça o que fizer lá vai acabar por entrar em fúria por alguma coisa mínima ou por nenhuma razão perceptível. Estou tão triste e preocupada!! Isto é normal??? O que devo fazer?!?

Retrato de Sara.rs.90
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Desde:
21.08.2015

A minha tem 21meses e noto que desde setembro que começou a creche anda igual. Muito birrenta, muito teimosa, com a mania de levantar a mão. Qualquer coisa que se contrarie atira-se para o chão a espernear. Ja me começou a dar cabeçadas por 2x e no outro dia deu me um pontapé no queixo que me fez saltar a tampa e caí-me mesmo com a fralda dela e dei lhe umas palmadas só porque parei de lhe dar os brinquedos que ela estava constantemente a atirar para tars do sofa e que me fartei de lhos dar. Nem parece a mesma menina. Era tão compreensiva desde cedo, muito obediente muito calminha e carinhosa. Mudou este ano para outra sala que foi apanhar meninos do ano anterior e bem mais velhos que ela (ela é de dezembro e mesmo da sala dela anterior era a mais nova pois bebes do mesmo ano que ela sendo de janeiro ja têm quase os 3anos e ela ainda nem fez os 2) e anda terrível. Anda garganeira com as coisas dela, nao deixa nem os gatos chegarem perto dos brinquedos dela que faz uma birra terrível. Ja dei por ela várias vezes a mordiscar as unhas omo se tivesse a tentar roer e por algumas situações até começou a dar chapadas na própria cabeça. Ja falei destes comportamentos com a educadora dela que diz não compreender pois é uma ciança muito calma o dia todo. Vamos vendo. Isto também coincide com uma gravidez inesperada e um.descolamento de placenta grande que me obrigou a afastar me um pouco da maior parte das brincadeiras que tinha com ela pois eram muito de pegar ao colo e cavalitas e atirar ao ar etc e agora nem pega la ao colo posso. Pode ser pela mudança. Tenta falar com a escolinha dela e ver se eles também notam alguns comportamentos que falas e tentar perceber o que pode estar a dar origem a isso.

Paragem da pilula:fevereiro Concepção:março
Dpp:19 de Dezembro 2015
Primeira gravidez e é uma princesa linda.
Nasceu: 2:21h do dia 11/12/15 com 2.720gr e 46cm

Retrato de Ifam
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Desde:
04.09.2015

O meu também começou a creche em Setembro pela primeira vez e não numa dimensão tão grande mas também noto algumas diferenças , mais birrento com coisas que não fazia antes, às vezes com coisas mesmo insignificantes, se está com a mamã quer o papá, se está com o papá quer a mamã, birras para comer que quase nunca fez, também atira com as coisas se é contrariado, chora porque sim, chora porque não, enfim... Na escola fica a choramingar mas depois também se porta super bem! em casa alguns dias são difíceis... A educadora a mim disse-me que é super normal, que ele está a "castigar-nos" por o deixarmos lá e que é importante termos um pouco mais de paciência e não cedermos à chantagem emocional porque vai passar...

Retrato de Lilly11
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Desde:
25.01.2017

Sou psicóloga e o meu conselho é que procurem um psicólogo de crianças o quanto antes para que vos possam dar algumas orientações de como reagir com os vossos filhos.
Isto porque a continuação das regras é muito importante e eles precisam de saber quem manda. Muitas vezes os pais têm tendência a ceder por estarem cansados e saturados, mas a longo prazo é contraproducente, uma vez que a tendência é piorar o comportamento por perceber que isso domina os pais...
Eles têm de aprender a lidar com a frustração e nesta fase é muito importante que não exista qualquer tipo de cedência perante esses tipos de comportamentos. Quando eles começam a ter atitudes mais violentas com eles próprios tentem ignorar. Muitas vezes, eles fazem isso só para chamar a atenção e se forem ignorados deixam de ter essas atitudes.
Espero ter ajudado!

Retrato de Lilly11
Offline
Desde:
25.01.2017

Outro pormenor... Quando eles começam com atitudes de birra, coloquem-nos num sítio neutro, sem televisão, sem brinquedos até que se acalmem.. Podem sentá-los no sofá até que se acalmem e depois tenham uma conversa com eles para que eles percebam que esse tipo de atitudes não é admissível. Eles só vos vão prestar atenção quando estiverem calmos. Enquanto houver agitação mantenha-se calmos e serenos por fora, já que acredito que por dentro seja um desespero.. Se eles sairem do sofá coloquem-nos lá outra vez e digam-lhes que não vão sair de lá até que se acalmem... Ignorem todas as atitudes deles desde que se mantenham no sofá. Passado algum tempo vão ver que eles começam a acalmar e aí já podem falar com eles e fazê-los perceber que não é daquela forma que vão ter o que querem.
A vossa atitude enquanto pais deve sempre ser serena, com um tom de voz baixo mas determinado...

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

Obrigada a todas pelas partilhas e contributos :)
O que me preocupa são as birras em que não há sequer por onde ceder, porque estes ataques, os piores, são quase sempre por coisas que ou são absolutamente impossíveis ou então não dá sequer para entender o motivo da implicação. Nas coisas bem identificadas não cedemos, mas é verdade que nem sempre conseguimos ter a calma necessária para gerir o momento. De facto noto que ignorar é o que melhor resultados traz, mas é sempre tão desgastante. No final eu sinto que fui atropelada por um camião, fico com os nervos em picadinho. Mesmo mantendo a calma, estas coisas são tão desgastantes... E a pequena nunca mais fica a mesma até ao dia seguinte... Nunca imaginei passar por uma fase tão horrível!! Triste por outro lado preocupa-me a possibilidade de ficar ainda pior (só a ideia de poder piorar dá-me vontade de fugir) com o nascimento da irmã, que está tão eminente.
Que pesadelo!!

Retrato de Andro
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Desde:
03.03.2016

Parece o meu . Faz 3 anos em Dezembro e também rejeita o pai e manda-o ir para o escritório (onde ele esta quase sempre) . Tbém faz birras , quer que seja à maneira dele e pronto mas tento ser firme . É da idade e da personalidade .

Retrato de Andro
Offline
Desde:
03.03.2016

Uma coisa que costuma resultar , é meter-me ao nivel dele , abaixo-me , tento acalmar , espero que de acalme e explico . Com ele nao vale a pena perder a paciência , é pior alterar o tom de voz etc .

Retrato de milene gomes
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Desde:
12.06.2014

Mamã, li os outros comentários na diagonal não sei se já foi dito mas ter estado sempre com a mãe até Setembro e ter uma mana quase, quase a nascer talvez sejam "emoções fortes" para os quase 3 anos. Ter a mãe só para ela e de repente ir para a escola e passado pouco tempo falarem-lhe de uma mana que vai chegar à casa dela, ao espaco dela, talvez seja muita coisa para 3 aninhos!
Eu, para já, não fazia grande coisa. Desvalorize a birra, não lhe dê importância, finja que nem está a ver, mas não vacile em fazer-lhe a vontade. Num momento mais calmo, converse com ela, explique-lhe que ela nao se portou bem, diga que ficou triste e mime-a, mime-a, mime-a...
Provavelmente serão chamadas de atenção.
Felicidades

Retrato de bolas_e_bolinhas
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Desde:
31.03.2012

Concordo com o que a Milene comentou. Se calhar é para chamar a atemcao que o faz porque a escola foi uma mudanca e a chegada da mana tambem. Quando ate aqui tinha a mãe "so para ela" em casa com ela.

Retrato de Panda2014
Offline
Desde:
03.06.2014

Obrigada a todas pelas vossas palavras!! :)
Segui a dica da Sara e esta manhã falei com a educadora da minha pequena. Ela disse-me que na escola tem estado bem, não acha que a escola seja a origem do comportamento, apesar de contribuir. Acha-a muito ansiosa, nota que passa o dia a falar da mãe e refere-se a ela própria como bebé (coisa que já não devia acontecer). Disse-me que devemos antes do parto alternar no levar e buscar à escola, ora ir a mãe, ora o pai (porque tenho sido sempre eu desde o início). A educadora também me recomendou não dar demasiada importância às birras, senão tendem a aumentar, e manter uma postura calma (ainda que a explodir por dentro).
Nunca tinha visto as coisas deste prisma, ligando tanto o comportamento dela à eminente chegada da irmã, mas faz sentido. Como diz a mamã Milene, é mesmo muita informação para uma miúda tão pequena ainda. E não valorizar mas mimar depois de acalmar parece-me mesmo o caminho... :)
Agradeço a todas as vossas palavras e os vossos contributos. É tão bom sentir que não estou sozinha nesta fase...! Beijinho Apaixonado

Retrato de Taniapedro0405
Offline
Desde:
12.01.2013

Sim não estás sozinha e tambem concordo com as outras mães. São muitas mudanças a acontecerem na vida da pequena. Aqui em casa as birras tambem escalaram com a entrada na pré. Noto que se digo sim ele diz não, se digo não ele diz sim... E sim tambem dá pontapés, esperneia atira-se para o chão só porque foi o pai que ligou a televisão e tinha de ser a mãe por exemplo. Sinceramente, quando ele se tranforma num diabinho da tasmânia eu ignoro, embora esteja por perto para me certficar que não se magoa e normalmente acaba por passar. Ah outra coisa que faço quando quero por exemplo que ele vá tomar banho, digo-lhe Gabriel hoje não tomas banho, já sei que ele vai gritar espernear que quer ir para o banho Espertalhão , quem diz com o banho com outra coisa qualquer e por norma resulta é o que eu chamo de psicologia inversa Careta

***Mãe de 1ª Viagem***Inicio dos treinos em Janeiro de 2014***Positivo a 24 de Março de 2014*** DPP 27 de Novembro 2014*** O meu Piratinha nasceu a 05 de Dezembro de 2014 :-D
Tania Campos

Retrato de helg@
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Desde:
28.12.2013

A minha filha fez agora quatro anos e começou com ataques de fúria há algum tempo, mas parece que têm vindo a piorar...
Grita tanto tanto tanto até ficar sem ar ou até vomitar... Esperneia, atira-se para o chão, depois bate-se a ela própria, morde-se, atira-se contra as coisas e atira tudo o que aparece à frente para o chão. Já não sei bem como lidar com isso. É frustrante, e deixa-me devastada pois acho que não sei como lidar com a minha filha. Ainda no fim-de-semana foi a festa de aniversário da minha sobrinha e queriam as duas o mesmo brinquedo, a minha irmã para tentar evitar birras retirou o brinquedo do quarto e não o deu a nenhuma... a minha filha fiou histérica, foi algo horrível de se ver e ouvir, gritou tanto durante tanto tempo que acabou por vomitar tudo, as pessoas acabaram por ficar incomodada pois foi uma histeria autêntica que durou cerca de 1h. Parece que não posso levá-la a lado nenhum. Mas em casa é igual, mas como só estamos nós não me custa tanto.
Já tentei de tudo, já tentei acalmá-la para conversar com ela, já tentei ignorar, já tentei sentá-la no sofá mas debate-se de tal maneira que só se ficar a segurá-la é que fica...
Agora todos os dias de manhã diz que não quer ir para o colégio, mas a educadora diz que durante o dia anda bem, embora faça muitas birras, mais do que o habitual.
Já tentei a psicologia inversa e também não resulta.
Estou a desanimar e sem saber o que fazer...

À procura da minha 2ª estrelinha ♡ ♡ ♡ é difícil seres tão desejada e ao mesmo tempo tão difícil de alcançar...

Minha pipoquinha linda, amor maior da minha vida ♡ ♡ ♡ primeiro dia do resto das nossas vidas 26/09/2013

Retrato de elizamor
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Desde:
09.08.2010

Não querendo assustá-la, mas no seu caso, levaria a pequena a uma psicóloga. Não me parece muito normal, essa mudança drástica de comportamento, sobretudo com o pai. Ele não terá gritado com ela, por ex.?

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

helg@ escreveu:
A minha filha fez agora quatro anos e começou com ataques de fúria há algum tempo, mas parece que têm vindo a piorar...
Grita tanto tanto tanto até ficar sem ar ou até vomitar... Esperneia, atira-se para o chão, depois bate-se a ela própria, morde-se, atira-se contra as coisas e atira tudo o que aparece à frente para o chão. Já não sei bem como lidar com isso. É frustrante, e deixa-me devastada pois acho que não sei como lidar com a minha filha. Ainda no fim-de-semana foi a festa de aniversário da minha sobrinha e queriam as duas o mesmo brinquedo, a minha irmã para tentar evitar birras retirou o brinquedo do quarto e não o deu a nenhuma... a minha filha fiou histérica, foi algo horrível de se ver e ouvir, gritou tanto durante tanto tempo que acabou por vomitar tudo, as pessoas acabaram por ficar incomodada pois foi uma histeria autêntica que durou cerca de 1h. Parece que não posso levá-la a lado nenhum. Mas em casa é igual, mas como só estamos nós não me custa tanto.
Já tentei de tudo, já tentei acalmá-la para conversar com ela, já tentei ignorar, já tentei sentá-la no sofá mas debate-se de tal maneira que só se ficar a segurá-la é que fica...
Agora todos os dias de manhã diz que não quer ir para o colégio, mas a educadora diz que durante o dia anda bem, embora faça muitas birras, mais do que o habitual.
Já tentei a psicologia inversa e também não resulta.
Estou a desanimar e sem saber o que fazer...

Que assustador!!! :s
Houve alguma mudança no vosso dia a dia? Alguma coisa que possa ter despoletado essas reacções?

Parece quase o retrato exacto da minha filha, menos o vomitar... E confesso que tenho evitado algumas situações com medo que descambe. Ando há séculos para combinar coisas com amigos com filhos e não o faço com medo de passar um embaraço gigante, já basta no supermercado, shopping, etc etc etc... Confuso

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

elizamor escreveu:
Não querendo assustá-la, mas no seu caso, levaria a pequena a uma psicóloga. Não me parece muito normal, essa mudança drástica de comportamento, sobretudo com o pai. Ele não terá gritado com ela, por ex.?

Eles andavam super próximos e faziam muita coisa juntos. No fim das férias ela reagiu muito mal quando ele regressou ao trabalho, depois veio a escola e a seguir ele esteve uma semana fora do país. Tudo junto... imagino que tenha sido por isso.
A semana passada ela esteve toda a semana em casa doente e a meio da semana ja andava muito mais próxima dele, já saiam para andar de bicicleta e até já queria que fosse ele a dar banho. Ontem foi o regresso à escola e ela ficou imediatamente assim...

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

elizamor escreveu:
Não querendo assustá-la, mas no seu caso, levaria a pequena a uma psicóloga. Não me parece muito normal, essa mudança drástica de comportamento, sobretudo com o pai. Ele não terá gritado com ela, por ex.?

Ah! É verdade!! Ainda a semana passada eu pensava numa coisa... Eu acho que ela tem saudades dele, porque antes brincavam muito juntos, todos os dias faziam castelos com Legos e construções com objectos que encontravam,... Ele anda mais impaciente, é um facto, e mais indisponível por questões de trabalho, principalmente. Mas andamos todos de forma geral mais ansiosos.

Retrato de helg@
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Desde:
28.12.2013

É assustador mesmo, é algo que não conseguimos controlar nem evitar Por vezes nem sequer conseguimos perceber o que desencadeia estas crises de histeria, nem ela as consegue explicar depois.
É muito complicado combinar algo com alguém, qualquer contrariedade termina com estas reacções Triste :( para combinar alguma coisa com alguém, só mesmo em casa porque caso contrário algo que inicialmente se prevê divertido acaba sempre em terror. É embaraçoso e o problema é que já não sei o que fazer para o evitar ou contornar...

Mudanças? Ela passou a dormir no quarto dela, mas até foi uma situação pacífica, foi ela que escolheu a cama e a decoração, estava contente. O pai tem estado um pouco menos presente, tem trabalhado muito e passa mais tempo fora, estamos só as duas a maior parte do tempo. Mas noto quando ele está que ela parece pior.

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Retrato de elizamor
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Desde:
09.08.2010

Procure ajuda de uma psicóloga. Elas melhor do que ninguém, conseguem ajudar. Pode ser só uma fase. Sabe, que as crianças não são todas iguais.

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

Helg@, que situação... Mas talvez seja mesmo a falta do pai. Eu também noto que a minha filha é muito mais calma quando o pai não está. Quando ele está parece que precisa de o chamar a atenção e acaba por fazê-lo duma forma super inadequada e desproporcional, mas presumo que seja por dificuldade em expressar o que está a sentir.
Ontem o pai foi comigo busca-la à escola. E se bem que no início foi horrível e fez uma cena medonha, depois ficou super calma e muito feliz, ao ponto de à noite já lhe dar abracinhos e tudo.
Eu sei que há uma fase em que as meninas precisam muito dos pais e se identificam muito com eles, só não sei em que idade isso acontece (complexo de édipo, acho). Será isso?
Estou solidária contigo! Um abraço apertado, muita coragem!! Beijinho

Retrato de helg@
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Desde:
28.12.2013

Mamã Panda2014 são situações mesmo complicadas... eu queria compreender o que se passa efetivamente naquela cabecinha para a poder ajudar. Já nem falo na parte de ser embaraçoso pois o que os outros pensam a mim não me interessa, o principal problema é mesmo podermos ajudá-las. Sinto-me impotente por não conseguir perceber o que se passa e não conseguir ajudar a minha filha.

Apercebi-me hoje de manhã que tem os braços todos marcados, de se ter mordido e arranhado pois fez uma das suas birras descomunais quando a fui deitar porque queria o pai (ele não estava cá por isso não podia fazer nada). Só dormiu depois de muito gritar, chorar e bater na cama... Mas de manhã quando a fui acordar estava bem disposta, vestiu-se, tomou o pequeno almoço e ainda deu tempo para brincar um pouco antes de sairmos.

Às vezes parece que tenho duas filhas diferentes, a criança meiga e carinhosa, que adora brincar, ir ao parque e andar na quinta com o avô, e depois há a outra criança totalmente descontrolada.

À procura da minha 2ª estrelinha ♡ ♡ ♡ é difícil seres tão desejada e ao mesmo tempo tão difícil de alcançar...

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Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

helg@ escreveu:
Mamã Panda2014 são situações mesmo complicadas... eu queria compreender o que se passa efetivamente naquela cabecinha para a poder ajudar. Já nem falo na parte de ser embaraçoso pois o que os outros pensam a mim não me interessa, o principal problema é mesmo podermos ajudá-las. Sinto-me impotente por não conseguir perceber o que se passa e não conseguir ajudar a minha filha.
Apercebi-me hoje de manhã que tem os braços todos marcados, de se ter mordido e arranhado pois fez uma das suas birras descomunais quando a fui deitar porque queria o pai (ele não estava cá por isso não podia fazer nada). Só dormiu depois de muito gritar, chorar e bater na cama... Mas de manhã quando a fui acordar estava bem disposta, vestiu-se, tomou o pequeno almoço e ainda deu tempo para brincar um pouco antes de sairmos.
Às vezes parece que tenho duas filhas diferentes, a criança meiga e carinhosa, que adora brincar, ir ao parque e andar na quinta com o avô, e depois há a outra criança totalmente descontrolada.

Nós há uns dias olhamos um para o outro e dissemos "é desta que temos de chamar o padre para fazer um exorcismo" :O
Compreendo perfeitamente o que sentes. Estou a ler "o grande livro dos medos e das birras" do Mário cordeiro, que adoro, e espero que ajude também.
Vai dando notícias Beijinho beijinho grande!

Retrato de Panda2014
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Desde:
03.06.2014

elizamor escreveu:
Procure ajuda de uma psicóloga. Elas melhor do que ninguém, conseguem ajudar. Pode ser só uma fase. Sabe, que as crianças não são todas iguais.

Confesso que tenho um bocadinho de... acho que é medo... de psicólogos, sobretudos em crianças que ainda se expressam mal. Mas conheço um psicólogo clínico que dá consultas aqui pertinho. Como é que funciona com crianças assim pequeninas?!? As consultas são mais direcionadas aos pais?

Retrato de helg@
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Desde:
28.12.2013

Panda2014 escreveu:

helg@ escreveu:Mamã Panda2014 são situações mesmo complicadas... eu queria compreender o que se passa efetivamente naquela cabecinha para a poder ajudar. Já nem falo na parte de ser embaraçoso pois o que os outros pensam a mim não me interessa, o principal problema é mesmo podermos ajudá-las. Sinto-me impotente por não conseguir perceber o que se passa e não conseguir ajudar a minha filha.
Apercebi-me hoje de manhã que tem os braços todos marcados, de se ter mordido e arranhado pois fez uma das suas birras descomunais quando a fui deitar porque queria o pai (ele não estava cá por isso não podia fazer nada). Só dormiu depois de muito gritar, chorar e bater na cama... Mas de manhã quando a fui acordar estava bem disposta, vestiu-se, tomou o pequeno almoço e ainda deu tempo para brincar um pouco antes de sairmos.
Às vezes parece que tenho duas filhas diferentes, a criança meiga e carinhosa, que adora brincar, ir ao parque e andar na quinta com o avô, e depois há a outra criança totalmente descontrolada.

Nós há uns dias olhamos um para o outro e dissemos "é desta que temos de chamar o padre para fazer um exorcismo" :O
Compreendo perfeitamente o que sentes. Estou a ler "o grande livro dos medos e das birras" do Mário cordeiro, que adoro, e espero que ajude também.
Vai dando notícias beijinho grande!

Não conheço esse livro mas acho que vou procurar... Agora conseguiu por-me a rir com a parte do exorcista...
Obrigada, eu sei que não é bom, mas saber que há mais mamãs na mesma situação implica que a minha filha não é única...
Eu vou dando notícias e a mamã também, se encontrar algo que resulte eu digo-lhe logo!!!
Beijinho grande e muita paciência Sorriso :) Sorriso

À procura da minha 2ª estrelinha ♡ ♡ ♡ é difícil seres tão desejada e ao mesmo tempo tão difícil de alcançar...

Minha pipoquinha linda, amor maior da minha vida ♡ ♡ ♡ primeiro dia do resto das nossas vidas 26/09/2013

Retrato de Vanessa R
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Desde:
01.09.2015

Melhor do que ninguém, as mães (e pais) conhecem os seu filhos.
Não há duas crianças iguais.
Procurar um psicólogo para uma criança de 3 anos que está em fase de birras não me faz de todo sentido. Mas cada cabeça sua sentença.

Retrato de Panda2014
Offline
Desde:
03.06.2014

Vanessa R escreveu:
Melhor do que ninguém, as mães (e pais) conhecem os seu filhos.
Não há duas crianças iguais.
Procurar um psicólogo para uma criança de 3 anos que está em fase de birras não me faz de todo sentido. Mas cada cabeça sua sentença.

Pois, eu também acho super cedo, mas sei lá, se me conseguirem explicar por a + b que faz sentido, eu não nego à partida uma ciência que desconheço :p Quando mais que uma mãe o recomenda, confesso que me assusto, será que o caso é muito grave, patológico,...? Tocam mil campainhas dentro da minha cabeça e começo a ficar mesmo mesmo mesmo preocupada (e sem sono)... :s

Sim, definitivamente pai e mãe são quem melhor sabe como lidar com os pequenotes. E, mais do que isso, são geralmente as únicas pessoas que eles ouvem e com quem conseguem comunicar bem (aqui, pelo menos, é assim, e parece-me normal).

Retrato de Panda2014
Offline
Desde:
03.06.2014

helg@ escreveu:

Panda2014 escreveu:
helg@ escreveu:Mamã Panda2014 são situações mesmo complicadas... eu queria compreender o que se passa efetivamente naquela cabecinha para a poder ajudar. Já nem falo na parte de ser embaraçoso pois o que os outros pensam a mim não me interessa, o principal problema é mesmo podermos ajudá-las. Sinto-me impotente por não conseguir perceber o que se passa e não conseguir ajudar a minha filha.
Apercebi-me hoje de manhã que tem os braços todos marcados, de se ter mordido e arranhado pois fez uma das suas birras descomunais quando a fui deitar porque queria o pai (ele não estava cá por isso não podia fazer nada). Só dormiu depois de muito gritar, chorar e bater na cama... Mas de manhã quando a fui acordar estava bem disposta, vestiu-se, tomou o pequeno almoço e ainda deu tempo para brincar um pouco antes de sairmos.
Às vezes parece que tenho duas filhas diferentes, a criança meiga e carinhosa, que adora brincar, ir ao parque e andar na quinta com o avô, e depois há a outra criança totalmente descontrolada.

Nós há uns dias olhamos um para o outro e dissemos "é desta que temos de chamar o padre para fazer um exorcismo" :O
Compreendo perfeitamente o que sentes. Estou a ler "o grande livro dos medos e das birras" do Mário cordeiro, que adoro, e espero que ajude também.
Vai dando notícias beijinho grande!

Não conheço esse livro mas acho que vou procurar... Agora conseguiu por-me a rir com a parte do exorcista...
Obrigada, eu sei que não é bom, mas saber que há mais mamãs na mesma situação implica que a minha filha não é única...
Eu vou dando notícias e a mamã também, se encontrar algo que resulte eu digo-lhe logo!!!
Beijinho grande e muita paciência Sorriso

Oh... É verdade Sorriso eu sinto o mesmo, uma espécie de descanso por não estar sozinha neste caminho atribulado. E pelo menos podemo-nos apoiar umas às outras.
Sorriso o Mário Cordeiro é óptimo a descomplicar!
Um feriado tranquilo por aí Beijinho

Retrato de Vanessa R
Offline
Desde:
01.09.2015

O meu filho tem 3 anos e também conheço o fenómeno birra de nos levar à exaustão. Felizmente essas são raras e acontecem sobretudo em espaços comerciais, sítios que eu evito de o levar.
Birras mais moderadas são constantes. Eu já percebi que (pelo menos com o meu) funciona muito mais não gritar e por isso opto mais por falar calmamente com ele, mesmo que me apeteça emaranhar pelas paredes.
Outra coisa que eu também já reparei é que quanto mais eu lhe mostro que não tenho pressa para que ele faça qualquer coisa, melhor e mais facilmente ele a faz. Seja comer, vestir, lavar os dentes etc.
Não é fácil com a correria do dia a dia termos toda a paciência e muito menos todo o tempo do mundo. Mas fiz o exercício de "fingir" que não tinha pressas e resultou lindamente.
Quanto ao bater nele mesmo, já aconteceu. Muito poucas vezes, mas já. O que fiz foi abraçá-lo e dizer-lhe que gosto muito dele. Nem sempre é fácil, mas manter a calma cá em casa tem sido o melhor re,médio.
Na hora de ir para a cama que é fixa ás 21:00h, adoto o mesmo sistema para ele não sentir que o estou a "despachar para a cama". sento-me com ele na cama dele uns minutos antes a contar histórias a brincar com o brinquedo qualquer dele ou num ataque de cocegas. Se derrapar 5 ou 15 minutos não é grave e a seguir ele dorme lindamente.

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13.07.2013

Panda2014 escreveu:

Vanessa R escreveu:Melhor do que ninguém, as mães (e pais) conhecem os seu filhos.
Não há duas crianças iguais.
Procurar um psicólogo para uma criança de 3 anos que está em fase de birras não me faz de todo sentido. Mas cada cabeça sua sentença.

Pois, eu também acho super cedo, mas sei lá, se me conseguirem explicar por a + b que faz sentido, eu não nego à partida uma ciência que desconheço :p Quando mais que uma mãe o recomenda, confesso que me assusto, será que o caso é muito grave, patológico,...? Tocam mil campainhas dentro da minha cabeça e começo a ficar mesmo mesmo mesmo preocupada (e sem sono)... :s
Sim, definitivamente pai e mãe são quem melhor sabe como lidar com os pequenotes. E, mais do que isso, são geralmente as únicas pessoas que eles ouvem e com quem conseguem comunicar bem (aqui, pelo menos, é assim, e parece-me normal).

Consultar um psicólogo não significa que haja uma situação patológica ou grave. Nestes casos de comportamentos inadequados, birras exageradas, etc, o objetivo principal é orientar os pais e dar-lhes ferramentas para lidar com os filhos. Nem sempre os pais são os que melhor sabem...sem querer, podem estar a reforçar comportamentos, por exemplo.
Eu diria que se o comportamento da criança leva a alterações importantes na rotina da família, se causa um stress notório nos pais, se a criança sofre com a sua própria instabilidade emocional pode ser boa ideia ouvir uma opinião profissional.

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Guialmi, obrigada pela perspectiva. Faz sentido, sim. Acho que tenho algum preconceito, há que o admitir. Imagino sempre a minha filha sentada a tentar comunicar com um estranho e faz-me confusão.
Entretanto só depois deste tópico já consegui analisar mais a fundo a nossa postura e definitivamente não estávamos a agir bem, acho que perdi a calma e isso agigantou tudo. Ontem houve birra grande e bastou fazer o que a educadora me recomendou para que o filme de terror acabasse sem que ficassemos todos a transpirar. Nestas coisas às vezes o mais difícil é ter o sangue frio necessário na hora certa... e eu não ando especialmente calma, ainda que saiba que tenho que me acalmar... Ai, é um equilíbrio tão delicado.
Mas tenho esperança que tudo vai melhorar.

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12.06.2014

Mamã Panda, toda a família está numa grande ansiedade e a mamã particularmente cansada. Que é perfeitamente normal.
Lembro-me que as semanas que antecederam o nascimento do meu filho o meu pensamento estava na minha filha e no receio que tinha de a deixar para segundo plano, e que ela percebesse. Temos as hormonas a 1000. Estamos super sensíveis, mas temos um pequeno diabrete que está a por-nos à prova.
Tente manter a calma. Ser exigente mas ao mesmo tempo mimá-la, mimá-la muito. De forma a que ela perceba que a mamã de sempre está e estará sempre ali. Vá com calma. Tenha tempo de qualidade e brincadeiras com ela, explique-lhe que vai contar com ela para ajudar com a mana. Elas gostam de se sentir uteis, quase "mães dos bebés".
Para ser sincera, tb me assustaría a ideia do psicólogo...
Vai correr bem mamã, eles surpreedem-nos!

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03.06.2014

milene gomes escreveu:
Mamã Panda, toda a família está numa grande ansiedade e a mamã particularmente cansada. Que é perfeitamente normal.
Lembro-me que as semanas que antecederam o nascimento do meu filho o meu pensamento estava na minha filha e no receio que tinha de a deixar para segundo plano, e que ela percebesse. Temos as hormonas a 1000. Estamos super sensíveis, mas temos um pequeno diabrete que está a por-nos à prova.
Tente manter a calma. Ser exigente mas ao mesmo tempo mimá-la, mimá-la muito. De forma a que ela perceba que a mamã de sempre está e estará sempre ali. Vá com calma. Tenha tempo de qualidade e brincadeiras com ela, explique-lhe que vai contar com ela para ajudar com a mana. Elas gostam de se sentir uteis, quase "mães dos bebés".
Para ser sincera, tb me assustaría a ideia do psicólogo...
Vai correr bem mamã, eles surpreedem-nos!

:X
Obrigada pelo carinho :X
É mesmo isso, não consigo parar de pensar na reacção da minha miúda à chegada da irmã, ao ponto de me sentir mal por não estar tão focada na nova bebé. Tão bom ser compreendida...
Beijinhos e obrigada pela força Beijinho

Retrato de Lilly11
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25.01.2017

guialmi escreveu:

Panda2014 escreveu:
Consultar um psicólogo não significa que haja uma situação patológica ou grave. Nestes casos de comportamentos inadequados, birras exageradas, etc, o objetivo principal é orientar os pais e dar-lhes ferramentas para lidar com os filhos. Nem sempre os pais são os que melhor sabem...sem querer, podem estar a reforçar comportamentos, por exemplo.
Eu diria que se o comportamento da criança leva a alterações importantes na rotina da família, se causa um stress notório nos pais, se a criança sofre com a sua própria instabilidade emocional pode ser boa ideia ouvir uma opinião profissional.

Subscrevo.
Sou psicóloga e não é preciso existir uma patologia para procurar um psicólogo. Basta haver alterações significativas que alterem o bem-estar familiar para que se pense em procurar a ajuda de um profissional.
O psicólogo com crianças de 3 anos, não vai conversar com ela.. Vai brincar. As crianças pequenas expressam-se muito bem através das brincadeiras que em consultório são específicas para detetar os problemas principais.
Depois vai conversar com os pais, ouvir as dúvidas que tenham e dar estratégias para lidar melhor com as situações sem ser necessário entrar em desespero..
O importante é procurar um psicólogo clínico que trabalhe com crianças porque este é que tem os instrumentos necessários para conseguir ajudar.

Retrato de Panda2014
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Lilly11, obrigada por esclarecer esta minha dúvida. Assim já me faz de facto muito mais sentido! Sorriso