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Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

Claro mas isso é o que tenciono fazer: falar-lhe desses problemas calmamente. Mas já sei como vai reagir... De qualquer, vou sempre avisá-lo e vou tentar questioná-lo sobre as noites e a alimentação da menina.

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Arranje outro advogado sim.
Fiquei triste por a ler.
Nunca deixei a minha filhota à noite com outros sem ser o meu marido. E chegou a ficar às 2 noites com ele seguidas sem me ver e estava bem quando voltei...
No seu caso Parece que foi tudo tão rápido que se esqueceram da necessidade da menina se adaptar a uma nova realidade.
Se o pai não fala consigo escreva. Cordialmente questione como foi o fim de semana pois a menina demonstrou X e y comportamentos que não são habituais nela.
O seut ex marido deve pensar que é igual ao litro a menina estar consigo, com ele ou com a mãe dele. Sabemos que assim não é, infelizmente, pois a menina não está habituada a eles. Tenha calma e arranje um advogado que a auxilie de forma adequada às suas necessidades.
Puxa... Podiam ao menos combinar de deixarem que ligue à menina uns minutinhos para ela perceber que a mamã não desapareceu.
O bem da criança acima de tudo!

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Mas eu farto-me de dizer que aqui o importante para eles não é o bem-estar da menina, é difícil sei acreditar em mim, mas só eu é que sei aquilo que passo. Quando a juíza disse que o ideal era criança pernoitar apenas uma noite para se habituar, ele não disse nada... Até disseram que no meu fim-de-semana a criança deveria estar com o pai, nem que fosse algumas horas para se habituar de novo a ele. E foi o QUE EU FIZ! Tirei umas horas do meu fim-de-semana, entreguei-lha a filha, e ela voltou na mesma triste. No fim-de-semana seguinte, eu disse-lhe para trazer a menina na segunda noite, tal como tinham dito no tribunal, para ela se habituar aos poucos. LEvei com uma resposta excelente: SÓ A LEVO SE SENTIR SAUDADES TUAS, EU É QUE DECIDO SE ELA DORME CONTIGO OU NÃO!

Retrato de Lili79
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Desde:
12.12.2016

Dá claramente para ver que o pai pouco se importa com o bem estar e felicidade da filha, que tristeza! Não chega o mal que lhe fez e vai fazendo a si mas também vai contribuir para causar problemáticas na filha... Puro egoísmo deste ser que quer demonstrar que pode fazer o que quer e que decide tudo sobre a filha. Onde estava esse pai que agora tanto se importa com a filha nos últimos 2 anos?
Sinceramente é por isto que acho que tem de arranjar um bom advogado para ir falando dessas situações todas para ir vendo se será preciso ajustar a guarda e todo o resto se as coisas não melhorarem ou até piorarem.

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

E tirando o facto ainda que ele passa o tempo a mandar-me mensagens a dar-me ordens.... É um filme!

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

Calma Bernardina! Tenta respirar, sei que deve ser muito difícil, mas tens de tentar tudo para beneficio da vossa filha.
Como já disserem se ele não fala contigo, escreve, por mail por exemplo da forma mais cordial possível, mesmo que te respondam torto, mantem a cordialidade porque esses "conversas" ficam registadas e sobretudo não falem de vocês por a magoa ainda está muito verde para ambos, falem sim do que mais importa a vossa filha.
Tens que ser forte e tentar para o bem da vossa filha e também para que saibas que tudo tentaste para levar a situação a bom porto e de nada te poderão acusar no futuro.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Pois, mas eu pouca paciência tenho, porque ele passa o tempo a mandar-me mensagens. Desde que nos separamos, tem sido todos os dias... é uma palhaçada! E nem sempre são sobre a filha, mas sobre coisas que deixei na casa dele, etc., e sempre a dar ordens. Sempre tentei tudo pelo bem da menina, não é agora que vamos conseguir. Eu bem tento, mas ele é a maldade em pessoa. Mais doloroso é para uma mãe saber que a menina provavelmente nem está a dormir na cama dela, porque descobri que nem colchão tem lá para ela. E claro, quando ela veio para a minha casa, fiquei assustada, porque ela deitou-se logo no chão para dormir, e fiquei eu a pensar: será que ela dorme no chão lá?

Retrato de Asuos
Offline
Desde:
01.10.2015

Eu já escrevi o comentário que escrevi por aquilo que vem de trás.
Acho que a menos que a Belarmina nos tivesse estado a mentir, o pai e a avó interessam-se muito pouco pelo bem-estar da criança, são pessoas aparentemente egocêntricas que só querem mesmo é atacar a mãe, nem que para isso tenham de prejudicar a criança. Até queriam que ela perdesse a guarda da criança, isso é de alguém que quer saber do bem-estar de um filho?! Quer é saber do bem-estar do próprio umbigo.
E o facto de quererem dar coisas à criança para usar é uma coisa, gozar porque a mãe se preocupa e envia tudo é para mim a demonstração perfeita do tipo de pessoas que são e do tipo de importância dão ao bem-estar da criança. Aliás só a resposta do pai em relação às noites passadas na sua casa demonstra bem o quão ele gosta da filha e está preocupado com ela...sim, sim. Tem-lhe um amor imenso.

Não haverá possibilidade de existir um mediador neutro, através da SS, por exemplo? Alguém que ajude nestas questões e sirva também para perceber mesmo o que se está a passar?

E concordo com o que foi dito em relação a tentar falar com o pai e deixar registos de tudo. Envie mensagens e e-mails só referindo-se à sua filha.
Mas nas mensagens que lhe envia de foro pessoal eu responder-lhe-ia com uma mensagem neutra e o mais directa possível sobre o facto de não se dirigir a mim excepto se fosse relativamente à filha e com educação.

Ps: em relação à criança deitar-se no chão pode ter sido mesmo só por cansaço. Tente não esmiuçar tudo assim.
Pode tentar perguntar à sua filha onde dormiu, se não tem colchão/cama para ela não será mais provavel estar a dormir com o pai ou com a avó do que no chão? Não digo que seja o ideal mas se a colocassem a dormir no chão isso era negligência pura.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

E os problemas continuam... Enfim... Agora marcou as férias dele quase todas, tirando uma semana de agosto, quando supostamente não tinha direito a férias me agosto por parte do patrão. Tirou a semana claro quando tem a festa da aldeia, para me enervar. Pensei que pudesse tirar duas semanas nessa altura com a menina, e agora nada. Perguntei à advogada e ela disse que, por eu lhe ter deixado essa flexibilidade no tribunal, não posso fazer nada. Aquilo que tinha sido discutido é que ele tinha dificuldades em tirar férias no Natal, na Páscoa e no Verão por causa da empresa. Ailás, NUNCA TIROU FÉRIAS nessa altura, e este ano, por milagre, conseguiu-as todas, para me atingir mais uma vez. Na altura, no tribunal ele disse que tirava as de Verão em julho e eu não me importei... até me dava jeito. Na ata vem lá que ele tem de tirar 15 dias de férias no Verão, informando-me até Maio, mas nada diz que ele pode tirar as férias antes de mim, quando a advogada insiste que ele tem que as tirar primeiro.... Não entendo nada disto... nada de nada.... A vantagem em relação a ele é que posso tirar as férias seguidas, mas ele não, têm que ser interpoladas. O que me chateia é que ele escolhe sempre tudo para me atingir, nunca é pelo bem-estar da menina. Ele voltou da casa dele esta semana e mais uma vez foi uma noite complicada. Quando me escreve as mensagens ou vem entregar-me a menina, dá sempre ordens. Sempre arrogante. Recebo uma mensagem por dia dele. BAsicamente, o objetivo é evitar que eu tenha vida...

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

Não estendi bem. Ele tirou ferias no Natal na Pascoa e no verão, e tem direito a levar a menina essas semanas todas? Todos os anos? Isso ficou no acordo? E a advogada não a avisou disso? Parece estranho. Qualquer juiz sabe que o natal, pascoa, aniversários, etc, são para ser passadas com a menina em anos intercalados, não é sempre o mesmo a ter direito a passar essas datas com a filha.
Em relação às ordens, é ignorar, não dar sequer resposta, muito menos importância. Ele até pode tentar controlar a vida da Belarmina, mas só consegue se a Belarmina deixar.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Passo a explicar. Temos ambos direitos a férias de Natal e da Páscoa (claro que os dias festivos ficaram combinados de serem alternados de ano a ano). Mas temos direito cada um a uma semana na Pascoa e uma no Natal, sendo que ele tem de me informar destas com dois meses de antecedência. Quanto às férias de Verão, ele tem direito a 15 dias interpolados e eu a 15 dias seguidos ou interpolados, sendo que ele tem de me informar destas até Maio de cada ano. O problema que se prende aqui é que, porque supostamente me mostrei flexível no tribunal em relação À escolha das férias por parte dele (porque, na altura, eu sabia que ele nunca poderia as férias quando ele queria, porque em tantos anos de casa, ele nunca tirou férias nessa altura, e ele também afirmou que ia tirar as de Verão em julho), agora ele faz o que quer. A advogada diz que sendo assim tenho de o deixar tirar as férias primeiro. Na ata diz o seguinte: A menor passará uma semana de férias com cada um dos progenitores nas férias escolares do Natal e da Páscoa, tendo o progenitor de comunicar à progenitora com dois meses de antecedência quais as semanas em que pretende ficar com a menor. Nas férias de verão a menor passará com o pai quinze dias de férias, em semanas alternadas, sendo que o pai deverá comunicar à progenitora até Maio o período em que tenciona gozar esses períodos de férias. A menor passará também quinze dias de férias com a mãe, que poderão ser seguidos ou interpolados.

E agora?

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

E agora como está, efectivamente ele é que tem o poder todo. Não deveria ter ficado assim, porque realmente ele é que tem o poder de escolha, e só fica obrigado a avisar com a antecedência que ficou estipulada...

Eu já não sei por a+b o que diz no meu, que já se passaram uns 8 anos desde essa altura, mas é algo do género que 'o pai tem direito a duas semanas de férias no verão, acordadas previamente com a mãe'. Portanto antes de marcar seja lá o que for, o pai tem de me vir perguntar se eu concordo. É claro que se não concordar tenho de dar um explicação lógica, não é só dizer que não porque não. Mas assim ficamos os dois salvaguardados e nenhum de nós tem o poder absoluto de escolha.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Agora os 15 dias interpolados aos quais ele tem direito, como funciona? São, por exemplo, 5 dias de segunda a sexta numa semana, + 5 dias de segunda a sexta noutra semana + 5 dias de segunda a sexta noutra semana? É que ele já tirou a primeiro, mas marcando apenas de segunda a sexta,,,,

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

Depende da interpretação, a Belarmina está a contar 15 dias úteis, eu estava a contar 15 dias efetivos. Até porque, por uma questão de logística, se ele for passar férias fora com a menina durante 8 dias, não vai interromper a férias no fim de semana para a vir trazer mais cedo.
Da mesma forma a Belarmina nos seus 15 dias, não as vai interromper no fim de semana para vir trazer a menina ao pai.

Editei, porque estava a pensar que o pai tinha também 15 dias seguidos, mas no caso dele são intercalados

Retrato de guialmi
Offline
Desde:
13.07.2013

"Nas férias de verão a menor passará com o pai quinze dias de férias, em semanas alternadas"

O que eu entendo é que são duas semanas alternadas (semanas inteiras), mas deveria ter ficado escrito de forma mais clara. Mas a verdade é que nenhum acordo consegue ter tudo previsto e explicado, parte-se do princípio que os pais se entendem... eu conheço um caso em que a mãe chamou a polícia às 19.05 porque o acordo dizia 19.00 (não estou a inventar...)
Tentem a mediação. Ou este clima acalma ou vão ter um inferno pela frente e a principal prejudicada é a criança.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Claro que nenhum acordo consegue contemplar tudo. Mas eu entendi tal como a Gualmi (2 semanas inteiras separadas). Agora não sei é o porquê dele ter j+a marcado uma semana de segunda a sexta....

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Belarmina.Nunes escreveu:
Claro que nenhum acordo consegue contemplar tudo. Mas eu entendi tal como a Gualmi (2 semanas inteiras separadas). Agora não sei é o porquê dele ter j+a marcado uma semana de segunda a sexta....

Ele está a tentar a sorte dele. E ao mesmo tempo sabe que a está a chatear com isso. Logo ele deve estar todo feliz da vida... Mas sabe, não se chateie muito com isso, ainda tem tempo. Se ele tentar marcar uma terceira semana avisa o que são 15 dias e não 27...
Já procurou segunda opinião junto de outro advogado!? Eu acho que devia.
E em relação às mensagens, guarde as e quando falar com um advogado escolha a melhor forma de resolver a situação. Não pode deixar que ele a afecte tanto! Há de haver alguma forma de cortar com essas mensagens.
Sabe o que lhe digo. A vossa relação acabou tão rápido e sem margem para falarem os dois propriamente, acho que estão os dois magoados pelo fim da vossa relação e ele, com a pressão da família por trás, está a agir como sempre... Como um homem imaturo.
Eu acho que se vocês se conseguissem sentar os dois, a terem uma conversa em que ele percebesse que a mãe dele não deveria mandar nada, e que vocês é que têm de se entender... Isso é que era... Podiam até ficar com uma relação cordial.
Mas sei que é difícil e que ele não está a facilitar.
Tenha calma e arranje segunda opinião. Assim não pode continuar... Os seus nervos não vão aguentar ter que levar com ordens dele todos os dias da sua vida.
PS.. Espero que tenha planos de se divertir muito com a sua menina este fim de semana Sorriso longe destas chatices de preferência Sorriso

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

Belarmina.Nunes escreveu:
Claro que nenhum acordo consegue contemplar tudo. Mas eu entendi tal como a Gualmi (2 semanas inteiras separadas). Agora não sei é o porquê dele ter j+a marcado uma semana de segunda a sexta....

Ah, então é o pai que está a interpretar como 5 dias uteis de cada vez. Porque lhe dá jeito... não é assim. São 15 dias no total. Pelo menos na generalidade dos casos que conheço. Mas neste tipo de assuntos é sempre melhor informar-se com a advogada.

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

E começo a concordar que a Belarmina devia arranjar outro advogado, efetivamente essa deixou a desejar com um acordo tão dúbio e favorável ao pai. É que a Belarmina nunca passou por um processo desses, é normal que frente ao juiz não se lembrasse deste tipo de pormenores que só na pratica e ao longo do tempo vão aparecendo. Mas a advogada, supostamente devia estar de pré-aviso sobre este tipo de pormenores. Por isso é se contrata uma, para nos alertar e ajudar.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Pois não, mas devo dizer que as juízas também não deixaram margem. No entanto, mesmo arranjando outro advogado, de que me vai servir se o acordo ficou assim estipulado? Mesmo encontrando outro, ele não me vai conseguir alterar o acordo, só arranjando motivos muito fortes...

Retrato de KellyPT
Offline
Desde:
05.04.2011

Eu também interpreto "quinze dias de férias em semanas alternadas" como duas semanas que não podem ser consecutivas. Ele é capaz de estar a tentar a sua sorte, tentando esticar até 3. Eu não concordaria mas, antes de mais, repito que se devem tentar entender. Têm de o fazer, aliás. Claro que é uma pena que do texto da acta não resulte claramente que as semanas têm de ser marcadas por comum acordo entre os pais, mas o comum acordo é sempre o mais desejável e deve ser tentado antes de tudo o mais.

Só não compreendo, Belarmina, a surpresa pelo facto de ele ter marcado férias. Tu até dizias que "estavas mesmo a ver" que ele iria marcar férias para lhe calhar sempre o dia de aniversário da menina, na segunda quinzena de Agosto...o facto de ele ter mexido céu e terra para marcar férias no Verão, contrariamente ao que até aqui sempre sucedeu, pode ser prova de empenho em estar com a miúda numa altura tão importante para as crianças como o Verão (e o mesmo se aplica à tentativa de "esticar" as semanas de 2 para 3, embora isto seja mais "manhoso").

Quanto à advogada, de facto nenhum tribunal vai com certeza alterar um acordo de regulação do poder paternal nesta altura, em que ele não começou sequer a ser implementado. Mas há uma coisa que a advogada pode fazer: pedir uma aclaração da decisão, nomeadamente para explicar a forma de contagem dos quinze dias de férias no Verão.

Eu sei que o teu ex-marido é um infantilóide que te está a tentar chatear ao máximo e deves estar passada com isso (eu também estaria). Mas a tua filha merece que haja pelo menos um adulto na equação, por isso acho que deves manter a calma, ser um pouco mais positiva com as reações do outro lado e tentar encontrar formas construtivas de resolver os problemas que surjam (especialmente) se ele não o consegue fazer. Acima de tudo, não esqueças que é tudo ainda muito recente e que a tendência é que as coisas acabem por normalizar após a turbulência dos primeiros tempos. Boa sorte

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

E pronto, a história continua. A minha filha voltou do fim-de-semana com o pai, vinha contente com ele, só queria andar no carro dele, mas notei que tinha emagrecido, ele afirmou que ela come pouco... Pesei-a, perdeu 700gr/1 kg..., estava mais branca, e aterrou na cama de cansaço. Diz que fez a sesta, mas pelo estado que vinha, estava exausta. Não sei o que ele anda a fazer com ela, para além de notar que lhe estão a impor o desfralde sem falar comigo, porque ela foi logo fazer chichi no pote, quando nunca o fez comigo. Pior é ela chegar e rejeitar-me, mal a podia tocar. Só chamava por ele ao ponto de chorar. Está perturbada com estas alterações, mas não consigo engolir que ela me rejeita ou me despreza, quando estava tudo bem entre nós.

Retrato de mamagemelar
Offline
Desde:
29.08.2011

Belarmina.Nunes escreveu:
E pronto, a história continua. A minha filha voltou do fim-de-semana com o pai, vinha contente com ele, só queria andar no carro dele, mas notei que tinha emagrecido, ele afirmou que ela come pouco... Pesei-a, perdeu 1 kg... Já lhe vejo ossos, estava mais branca, e aterrou na cama de cansaço. Diz que fez a sesta, mas pelo estado que vinha, estava exausta. Não sei o que ele anda a fazer com ela, para além de notar que lhe estão a impor o desfralde sem falar comigo, porque ela foi logo fazer chichi no pote, quando nunca o fez comigo. Pior é ela chegar e rejeitar-me, mal a podia tocar. Só chamava por ele ao ponto de chorar. Está perturbada com estas alterações, mas não consigo engolir que ela me rejeita ou me despreza, quando estava tudo bem entre nós.

olá Belarmina.. vou ser dura!! bem não sei muito bem se leste o que acabaste de escrever mas vê se que algo não está bem ctg... a não ser que a tua filha estivesse doente, não acho possivel que em 2 dias de fim de semana mm que ela se estivesse a alimentar mal a tua filha teria perdido 1kg e passasse a ver se os ossos em apenas 2 dias! mesmo que tenha perdido algum peso, pode estar a ser um processo normal, visto que a tua menina sofreu alterações na vida dela, que podem estar a influenciar toda a rotina dela! depois vÊs negatividade no desfralde, se a menina foi ao pote, o que querias? que ela continue a fazer na fralda so porque o pai decidiu tirar a fralda?? porque não vês algo de positivo nisso? era suposto e preferivel veres a tua filha sentir se miserável do que chamar pelo pai?? isso deveria ser encarado por ti como sinal de que a tua filha se sente bem com ele! Mas estas apenas preocupada porque ela te rejeita! é uma crianca... é tua filha e ate estar tudo mais calmo e assente na cabeca dela, é teu dever saberes engolir! lamento mas nao entendo! posso entender te como mulher.. falhou o casamento, não é facil, mas como mãe neste momento não te entendo! e pelo que descreves, não estas preocupada com o bem estar da menina, mas continuas presa a guerrinhas sem fundamento... Olha com lucidez para o que escreves, estás a perturbar a tua mente com coisas sem significado, e acredita que vais tornar isso numa bola de neve gigante e entrar numa espiral de infelicidade gigante. encontra te e concentra te em ser feliz... Só entende uma separação quem passa por ela, felizmente não sei o que isso é mas por favor... pelo bem da tua filha e especialmente pelo teu... reage!

Fez se luz no meu coracao a 22\11\2010... Rafaela as 00h10m e Fábio as 00h13m..Minhas vidas!!! Amo vos mto mto Afilhada e Madrinha babada da mnh kerida TWINMUMMY!!!mais uma madrinha e afilhada 5* SUSANA CORVOS mais uma afilhada linda. Sara78_98 . madrinha e afilhada da APIPAS querida!!!

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

De facto, precisava de uma bofetada assim logo de manhã. Tenho que acordar e reagir,

Retrato de Yara Pinto
Offline
Desde:
25.06.2012

o interesse é o bem estar da criança.
o resto , são só guerrilhas sem sentido nenhum .

Retrato de DaniGonçalves
Offline
Desde:
14.01.2015

Ola Belarmina
entao como andam as coisas?
mais calmas?

beijinho

08/09/2015 Nasce o meu amoooor Dinis! <3
Completa Espertalhão

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Nem por isso, mas já veremos se isto não passa apenas de uma fase de adaptação ou se existe um verdadeiro problema. Só o tempo o dirá. O pai continua a ser mau. Quando tem a menina com ele, eu envio-lhe sms a perguntar como está ela no dia seguinte. Responde-me sempre passadas três horas, e ainda goza comigo dizendo para ver o meu email, quando, na realidade, nem sequer manda email.
Quando volta de lá, perde sempre algumas gramas, já para não falar das crises que ela faz, que são terríveis. Fica irritada, cheia de sono, enfim, não a reconheço. Mas como toda a gente me diz para aguardar e ver, então é o que vou fazer.

Retrato de DaniGonçalves
Offline
Desde:
14.01.2015

Força
vai ver que e so memso um periodo de adaptacao
um beijinho

08/09/2015 Nasce o meu amoooor Dinis! <3
Completa Espertalhão

Retrato de Tyta.B
Online
Desde:
31.07.2015

A menina adaptava-se muito mais facilmente, se a família paterna respeitasse a rotina a que está habituada. Se ela continua a vir com sono, fome e rabugenta, prova que não está a existir respeito. Mas visto que eles parecem crianças, que fazem de tudo para aborrecer a Belarmina, eu optava por ignorar tudo: não enviava sms nenhum, não fazia perguntas, não reclamava de nada... eles, ao perceber que não a conseguem afetar, acabam por reduzir-se à sua insignificancia.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Tyta.B escreveu:
A menina adaptava-se muito mais facilmente, se a família paterna respeitasse a rotina a que está habituada. Se ela continua a vir com sono, fome e rabugenta, prova que não está a existir respeito. Mas visto que eles parecem crianças, que fazem de tudo para aborrecer a Belarmina, eu optava por ignorar tudo: não enviava sms nenhum, não fazia perguntas, não reclamava de nada... eles, ao perceber que não a conseguem afetar, acabam por reduzir-se à sua insignificancia.

Apenas mando uma sms a perguntar se ela está bem, se comeu bem e se dormiu bem, nada mais. Quando a entrego, não faço perguntas, e não reclamo com absolutamente nada. Já faço isso! Mesmo assim, o cenário piorou com a menina. Eu estou calma, pouco a pouco faço a minha vida de novo, saindo com amigos, fazendo formações, tudo o que gosto, apenas estou para ver ainda quanto tempo isto vai durar porque quem sofre é a menina, o que é muito injusto.

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Não sei como a ajudar. Percebo a sua angústia. Sou defensora de que ambos os pais têm deveres para com os filhos, mas para os usarem como arma de arremesso...Devia haver maior protecção das crianças neste caso.
Já falou com algum psicólogo? Isto no sentido de tentar ajudar a menina a passar melhor esta fase de adaptação?
Faça o melhor por ela. Pode ser só por causa de sentir que a mamã não está lá. E por estar rodeada de pessoas com quem teve pouco contacto até então.
Fique bem

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Underthewater, não falei com psicólogo. No entanto, a juíza tinha sido claro. O pai e a família paterna tinham de adoptar a mesma rotina que a minha, Caso contrário, não funcionaria. Ela conhece bem a família paterna, pois sempre esteve com ela, não diariamente claro, mas mal os via, ela ficava contente, por isso não é por aí. O que ela não estava habituada é a ficar sem mim tanto tempo, sendo que no tribunal também foi esclarecido isso, dizendo ao pai para não deixar chorar a menina e para a trazer de volta a casa da mãe, coisa que nunca aconteceu, como já sabemos, por orgulho dele. ELe nem aproveita o devido tempo com ela, porque às vezes vão buscá-la mais tarde, ou trazem-na mais cedo, por isso, por mais que ninguém acredite em mim, aquela criança serve apenas de arma, e nem querem saber dela. Nunca fariam o que têm feito até agora. A menina também volta para a casa com outro vocabulário, agora passa o tempo a dizer-me que sou feia, coisa que nunca tinha acontecido, e quando lhe pergunto quem te disse isso mor, ela responde: a avó... pelo nome dela...Enfim, já nem me preocupo com isto, faço a minha vida, e em relação à menina, vou vendo com o tempo até tomar ume decisão, caso isto não melhore.

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Isso só mostra mesmo que eles não querem saber do bem estar da menina. Tristes adultos que não pensam no mal que fazem a seres indefesos.
Não sei mesmo como vai descalçar essa bota. Experimente um psicólogo talvez ajude.
Arranje testemunhas que vejam como a menina chega a casa, e o que ela vem de lá a dizer.
Quanto ao que os outros pensam, lembre se que ninguém sabe mais da sua vida que você. E ninguém vai decidir por você... Logo... A opinião dos outros só importa até onde você quiser que importe.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

A opinião dos outros não me interessa, o importante é resolver a situação da menina, ou seja, lutar pelo bem-estar dela. Até agora me mantive calada, vendo apenas o que se passa. A minha família vê como ela chega da casa deles, e posso dizer-lhe que demoro 3 a 4 dias até voltar a ter a menina de sempre. As crises chegam a ser crises de nervos assustadoras, achando mesmo que lhe possa dar algo. Tento acalmá-la, mas ela até me bate, grita, etc. Tem sido uma loucura e um grande desespero, mas uma vez que ela volte à normalidade, estamos bem. Nem quero imaginar as férias... Se ela volta assim ao fim de dois, o que será quando voltará ao fim de 7/9 dias.

Retrato de Tyta.B
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Desde:
31.07.2015

E na creche, eles não se queixam de que a menina fica alterada depois do fim de semana com o pai?
Se a menina reage assim tão mal, ao ponto de ter ataques de pânico, é bom que comece a pedir relatórios sobre isso.
E falar com um pedo-psiquiatra parece-me muito importante, não só para ajudar a menina, mas também para ser avaliado o quão nefastas as visitas estão a ser.

Eu não sou, minimamente, da opinião que uma criança fica melhor se estiver 100% do tempo com a mãe. Sempre defendi que o pai tem um papel importante na vida dos filhos, e que se esse papel for cortado, a criança pode sentir-se rejeitada, o que pode trazer consequências. O pai do meu filho também tentou, no inicio, quando ainda estava despeitado por ter colocado um ponto final da relação, envenenar a cabeça do meu filho. Dizia-lhe para me dizer que não gostava de mim, que não queria viver comigo... isto nas poucas vezes em que o vinha buscar, porque nos primeiros tempos só aparecia quando queria, e achava que eu tinha de ficar à espera dele em casa, sem ter direito a viver a minha vida. Queria literalmente mandar em mim... a minha arma foi o desprezo, Não lhe respondia, ria-me, virava costas à gargalhada de cada vez que agia como um "namorado" ciumento, e nunca lhe falei das coisas que o meu filho me contava. Ainda hoje ele deve pensar que o meu filho nunca reproduziu aqueles "não gosto de ti". Ele, ao ver que não me afetava, acabou por parar com as criancices. Se já faz o mesmo, e com o seu ex não resulta, eu começava a reunir provas para que o juiz veja que deixar a menina com o pai um fim de semana inteiro, pode não ser uma boa solução. Primeiro falava com o advogado para saber a forma correcta, para não fazer asneiras, mas tentava.

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

O problema é que na creche ela sempre esteve bem e continua a estar bem, e quando a avó paterna a vai buscar ela sai de lá bem porque lá está ela sabe que vai estar com o pai, mesmo sendo pouco tempo, porque, pelo que também me parece e segundo alguns feedbacks, a menina anda a ser exibida pela avó, mas não a vêm muito com o pai. É óbvio que, para mim, ele não muda e não mudará, primeiro é o trabalho para a mãe e depois a menina.
No entanto, quando está comigo ou com a minha família, anda alterada durante dias. Depois fica calma, e se lhe tentarmos falar na outra avó (a bem claro) ela nem quer ouvir falar nela. NO pai, chegou a falar mais vezes, mas agora também tem falado menos. Por isso, nem eu entendo o que se passa, sendo que não me posso pronunciar muito, apenas sei que ela vem alterada, que perde algumas gramas porque lá ela não come o suficiente (eles não perdem tempo com isso), ao ponto da avó paterna ter ido À creche perguntar se a minha filha comia bem na minha casa!!!!! Neste momento, eles fazem tudo para me desrespeitar mesmo perante a creche, principalmente a avó, sendo que já pus um termo a isso tendo uma conversa séria com a creche e deixando lá uma declaraçao. Nem eu sei do que se passa com ela quando está com eles, porque o pai mente muitas vezes. É uma situação delicada, porque não sei mesmo o que pensar disto tudo

Retrato de Tyta.B
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31.07.2015

Isso é muito estranho! A menina só fica alterada em casa! E na escola age normalmente, e até vai com a avó aparentemente feliz? Isso é mesmo esquisito. E sendo assim, não há nada a fazer. A palavra da mãe contra a palavra do pai, não resolve nada, e ainda é pior para quem "se queixa".

Acho que só resta mesmo consultar um pedo-psiquiatra para ajudar a menina a lidar com a confusão, que provavelmente, está na cabecinha dela.

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Por isso mesmo é que digo que é uma grande confusão e que não há provavelmente nada a fazer! Sorriso

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Além disso, também tenho exemplos de amigos, que apresentam queixas em tribunal e não resulta em nada. Agora passaram a apresentar queixas na Protecção de Menores, andam nisto há 2/4 anos... Quando vejo isto, antes prefiro ficar quieta.

Retrato de Tyta.B
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31.07.2015

Daí eu ter dito que tem de saber fazer as coisas, e apresentar provas. Apresentar queixa, sem conseguir provar, leva o tribunal a pensar que a Belarmina é que é a conflituosa, e a partir daqui, começam a dar o beneficio da duvida ao pai.

Retrato de KellyPT
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05.04.2011

Belarmina, é provável que a tua filha venha rabugenta de casa do pai, não só porque ainda está a viver uma fase de transição complicada e porque fica triste por se ir separar do pai, mas porque possivelmente estás a começar a sentir os efeitos de uma coisa muito chata e que afeta aqueles que ficam com a guarda das crianças (muitas vezes, as mães): quem reside habitualmente com a criança fica com as chatices do dia-a-dia, a disciplina habitual, as rotinas, a falta de tempo; quem fica só aos fins de semana e férias fica com o "bife do lombo": tempo de qualidade, programas divertidos, passeios, viagens, etc. É muito comum as crianças virem um bocado contrariadas para casa das mães aos domingos, porque a sensação é precisamente de "fim de festa". Com um ex-casal de amigos meus, o filho chora agarrado ao pai a dizer que não quer ir e chegam a chorar os três (e eu sei que ele não diz mal da criança à mãe, até tem bastante pena dela).

Isto é injusto e tremendamente difícil de gerir em termos emocionais, mas ao mesmo tempo é normal e deves estar preparada para isso e não o atribuir necessariamente a alguma coisa feita pelo teu ex-marido. E é aliás provável que a coisa se agrave bastante, sobretudo num quadro de tão grande conflitualidade entre as 2 famílias, porque também é muito comum as crianças tentarem manipular os sentimentos de cada um através desse tipo de birras à medida que crescem.

Eu aconselho-te a tentar ver as coisas de uma forma um pouco mais positiva e não pensar em confrontos judiciais, que muito facilmente te poderiam prejudicar, porque tens um regime de visitas bastante favorável ao que pretendes e o mais provável é que qualquer mudança vá em sentido contrário. Uma restrição maior aos direitos de visita do pai só poderia ter lugar se este colocasse a criança de alguma forma em risco, por abuso, abandono ou negligência grave e mesmo do que escreves eu não vejo que isso transpareça. Acho que o facto de vir com sono ou cansada está longe de querer dizer que há um problema, até pode querer dizer que andou a fazer exercício ou atividades ao ar livre, que são ótimos mas deixam qualquer criança KO.

Quanto à alimentação...eu continuo perplexa por ver que pesas a menina de cada vez que vem de casa do pai e lhe controlas o peso às gramas. Não só isto não quer dizer absolutamente nada em termos de saúde como demonstra uma atitude tremendamente hostil face ao pai que só te pode prejudicar se chegar ao conhecimento de um juiz. O que dirias tu se soubesses que o teu ex-marido anda a pesar a criança para tentar provar que não sabes cuidar dela?...Aliás, o facto de terem ido à escola perguntar se ela se alimenta bem em tua casa demonstra que se preocupam com o assunto, não que se estão a borrifar. Quanto a não perderem muito tempo com as refeições dela, bom, eu sou contra refeições demasiado prolongadas e sobretudo sou contra insistir demasiado com as crianças para que comam, fora de contextos de doença. Acho (e muitos pediatras concordam comigo) que isto não só não tem qualquer benefício em termos de saúde como atrasa o processo de auto-regulação do apetite e transforma as refeições num permanente jogo de gato-e-rato com os pais a insistirem e os miúdos a fugirem o mais possível, que se prolonga muitas vezes até à adolescência. Tu podes ter outra opinião e outra filosofia, mas o certo é que existem visões legitimamente diferentes e que não significam um risco para as crianças.

Por último, não percebo o que é a menina "andar a ser exibida" pela avó. Já sabemos que o pai dela não tem um pingo de competências parentais e que faz o que muitos machos latinos fazem quando se vêem com uma criança nos braços: colocam-na em casa da mãe. Isto é lamentável e não abona nada em favor dele como homem e como pai mas, lá está, também não se pode dizer que coloque a criança em risco. Agora, o que é andar a ser "exibida"? A senhora visita amigos e familiares com a neta e mostra orgulho na criança? E isso é mau?! É que a minha mãe faz precisamente o mesmo e ai de quem lhe disser que os netos não são os mais lindos, inteligentes e engraçados do mundo...E o que deveria a senhora fazer? Ficar fechada em casa?

Enfim, isto é só para dar uma outra perspetiva e para te pedir que sejas um pouco mais positiva e mais adulta que o teu ex-marido, que é uma criança. Não lhe faças perguntas por sms. Só estás a mostrar ansiedade por a criança estar com ele e a dar-lhe oportunidade de mostrar "poder" gozando contigo e recusando-se a responder. Pergunta-lhe, isso sim, cara a cara, quando vier entregar a miúda, como correram as coisas em termos gerais. Desta resposta ele não pode fugir e tem obrigação de ta dar. Se não der (e se se passar alguma coisa de relevante) então sim está a falhar gravemente como pai e deves pensar em novas vias para responder à situação. Mas não antecipes problemas. Estás numa fase complicada, mas as coisas vão melhorar. Beijinhos

Retrato de mamagemelar
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29.08.2011

KellyPT escreveu:
Belarmina, é provável que a tua filha venha rabugenta de casa do pai, não só porque ainda está a viver uma fase de transição complicada e porque fica triste por se ir separar do pai, mas porque possivelmente estás a começar a sentir os efeitos de uma coisa muito chata e que afeta aqueles que ficam com a guarda das crianças (muitas vezes, as mães): quem reside habitualmente com a criança fica com as chatices do dia-a-dia, a disciplina habitual, as rotinas, a falta de tempo; quem fica só aos fins de semana e férias fica com o "bife do lombo": tempo de qualidade, programas divertidos, passeios, viagens, etc. É muito comum as crianças virem um bocado contrariadas para casa das mães aos domingos, porque a sensação é precisamente de "fim de festa". Com um ex-casal de amigos meus, o filho chora agarrado ao pai a dizer que não quer ir e chegam a chorar os três (e eu sei que ele não diz mal da criança à mãe, até tem bastante pena dela).
Isto é injusto e tremendamente difícil de gerir em termos emocionais, mas ao mesmo tempo é normal e deves estar preparada para isso e não o atribuir necessariamente a alguma coisa feita pelo teu ex-marido. E é aliás provável que a coisa se agrave bastante, sobretudo num quadro de tão grande conflitualidade entre as 2 famílias, porque também é muito comum as crianças tentarem manipular os sentimentos de cada um através desse tipo de birras à medida que crescem.
Eu aconselho-te a tentar ver as coisas de uma forma um pouco mais positiva e não pensar em confrontos judiciais, que muito facilmente te poderiam prejudicar, porque tens um regime de visitas bastante favorável ao que pretendes e o mais provável é que qualquer mudança vá em sentido contrário. Uma restrição maior aos direitos de visita do pai só poderia ter lugar se este colocasse a criança de alguma forma em risco, por abuso, abandono ou negligência grave e mesmo do que escreves eu não vejo que isso transpareça. Acho que o facto de vir com sono ou cansada está longe de querer dizer que há um problema, até pode querer dizer que andou a fazer exercício ou atividades ao ar livre, que são ótimos mas deixam qualquer criança KO.
Quanto à alimentação...eu continuo perplexa por ver que pesas a menina de cada vez que vem de casa do pai e lhe controlas o peso às gramas. Não só isto não quer dizer absolutamente nada em termos de saúde como demonstra uma atitude tremendamente hostil face ao pai que só te pode prejudicar se chegar ao conhecimento de um juiz. O que dirias tu se soubesses que o teu ex-marido anda a pesar a criança para tentar provar que não sabes cuidar dela?...Aliás, o facto de terem ido à escola perguntar se ela se alimenta bem em tua casa demonstra que se preocupam com o assunto, não que se estão a borrifar. Quanto a não perderem muito tempo com as refeições dela, bom, eu sou contra refeições demasiado prolongadas e sobretudo sou contra insistir demasiado com as crianças para que comam, fora de contextos de doença. Acho (e muitos pediatras concordam comigo) que isto não só não tem qualquer benefício em termos de saúde como atrasa o processo de auto-regulação do apetite e transforma as refeições num permanente jogo de gato-e-rato com os pais a insistirem e os miúdos a fugirem o mais possível, que se prolonga muitas vezes até à adolescência. Tu podes ter outra opinião e outra filosofia, mas o certo é que existem visões legitimamente diferentes e que não significam um risco para as crianças.
Por último, não percebo o que é a menina "andar a ser exibida" pela avó. Já sabemos que o pai dela não tem um pingo de competências parentais e que faz o que muitos machos latinos fazem quando se vêem com uma criança nos braços: colocam-na em casa da mãe. Isto é lamentável e não abona nada em favor dele como homem e como pai mas, lá está, também não se pode dizer que coloque a criança em risco. Agora, o que é andar a ser "exibida"? A senhora visita amigos e familiares com a neta e mostra orgulho na criança? E isso é mau?! É que a minha mãe faz precisamente o mesmo e ai de quem lhe disser que os netos não são os mais lindos, inteligentes e engraçados do mundo...E o que deveria a senhora fazer? Ficar fechada em casa?
Enfim, isto é só para dar uma outra perspetiva e para te pedir que sejas um pouco mais positiva e mais adulta que o teu ex-marido, que é uma criança. Não lhe faças perguntas por sms. Só estás a mostrar ansiedade por a criança estar com ele e a dar-lhe oportunidade de mostrar "poder" gozando contigo e recusando-se a responder. Pergunta-lhe, isso sim, cara a cara, quando vier entregar a miúda, como correram as coisas em termos gerais. Desta resposta ele não pode fugir e tem obrigação de ta dar. Se não der (e se se passar alguma coisa de relevante) então sim está a falhar gravemente como pai e deves pensar em novas vias para responder à situação. Mas não antecipes problemas. Estás numa fase complicada, mas as coisas vão melhorar. Beijinhos

Concordo em absoluto com o comentario da mamã Kelly... eu ficaria passada se tivesse separada e o pai dos meus filhos me mandasse uma msg a perguntar se a menina tinha comido ou se tinha dormido... parte do pai querer ou nao ligar a dizer se a menina esta bem mas para isso obviamente tem de haver duas pessoas minimamente interessadas em dar se bem... o que não é o vosso caso! já pensaste que o facto da avo perguntar se ela come pode prender se com o facto de, primeiro não o pode fazer a ti porque não a suportas e segundo porque eles tambem podem estar na mesma dificuldade qye tu e que seja bem provavel que a tua menina tb faca la birras, que nao queira comer,dormir, etc... e que na escola a avó esteja apenas em busca de respostas que nao pode obter de ti? continuo a achar que a tua situação não é facil, mas a meu ver ha muita coisa que tu propria precisas amadurecer em ti e que te possam levar a ser mais tranquila...

Fez se luz no meu coracao a 22\11\2010... Rafaela as 00h10m e Fábio as 00h13m..Minhas vidas!!! Amo vos mto mto Afilhada e Madrinha babada da mnh kerida TWINMUMMY!!!mais uma madrinha e afilhada 5* SUSANA CORVOS mais uma afilhada linda. Sara78_98 . madrinha e afilhada da APIPAS querida!!!

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