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Retrato de Mama_Xana
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Desde:
15.05.2012

chiclete escreveu:
Belarmina.Nunes, legalmente acho que precisa de outro representante. A sua advogada tinha a obrigação de a informar que a ata pode ser pedida no tribunal especialmente se a aconselhou (vá-se lá saber o porquê) a esperar para entregar a ata na creche.
Do ponto de vista da creche, até terem a ata os pais exercem as responsabilidades parentais de comum acordo. Se a Belarmina falou com uma educadora que lhe disse o contrário eu falaria com o diretor. Se a amizade do diretor e avó interferir na resposta dele eu não veria outra solução que não procurar outra creche/ama.
Boa sorte.

Ora nem mais!
A creche tem de ter um papel completamente isento, e saber que quem pode determinar saídas da escola são unicamente os pais assim como quem tem de ter acesso ao que se passa na escola também tem de ser os pais e mais ninguém. Se não conseguem ter este tipo de profissionalismo em prol dos conhecidos, a solução pode ser procurar outro espaço para a menina.
No entanto eu deixaria "a poeira assentar" a ver se com tudo bem estipulado a atitude da escola e seus funcionários mudaria ou não.
Boa sorte!

Retrato de Lizzie1
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Desde:
17.09.2015

Belarmina.Nunes escreveu:

Lizzie1 escreveu:Olá Belarmina,
Primeiro, porque não tens a ata? O advogado já a deve ter ou a regulação foi ontem? A ata fica disponível no nosso sistema informático com alguma rapidez. Liga ao teu advogado e pede a ata com urgência ou vai ao Tribunal e pede uma certidão.
Respondendo à tua questão, não, a sobrinha legalmente não pode ir buscá-lo.
Terceiro ponto a creche está a agir mal porque a creche não precisa de um papel onde diz quem pode ir buscar para impedir as outras pessoas, é precisamente ao contrário, a creche na dúvida não pode permitir ninguém além do pai e mãe! Então seria bonito até eu ia lá buscar o teu filho e eles diziam que sim que posso, como não têm a ata...! Ameaça chamar a polícia caso chegues lá e alguém não autorizado tenha levado o teu filho. Podes ainda enviar uma comunicação por escrito a dizer que não autorizas que ninguém além do pai e da avó vá buscar o teu filho. Se a situação se mantiver apresenta queixa internamente da pessoa que autorizar a que o levem.
Beijinho

E eu própria sem a advogada ter visto a ata posso ir buscar essa certidão ao tribunal?
A regulação foi feita na semana passada, mas a advogada diz que demora 10 dias após a conferência. Ela ainda não a recebeu e queria certificar-se que está lá bem escrito que é a avó paterna que vai buscar a miúda.

Se a advogada ainda não tem a ata é porque ainda não foi feita pelo Tribunal e nesse caso também não consegues a certidão. É aguardar.

Set 2015 - Início dos treinos
Junho 2016 - Espermograma ok. 3 ciclos de Dufine+Estrofen+Duphaston.
Setembro 2016 - Início das consultas de fertilidade
Outubro 2016 - Histerossalpingografia - trompas obstruídas
Janeiro 2017 - A aguardar aprovação de FIV ou ICSI nos HUC

Retrato de Lizzie1
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Desde:
17.09.2015

chiclete escreveu:
Belarmina.Nunes, legalmente acho que precisa de outro representante. A sua advogada tinha a obrigação de a informar que a ata pode ser pedida no tribunal especialmente se a aconselhou (vá-se lá saber o porquê) a esperar para entregar a ata na creche.
Do ponto de vista da creche, até terem a ata os pais exercem as responsabilidades parentais de comum acordo.
Boa sorte.

Calma se calhar fui mal entendida no que disse pois eu não sabia em que data tinha sido a conferência. Mas se foi assim tão recente é possível que ainda não haja ata e também é normal que a advogada não lhe dissesse pra pedir certidão pois ela própria pode dar-lhe a ata sem precisar de ir gastar dinheiro na certidão! Só sugeri isso como último recurso!

E tb não é verdade que até terem ata os pais exercem de comum acordo, já há decisão do Tribunal e a decisão é válida desde aquele dia, não é preciso terem o papel na mão!

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Retrato de Lizzie1
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Desde:
17.09.2015

Belarmina.Nunes escreveu:
mas mesmo estando agora o processo aberto? Falei com um que me disse que não pegava no processo aberto...

Não estou a perceber nada disso do não pode mudar de avogado com o processo aberto. Talvez algum advogado não aceite representar-te mas isso é uma opção individual, cada cliente é livre de querer mudar de advogado. Neste caso parece-me totalmente inútil já que o processo está terminado, não precisas de advogado agora. Só vais precisar de futuro caso queiras alterar a regulação ou haja algum incumprimento.

Quanto ao resto isto dos fds de um e de outro e férias e etc por amor de Deus, sejam razoáveis! Pra quê esse stress todo se um fica um fds ou outro? Estás a esquecer-te que a criança vive contigo todos os dias! O pai ter um fds não é nada de extraordinário! Pra quê esta preocupação se fica um a mais?

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Retrato de SweetBlonde
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Desde:
02.08.2012

Lamento informar-te que trabalho numa escola e é assim que funciona. Se não existir um papel legal da guarda ambos os pais têm o direito de indicar quem pode ir buscar a criança. Se o pai disse, a mãe não pode desdizer. Da mesma forma que a Belarmina indicar alguém para i buscar a menina, ele também não a poderá desdizer. E que tal se Belarmina fosse buscar a menina na sexta e levá-la à avó se não quer que seja a prima?

Blonde

************************************

Madrinha e afilhada orgulhosa da Nelia02

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

SweetBlonde escreveu:
Lamento informar-te que trabalho numa escola e é assim que funciona. Se não existir um papel legal da guarda ambos os pais têm o direito de indicar quem pode ir buscar a criança. Se o pai disse, a mãe não pode desdizer. Da mesma forma que a Belarmina indicar alguém para i buscar a menina, ele também não a poderá desdizer. E que tal se Belarmina fosse buscar a menina na sexta e levá-la à avó se não quer que seja a prima?

Mas então diga-me uma coisa. E quando vier a ata e se esta tem escrito que o pai ou a avó podem ir buscar a menina, e não consta mais nada... Eu não tenho direito de ir à creche entregar o documento e proibir que ela seja levada pela sobrinha? Sabendo que eu tenho a guarda e que ele nem me consultou sobre esse pormenor?

Retrato de SweetBlonde
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Desde:
02.08.2012

Após a acta entregue sim, tens todo o direito de dizer quem é que pode ir buscar a menina porque tu é que tens a guarda legal da menina

Até estar provado legalmente a escola não tem nada a ver com isso, tanto o pai como a mãe podem dizer quem vai buscar. Cada vez que um pai me vem dar um recado, tanto pode ser o pai como a mãe, não vêm os dois juntos,

Blonde

************************************

Madrinha e afilhada orgulhosa da Nelia02

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

Agora o padre também me disse que o batizado da menina vai depender de padre para padre, e que ele, em função daquilo que o pai da menina lhe disser, até pode batizá-la sem a minha autorização. Normalmente, não pode, porque é obrigado a ter uma declaração minha que diga que não me oponho ao batizado, mas o padre da minha paróquia disse mesmo que ia depender do padre.... Há-de tudo neste mundo, e eu como sei a forma como eles funcionam, porque já foram à creche sem falar comigo, já sei que também vão à igreja, porque a primeira ameaça que recebi dele no dia em que ele saiu de casa foi que ia batizar a menina nem que eu não queira! EU sei que na ata vem que não pode tomar decisões religiosas sem o meu consentimento, mas também sei que eles dão-se muito bem com o padre, que é o tal diretor da creche....Nisto tudo, a menina está registada comigo, ou seja, paróquia diferente da dele. Mas acso a batiza, como vou descobrir? LOL mais outra engraçada

Retrato de underthewater
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Desde:
14.03.2014

Belarmina.Nunes escreveu:
Agora o padre também me disse que o batizado da menina vai depender de padre para padre, e que ele, em função daquilo que o pai da menina lhe disser, até pode batizá-la sem a minha autorização. Normalmente, não pode, porque é obrigado a ter uma declaração minha que diga que não me oponho ao batizado, mas o padre da minha paróquia disse mesmo que ia depender do padre.... Há-de tudo neste mundo, e eu como sei a forma como eles funcionam, porque já foram à creche sem falar comigo, já sei que também vão à igreja, porque a primeira ameaça que recebi dele no dia em que ele saiu de casa foi que ia batizar a menina nem que eu não queira! EU sei que na ata vem que não pode tomar decisões religiosas sem o meu consentimento, mas também sei que eles dão-se muito bem com o padre, que é o tal diretor da creche....Nisto tudo, a menina está registada comigo, ou seja, paróquia diferente da dele. Mas acso a batiza, como vou descobrir? LOL mais outra engraçada

Tem calma. Se ele começar a fazer coisas que não deve entra em incumprimento e aí podes provar que para ele não está à frente o interesse da criança mas sim atacar te a ti e aos teus ideais.
Tem calma Belarmina.Nunes ele vai tem de começar a perceber que tu tens a guarda. As decisões são para tomar pelos dois e não por ele e pela mãe dele.
Deixa as coisas acalmaram e deixa ver até onde vai a revelia dele.
Depois com casos concretos de coisas que ele faça terás na mão o poder de o contrariar.
O batizado é uma delas. Eu acho muito triste que se queiram fazer as coisas nas cotas uns dos outros. São todos família da menina e é nela que deviam pensar. Não no próprio humbigo.
Mas infelizmente não é sempre assim.
Não sejas tu também assim. Mostra lhes que és superior e que tu te importas com a menina acima de tudo e vais ver que com o tempo as coisas acalmam.

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

Não me quero tornar como ele, eu apenas estou a informar-me que é para saber as coisas todas direitinhas, porque o que quero é que a menina seja bem tratada, nada mais, que seja feliz, e que tenha muita saúde. É o bem-estar dela que está em jogo. Agora é uma palhaçada um padre afirmar que vai depender de padre para padre, e fazem-se as coisas sem consultar a mãe. Ai dele se faz isso... enforcava a cabeça da mãe dele na pia da igreja.... LOL A BRINCAR claro...

Retrato de underthewater
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Desde:
14.03.2014

Belarmina.Nunes escreveu:
Não me quero tornar como ele, eu apenas estou a informar-me que é para saber as coisas todas direitinhas, porque o que quero é que a menina seja bem tratada, nada mais, que seja feliz, e que tenha muita saúde. É o bem-estar dela que está em jogo. Agora é uma palhaçada um padre afirmar que vai depender de padre para padre, e fazem-se as coisas sem consultar a mãe. Ai dele se faz isso... enforcava a cabeça da mãe dele na pia da igreja.... LOL A BRINCAR claro...

Eu sei que não quer ser assim... Vai ver que tudo se vai compor!
Entretanto... Arranje um saco de boxe lá para casa e meta a foto da senhora e dê-lhe uns bons murros...no dia a seguir muda para a foto do filho... Vai ver que no final se ri e fica menos ansiosa! Tinha um colega que se imaginava a dar cabo de uns poucos e assim ficava mais relaxado Sorriso LOL

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

não, eu já levo as coisas com calma, aliás já faço ginásio, vou sair com as umas amigas, etc. Nada de stresse, apenas olho aberto e prevenção. Obrigada!

Retrato de Tyta.B
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Desde:
31.07.2015

Mas o padre não manda mais que o tribunal, portanto se o padre, em conluio com a família paterna, fizerem o baptismo sem o consentimento da mãe, a Belarmina pode fazer queixa em tribunal. Isso é um incumprimento do que ficou regulado pelo tribunal, logo a revisão do poder paternal pode ser revisto, com penalizações para entrou em incumprimento.
Diga isso ao pai, pode ser que o demova.

Retrato de Asuos
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Desde:
01.10.2015

Acho que tem de se concentrar num problema de cada vez. Agora tente arranjar uma forma para resolver esta questão, a ideia de a ir buscar à creche e levar à avó por exemplo pode ser uma alternativa. Assim a sua filha não vai com qualquer uma, a Belarmina não desrespeita o que foi decidido em tribunal e aproveita para mandar a mensagem de que consigo não brincam e não vão passar por cima da lei.

Em relação ao baptizado, o padre pode dizer o que quiser, se na acta diz que não pode pode-lhe comunicar a ele e a qualquer outra pessoa que se o fizerem estarão a cometer uma ilegalidade e irá agir judicialmente contra todos os envolvidos. Pode até não o fazer mas é uma forma de colocar os pontos nos "is".

Pela descrição parece que vive num meio pequeno, por vezes as pessoas nesses locais pensam que podem tudo e vão passando por cima dos outros por conhecimentos e por amizades, no entanto, não estão acima da lei. E quando são relembrados disso por norma metem o rabinho entre as pernas e fazem o que tem de ser feito.

Em relação à creche, eu também faria um documento assinado por mim quando entregasse a acta em como proibia a partilha de informações com a avó e, em caso de desrespeito, iria agir judicialmente. E filho meu não ficava numa creche com pessoas que andam a transmitir informações pessoais a terceiros. É muita falta de profissionalismo e isso era algo que eu também colocaria em pratos limpos e muito rapidamente.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

mas eu não quero levar a menina a casa da avó, até porque vos posso explicar melhor a situação. A creche da menina fica a quase 10 kms da minha casa, mas a apenas 1 km da do pai. Eu meti-a lá porque na altura ainda vivia com o pai lá e a creche é considarada como sendo a melhor daqui, até porque a menina nunca mais ficou doente! Acontece que eu tenho o transporte gratuito por parte da creche, ou seja, ir lá para retirar a menina, levá-la a casa da avó que me expulsou da própria casa do filho através dele claro, para passar humilhações, não obrigada. O máximo que posso fazer é manter a menina em casa nesses dias e ela sim é obrigada a vir buscá-la a minha casa, porque foi o que ficou definido na suposta ata que nunca mais chega. A minha advogada quer ver a ata porque quer certificar-se que esteja mesmo tudo direitinho e aí sim vou à creche, dou ordens para ninguém tirar de lá a menina a não o pai ou a avó, e aproveito para meter os pontos nos i sobre as questões pessoais da menina. Falar com o pai não me serve de nada, já tentei mil e uma vez, e ele agacha a cabeça, cala-se, porque depois fala com a mãe, que lhe dá as ordens. A creche agiu mal e sei disso, mas também não vou ficar calada. Primeiro quero ter a ata, porque sem isso nada feito. Tenho que ler tudo direitinho e aí ataco, da mesma forma que vou puxar as orelhas na creche de que a avó paterna não tem nada que entregar BI de gente para retirar a menina. Quem tem de o fazer sou eu ou o pai com o meu consentimento.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Agora ainda mais confusa estou... Chegou a ata.... lá diz O pai poderá estar com a menor, fins de semana de 15 em 15 dias, o pai à 6ª feira, pelas 18h00, vai buscar a menor à creche. Não se fala nem na avó, nem em sobrinhos, em absolutamente ninguém a não ser o pai. Acontece que o pai só sai do trabalho depois das 18h30, nunca consegue ir buscá-la. O que tinha sido falado no tribunal era a avó, mas na ata de facto não consta isso. Estou a tentar falar com a advogada, mas ainda não me respondeu.

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Então se não consta avó, tu até podes dizer que avó não pode ir buscar só mesmo o pai , agora já depende de ti e da informação que queres dar no colégio . Legalmente só o pai pode ir buscar e mais ninguém , exactamente como no meu caso só o pai pode a ir buscar , só pode ir buscar outro familiar se eu der autorização . Isso acontece muito uma coisa se diz em tribunal , e depois vamos ver na acta não tá nada do que se foi dito , Por um lado foi melhor para si porque assim , se quiser e bem entender até pode proibir avó de ir buscar a neta , já só depende de si e entregue a acta no colégio , porque se a menina for em entregue alguém contra sua vontade pode entrar judicialmente contra o colégio e contra o pai por incumprimento . Agora faça o melhor para a sua filha .

Retrato de Asuos
Offline
Desde:
01.10.2015

Se não fala de mais ninguém é porque mais ninguém a pode ir buscar contra a sua vontade.
Pessoalmente não proibia a avó de ir buscar mas dava mesmo a entender isso: que o fazia por ter consciência das condicionantes do pai. E não autorizava mais ninguém a ir buscar, a menos que fosse alguém da sua confiança.

No colégio ao entregar a acta entregava também uma carta a informar que autorizava somente a entrega à avó mas que não autorizava qualquer tipo de partilha de informações relacionadas com a criança à mesma.

Boa sorte.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

e ele não me irá processar depois? Ah porque foi dito em tribunal que x poderia levantar a criança... da mesma forma que as juízas não irão dizer: então a mãe não autoriza mais ninguém a ir buscar a criança? Ninguém da família paterna?????
Consta também no final da ata: fixa-se à ação um valor de..... esse valor é caso façamos um recurso, ou se alguém não cumprir com o acordo?

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Isso do valor não sei como funciona não posso prenunciar .
Processar até podia mas não ia adiantar de muito uma vez que está em acta e a lei está do seu lado. Claro que as juízas podem dizer isso mas cabe a si argumentar .

Retrato de mamagemelar
Offline
Desde:
29.08.2011

ola... era mais seguro para ti ficar estipulado que apenas o pai e a avo iriam buscar a menina, isto porque nao sei ate que ponto nessa situacao, estando a menina ao cuidado do pai as sextas feiras ele se calhar ate pode dar autorizacao para outra pessoa ir buscar a menina, porque efectivamente esta ao cuidado dele, assim como tu, podes pedir aos teus pais por exemplo para irem buscar a menina nos teus dias. Apesar de ser uma guarda onde tu tens a menina a maioria dos dias, nos dias do pai, sao isso mesmo, os dias do pai... ele ha de ter algum poder de decisao nesses dias. mas a advogada deve saber informar te disso, tenta falar com ela.

Fez se luz no meu coracao a 22\11\2010... Rafaela as 00h10m e Fábio as 00h13m..Minhas vidas!!! Amo vos mto mto Afilhada e Madrinha babada da mnh kerida TWINMUMMY!!!mais uma madrinha e afilhada 5* SUSANA CORVOS mais uma afilhada linda. Sara78_98 . madrinha e afilhada da APIPAS querida!!!

Retrato de KellyPT
Offline
Desde:
05.04.2011

Belarmina, pega na ata e vai à creche, dizendo que autorizas que, além do pai, a avó vá buscar a criança à creche - e mais ninguém (diz isto expressamente). Como disseram, se lá está escrito que só o pai pode ir buscar a criança, até podias (formalmente) não permitir a avó, mas desaconselho-te absolutamente a fazê-lo, já que houve um acordo oral no sentido de ir a avó também e não acho que seja do teu interesse desrespeitar esse acordo, tanto mais que o pai não pode mesmo (e tu sabes) e é mais que provável que uma proibição desse género o leve a pedir um novo acordo de regulação do poder paternal em termos que te serão provavelmente mais desfavoráveis. Boa sorte e não te esqueças de vir contar como correu

Retrato de Asuos
Offline
Desde:
01.10.2015

Eu não sou advogada por isso não tenho a certeza mas pelo que percebi já houve aqui advogadas a dizer que se a guarda é dela, mesmo estando com o pai ele não pode autorizar a ir buscar quem a mãe não autoriza.

Em relação a processar acho que não faz sentido nenhum. Ele que processe quem escreveu a acta. Não foi a Belarmina que a escreveu e se der autorização para a avó ir buscar nem sequer está a ir contra o que foi acordado em tribunal. Apenas não está a deixar que o pai abuse e faça o que lhe dá na real gana.

Mas fale com a sua advogada pois ela melhor que ninguém saberá o que pode fazer. Mas exigir que não partilhar informações com terceiros na creche isso pode.

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

Pois eu penso como a KellyPT, caso não autorizes a avó a recolher a menina tal como foi falado em tribunal apesar de não estares a desrespeitar o estabelecido em acta, vais ficar uma situação de mais fragilizada em termos de tribunal/Juiz, porque afinal apesar de não estar estabelecido em acta foi o acordado em tribunal.
Agora aceitares outras pessoas, isso já é outra conversa!

Retrato de KellyPT
Offline
Desde:
05.04.2011

Belarmina.Nunes escreveu:
e ele não me irá processar depois? Ah porque foi dito em tribunal que x poderia levantar a criança... da mesma forma que as juízas não irão dizer: então a mãe não autoriza mais ninguém a ir buscar a criança? Ninguém da família paterna?????
Consta também no final da ata: fixa-se à ação um valor de..... esse valor é caso façamos um recurso, ou se alguém não cumprir com o acordo?

Ele pode-te "processar" no sentido de pedir ao tribunal que reveja a regulação do poder paternal, alegando que os termos que constam da ata de regulação - da forma como a interpretas (na eventualidade de não permitires mais ninguém) - o impossibilitariam de ir buscar a criança às sextas-feiras e, portanto, aquele acordo é impraticável para ele. É isto que eu acho que deves evitar e é por isso que não deves colocar demasiados obstáculos (basta que em nova ata venha a dizer que podem ir buscar a criança "o pai ou outrem por ele designado" para que já não te possas opor a que, nos dias dele, mandem a avó, a prima ou a vizinha de cima...)

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

por isso mesmo é que quero fazer as coisas com calma e saber como devo proceder exatamente. E claro que não vou proibir a avó, porque sabemos que seria um grave problema. Agora não vou deixar que mais ninguém a vá buscar, e vou dizer à creche que as infos confidenciais são ficar confidencias

Retrato de A-A-A
Offline
Desde:
18.11.2009

Belarmina, como correu a primeira 6.ª feira? E conseguiu falar com a sua advogada para ficar esclarecida quanto ao aniversário da menina?

Retrato de Lili79
Offline
Desde:
12.12.2016

Então Belarmina como correu esse primeiro fim-de-semana sem a sua menina? E na creche não houve problemas?

Retrato de Diana Mar
Offline
Desde:
16.04.2011

eu acho que a 1ª sexta feira é a próxima, e não a passada...

David: Amor da mãe, Adoro-te!!!

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

A avó foi sim buscar a menina, ela saiu bem com ela, mas quando voltou para o pé de mim no domingo não era a mesma (cheia de fome, sem dormir, branca mesmo de não dormir, muito triste). Tive que a manter em casa na segunda, foi impossível ela voltar para a creche, não me deixava que a vestisse, não queria a fralda (acho que a tentaram desfraldar sem falar comigo), vinha com regras para a mesa de comer com faca e garfo (coisa que nunca aconteceu). E demorou imenso tempo a falar... não era a mesma. costuma ser muito dinámica, muito feliz, e vinha de rastos... apenas entrou na minha casa, deitou-se no chão porque estava cheia de sono. Fiquei transtornada

Retrato de KellyPT
Offline
Desde:
05.04.2011

Belarmina.Nunes escreveu:
A avó foi sim buscar a menina, ela saiu bem com ela, mas quando voltou para o pé de mim no domingo não era a mesma (cheia de fome, sem dormir, branca mesmo de não dormir, muito triste). Tive que a manter em casa na segunda, foi impossível ela voltar para a creche, não me deixava que a vestisse, não queria a fralda (acho que a tentaram desfraldar sem falar comigo), vinha com regras para a mesa de comer com faca e garfo (coisa que nunca aconteceu). E demorou imenso tempo a falar... não era a mesma. costuma ser muito dinámica, muito feliz, e vinha de rastos... apenas entrou na minha casa, deitou-se no chão porque estava cheia de sono. Fiquei transtornada

Lamento muito, Belarmina. Acho que deves tentar falar com o pai para saber se se passou alguma coisa. De qualquer forma, todos vocês estão ainda numa fase de adaptação. É provável que a criança esteja um pouco confusa e se calhar a própria família paterna precisa de tempo para se habituar. Espero verdadeiramente que tudo melhore. Um beijinho

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Sim, pode ser uma fase de adaptação, como não. Temos de estar atentos... Vamos vendo com calma

Retrato de Lili79
Offline
Desde:
12.12.2016

Ai que angústia Belarmina! Noutro post mencionei que achava crianças de 2 ou 3 anos muito pequenas para passar noites fora da mãe, conviver com o pai sim, mas podia ser de dia e à noite regressar à mãe mas várias mães disseram-me que não achavam nada pequeno, que as mães é que tinham esses medos mas que as crianças adaptavam-se perfeitamente bem etc...
Mas claramente aí está um caso de uma criança que sempre esteve aos cuidados da mãe, de quem o pai nunca se ocupou muito e de repente tem de passar 2 dias e 2 noites em casa da família do pai, sem ver a mãe, evidentemente a criança ficou transtornada, direi mesmo traumatizada... É triste as leis mandarem mais do que o bom senso...
Muita coragem Belarmina! Espero que com o tempo a menina se habitue e as coisas corram melhor...

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Quem sou eu para achar o contrário? Quando ouço as juízas opinar sobre o uso da fralda da minha filha ou sobre o horário dela ir para a cama, acabo por ter visto tudo na minha vida...é lamentável transtornar uma criança assim, mas a culpa é toda do pai, porque ele afirmou perante o tribunal que, caso a menina chorasse, ele a traria evidentemente para o pé da mãe, mas como o orgulho manda mais, e querem mostrar que, mesmo a menina não estando bem, ela fica com eles o tempo todo. Não zelam por ela, apenas fazem isso para me atingir.

Retrato de Tyta.B
Offline
Desde:
31.07.2015

Eu continuo a acreditar que uma criança com 2 anos pode muito bem dormir com o pai, ou com a família próxima (avós ou tios) desde que haja os cuidados e rotinas habituais, sem tirar nem por. O meu filho desde cedo dormiu em casa dos meus pais, e após o divorcio, em casa do meu ex, e as coisas correram sempre muito bem. De perto também vi a minha sobrinha, que tem uma prima por parte da mãe da mesma idade, e que desde muito cedo tanto ela como a prima, saltitam entre as casas da família (entre a casa do meu irmão, da cunhada do meu irmão e da avó materna) sem qualquer transtorno. Mas tal como disse, as rotinas deles sempre foram respeitadas, independentemente da casa onde estavam.
Neste caso parece-me que para além da falta de hábito (e aqui concordo que deveriam ter feito as coisas com mais calma, e numa primeira semana levavam a menina uma tarde, no seguinte um dia, e lá para o terceiro ou quarto, tentavam a primeira dormida fora) também deve ter existido um total desrespeito pela rotinas da criança. Se até a tentaram desfraldar, imagino que as rotinas tenham sido todas invertidas. E isto sim, é horrível para uma criança desta idade, que precisa de estabilidade.

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Pois e o tribunal frisou bem que a menina tinha de ter a mesma rotina, foi dito isso claramente oa pai... O problema é que ele vai pela conversa da mãe e eles não concordam com a educação que lhe dou, então estão a inverter...

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12.12.2016

Tyta.B escreveu:
Eu continuo a acreditar que uma criança com 2 anos pode muito bem dormir com o pai, ou com a família próxima (avós ou tios) desde que haja os cuidados e rotinas habituais, sem tirar nem por. O meu filho desde cedo dormiu em casa dos meus pais, e após o divorcio, em casa do meu ex, e as coisas correram sempre muito bem. De perto também vi a minha sobrinha, que tem uma prima por parte da mãe da mesma idade, e que desde muito cedo tanto ela como a prima, saltitam entre as casas da família (entre a casa do meu irmão, da cunhada do meu irmão e da avó materna) sem qualquer transtorno. Mas tal como disse, as rotinas deles sempre foram respeitadas, independentemente da casa onde estavam.
Neste caso parece-me que para além da falta de hábito (e aqui concordo que deveriam ter feito as coisas com mais calma, e numa primeira semana levavam a menina uma tarde, no seguinte um dia, e lá para o terceiro ou quarto, tentavam a primeira dormida fora) também deve ter existido um total desrespeito pela rotinas da criança. Se até a tentaram desfraldar, imagino que as rotinas tenham sido todas invertidas. E isto sim, é horrível para uma criança desta idade, que precisa de estabilidade.

Concordo consigo que não há problema em a criança dormir em casa de familiares o do pai em caso de divórcio quando a criança já está habituada à isso desde sempre e lida bem com isso e gosta de dormir fora.
Agora uma criança de 2/3 anos que nunca dormiu fora de casa, de repente porque há divórcio, tiram-na de casa 2 dias e 2 noites, longe da mãe, com um pai que nunca se ocupou da menina e pouco presente até à data e uma avó, claro que a menina deve ter chorado pela mãe, e ninguém pensou na menina e no bem estar dela. Porque se pensassem no bem estar da menina, se ela chorou muito, traziam-na para a mãe mas não o fizeram por orgulho e imaginam o trauma da menina que chorou e pediu pela mãe e ninguém a levou até ela, o que ela deve ter pensado? que nunca mais ia ver a mãe... o pior vai ser quando tiver de regressar lá e se vai lembrar do trauma que passou... Havia de ter havido uma integração gradual: primeiro uma tarde no fim de semana, depois um dia inteiro e só depois da rotina estar instalada pensar numa noite, não assim de repente...
Espero que a menina não vai sofrer com isto tudo porque a depressão e ansiedade infantil existe e é muito grave para a saúde da criança...

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Pois, mas vamos estar atentos... A educadora também já reparou que o pai não se preocupava com o bem-estar da menina... por isso, já veremos. Ele nem está a agir bem, e pouco a pouco as pessoas começam a ver quem manda e quem ele é realmente. Eu continuo no meu canto tranquila e faço o melhor pela minha filha. Quando vai para a casa deles, leva uma mochila com tudo o que lhe faça falta, mas eles até gozaram com isso... Não utilizaram nenhuma roupa dela... eu tinha posto calçado na mochila e eles trouxeram-ma com calçado usado por outra criança da família (Atenção que não tenho nada contra aquilo que é usado, mas achei uma falta de respeito, porque eu tinha posto pares de sapatos em bom estado na mochila dela).

Retrato de Lili79
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12.12.2016

Pois Belarmina claramente eles estão a provoca-la e usam a criança para o efeito. Tem razão, fique no seu canto, cuide da sua menina e mais cedo ou mais tarde as pessoas revelam-se e em caso de acontecerem coisas graves repetidamente fale com a sua advogada para o que é possível fazer. Uma criança não é um brinquedo na mão de adultos!

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Pois, mas o problema é que vou ter de mudar de advogada, porque preciso de um homem que bate do punho. Ela tem imensos processos e raramente me tira as dúvidas. Tive de recorrer a ajudas de amigos e ao forum aqui para me orientarem um pouco. Já a advogada na altura falou em arranjar testemunhas, que faria relatórios psicológicos, paciência, mas acho que as coisas não funcionam assim. Estamos a falar de uma criança... eu acho que, neste caso, tinha era de ver posteriormente um psicólogo infantil, o pediatra, ter relatórios da creche, sei lá... algo consistente e não invenção de relatórios psicológicos... por favor. Aliás, eu nem sei como arranjamos as provas, mas deduzo que até seja por aí.

Retrato de Asuos
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01.10.2015

Belarmina acredito que o seu coração de mãe esteja muito apertado e aflito mesmo neste momento. Infelizmente não havendo indícios de negligência ou maus tratos se tentar evitar ou diminuir as horas provavelmente no tribunal irá ser vista como a má que quer retirar a filha ao pai.
Acredito que custe, principalmente tendo a noção que eles não a chamariam no caso de a menina chamar por si ou não se estar a adaptar. Mas tente ver se ela fica melhor consoante o tempo vai passando e deixe que as pessoas vejam o estado em que ela fica depois de estar com eles. Pode parecer cruel mas tentar manter as rotinas inalteradas consigo é bom para ela e para a manter estável e o facto das pessoas ao redor se aperceberem que o pai não tem em conta as necessidades dela é uma mais-valia para conseguir testemunhas em tribunal, caso seja necessário, sobre esse facto.

Eu sou completamente contra que se tente retirar os filhos aos pais. Acho que a criança tem o direito de ter o pai na vida e de criar uma relação.
Acho normal que haja uma fase de adaptação e não corra logo tudo às mil maravilhas porque é uma situação nova mas no seu caso parece que querem a criança por capricho e não querem saber do bem estar dela para nada. Não é nada comigo e fico super revoltada com a situação que refere. Gozarem por levar as coisas para a criança?! Então mas se não estão habituados a cuidar de uma criança pensam o quê? E usar sapatos de outra criança só para não usar os da criança é uma valente infantilidade e parvoíce. Que gente.

Retrato de Lili79
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Desde:
12.12.2016

Sim em caso de problemas, penso que a Belarmina tem de ter pareceres diversos da creche, do pediatra, ir a um psicólogo e sobretudo ter um advogado entendido no assunto, é o mais importante.

Retrato de SweetBlonde
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02.08.2012

Belarmina lamento muito que usem a tua filha como arma de arremesso.

Pobre menina que deve ter chorado e bem pela mãe e nem tiveram o cuidado de ao menos te telefonarem para ela ouvir a tua voz e a tentares acalmar ou levarem-ta. Concordo com as outras mães que dizem que devia ter sido uma adaptação progressiva.

No meio disso tudo quem sofre é menina.

Tenta manter a calma e muda de advogado, sim.

Boa sorte! Sorriso

Blonde

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Madrinha e afilhada orgulhosa da Nelia02

Retrato de KellyPT
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05.04.2011

Acho que se estão a precipitar ao falar em pareceres, relatórios, tribunais e advogados. A primeiríssima coisa a fazer é falar com o pai e dizer-lhe que acha que a criança não veio bem, que não dormiu, pedindo para ele explicar o que aconteceu, se é que aconteceu alguma coisa. Quando se trata de crianças, são em primeiro lugar os pais que têm o dever de se entender e os tribunais só devem ser chamados mesmo em último caso, que está muito longe de chegar, já que este foi apenas o primeiro fim-de-semana. Estão todos em fase de adaptação (eu concordo que se calhar a pernoita foi demasiado precipitada, mas agora já está), é normalíssimo que a criança tenha vindo um bocado alterada.

Isto não significa necessariamente que tenha havido negligência ou maus tratos do outro lado - a questão dos sapatos, por exemplo, pode traduzir uma vontade de dar à criança algo "deles" e isto não é necessariamente uma coisa negativa, mesmo que os sapatos que a mãe mandou sejam melhores. Mas é importante tentar ter uma atitude mais positiva, porque todos terão de educar aquela criança e ainda a procissão vai no adro...

Retrato de Mama_Xana
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15.05.2012

Concordo com a KellyPT, deves falar com o pai relativamente ao fim-de-semana, sem te alterares, apenas para saber se houve quebra de rotinas ou alguma outra coisa que justifique o maus estar da menina. Deves ir preparada para que te diga que tudo correu às mil maravilhas.
Por outro lado deixar a criança também se adaptar às novas rotinas e explicar bem quando ela for para o pai que vai fazer coisas diferentes e que vai ser divertido, mas que quando o fim-de-semana acabar ela volta para a mâe, deste modo assegurando a rotina e tentando que ela se divirta o máximo e não esteja sem saber se volta ou não.
Tudo de bom!

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Nunca disse que iria avançar para tribunal. Afirmeir que era necessário analisar toda a situação pouco a pouco e ver como a criança se vai adaptar. É fácil dizer que é preciso falar, mas ele pura e simplesmente não fala comigo, nem quer. Já vivemos juntos sem falar e agora o que costuma fazer é, quando vem buscar a menina, é rebaixar-me ao máximo, dando-me ordens à entrada da minha própria casa. Por isso, já imaginam o filme e eu não sou de conflitos, claro que respondo educadamente, mas ele continua, continua, ao ponto de ser obrigada de o expulsar... Ele tem várias facetas! Para terem noção, ele anda a dar ordens na creche e a ligar para lá a fazer perguntas estúpidas, quando eu sou a encarregada de educação e faz coisas por trás que eu nem sei...

Retrato de guialmi
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13.07.2013

O que eu ia dizer vai ao encontro do que foi dito nestas duas últimas intervenções...mais do que pensar já num novo advogado que consiga reduzir o tempo passado com o pai, seria importante procurar melhorar a relação com o pai da menina, para que sejam os dois a educar a criança, com a sintonia possível. Percebo que haja ressentimentos e a dor do divórcio ainda esteja muito presente, mas o bem estar da vossa filha assim o exige. Ela não fica melhor se o pai passar só umas horas por mês com ela, fica melhor se o pai e a mãe forem capazes de se entender e cada um dos dois valorizar o outro.
Portanto, a minha opinião é que a Belarmina deve contactar o ex-marido e combinar um encontro com ele onde falem da menina e de como podem tornar esta transição mais suave para ela. Ok, ele é muito influenciado pela mãe, mas tente do mesmo modo. Estabeleçam uma rotina, algumas regras comuns, falem regularmente sobre a evolução da criança. Ceda nas coisas que não têm tanta importância (por ex, se ele quiser vesti-la e calçá-la com coisas só "dele", ok) e faça questão nas coisas importantes (alimentação, sono,...). Mas falem. Vão ter pelo menos 16 anos pela frente de decisões em comum...
Quando a menina está consigo, Belarmina, fale bem do pai, valorize-o. Diga-lhe "quando estiveres com o pai vais ver X ou vais fazer Y, que bom", fale-lhe dos fins de semana como um tempo em que ela se vai divertir. É muito fácil passar a sua negatividade para a criança, mesmo que inconscientemente...

Retrato de guialmi
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13.07.2013

Belarmina.Nunes escreveu:
Nunca disse que iria avançar para tribunal. Afirmeir que era necessário analisar toda a situação pouco a pouco e ver como a criança se vai adaptar. É fácil dizer que é preciso falar, mas ele pura e simplesmente não fala comigo, nem quer. Já vivemos juntos sem falar e agora o que costuma fazer é, quando vem buscar a menina, é rebaixar-me ao máximo, dando-me ordens à entrada da minha própria casa. Por isso, já imaginam o filme e eu não sou de conflitos, claro que respondo educadamente, mas ele continua, continua, ao ponto de ser obrigada de o expulsar... Ele tem várias facetas! Para terem noção, ele anda a dar ordens na creche e a ligar para lá a fazer perguntas estúpidas, quando eu sou a encarregada de educação e faz coisas por trás que eu nem sei...

Assim é mais complicado. Não existe ninguém que lhe seja próximo (um amigo, um familiar) a quem possa pedir para falar com ele ou servir de "mediador"?
Uma dúvida: quando vem buscar a menina? Mas não disse que era a avó que a ia buscar à creche?

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Enganei-me, quando a traz... desculpe!

Retrato de KellyPT
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05.04.2011

Belarmina.Nunes escreveu:
Nunca disse que iria avançar para tribunal. Afirmeir que era necessário analisar toda a situação pouco a pouco e ver como a criança se vai adaptar. É fácil dizer que é preciso falar, mas ele pura e simplesmente não fala comigo, nem quer. Já vivemos juntos sem falar e agora o que costuma fazer é, quando vem buscar a menina, é rebaixar-me ao máximo, dando-me ordens à entrada da minha própria casa. Por isso, já imaginam o filme e eu não sou de conflitos, claro que respondo educadamente, mas ele continua, continua, ao ponto de ser obrigada de o expulsar... Ele tem várias facetas! Para terem noção, ele anda a dar ordens na creche e a ligar para lá a fazer perguntas estúpidas, quando eu sou a encarregada de educação e faz coisas por trás que eu nem sei...

Se ele não quer falar contigo, podes e deves ir arranjando testemunhas desse facto. Por exemplo, pedindo a uma amiga que esteja presente quando ele for entregar a criança e que assista aos telefonemas que lhe fazes para dar conta de eventuais problemas com a miúda. Mas, se esta não vem bem, tens o dever de o informar desse facto, para que ele possa eventualmente alterar a conduta que está a ter (aliás, isso é o que tu também queres, verdade?). Por exemplo, se a miúda vem a cair de sono, deves avisá-lo, para que no futuro a coloque a dormir mais cedo ou durante a sesta, o que for. O que não deves fazer é não dizer nada porque vocês têm o dever de colaboração e, se o caso der para o torto e forem mesmo a tribunal, ele dir-se-á surpreendido quando tu alegares que a criança não vem bem. Dirá que fez tudo bem e nunca te queixaste

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