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Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

Alguma mamã advogada ou que me diga algo sobre este assunto?

Boa noite,

Tal como sabem muitas, regulei o poder parental há pouco tempo, sendo que aminha filha de dois anos fica com o pai dois fins de semana por mês, indo a avó paterna buscá-la à creche às sextas-feiras, e às quartas-feiras (2 por mês) de forma agilizar a vida do filho porque chega mais tarde. Acontece que ficou estipulado em tribunal que era a avó que tinha de ir buscar a menina. Ainda não tenho a ata comigo, mas fico escandalizada, quando descubro que a avó paterna foi à creche entregar o BI dela (normal até aí) e o da sobrinha! Ela tomou a iniciativa, e eu nem fui consultada sobre isso. O pai da minha filha já tinha ido lá dizer que era a mãe que ia buscar a menina. Agora pergunto eu: tendo conseguido eu a guarda, e tendo ficado isso estipulado em tribunal de que era a avó que a ia buscar, o resto da família toda paterna pode ir buscar a menina à creche (neste caso, estamos a falar da prima do pai da minha filha) sem eu saber e sem ter dado ordens à creche para tal?

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Se tiver em acta que só pode ir buscar o pai ou a mãe , então não podem fazer isso , basta dares uma cópia da acta ao colégio e proibires que a menina saia com a prima, mesmo que venham
Com o a policia estando em acta ela não a pode levar .
Eu tenho esse caso com a minha que só pode ser entregue ao pai, sem o pai presente mais ninguém da família pode levar sem a minha autorização , mas mesmo assim acho falta de respeito o colégio aceitar isso sem consultar a mãe .

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

o problema é que ainda não tenho a ata, e eles vão levar a menina já esta sexta-feira, é o meu problema.... na ata só deve vir o pai, a mãe e os avós. Nunca foi dito outro membro da família e confirmei por telefone com a minha advogada. Ela ouviu o mesmo, só que aguardamos a ata para entregar à creche. No entanto, se não vier antes, eu queria proibir, e ela disse que podia, porque nem sequer me consultarem.

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Você pode proibir sim , sendo educadora da criança basta dizer ao colégio quem pode e não pode ir buscar a menina, basta falar amanhã com a direcção do colégio e retirar o nome da prima do colégio .. não está a fazer nada contra a lei por isso não tem que temer ..

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

pois, mas é que nem a educadora soube o que fazer.... toda a gente está parva, porque a avó paterna tem ido lá fazer perguntas que não lhe dizem respeito e depois entrega bilhetes de identidade de gente que nem autorizei a ir lá à creche para retirarem a minha filha

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

A direcção só pode ter em conta aquilo que você diz e não o que avó diz , se você diz que não pode a levar o colégio que não deixe ... penso que seja assim, pelo menos nos colégios da minha filha sempre foi assim. Só saia com as pessoas que eu dava autorização. Tanto que na altura o pai da minha filha pediu também que desse autorização à tia e eu disse logo que não.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Lá está e concordo plenamente com isso, até porque o poder parental estipula bem que as decisões relativamente à educação, saude e religião devem ser tomadas em conjunto.

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Concordo com a Miriam. Se a mãe não concorda que determinada pessoa (ou que mais alguém para além das estipuladas) vá buscar a filha, a creche não entrega simplesmente a criança. Tenho até a ideia de que há creches que só aceitam que a criança saia com outra pessoa (que não a mãe ou o pai) quando é dado o consentimento dos dois para que isto aconteça.
Fale com a creche e proíba a sua filha de sair seja com quem for que não seja a mãe, o pai ou a avó.

Quanto ao comportamento da creche, por muito perdidos que se sintam deviam começar a pôr limites. A avó paterna só comete esses abusos porque lhe é permitido. Faz perguntas? Recebe como resposta que só têm o direito de dar informações à mãe ou ao pai. Quer entregar outro cartão do cidadão? Só com o consentimento da mãe e do pai. Quer levar a menina mais cedo? Só com autorização da mãe ou do pai. E ela a certa altura perceberá o seu lugar.

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Pois nesse aspecto não posso falar porque o meu acordo não da poder ao pai para decidir nada , mas se na acta que só aquelas duas pessoas podem ir buscar ao colégio então está salva guardada se mesmo assim insistirem e conseguir provar o incumprimento é uma questão da sua Advogada fazer um requerimento ao tribunal a indicar a situação e depois são chamados novamente se não estou em erro.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Sim, Clara, nesse aspeto tem toda a razão. Ela acha que tem esses direitos porque ela conhece bem o padre que é diretor da creche, e como vai sempre à missa, para além de conhecer muito bem a secretária e de se dar com algumas auxiliares, pronto, acha mesmo que pode fazer tudo... É claro que a creche deveria meter um travão.... Pelo que sei, a menina foi-me entregue a mim na guarda, logo o pai tem que me pedir autorização para que a menina seja levada por outra pessoa. Ele não pode simplesmente chegar lá e dar um nome, então a avó muito menos.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

pois, é que não concordo que seja ela a ir buscá-la até porque não confio na condução dela, conduz muito rápido. Nunca aceitei para que outro membro a fosse buscar, aliás, nem falamos em outros membros!

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Compreendo perfeitamente o seu receio. A minha filha nunca andou de carro com outras pessoas exactamente por ter receio de quem conduz. Fale com a creche e proíba visto que a sua própria advogada lhe disse que podia. E talvez não fosse má ideia da próxima vez que lhe vierem contar que a avó foi lá dizer e perguntar isto ou aquilo, a Belarmina responder algo como "Bom, espero que nada tenha sido dito porque eu sou a mãe e não aceito que creche alguma ande a dar informações sobre a minha filha a outra pessoa que não eu ou o pai".

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

ela foi perguntar antes de regular o poder se eu tinha pago a creche.... é apenas um exemplo...

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Belarmina.Nunes escreveu:
ela foi perguntar antes de regular o poder se eu tinha pago a creche.... é apenas um exemplo...

Mas a senhora até pode perguntar de que cor são as cuecas que a mãe vestiu à neta naquele dia ou se a mãe deu um beijo ou dois antes de se despedir da filha, a creche é que simplesmente não deve responder. O que é que disseram à senhora quando ela fez essa pergunta? Responderam? Não deviam, ela não tem nada a ver com isso. Se eu for lá e fizer a mesma pergunta sem sequer vos conhecer, respondem-me?

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Eu fervor só de a ler. Então mas a creche onde a sua filha está não tem regulamentos e directrizes que tem de seguir? Isso de a sua sogra conhecer as pessoas não lhe dá o direito de não se cumprirem regras. Fale com a sua advogada e envie por escrito que estão a aguardar a acta da regulação do poder paternal, mas que, pelo estipulado somente país e avós podem ir buscar a menina. Se diz que as decisões têm de ser tomadas em conjunto entre pai e mãe vai ter de falar com o pai da sua filha e reafirmar que quem vai buscar a menina são somente as pessoas estipuladas e ponto. Não vá ele dar consentimento sozinho.
A instituição tem de perceber que se der a criança sem autorização dos que detém a sua guarda que está a cometer uma ilegalidade e pode ser responsabilizada por isso.
Estamos a falar de crianças!
Eu nem sei como é que ainda deixam que se façam coisas por se conhecer as pessoas.
Não há mesmo noção do risco.
Enfim. Fale com a sua advogada, mas pessoalmente eu deixaria por escrito tudo e até faria uso das regras e leis que assistem este tipo de situações para fazer ver à instituição que a responsabilidade de entregar a criança à pessoa errada é delas é só delas.

Edito só para dizer que eu não resido em PT, logo posso até estar a dizer barbaridades pois sigo me pelas regras da creche que uso. Mas posso dizer vos que aqui tivemos de deixar a identidade de quem tem autorização para ir buscar a nossa filha por escrito. Deixamos o nome do pai da mãe e de uma terceira pessoa para caso de algum problema com os pais. Mas, mesmo tendo lá o nome da terceira pessoa, se essa for buscar a criança, eles ligam para confirmar que podem entregar a criança a essa pessoa!.
É claro que, se fica estipulado que pode ir a avó, não vão telefonar sempre que for a Avó, mas uma prima... Enfim... Eu não giro mais nada que meto mais lenha e a Belarmino precisa é de paz... Que já tem muito com que se chatear.

Retrato de Yara Pinto
Offline
Desde:
25.06.2012

Tenho ideia que qnd a criança está a responsabilidade do pai ele pode decidir quem vai ou não buscar , se deixa com o gato ou com o cão a criança uma vez que o menor está a sua responsabilidade.
Visto que a sexta e a quarta é o dia dele acredito que não tem muita solução ...

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Pois, mas eu falei com a responsável e disseram que só com a ata é que podem proibir, porque afinal o pai da menina foi à creche e disse mesmo que a sobrinha podia ir levantar a menina também. Não me consultou claro. A creche diz que precisa mesmo de um documento oficial, porque neste momento não podem proibir nada. Enfim... haja paciência,.

Retrato de Lizzie1
Offline
Desde:
17.09.2015

Olá Belarmina,

Primeiro, porque não tens a ata? O advogado já a deve ter ou a regulação foi ontem? A ata fica disponível no nosso sistema informático com alguma rapidez. Liga ao teu advogado e pede a ata com urgência ou vai ao Tribunal e pede uma certidão.

Respondendo à tua questão, não, a sobrinha legalmente não pode ir buscá-lo.

Terceiro ponto a creche está a agir mal porque a creche não precisa de um papel onde diz quem pode ir buscar para impedir as outras pessoas, é precisamente ao contrário, a creche na dúvida não pode permitir ninguém além do pai e mãe! Então seria bonito até eu ia lá buscar o teu filho e eles diziam que sim que posso, como não têm a ata...! Ameaça chamar a polícia caso chegues lá e alguém não autorizado tenha levado o teu filho. Podes ainda enviar uma comunicação por escrito a dizer que não autorizas que ninguém além do pai e da avó vá buscar o teu filho. Se a situação se mantiver apresenta queixa internamente da pessoa que autorizar a que o levem.

Beijinho

Set 2015 - Início dos treinos
Setembro 2016 - Início das consultas de fertilidade
Outubro 2016 - Histerossalpingografia - trompas obstruídas
Janeiro 2017 - A aguardar aprovação de FIV

À espera que chegue Maio para fazer FIV nos HUC! Sorriso

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Lizzie1 escreveu:
Olá Belarmina,
Primeiro, porque não tens a ata? O advogado já a deve ter ou a regulação foi ontem? A ata fica disponível no nosso sistema informático com alguma rapidez. Liga ao teu advogado e pede a ata com urgência ou vai ao Tribunal e pede uma certidão.
Respondendo à tua questão, não, a sobrinha legalmente não pode ir buscá-lo.
Terceiro ponto a creche está a agir mal porque a creche não precisa de um papel onde diz quem pode ir buscar para impedir as outras pessoas, é precisamente ao contrário, a creche na dúvida não pode permitir ninguém além do pai e mãe! Então seria bonito até eu ia lá buscar o teu filho e eles diziam que sim que posso, como não têm a ata...! Ameaça chamar a polícia caso chegues lá e alguém não autorizado tenha levado o teu filho. Podes ainda enviar uma comunicação por escrito a dizer que não autorizas que ninguém além do pai e da avó vá buscar o teu filho. Se a situação se mantiver apresenta queixa internamente da pessoa que autorizar a que o levem.
Beijinho

E eu própria sem a advogada ter visto a ata posso ir buscar essa certidão ao tribunal?
A regulação foi feita na semana passada, mas a advogada diz que demora 10 dias após a conferência. Ela ainda não a recebeu e queria certificar-se que está lá bem escrito que é a avó paterna que vai buscar a miúda.

Retrato de Tyta.B
Offline
Desde:
31.07.2015

A creche é que está a proceder mal neste caso, não deviam dar liberdade à avó de ir lá fazer perguntas, muito menos de permitir que pessoas não autorizadas pela mãe, possam ir buscar a menina.
A guarda do meu filho é minha, e quer no infantário, que na escola primaria que ele frequentou, nem com o pai falavam sem eu estar presente. E eu nunca dei ordens neste sentido, sinceramente até achei um preciosismo desnecessário, visto que a relação entre nós era cordial, mas elas recusavam-se a falar com ele sem a minha presença. E ele espumava-se de raiva, mas elas diziam que legalmente não podiam. Portanto ou as coisas mudaram muito neste últimos 6 anos, ou a creche está mal informada, mas então qualquer pessoa pode ir lá buscar a menina sem autorização de quem tem a guarda legal? Isto fazia-me cá uma confusão. E atenção que até a namorada do pai do meu filho chegou a ir busca-lo, mas primeiro ligava-me a perguntar se podia e a pedir para eu autorizar, senão ninguém lhe entregava o miúdo.

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Yara Pinto escreveu:
Tenho ideia que qnd a criança está a responsabilidade do pai ele pode decidir quem vai ou não buscar , se deixa com o gato ou com o cão a criança uma vez que o menor está a sua responsabilidade.
Visto que a sexta e a quarta é o dia dele acredito que não tem muita solução ...

Tens a ideia errada, uma vez escrito em
Acta de tribunal que só o pai e os avós podem ir buscar a menina então só aquelas pessoas podem ir buscar , o que faz depois não sabemos mas no acto de ir buscar só mesmo quem está em acta. No meu caso só o pai e unicamente o pai pode ir buscar a menina , tanto ao colégio como a casa , se o pai não tiver presente já depende da minha decisão deixar ir ou não. O que vale legalmente é o que está em acta , até podem vir com a polícia que a polícia segue em conformidade com o que está escrito em acta.

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Tyta.B escreveu:
A creche é que está a proceder mal neste caso, não deviam dar liberdade à avó de ir lá fazer perguntas, muito menos de permitir que pessoas não autorizadas pela mãe, possam ir buscar a menina.
A guarda do meu filho é minha, e quer no infantário, que na escola primaria que ele frequentou, nem com o pai falavam sem eu estar presente. E eu nunca dei ordens neste sentido, sinceramente até achei um preciosismo desnecessário, visto que a relação entre nós era cordial, mas elas recusavam-se a falar com ele sem a minha presença. E ele espumava-se de raiva, mas elas diziam que legalmente não podiam. Portanto ou as coisas mudaram muito neste últimos 6 anos, ou a creche está mal informada, mas então qualquer pessoa pode ir lá buscar a menina sem autorização de quem tem a guarda legal? Isto fazia-me cá uma confusão. E atenção que até a namorada do pai do meu filho chegou a ir busca-lo, mas primeiro ligava-me a perguntar se podia e a pedir para eu autorizar, senão ninguém lhe entregava o miúdo.

Não mudou muito continua assim, no meu caso é igual , não dão informação nenhuma ao pai dela e só o deixam levar se der autorização e mais ninguém . Não tenho esse problema porque ele não tem muito interesse e não vai lá .

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

Pois, conforme já aqui foi dito não poderá ser permitido à prima (ou lá quem ela é) ir buscar a menina sem autorização dos país, se o pai deu autorização não o deveria ter feito sem te consultar primeiro.
Agora terás que informar a escola que não permites que a tua filha saia com qualquer outra pessoa que não seja as autorizadas (mãe, pai e avó). Entrega esta declaração também por escrito e fica com prova de recepção, ou seja, levas o original e uma cópia que terás que trazer de volta com o carimbo do colégio e com a data de recepção.
A partir daí acredita que a escola não se atreve a entregar a menina a não ser às pessoas autorizadas, é claro que quando tiveres a acta deverás proceder à entrega da mesma na escola e proceder em conformidade com o estabelecido na mesma.
Relativamente às informações dadas à avó terás que ter uma conversa com a direção e informa-los que não autorizas que seja dada qualquer informação sobre a escola e sobre a menina a qualquer outra pessoa que não seja a mãe ou o pai. A avó até pode conhecer o Papa, mas se tu não quiseres eles não deverão informar nada sobre a escola a outras pessoas que não os pais.
Desejo que estas turbulências tenham o seu fim próximo.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Mama_Xana escreveu:
Pois, conforme já aqui foi dito não poderá ser permitido à prima (ou lá quem ela é) ir buscar a menina sem autorização dos país, se o pai deu autorização não o deveria ter feito sem te consultar primeiro.
Agora terás que informar a escola que não permites que a tua filha saia com qualquer outra pessoa que não seja as autorizadas (mãe, pai e avó). Entrega esta declaração também por escrito e fica com prova de recepção, ou seja, levas o original e uma cópia que terás que trazer de volta com o carimbo do colégio e com a data de recepção.
A partir daí acredita que a escola não se atreve a entregar a menina a não ser às pessoas autorizadas, é claro que quando tiveres a acta deverás proceder à entrega da mesma na escola e proceder em conformidade com o estabelecido na mesma.
Relativamente às informações dadas à avó terás que ter uma conversa com a direção e informa-los que não autorizas que seja dada qualquer informação sobre a escola e sobre a menina a qualquer outra pessoa que não seja a mãe ou o pai. A avó até pode conhecer o Papa, mas se tu não quiseres eles não deverão informar nada sobre a escola a outras pessoas que não os pais.
Desejo que estas turbulências tenham o seu fim próximo.

Peço desculpa mamã, mas de que declaração me está a falar? Quem a pode fazer? É que a educadora disse que tinha de ser algo oficial... e a minha advogada não me falou nesse declaração.

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

O problema que aqui também nos perturba é se vier na ata "e familiares"... porque no tribunal só falamos na avó, mas eu sei lá o que o tribunal vai redigir...

Retrato de MiriamAlves
Offline
Desde:
18.03.2013

Porque que não vais ao tribunal buscar a acta ao invés de estares à espera da tua Advogada ? Tu própria podes ir ao tribunal buscar .

Retrato de Tyta.B
Offline
Desde:
31.07.2015

Eu duvido muito que o tribunal coloque "e familiares", porque isso abre portas as muitas situações dúbias.
E se a prima afinal também não pode, e se lembra de pedir à mãe do marido dela, que nada é à Belarmina, para ir buscar a menina. Pode? O namorado da irmã do pai, pode ir buscar a menina? Se o pai casa de novo, o primo da nova esposa pode ir buscar a menina? É que familiares, há muitos...

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

pois eu sei Tyta, e foi o que a educadora me explicou... ela tem um caso desses lá... Diz que um pai se apresentou com a namorada, mas ele só podia ver a criança, mais ninguém, e foi expulsa da creche a namorada. Por isso, eu também duvido disso. Porque eu sei o que vai acontecer a seguir, a avó vai voltar lá e vai entregar o BI da filha dela, que é tia da menina, e vamos andar assim sempre... Não sabia que podia ir eu ao tribunal pedir a ata... Não sei como funcionam estas coisas, daí eu pedir a vossa ajuda, porque a advogada disse para aguardar que chegasse a ata, o que me chateia mesmo é que ele pode mandar o primo já esta sexta e não queria que isso acontecesse...

Retrato de MiniMe84
Offline
Desde:
18.10.2016

Aqui a questão é a posição da creche.

Na medida em que não têm em sua posse o tal documento oficial e não há acordo entre os pais relativamente a terceiros, a posição a adoptar até que até algo ser provado em contrário apenas os pais possam ir buscar a menina à escola.
Relativamente a prestar informações a outros que não os pais ( e neste caso o pai caso nada seja dito expressamente em contrário tem tanto direito de aceder à informação escolar da criança como a mãe) não só não é ético como é ilegal. Uma coisa é a autorização para ir buscar a criança, outra é o acesso a informação de carácter pessoal da criança. Um dia posso autorizar na escola que a minha filha possa sair com a minha vizinha mas isso não dá à escola o direito de contar à minha vizinha se eu paguei a mensalidade, se a criança tem problemas de aprendizagem ou o que quer que seja.
No seu caso eu faria um email/carta registada à escola a mencionar isso mesmo. Se já houver a acta acrescentaria como anexo mas deixaria claro que caso essa questão não fosse cumprida agiria judicialmente, conheça a sua sogra o padre, a educadora, o bispo ou o Papa.

Retrato de KellyPT
Offline
Desde:
05.04.2011

Concordo com a MiniMe84. Independentemente de conseguires a ata mais cedo, o que é sempre o ideal, acho que devias informar a escola por escrito de que és tu quem tens a guarda e que as pessoas autorizadas são a mãe, pai e avó, e que não autorizas absolutamente mais ninguém. E que agirás judicialmente se isso não for respeitado. É muitíssimo improvável que a escola vá contra a tua vontade se colocares as coisas nestes termos. E acho que tens razão quanto a não quereres que outrem vá buscar a tua filha já na 6.ª feira. Depois, criam-se hábitos e consolidam-se rotinas e é mais difícil mudar as coisas. Boa sorte

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

KellyPT escreveu:
Concordo com a MiniMe84. Independentemente de conseguires a ata mais cedo, o que é sempre o ideal, acho que devias informar a escola por escrito de que és tu quem tens a guarda e que as pessoas autorizadas são a mãe, pai e avó, e que não autorizas absolutamente mais ninguém. E que agirás judicialmente se isso não for respeitado. É muitíssimo improvável que a escola vá contra a tua vontade se colocares as coisas nestes termos. E acho que tens razão quanto a não quereres que outrem vá buscar a tua filha já na 6.ª feira. Depois, criam-se hábitos e consolidam-se rotinas e é mais difícil mudar as coisas. Boa sorte

mas a educadora, Kelly, disse que eu precisava de uma declaração oficial... Ou seja, talvez da advogada? É que a minha advogada não falou em nada disso, apenas disse para aguardar a ata e eu não estou disposta a isto. CHega a sexta e tudo faz o que quer.

Retrato de underthewater
Offline
Desde:
14.03.2014

Belarmina.Nunes escreveu:

KellyPT escreveu:Concordo com a MiniMe84. Independentemente de conseguires a ata mais cedo, o que é sempre o ideal, acho que devias informar a escola por escrito de que és tu quem tens a guarda e que as pessoas autorizadas são a mãe, pai e avó, e que não autorizas absolutamente mais ninguém. E que agirás judicialmente se isso não for respeitado. É muitíssimo improvável que a escola vá contra a tua vontade se colocares as coisas nestes termos. E acho que tens razão quanto a não quereres que outrem vá buscar a tua filha já na 6.ª feira. Depois, criam-se hábitos e consolidam-se rotinas e é mais difícil mudar as coisas. Boa sorte

mas a educadora, Kelly, disse que eu precisava de uma declaração oficial... Ou seja, talvez da advogada? É que a minha advogada não falou em nada disso, apenas disse para aguardar a ata e eu não estou disposta a isto. CHega a sexta e tudo faz o que quer.


Mas eu não percebo a educadora. Se não há consenso entre os pais e se um pai diz sim é outro não, a educadora diz ámen ámen e lá vai a criança com qualquer um!? Eu juro que não percebo. E continuo a dizer que a creche será responsabilizada se der a criança a uma pessoa que não esteja autorizada.
Não tem cabimento. É um sítio que deve preservar a segurança das crianças. E se ainda não há nada escrito do que foi regulamentado, cabe aos pais decidirem não é só ao pai... Lá porque diz que lá pode ir a prima. Eu posso estar muito errada mas eu não consigo perceber a leviandade leviandade com que a creche está a tratar este caso.
Entrega por escrito um documento redigido por si em como não autoriza que a criança seja levada por outrem enquanto esperam pela acta. Assim está a salvaguardar se de que se acontecer alguma coisa não venham dizer que você tinha conhecimento de UE quem ia buscar a menina era a prima. Fale com a sua advogada outra X. Ela tem de a ajudar neste ponto. O esperar é completamente descabido... Então espere também pela acta para mandar a menina para o pai... Já agora... Se dá para um lado da para todos (não faça isto... Estou a ser irónica com a situação)

Retrato de dani10
Offline
Desde:
13.11.2007

Vai ao Tribunal e pede a ata do processo. Lá dão-te isso! Não há nenhuma regra que diga que demora 10 dias a ficar disponível! Até pode ficar pronta logo no dia seguinte! Vai lá, fala com as funcionárias e explica a situação.

Beijos
Daniela Sorriso

Retrato de ClaraMiguel
Offline
Desde:
03.11.2013

Belarmina,

Ponha a hipótese de a educadora não estar bem informada ou ter dito isso apenas por achar que assim o assunto terminaria. Escreva a declaração como aqui aconselharam e entregue na direcção.

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

A declaração que eu me referia era uma declaração passada por ti, nada de oficial (tribunal, advogados, etc.), apenas um papel onde escreves de uma forma explicita que até ser entregue a acta do tribunal a tua filha só poderá sair da escola com a mãe com o pai ou com a avó. Esta declaração assinada por ti e com prova de entrega.
Caso não cumpram o estipulado a escola tem problemas porque não podem entregar as crianças a qualquer alma que lhes apareça a dizer que é prima, tia ou vizinha! Não conheço aliás nenhuma escola que o faça! Imagina que um estranho se apresenta na escola dizendo que é tio e que quer levar a criança X, achas que a escola a entrega? é claro que não! Porque não sabem quem é e não estando autorizado...

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

Mamã Xana, eu perguntei isso mesmo à educadora... uma declaração feita por mim. Ela disse que não servia de nada! Tnha que ser oficial.

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

Oficial em todos os estabelecimentos de ensino é não entregarem as crianças a outras pessoas que não a mãe e o pai, sem a expressa autorização dos encarregados de educação para Tal.
Se são assim tão esquisitos nem à avó a podem entregar até receberem a acta oficial!
Certo?

Retrato de Belarmina.Nunes
Offline
Desde:
30.09.2014

pois, do meu ponto de vista devia ser assim, mas eles insistem que o pai foi lá e que informour que era a mãe dele + a prima dele. A avó foi no dia seguinte entregar os BIs, tudo isto sem eu saber claro... De facto, estou estupefacta, porque a creche diz que, não tendo a ata, nada podem fazer porque o pai tem direito de o fazer, até mesmo de ir buscar a menina quando quiser agora, porque a ata ainda não está lá, quando, na verdade, ele só a pode ir buscar quartas e sextas quando lhe toca! Estou é parva! A minha advogada estou desiludida com ela, e o problema é que me disseram que, enquanto o processo ainda estiver aberto, não posso mudar de advogado.

Retrato de Mama_Xana
Offline
Desde:
15.05.2012

Se o pai tem o direito de autorizar tu não tens o direito de não autorizar? Não entendo a dualidade de critérios. É obviamente uma situação muito complicada para a creche gerir.
Sim eu entendo que neste momento o pai pode perfeitamente autorizar a saída da menina, dado ainda não ter chegado à escola o que está regulamentado.
Eu de qualquer forma entregaria a declaração na escola (nunca excluindo a avó das autorizações de saída para não entrar em confrontos com o estipulado em tribunal) e vai ao tribunal a ver se conseguem te dar a bendita da acta, que assim acaba-se logo os mal entendidos.

Retrato de dani10
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13.11.2007

Como não podes mudar de advogado??? Claro que podes!! Nada te impede de contratar outro!

Beijos
Daniela Sorriso

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

mas mesmo estando agora o processo aberto? Falei com um que me disse que não pegava no processo aberto...

Retrato de dani10
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13.11.2007

Sim....pode não querer mas nada o impede de pegar no processo.

Beijos
Daniela Sorriso

Retrato de Mama_Xana
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15.05.2012

Creio que não seria deontológico outro advogado pegar um processo ainda não terminado.

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

exatamente! Mas também tenho um que me disse que mesmo o processo estando fecchado, ele não pegava nele, porque ele prefere trabalhar no processo do início até ao fim e não pegar no relatório inicial que foi feito por outro advogado.

Retrato de Tyta.B
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31.07.2015

Parece que o facto de conhecerem a avó de outras paragens, está a influenciar o tratamento por parte do infantário.
Enquanto a acta do tribunal não chegar, é a autoridade do pai que prevalece sobre a da mãe? Mas porquê?
Custa-me inflamar ainda mais o ânimo da Belarmina, que tem passado por coisas bastante más. Mas neste caso, parece mesmo estar a haver uma certa influência, à qual o infantário devia ser impermeável.
Mas já que colocam as coisas assim, é ir buscar a acta ao tribunal o mais rápido possível. Provavelmente não precisa de ir a Belarmina lá, pode pedir a algum familiar para lá ir e desenrascar o bendito papel.
Confesso que esta situação me está a fazer ferver, e não é comigo. Se nem o pai nem a avó podem ir buscar a menina no horário estipulado, porque não vai a Belarmina, e depois o pai, ou a avó, vão busca-la a casa? É preferível deixar a menina com alguém com quem ela não está habituada, só para a Belarmina não ficar com a filha mais um par de horas?
Realmente começo a perceber o porquê do seu desespero. Que guerrinhas tão infantis!

Retrato de Belarmina.Nunes
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30.09.2014

Tyta B, o que ficou definido foi o seguinte. Se a menina não for para a creche, por estar fechada (feriado) ou porque está doente, se o pai está a trabalhar e não a pode vir buscar nesses dias, é a avó que deverá vir buscá-la a minha casa. Eu percebo o porquê dela não ir... ela pura e simplesmente nunca vai vir a minha casa, porque já não o fez quando estava com o filho, porque se sente superior a toda a gente, e não se rebaixa. E ela deu o nome da sobrinha que assim continua a tratar das coisas dela em casa, ou no campo, e nos dias em que a menina ficar comigo e não puder ir para a creche, manda outra pessoa buscá-la cá... a prima...
Outra coisa que já me está a pôr a ferver e se me podem ajudar.... eu mencionei o caso das férias, ok não posso pegar com dias a mais que o pai vai ficar com ela ou com os fds que vai conseguir a mais por ter marcado férias nos fds em que precisamente a menina tinha de ficar comigo...
Este ano ele vai tirar uma semana nas férias da Páscoa com ela... o fds do 8 e 9 de abril ela fica com ele e ele tirou logo do 10 ao 16 de abril as férias com ela, ou seja, 15 e 16 deveria ser o MEU fds e não o vou ter com ela. Claro que eu posso tirar a semana seguinte do 17 ao 23 de abril e aí também lhe tiro a ele o fds que lhe pertencia, mas fico confusa com o fim-de-semana que vem a seguir, do 29 e 30, porque se não houvesse essas ferias, era eu que ficava com esse fds, mas como ele é mafioso.... e trabalha alguns sábados por mês, com certeza que vai trocar o sábado e dizer: tu estiveste de férias e ficaste o 22 e 23 com ela quando era eu que tinha de ficar com ela, e eu mudei o meu sábado de trabalho, sendo que assim eu (pai da menina) fico com ela dias 29 e 30. Resumindo, se ele fizer isso, eu perco 1 fds ao qual eu tinha direito... O que foi estipulado é que a menina deveria estar com ele nos sábados em que ele não trabalha, mas claro eu sei que ele vai sempre fazer de tudo para trocar as coisas de forma a que eu "não seja compensada" pelo fds que perdi com ela. Eu sei que é ridículo isto tudo e que não posso ir para tribunal com isso, mas sumando isto tudo no ano, ele acaba por ficar cerca de 3 fds a mais com a menina. Isto para não contar o que ele ainda não vai fazer... vai sempre fazer essa jogada, e até vai mesmo tirar as férias de Verão na semana em que a menina faz anos, que assim no dia de anos dela vai estar sempre mais tempo que eu e o fim-de-semana que segue logo os anos está com ele, logo ele faz a festa da menina e eu fico a abanar... PORQUE ELES SÃO MESMO ASSIM!!!!!!!! Claro que eu depois posso sempre fazer uma semana mais tarde a festa da menina à minha maneira, mas há sempre essa palhaçada, porque ele não quer combinar nada comigo, pensa que pode mandar em tudo e ao fim e ao cabo o tribunal deu-lhe direitos que nem sequer me posso opor. Nem sabia que ele podia marcar sempre as férias antes de mim!

Retrato de Tyta.B
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31.07.2015

Eu vou ser muito sincera, eu não alimentava esse tipo de guerrinhas. Um fim de semana a mais ou menos, não me chateava mesmo. Não vale a pena. E mostrava a infantilidade que isso é, e o quanto eles são ridículos se insistirem nessas tretas. Pode ser que lhe caia a ficha.

O dia de anos sim, acho bem que fique regulamentado. Mas primeiro tentava apelar ao bom senso do pai, se este ano ele está de férias, e a Belarmina apenas tem direito a uma refeição com a menina, no ano seguinte trocam, e fica a Belarmina com a menina o dia inteiro, e faz o pai uma refeição com a filha. Tal e qual como será por exemplo no natal, em que passa a noite com um num ano, e no ano seguinte trocam.

Se este apelo não for aceite pelo pai, a advogada tem de se mexer para o regulamentar. Porque efetivamente é injusto.

Mas repito, eu primeiro punha as mágoas de lado, baixava a guarda e tentava conversar civilizadamente com ele. Explicava muito bem explicadinho que este tipo de despique não é saudável para a menina, que é quem mais interessa. Ele não é capaz de por o bem estar da filha em primeiro lugar?
Essa história da avó não querer ir buscar a menina à casa da mãe, porque isso é rebaixar-se? Oh pah, é que nem sei quantificar a estupidez que isso é. Eu propunha então ir lá eu entregar a miúda. Se não confia na condução da prima, pelo menos fica com o coração sossegado de que ela chegou lá bem. Mais uma vez, frisando que a única coisa que quer é o bem estar da filha, e que não vale a pena andarem com guerras, pode ser que ele veja nisso um inicio de tréguas e baixe a guarda também.

Eu sei que é difícil, eu tenho acompanhado a história de inicio, mas alguém tem de dar o primeiro passo para se acertarem em prol da menina que não tem culpa, eu não ficava de consciência tranquila se não engolisse o orgulho e não tentasse.

Se mesmo assim continua a ver esse tipo de atitude narcisista por parte da família paterna, então sim, tentava ir pelos meios legais. Agora como, não sei. Eu lutei foi pelo oposto, para que o pai fosse mais presente, que no inicio não era, e eu é que tinha que exigir que ele viesse buscar o filho. Começo a achar que a sua batalha é pior, eu não queria que o meu filho sofresse, mas pelo menos ele estava comigo e eu podia minimizar o desilusões.

Retrato de Belarmina.Nunes
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Desde:
30.09.2014

Pois eu quero o bem da menina e naok quero passar a vida com estas infantilidades. Eu prefiro ignorar esses fins d semanas mas ja a seman de anos da menina incomoda me, mas também sei que nao me serve de.nada falar com ele porque ele so fala comsultando primeiro aa familia. Nunca vou conseguir nada para o meu lado e ai tenho de ser superior e fazer a festa da minha filha mais tarde,. Seguir c a minha vida e ignorar isto tudo tirando a parte da creche porque tenho de resolver isto.

Retrato de KellyPT
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05.04.2011

Também não querendo estar a inflamar mais os ânimos, se a questão de saber quem pode ir buscar a menina não ficasse bem esclarecida até 6.ª feira, ela não iria à creche nesse dia e iriam depois busca-la a casa da mãe.

Quanto às férias e fins de semana, no entanto, acho que te estás a precipitar: se a marcação de férias for feita sistematicamente em cima dos fins de semana que te pertencem, acho que podes pedir que o fim de semana anterior ou subsequente às ditas férias, que pertenceria ao pai, seja gozado por ti, para não seres prejudicada. Mas isto só se vires que a coisa se repete e torna abusiva: é do interesse de todos levar as coisas com boa vontade e não estar a contar sempre os dias (até porque, se ele é um pai ausente, a tendência é que vá deixando de fazer questão de estar muito com ela, quando a questão do divórcio começar a arrefecer).

O problema do aniversário, para mim, é o mais fácil de todos. Acho inaceitável que a menina passe sempre o aniversário com um ou com outro e, dadas as más relações entre as famílias, não acho razoável nem sequer desejável que estejam todos juntos, a fazer o frete. Se o teu ex-marido tem obrigatoriamente de gozar férias em Agosto e lhe pertence ficar 15 dias com a filha, que marque férias na primeira quinzena num ano e na segunda quinzena no ano seguinte, de forma a que o aniversário calhe alternadamente no tempo de um e de outro. Quando não for a vez de um dos pais, este pode sempre ir almoçar ou lanchar com a criança, de forma a vê-la num dia tão importante, mas fica primeiramente com um ou com outro. No ano seguinte, trocam. Se ele não concordar, tenho a certeza de que qualquer tribunal determinará uma repartição deste género do dia de aniversário.

Boa sorte e força (não desesperes: quando as coisas entrarem na normalidade, é de esperar que fique tudo mais fácil)

Retrato de Tyta.B
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Desde:
31.07.2015

Não se deixe abater, as questões dos anos, natais etc, podem e devem ficar regulamentadas, não é o pai a ficar sempre com a menina. Até acho estranho não ter ficado regulado desde já. Se não vai lá com bom senso, vá pelos meios legais, que nestes casos concretos pode.
Boa sorte.

Retrato de chiclete
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Desde:
23.01.2016

Belarmina.Nunes, legalmente acho que precisa de outro representante. A sua advogada tinha a obrigação de a informar que a ata pode ser pedida no tribunal especialmente se a aconselhou (vá-se lá saber o porquê) a esperar para entregar a ata na creche.

Do ponto de vista da creche, até terem a ata os pais exercem as responsabilidades parentais de comum acordo. Se a Belarmina falou com uma educadora que lhe disse o contrário eu falaria com o diretor. Se a amizade do diretor e avó interferir na resposta dele eu não veria outra solução que não procurar outra creche/ama.

Boa sorte.

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