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Quinta, 24 Maio, 2012 - 16:16

Porque não dá para ver o embrião às 6 semanas de gravidez?

boa tarde Dra Marcela, meu nome é Cláudia e estou com 6 semanas de gestação e não deu para ver o embrião. isso é algo normal? Isto porque estou muito medo e nervosa e se me pudesse ajudar, agradecia-lhe muito. muito obrigada

Dra. Marcela Forjaz

Olá Cláudia. Se forem realmente 6 semanas, com uma sonda vaginal já deve ser visualizado o embrião. Porém, se os seus ciclos forem irregulares, o bebé pode ter menos do que esse tempo e nesse caso terá de esperar um pouco mais para conseguirem visualizá-lo. Não fique nervosa e espere mais uma semaninha...

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Ginecologia e obstetricia

Bom dia,

Preciso de mais uma opinião, até à minha consulta com o meu médico obstetra para a próxima semana:

Fui fazer uma ecografia e encontraram o embrião com 5,9mm e com frequência cardiaca de 82bpm.
O que acham destes valores? A Drª que me realizou a ecografia não gostou nada, disse que estava subdesenvolvido para as 7 semanas, e o batimento muito fraco.
Não sei como me vou aguentar todos os dias sem saber se ele sobreviverá, ou não.
Já é a minha 2ª gravidez, a primeira foi anembrionaria, tive um aborto retido em Novembro de 2014.

Agradeço o vosso feedback,

Adriana Ramos

Ginecologia e obstetricia

Boa tarde, será que me podia esclarecer o que é um marcador cromossômico doppler venoso anormal invertido??
Grávida de 34 anos com gravidez com perdas de sangue.
Obrigada

Ginecologia e obstetricia

Boa tarde!
Fui operada a um fibreoadenoma na mama quando tinha 20 anos. Os médicos disseram que foi por tomar a pílula pois tenho massa fibroquistica.
Tenho 27 anos e fui mãe há 1mes, posso tomar a pílula ou é melhor não o fazer? O meu período é irregular.

Ginecologia e obstetricia

Boa tarde, estou com uma grande dúvida, estou gravida de 26 semanas.
Posso pintar o cabelo? Estou muito nervosa porque fui pintar o cabelo e só depois de estar pintado é que uma amiga me disse que não se pode pintar.

Ginecologia e obstetricia

Boa tarde,
faz hoje 8 dias que terminei antibiótico que me foi receitado pelo meu dentista devido a uma cirurgia dentária para colocação de 2 implantes.
Anteriormente estava a tentar uma segunda gravidez. A partir de quando não há risco de voltar a tentar?
Obrigada

Ginecologia e obstetricia

Boa noite Exmos. Srs. Drs.,

venho por este meio recorrer novamente a vós na esperança de palavras mais firmes e talvez, mais tranquilizadoras relativamente ao meu assunto. Já vos havia deixado esta mesma questão há umas semanas mas não obtive qualquer resposta, por isso tento novamente a minha sorte!
O meu nome é Cláudia, tenho 31 anos, sou profissional de saúde e desde os 12 anos que sofro de severos ataques de pânico. Os meus ataques de pânico podem surgir repentinamente, como por exemplo, fazerem-me acordar a meio da noite, como podem igualmente ser despoletados por uma situação de stress, que muitas vezes nem necessita de ser extremo. Durante os ataques de pânico, fico com sudorese profusa; bradicardia acentuada na ordem dos 3-4 ciclos por minuto; parestesias nas extremidades que posteriormente resultam em distonias extremas em que mais pareço uma contorcionista, inclusive nos músculos da face; perda de controle de ambos os esfincteres; náuseas; diarreia e prostração severa... posto isto, estou medicada com paroxetina desde os 17 anos...medicação da qual nunca me consegui livrar nem, inclusivamente, substituir por outra menos nociva.
Actualmente estou grávida de 11semanas e 3dias (gravidez não planeada, mas agora desejada) e faço meio comprimido de paroxetina 20mg, portanto 10mg, em dias alternados, e tomo-os sempre após uma boa refeição de forma a que este seja ainda menos absorvido pelo organismo. A verdade é que sei que pertence à classe D segundo a F.D.A., que é teratogénico, essencialmente a nível cardíaco, fora todos os problemas para além destes, que podem provocar no feto em diversos sistemas antes e após o nascimento,etc.
Ter este conhecimento é angustiante e apesar de ter opiniões de 4 clínicos diferentes, nenhum está de acordo com o outro e apenas a minha médica de família está descontraída com a situação, pois tanto a minha médica de psiquiatria, como a minha obstetra e a médica que conheci na consulta de DPN para a qual fui encaminhada, não concordam propriamente com o facto de eu tomar paroxetina, embora acabem por se "render" ao factor risco-benefício...o que a mim não me suscita confiança, não me conforta, não me tranquiliza, pelo contrário...
A questão é que, já tentei o desmame inúmeras vezes ao longo dos últimos oito anos, já tentei, igualmente, a substituição do fármaco e sempre sem sucesso, pois assim que a dose reduz demasiado, os sintomas e os ataques tornam-se mais frequentes, situação que infelizmente estou a experienciar novamente, pois a pressão de não poder tomar o fármaco, mas de também não poder ter um ataque de pânico deste calibre (situação que não controlo), o que pode pôr em risco a própria sobrevivência do feto, é algo que está a afectar-me a cada minuto do dia... Não consigo pensar noutra coisa e tudo o que queria era pelo menos saber de uma gravidez que tivesse sido bem sucedida com paroxetina e sem qualquer efeito nocivo para o bebé...
Antes de saber que estava grávida fazia meio comprimido (10mg) por dia e sabia que se necessitasse podia sempre aumentar a dose, mas quando soube que estava grávida, às 6 semanas, reduzi, sob supervisão da médica de psiquiatria, os mesmos 10mg mas em dias alternados. No entanto, nunca estive com uma dose tão reduzida e além disso, a pressão de saber que não tenho ali aquela muleta do fármaco para poder tomar pelo menos um comprimido inteiro de vez em quando, e que ao mesmo tempo e sem depender do meu controle, também não posso ter um ataque de pânico, está a deixar-me literalmente desesperada. Estou à espera de iniciar (novamente) psicoterapia através do centro de saúde, mas a lista de espera é vasta e já se passaram mais de um mês em que, dia-a-dia a minha situação se agrava mais e, temo, tanto por mim, como especialmente pelo Ser que vem a caminho e que, se realmente sente o que a mãe sente, já está tão precocemente em agonia e sofrimento. Tudo o que eu mais queria era livrar-me deste problema que fez de mim, a partir dos 12 anos uma criança diferente, e que faz agora, aos 31 anos uma grávida também diferente... Sinto que o bebé dentro de mim não está seguro e, pensar que ainda faltam 6 meses e meio até ele vir ao mundo e estar finalmente em segurança, longe do químico do qual a mãe é dependente...é simplesmente desesperante...!
Aguardo ansiosamente com esperança uma resposta/opinião vossa...
Um muito obrigada antecipadamente,
Cláudia C.